Covid-19

O que é que João Azevedo fez com o dinheiro do Covid?: Dinheiro não faltou e as dívidas aumentaram

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

O relatório de acompanhamento dos gastos com a pandemia da Covid-19 na Paraíba, resultado de auditoria do TCE-PB, levanta inúmeros questionamentos sobre a aplicação de recursos do Governo Federal destinado a Paraíba.

Imagem: reprodução

De acordo com informações do 38° Relatório de Acompanhamento Gastos COVID 19 – Governo do Estado, a Paraíba teria recebido verba suficiente para arcar com as despesas provenientes do combate à Covid-19, durante o ano de 2020, porém o governo não pagou as dívidas e deixou acumular para o ano seguinte.

De acordo com o relatório, 69% dos recursos utilizados até 30/06/2021, tem por origem valores recebidos por transferência do Governo Federal, sendo que R$ 90 milhões ou cerca de 50% do total empenhado, são decorrentes de recursos recebidos em 2020 por conta do inciso I do art. 5° da LC 173/20 – fonte 119.

Segundo as informações do Governo do Estado, no Portal Covid-19 PB, foram inscritos em restos a pagar R$ 28.668.134,43; Os pagamentos até o final de junho somaram R$ 20.178.664,46; Em 30/06/2021, o saldo a pagar era de R$ 8.489.469,97; E houve anulação/cancelamento de Restos a Pagar no total de R$ 290.656,50.

Considerando a disponibilidade de recursos, é questionado, porque cento e oitenta dias depois do encerramento do exercício de 2020, persistem obrigações de restos a pagar equivalentes a quase 30% (29,61%) do total inscrito (R$ 28.668.134,43).

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Brasil

Crise em Cuba derruba Lula em popularidade digital, e internação impulsiona Bolsonaro

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Em termos de popularidade digital, a última semana marcou a alta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), puxada pela internação hospitalar, e a queda do ex-presidente Lula (PT), motivada por opinião a favor de Cuba. A evolução dos políticos nas redes sociais é medida diariamente pela consultoria Quaest por meio do Índice de Popularidade Digital (IPD).

Em 12 de julho, Bolsonaro e Lula tinham IPD na casa dos 40 pontos, com 48,38 e 43,18 respectivamente. No dia seguinte, fala do petista crítica aos EUA e favorável à ditadura cubana derrubou seu índice para 29,35. Em 14 de julho, chegou ao piso: 27,48. Nesse mesmo dia, em meio a dores e crise de soluço, Bolsonaro deu entrada no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, e foi transferido para São Paulo. Seu IDP subiu a 67,89 e seguiu em alta até 73,91 no último sábado (17).

No período que vai de maio a julho, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), chegou a ser o mais popular entre os presidenciáveis por alguns dias, logo após ter dito em entrevista à TV Globo que é gay, no último dia 1º.

Ciro Gomes (PDT) também teve período de alta após lançar, em 21 de junho, vídeo de aceno aos evangélicos, em que afirma que a Bíblia e a Constituição não são conflitantes. De resto, os representantes da chamada terceira via seguem em patamares mais baixos nas redes.

A métrica do IPD isola o máximo possível o efeito do uso de robôs nas redes e avalia o desempenho de personalidades da política nacional nas plataformas Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google. A performance é medida em uma escala de 0 a 100, em que o maior valor representa o máximo de popularidade. Confira a matéria completa clicando aqui.

Blog do BG com Folhapress

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Brasil

Bolsonaro chama eleitores de Lula de “jumentos de duas pernas”

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Em conversa com apoiadores, na saída do Palácio do Alvorada, na manhã desta quinta-feira (22/7), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ofendeu eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O momento foi gravado e divulgado por um canal simpatizante ao governo.

Um apoiador provocou o presidente dizendo que Lula faria uma “jumenciata”, mas que “havia faltado jumento”. “Acho que jumento de duas pernas, eleitor dele, tem bastante”, corroborou o presidente.

“Quem já passou pelo comando de certas pessoas vai pensar em voltar, [mas] porque esqueceu”, prosseguiu.

Bolsonaro tem aumentado as críticas ao petista ao longo dos últimos meses. Em conversa com apoiadores, ele costuma afirmar que Lula só será presidente “na fraude” – na versão bolsonarista, isso seria garantido pelo atual sistema eleitoral de urnas eletrônicas.

