O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou neste sábado, (7), um vídeo “bem humorado “, segundo o tucano, da nova fábrica de vacinas do Instituto Butantan, entidade ligada ao governo paulista. A construção do espaço começou em novembro de 2020 e deve ser entregue até o final de setembro deste ano.
O vídeo inspira-se nas coreografias que se popularizaram na rede social TikTok. Funcionários ligados à obra jogam um balão em formato de vacina de cerca de 1,5 metro entre si a cada cena.
Os cortes foram feitos no ritmo da música “Bum Bum Tam Tam“, do MC Fioti. O som virou trilha da campanha de vacinação da CoronaVac, imunizante contra a covid-19 produzido no Brasil pelo Butatan. O funk de 2017 viralizou novamente durante a pandemia pela similaridade da letra “Bum Bum Tam Tam” com o nome do Instituto Butantan.
Os dois paraibanos campeões olímpicos pela Seleção Brasileira, o atacante Matheus Cunha e o goleiro Santos, serão homenageados pela Câmara Municipal de João Pessoa. O presidente da Casa, Dinho Dowsley (Avante) protocolou neste sábado (7) os dois projetos de decreto legislativo que pedem a concessão das comendas. Para o primeiro, a Medalha Cidade de João Pessoa, a maior honraria da Casa, e para o segundo, o Título de Cidadão Pessoense.
Matheus Santos Carneiro da Cunha nasceu em João Pessoa, no dia 27 de maio de 1999 e brilhou no mundial, inclusive foi o autor do gol que abriu o caminho para a vitória brasileira. O atleta do Hertha Berlim deu seus primeiros passos no futebol como atleta do futsal no Esporte Clube Cabo Branco, de João Pessoa-PB. Aos 11 anos, chamou a atenção de um empresário, em Pernambuco, que decidiu levá-lo para fazer testes no futebol do Curitiba.
Santos
Já em relação ao goleiro Ademar Melo dos Santos Neto, ele é natural de Campina Grande e tem uma história importante com João Pessoa. O atleta do Athletico Paranaense cursou o ensino médio no Lyceu Paraibano.
Na disputa das Olimpíadas, ele foi essencial para a vitória em diversos jogos. Na disputa da semifinal, pegou um dos pênaltis na disputa contra o México. “São atletas que orgulham João Pessoa e a Paraíba e que inspiram os jovens talentos da nossa terra”, disse o presidente da Câmara, Dinho Dowsley, autor dos dois projetos.
Por ordem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o então ministro da Casa Civil e general Braga Netto enquadrou o Ministério da Saúde e ordenou que todas as declarações sobre a pandemia da Covid-19 fossem feitas dentro do Palácio Planalto.
O militar ainda avisou que qualquer nota à imprensa deveria passar pelo aval da Secom (Secretaria de Comunicação) da Presidência para “unificação da narrativa”.
A ordem de 23 de março de 2020 está registrada em documentos entregues pela Casa Civil à CPI da Covid no Senado. O ofício foi direcionado, à época, ao ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, no momento em que Bolsonaro e o ex-deputado federal davam orientações opostas sobre o combate à pandemia.
Antes da mudança, a Saúde fazia apresentações diárias com membros da cúpula da pasta, que tiravam dúvidas sobre a doença e as formas de evitar o contato. Nessas falas, a equipe recomendava evitar aglomerações e reconhecia que a crise poderia ser grave.
A medida tomada por Braga Netto foi um dos mais agressivos movimentos do Planalto para tentar esvaziar as atividades do Ministério da Saúde na gestão de Mandetta.
Bolsonaro já boicotava as medidas de distanciamento social decretadas por prefeitos e governadores. Em 15 de março de 2020, o presidente havia ignorado orientações da Saúde para se aglomerar em manifestação que lançou as bases do negacionismo do governo na pandemia.
No documento entregue à CPI, Braga Netto informava à Saúde, a pedido de Bolsonaro: “Todas as coletivas de imprensa dos Ministérios ou Agências Federais sobre o COVID 19 (sic) deverão ser realizadas no Salão Oeste do Palácio do Planalto”.
A ordem foi cumprida em 30 de março, quando o Ministério da Saúde registrava 34 mortos pela Covid-19. O Planalto convocou a imprensa para acompanhar declaração de ministros sobre a pandemia, liderada por Braga Netto.
