A Paraíba deve receber na tarde desta quarta-feira (11) uma nova remessa com 22.230 doses da Pfizer/Biontech para a primeira dose (D1).
O desembarque no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, está previsto para às 15h.
O Estado já realizou a aplicação de 2.792.774 doses. Desse total, 1.992.866 pessoas vacinadas com a primeira dose e 799.908 completaram os esquemas vacinais, em que 739.024 tomaram as duas doses e 60.884 utilizaram imunizante de dose única. A Paraíba já distribuiu um total de 3.203.045 doses de vacina aos municípios.
O filho mais novo do ex-presidente Lula, Luís Cláudio, pediu exoneração do gabinete do deputado Emídio de Souza (PT) na Assembleia Legislativa de São Paulo, na última segunda (9).
Segundo pessoas próximas ouvidas pelo Radar, o caçula recebeu outra proposta de emprego. Ele exercia o cargo comissionado de auxiliar parlamentar desde 2019, recebendo salário de 6.836 reais.
O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, promulgou estado de calamidade pública em três municípios paraibanos: João Pessoa, Catolé do Rocha e Santa Luzia. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (11) do Diário Oficial do Estado.
O diário traz que os efeitos dos reconhecimentos da ocorrência do estado de calamidade pública perdurarão durante o período de tempo estabelecido nos decretos municipais encaminhados à Assembleia Legislativa, ou até o dia 31 de dezembro de 2021 ou quando ocorrer o término do período de emergência internacional de saúde, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde.
Quatro deputados federais da bancada paraibana deixaram de cumprir o seu dever e faltaram a votação da Proposta de Emenda à Constituição 135/19, que determinava a impressão de “cédulas físicas conferíveis pelo eleitor” ou, simplesmente, voto impresso. A votação aconteceu na noite dessa terça-feira (10).
Aguinaldo Ribeiro (PP), Efraim Filho (DEM), Hugo Mota (Republicanos) e Wilson Santiago (PTB) não apareceram para votar.
Christino Aureo, relator da medida provisória – Foto: Divulgação
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10), por 304 votos a 133, o texto-base da Medida Provisória 1045/21, que renova o programa de redução ou suspensão de salários e jornada de trabalho com o pagamento de um benefício emergencial aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.
Os destaques apresentados pelos partidos serão analisados em outra sessão a ser marcada. Esses destaques pretendem alterar pontos do texto do relator, deputado Christino Aureo (PP-RJ), que incluiu vários outros temas na MP. Foram incluídos, por exemplo, programas de primeiro emprego e de requalificação profissional, mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e definição de quem pode contar com gratuidade no acesso à Justiça.
Segundo a MP, o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda garantirá o pagamento de uma parte do seguro-desemprego ao trabalhador que tiver o contrato suspenso ou o salário e a jornada reduzidos em razão da pandemia de Covid-19. Inicialmente, as regras valem por 120 dias contados da edição da MP (28 de abril) e poderão ser prorrogadas pelo Poder Executivo apenas para as gestantes.
O valor a receber dependerá de quanto for a redução. Se o acordo entre empregador e empregado for individual, sem participação do sindicato, a redução poderá ser somente de 25%, 50% ou 70%, tanto do salário quanto da jornada de trabalho.
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, na noite dessa terça-feira (10), mais de 11 quilos de crack escondidos no interior de um carro estacionado em um shopping, em João Pessoa. Um casal foi preso em flagrante.
A PRF abordou um casal, que estava em automóvel. Eles foram questionados sobre o motivo da viagem, mas ficaram bastante nervosos e entram em diversas contradições. Nada foi encontrado no carro.
Os policiais então desconfiaram que o casal ainda iria receber a droga e por esse motivo não estavam ainda no veículo. A equipe liberou os dois, mas decidiu acompanhar o automóvel até o seu destino final, que seria em um shopping. Chegando lá, o homem abordado estava conversando com outro casal em outro veículo, quando os policiais decidiram abordar o automóvel.