O voto impresso é uma das principais bandeiras do atual chefe do Executivo. Segundo ele, as urnas permitem fraudes.

O presidente costuma dizer que só não venceu a eleição de 2018 no primeiro turno porque teria ocorrido fraude, e já foi intimado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apresentar provas do que alega.

Metrópoles

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Brasil

VÍDEO: Advogado é algemado e espancado por PMs

Imagem: reprodução

Um dia após ser espancado e arrastado por policial militar em rua de Goiânia, com as mãos algemadas às costas, um advogado de 32 anos disse ao Metrópoles nesta quinta-feira (22/7) que a violência adiou o sonhado pedido de casamento dele. O jurista iria fazer convite-surpresa para a noiva à noite, mas parou na delegacia por causa de tapas na cara e socos que levou de um tenente mais cedo.

Com sete anos de carreira, o advogado Orcélio Ferreira Silvério Júnior foi alvo de golpes do 1º tenente Gilberto Alves da Costa, na tarde de quarta-feira (22/7), após tentar interceder por uma pessoa em situação de rua, que também foi agredida. O oficial, que ainda arrastou o jurista algemado pela rua, foi afastado das ruas pela PM . O governador Ronaldo Caiado (DEM) disse que houve excesso por parte do militar.

“Perdi sapato, aliança, relógio, enquanto estava sendo agredido. Um pouco da minha dignidade também foi embora. Tudo isso no dia em que eu iria pedir minha noiva em casamento”, disse ele, ao Metrópoles, com a voz carregada de emoção, enquanto tentava segurar o choro ao telefone.

O advogado, que atua nas áreas de Direito Tributário e de Trânsito, tem relacionamento com a designer gráfica Fernanda Trevisan faz cinco anos. “Iria fazer surpresa com o pedido de casamento para ela ontem [quarta-feira], mas não deu certo porque fui agredido enquanto eu estava trabalhando”, contou ele.

Metrópoles

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Paraíba

CAOA: Paraibano vence Hyundai na Justiça e vai continuar distribuindo carros da marca

Foto: divulgação

A Câmara de Comércio Internacional, em Paris, decidiu que a brasileira Caoa, de propriedade do paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade, vai continuar a distribuir os veículos da coreana Hyundai no Brasil por mais dez anos.

O julgamento, em processo arbitral, pôs fim a uma novela que se arrastava desde 2018. A sentença, de 123 páginas, foi unânime: 3 a 0. Não há possibilidade de recurso da decisão.

Há três anos, a Hyundai declarara extinto o contrato de distribuição exclusiva dos seus veículos no Brasil. Desde então, a Caoa, defendida pelo advogado Sérgio Bermudes, manteve a distribuição dos veículos amparada em liminares. A sentença é fundamental para os negócios da Caoa no Brasil — e é válida para contratos semelhantes mundo afora.

A história do paraibano Carlos Alberto com os automóveis começou quando ele comprou um Ford Landau na concessionária Ford de Campina Grande em 1979. A revenda faliu antes de entregar o carro e ele não hesitou em propor que lhe fosse repassada para compensar o pagamento do veículo. Dessa forma, fundou a CAOA, que em menos de 6 anos tornou-se a maior revendedora Ford do Brasil. Atualmente, o Grupo Caoa é o distribuidor das marcas Subaru, Hyundai e Chery no Brasil. Tem duas fábricas próprias no Brasil, uma no Distrito Agroindustrial de Anápolis, onde são montados modelos da Hyundai e da Chery, bem como outra em Jacareí/SP, advinda da aquisição de 50,7% das operações brasileiras da fabricante chinesa Chery, em setembro de 2017, formando assim a CAOA Chery.

Parlamento PB

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Covid-19

Covid-19: Campina Grande receberá 320 mil doses da Pfizer

Foto: Codecom

Campina Grande deve receber, entre agosto e setembro próximos, cerca de 320 mil doses de vacina, apenas da fabricante Pfizer. A previsão é de que a cidade conclua em 60 dias a aplicação de primeiras doses de toda a população vacinável da cidade, ou seja, as pessoas a partir de 18 anos de idade. A previsão é do prefeito Bruno Cunha Lima, feita durante entrevista à Rádio Campina Grande FM, nesta quinta-feira (22).