O general negou, neste dia, que havia chance de Bolsonaro demitir Mandetta, o que aconteceria em 16 de abril. “[Quero] deixar claro para vocês: não existe essa ideia de demissão do ministro. Isso está fora da cogitação no momento”, disse Braga Netto.
Apesar de minimizar o comportamento de Bolsonaro na pandemia à época, o titular da Saúde reagiu com ironia na entrevista ao lado do general. “Vamos lá, em política, quando a gente fala ‘não existe’, a pessoa já fala ‘existe’.”
Mandetta disse à reportagem que a mudança de local das declarações foi uma “tentativa atabalhoada” do Planalto de assumir a liderança do combate à pandemia.
Em pelo menos 13 cidades da Paraíba, localizadas no Cariri e no Sertão, escolas públicas ainda sofrem com problemas no abastecimento de água e não têm, em alguns casos, nem mesmo sanitários dentro dos prédios. A constatação foi feita por uma auditoria coordenada pelo MPF, em Monteiro.
Uma das escolas é estadual e fica na cidade de Imaculada, no Sertão.
Foto: Reprodução
As demais são municipais e ficam nos municípios de Barra de São Miguel, Prata, Santo André, São Sebastião do Umbuzeiro, Taperoá, Zabelê, Ouro Velho, São João do Tigre, Camalaú, Gurjão, Monteiro e Livramento.
Preocupado com a situação, o Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco) enviou um ofício ao secretário de Educação do Estado, Cláudio Furtado, pedindo informações sobre a estrutura de escolas no Estado e o retorno às aulas.
A preocupação da entidade é evitar que as dificuldades estruturais atrapalhem a volta das atividades, prevista para setembro (num sistema híbrido) no Estado.
Foto: Reprodução
Em resposta ao MPF, a Secretaria de Educação do Estado informou que, no caso da escola de Imaculada, o abastecimento de água foi normalizado. Por lá a água chega por meio de carros-pipa.
O Governo do Estado divulgou, na tarde deste sábado, (7) o novo mapeamento das cidades com relação à pandemia. No mapa é possível perceber uma melhoria no quadro geral, com a diminuição das cidades em bandeira laranja. Há 15 dias eram 4 municípios. Agora apenas dois continuam em laranja: Cacimba de Areia e Santa Inês – 221 estão na cor amarela (99%).
Não há cidades nas bandeiras verde e vermelha.
No entanto, a nota técnica da Secretaria de Saúde do Estado alerta para o crescimento da taxa de transmissão da covid-19 nas últimas semanas.
“A análise da 31ª avaliação, quando comparada com as imediatamente anteriores marca uma nova tendência discreta de elevação contínua da média móvel da taxa de transmissibilidade (Refetivo) do novo coronavírus – o que demanda atenção”, discorre a nota.
“Em uma análise da média móvel dos últimos 14 dias das taxas de transmissibilidade do novo coronavírus na Paraíba (tabela e mapa abaixo) constata-se que 91 municípios (nas cores laranja, vermelha e roxa no mapa), ou 41% das cidades paraibanas, tem Rt acima de 1,0; na 30ª avaliação havia 76 municípios com Rt acima de 1,0 ou 34% dos municípios paraibanos, o que demonstra crescente circulação viral”, ressalta o documento.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste sábado, (7), que não acredita em um golpe do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições do ano que vem. Para o presidenciável petista, quem vencer não “precisa dele para passar a faixa”.
Foto: Reprodução/ Twitter
As declarações do ex-presidente, publicadas em seu Twitter nesta manhã, se dão em meio a ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral e ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com informações falsas.
Lula, presidenciável para 2022, tem subido o tom contra o presidente. “Bolsonaro tem medo porque sabe que vai perder e, ele perdendo, tem medo de ser preso”, declarou, em entrevista à emissora alemã ARD nesta semana.
Nas últimas semanas, Bolsonaro tem intensificado seus ataques ao sistema eleitoral brasileiro, com informações falsas e já desmentidas contra as urnas eletrônicas e em apoio ao voto impresso.
A Secretaria Estadual de Educação determinou, na sexta-feira (6), a suspensão das aulas presenciais nas escolas da rede estadual da capital e de mais 35 cidades do RJ por conta do aumento do número de casos de Covid-19.