Foi iniciada uma busca no interior do outro carro. A equipe encontrou inicialmente no pneu estepe vários tabletes de droga. As buscas continuaram em todo o veículo. Foram encontrados ao todo 11,3 kg de crack escondidos nos forros das portas, do porta-malas e no pneu estepe do carro. A droga é avaliada em mais de R$ 110 mil.
Um estudo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) revelou que a goma de mandioca vendida em alguns supermercados de João Pessoa contém a presença de bactérias e fungos, podendo ocasionar infecções alimentares ao consumidor. A pesquisa analisou dez estabelecimentos, divididos entre o Centro da capital e os bairros de Castelo Branco, Bancários, Jardim São Paulo e Mangabeira.
Foto: Assessoria UFPB
De acordo com o estudo, as amostras foram coletadas em embalagens fechadas, individuais e não violadas de 1 kg, no período de fevereiro a julho de 2020. Segundo o coordenador da pesquisa, Wallace Felipe Blohem, em todas elas foi possível observar o crescimento microbiano, tanto de bactérias quanto de fungos.
Ao todo, das 10 amostras, apenas duas – do bairro Bancários – apresentaram contagens de bactérias e fungos dentro dos limites aceitáveis para o consumo humano.
“A contagem elevada desses micro-organismos na goma de mandioca pode indicar condições higiênicas inadequadas nos processos de produção, manipulação e embalagem do produto. Portanto, não é dentro do supermercado que acontece essa contaminação, mas, sim, no processo primário de obtenção da goma”, relatou o Prof. Wallace.
A falta dessas condições higiênicas pode ocasionar infecções alimentares, que são a principal consequência da ingestão desses micro-organismos.
O ex-presidente Lula tem afirmado a interlocutores em conversas reservadas que Jair Bolsonaro não tem força para promover, de fato, um golpe militar que não apenas vingue como se sustente no tempo. As informações são da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo
Ele já disse acreditar que o presidente tenta criar um clima de temor para alimentar a narrativa de que uma suposta polarização nas eleições com o PT poderá aproximar o país de uma situação de caos, já que Bolsonaro e setores militares esticariam a corda.
O PT, neste ponto, não deveria demonstrar qualquer tipo de receio ou prestar reverência especial aos militares, que, de resto, foram bem tratados e respeitados nos governos do partido, repete ele.
A Câmara dos Deputados enterrou, na noite dessa terça-feira (10), a PEC do voto impresso com a ajuda de alguns deputados paraibanos.
Da bancada paraibana, votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição 135/19, que determinava a impressão de “cédulas físicas conferíveis pelo eleitor”: Julian Lemos (PSL) e os tucanos Edna Henrique (PSDB) e Ruy Carneiro (PSDB).
Já os deputados Damião Feliciano (PDT), Frei Anastácio (PT), Gervásio Maia (PSB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Wellington Roberto (PL) votaram contra.
Aguinaldo Ribeiro, Efraim Filho, Hugo Mota e Wilson Santiago não apareceram para votar.
Esses nossos políticos, são umas graças, se soltasse dinheiro pra eles estariam todos no plenário e dependendo do montante de dinheiro, com certeza votariam a favor.
Um grupo de 22 gatos entrou na Justiça contra um condomínio, no bairro dos Ipês, em João Pessoa, que tenta impedir a presença dos bichos no local.
Os próprios gatos são autores da ação e estão sendo assistidos judicialmente pelo Instituto Protecionista SOS Animais e Plantas.
Foto: Reprodução
Os animais vivem no local antes mesmo dos moradores, mas recentemente a administração do condomínio começou a multar aqueles que alimentavam e cuidavam dos gatos quando necessário.
Todos os 22 gatos do condomínio assinam a ação: Mãe de Todos, Mostarda, Pretinha, Escaminha, Bubuda, Guerreiro, Wesley, Pérola, Medroso, Juliete, Assustado, Preta, Atleta, Aparecido, Rainha, Esposo, Doida, Branca, Oncinha, Maria-Flor, Matuto e Sol.
O caso foi parar na justiça porque representantes do Núcleo de Justiça Animal da UFPB, o Conselho Administrativo e o síndico do condomínio se reuniram para tentar chegar a um acordo, mas sem sucesso.
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