“A Paraíba deve receber cerca de 3,2 milhões de doses só da Pfizer. Como Campina Grande recebe cerca de 10% da remessa estadual, se essas previsões se confirmarem, devemos receber em torno de 320 mil doses, isso sem contar com a AstraZeneca, Janssen e Butantan”, disse.

Na análise de Bruno, com esse quantitativo garantido, a Secretaria Municipal de Saúde consegue imunizar toda a população. “Até o fim de setembro, eu acredito que todos os campinenses nessa faixa etária estarão recebendo a primeira dose e até o final do ano, novembro e dezembro, teremos vacinado toda a população com as duas doses. A gente vai ter um impacto muito positivo na diminuição de mortes, na demanda por hospitais”, explicou.

Blog do BG com ClickPB

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Covid-19

Duas doses da Pfizer e AstraZeneca protegem contra cepa Delta

Foto: Denis Balibouse / Athit Perawongmetha / Reuters

Duas doses da vacina anticovid da Pfizer/BioNTech ou da Oxford/AstraZeneca são eficazes contra a variante Delta do coronavírus Sars-CoV-2, que é mais transmissível do que as demais, informou na quarta-feira (21) um estudo publicado pelo New England Journal of Medicine. A análise teve a base em dados recolhidos pelo instituto de Saúde do Reino Unido no mundo real, que incluíam 20 mil casos da variante Delta.

No caso da Cominarty, da Pfizer, as duas doses foram capazes de prevenir a covid-19 sintomática em 88% dos casos, um pouco menos do que o resultado contra a primeira cepa, a Alfa, que era de 93,7%. Já a Vaxzevria, da AZ, teve uma eficácia de 67% contra os 74,5% contra a Alfa. Em ambos os casos, porém, a eficácia após apenas a primeira dose despencou e ficou na casa dos 30%.

“Foram notadas algumas diferenças modestas na eficácia das vacinas contra a variante Delta em relação à Alfa após as duas doses. As diferenças são muito marcantes depois de receber apenas a primeira dose. Esses dados dão apoio para os esforços de maximizar a difusão da vacinação completa entre as população vulneráveis”, dizem os autores do estudo.

Um estudo recente em Israel, que também tem a população com a imunização avançada, havia apontado uma queda de 30% na eficácia da Cominarty perante à variante Delta. Mas, os dados não foram revisados.

Blog do BG com R7

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Brasil

Bolsonaro diz que não vai admitir apuração secreta de votos em 2022

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Como faz todos os dias, Jair Bolsonaro levantou suspeitas sobre o processo eleitoral brasileiro nesta quinta-feira (22). O presidente defendeu a implementação do voto impresso e afirmou que “não vai admitir” que a contagem de votos seja secreta.

O Estadão noticiou hoje que o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, condicionou a validade das eleições de 2022 à mudança no sistema de apuração.

Em entrevista à Rádio Banda B, de Curitiba, Bolsonaro defendeu a contagem pública dos votos. “Não posso admitir que meia dúzia de pessoas tenham a chave criptográfica de tudo e, de forma secreta, contem votos numa sala secreta lá no Tribunal Superior Eleitoral. Isso não é admissível. A própria Constituição fala em contagem pública dos votos, quero transparência.“

O presidente voltou a prometer que vai apresentar provas de que houve fraude nas eleições de 2014. “Vai ser bastante objetiva para todos entenderem da inconsistência e vulnerabilidade, temos aí várias ciências e podemos falar em probabilidade.”

O Antagonista

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Política

Bolsonaro completa 500 dias sem provar fraudes nas eleições

Foto: reprodução internet

Há exatos 500 dias, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) prometeu apresentar “provas” de fraude nas eleições. A declaração foi dada no dia 9 de março de 2020.

“Acredito que, pelas provas que tenho nas minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito em primeiro turno. Mas no meu entender houve fraude, tá?”

Desafiado a apresentá-las em três ações na Justiça, Bolsonaro se comporta como se estivesse diante de um e-mail da Pfizer: em absoluto silêncio.

Nos tribunais, o presidente não apresentou um indício sequer de irregularidade. Pelo contrário.