A suspensão vale para a próxima semana, do dia 9 a 13 de agosto.
Segundo a secretaria, os estudantes terão aulas remotas e as unidades funcionarão apenas para atividades administrativas, como a retirada de material pedagógico e do kit alimentação, além de entrega de documentos e matrícula de alunos.
O jogador paraibano Matheus Cunha da seleção brasileira gravou um vídeo emocionado logo depois da vitória que garantiu a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
Tarcísio Meira, de 85 anos de idade, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, na sexta-feira (6). O ator, que está com Covid-19, foi intubado. Sua mulher, a atriz Glória Menezes, de 86 anos, também está internada. O estado de saúde dela é menos grave e ela está recebendo atendimento médico em um quarto particular.
A assessoria de Tarcísio e Glória confirmou as informações. “O casal foi diagnosticado com a Covid. Estão no Albert Einstein em quarentena para recuperação. O Sr. Tarcísio teve que ser intubado, mas a Dona Glória esta com leves sintomas”, afirmou Tadeu Lima, assistente pessoal do casal.
O ator é casado com a também atriz Glória desde 1962, com quem teve Tarcísio Filho em 1964. A novela mais recente de Tarcísio foi Orgulho e Paixão, da Globo, exibida em 2018. Na época, ele foi afastado da trama por conta de uma infecção pulmonar.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (7) que não serão “um ou dois ministros do Supremo Tribunal Federal que vão decidir o destino de uma nação”. Deu a declaração ao discursar depois de participar de “motociata” em Florianópolis (SC) com apoiadores.
“Quem decide eleições são vocês, não são meia dúzia dentro de uma sala secreta que vai contar e decidir quem ganhou as eleições. Não vai ser 1 ou 2 ministros do Supremo Tribunal Federal que vão decidir o destino de uma nação. Quem teve voto, quem tem legitimidade, além do presidente, é o Congresso Nacional”, declarou.
Nos últimos dias, em defesa do voto impresso o presidente intensificou críticas a dois ministros da Corte: Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no qual Bolsonaro foi incluído como investigado.
Bolsonaro pediu respeito à Constituição e disse “não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar”. Apesar da fala, negou ter feito “uma advertência ou um ultimato”.
“Respeitem a nossa Constituição, respeitem a vontade popular. Nós queremos e exigimos nada mais além disso. Não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar, não queiram impor a sua vontade porque quem está com Deus e com o povo tem realmente o poder”, disse.
Bolsonaro afirmou que “joga dentro das 4 linhas da Constituição” e que o “outro lado” sai fora dos limites constitucionais. “Eu tenho limites. Alguns outros, poucos, acham que são donos do mundo. Vão quebrar a cara porque nós continuamos jogando dentro das 4 linhas da Constituição. O outro lado não raramente sai de fora dessas 4 linhas para nos atingir”, disse.
O chefe do Executivo também atacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem se referiu como “ladrão de 9 dedos“. “Não pensem que o ladrão de 9 dedos e seus amigos é que vão contar os votos dentro de uma sala secreta”, disse, em referência às eleições de 2022.
Os participantes do ato gritaram ao longo do discurso de Bolsonaro “fora Barroso”, “eu autorizo” e “Lula ladrão”. Em endosso ao presidente também gritaram “mito” e “o povo unido jamais será vencido”.
O presidente chegou de carro ao local da concentração do ato. Foi recebido por apoiadores que reuniram nas margens da pista. O presidente fez paradas ao longo do percurso e depois, sem máscara, cumprimentou apoiadores.
“Por vocês a gente ganha a guerra”, disse o presidente, fazendo um sinal de arma, em uma transmissão ao vivo de uma das paradas ao longo do passeio de moto. Em outra parada, o presidente ouviu pedido de um apoiador para fechar o STF.
Mais cedo, ao defender o “voto responsável e contabilizado“, Bolsonaro afirmou que “querem no tapetão decidir as coisas no Brasil“. Ele agradeceu ainda ao “povo” por reconhecer “o que está em risco na política“.
A motociata foi o a 7ª do tipo que contou com a participação do presidente. Políticos e personalidades aliados do governo participaram do ato.
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