O blog apurou o andamento de algumas apurações que correm nos Tribunais de Justiça de São Paulo e de Santa Catarina e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE):

Ação em São Paulo

O processo foi aberto pelo movimento Livres e exige duas respostas: houve fraude nas eleições? Onde estão as provas?

A resposta veio por meio da Advocacia-Geral da União, pedindo a extinção da ação. Nenhum indício foi apontado. De certa maneira, o advogado da União Marcos Fujinami Hamada desmente o presidente ao afirmar:

“A manifestação pessoal do presidente expressada de maneira completamente informal não pode ser tomada como um ato formal”.

É como se dissesse: o que o presidente fala não se escreve. Ou, como diria o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, “é coisa de internet”.

O julgamento está marcado para o dia 29.

Ação em Santa Catarina

Injuriados com as calúnias contra o sistema eleitoral, servidores da Justiça Federal de Santa Catarina entraram com uma ação contra o presidente que pede indenização por danos morais. Eles também cobram explicações.

 

O roteiro é parecido com o anterior, mas ainda não tem data para julgamento. O advogado da União Dauton Luis de Andrade também não apresentou nenhuma prova e pediu a extinção da ação.

Ele argumenta que o ataque à democracia de Bolsonaro, ao minar a confiança no voto, foi feito de “maneira completamente informal”.

Outros argumentos são curiosos:

  • as falas de Bolsonaro “não externaram a vontade da administração pública”; sua declaração não deve ser “atribuída como uma manifestação do Estado”
  • “os comentários pessoais do Presidente (…) não são passíveis de gerar obrigações e direitos para a Administração Pública”

Ação no Tribunal Superior Eleitoral

 

Com base nas declarações do presidente, inclusive a que você leu lá em cima, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral cobrou uma explicação em 21 de junho.

Luis Felipe Salomão deu 15 dias para Bolsonaro apresentar provas. Como o TSE entrou em recesso, o prazo foi estendido até agosto. Até agora, nenhuma autoridade pública se pronunciou.

Apuração realizada, o blog faz algumas reflexões. O que esperar de Bolsonaro?

Quem espera por alguma revelação bombástica vai se decepcionar. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o filho 03, já admitiu em 17 de maio que não há prova alguma.

O raciocínio, com o perdão da palavra, foi explicitado em uma sessão no Congresso.

“Da mesma maneira que nós não temos como comprovar que houve fraude, o outro lado também não tem como comprovar que não houve fraude.”

Com esse lampejo de genialidade, Eduardo Bolsonaro inaugurou o ônus da falta de prova.

É a teoria pela qual se prova que algo está errado justamente porque não há nada de errado a provar.

Blog do Octávio Guedes – G1

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Paraíba

IMORAL: Prefeito de cidade da Paraíba aumenta seu salário em mais de 40%

Foto: reprodução

O prefeito do município de Zabelê, Dalyson Neves (PSDB) decretou no último dia 1º de julho, o aumento dos seus próprios vencimentos e também da vice-prefeita Jorsamara de Zé Inaldo (PSDB). O reajuste, que ultrapassa 40%, elevou os salários de R$12.000,00 e R$6.000,00 para R$16,803,50 e R$8.401,75, respectivamente.

Em 2018, Dalyson Neves havia reduzido o seu salário e os dos secretário para enfrentar uma crise financeira que assolava o município, quando chegou a receber R$ 9.600,00 (nove mil e seiscentos reais) sendo o menor salário pago na região do cariri paraibano.

Zabelê tem um PIB de R$ 22.410.852,00 e um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,623, segundo a última medição do IBGE, que é de 2010. O IDH vai de 0 a 1 – quanto maior, mais desenvolvida a cidade – e tem como base indicadores de saúde, educação e renda. A média no Brasil é de 0,765, segundo dados de 2019 divulgados em 15 de dezembro de 2020 pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD).

Nas últimas eleições, o prefeito Sebastião Dalyson de Lima Neves, de 34 anos, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral um patrimônio de R$ 30.760,00. Já a vice Jorsâmara Bezerra Neves da Silva, de 38 anos, declarou ao TSE não possuir nenhum bem como patrimônio.

Opinião dos leitores

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