O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) quer lançar o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro.
Queiroga vinha se animando para sair candidato a deputado por seu estado, a Paraíba. Mas Bolsonaro quer candidatos no Rio de Janeiro, estado do presidente, que carrega a marca de seu governo.
O presidente Jair Bolsonaro participa neste domingo, (8), de mais um encontro de motos em Brasília. A “motociata” de Dia dos Pais ocorrerá a partir de 9h e sairá da Praça dos Três Poderes. O trânsito da Esplanada dos Ministérios será afetado pelo ato.
“Mais que dar um passeio de moto em Brasília, é mostrar também a exemplo de Santa Catarina que estamos unidos em todo o Brasil. Quem decide o futuro dessa nação são vocês. Nós dos 3 Poderes temos a obrigação de atendê-los. Vocês são o Exército do Brasil, são aqueles que decidem o destino de nossa pátria”, disse Bolsonaro em discurso depois da “motociata” realizada em Florianópolis (SC) no sábado (7).
Será a 8ª “motociata” em que o presidente participa. A primeira ocorreu também em Brasília em maio, no Dia das Mães. Na ocasião, o ponto de partida foi o Palácio da Alvorada e o presidente percorreu a região central de Brasília. O último ato do tipo ocorreu no sábado, (7), em Florianópolis (SC).
O STF (Supremo Tribunal Federal) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) têm recorrido a ações fora dos processos para se contrapor ao presidente Jair Bolsonaro e fazer frente à guerra de narrativa sobre as urnas eletrônicas e as recentes decisões da corte.
No campo político, o presidente do TSE e integrante do STF, ministro Luís Barroso, já conversou com parlamentares do Congresso sobre as urnas para barrar na comissão da Câmara o projeto que permitia a impressão do voto para posterior auditoria. A deputada Bia Kicis chegou a dizer que o projeto não passaria por “pressão do STF e TSE”.
Outra atuação foi a inclusão de Bolsonaro em um inquérito sobre fake news, em que o STF é criticado por muitos por ser vítima, investigador, acusador e julgador. Esse ponto, apesar de jurídico, é considerado por muitos em
Brasília, um ato político por ser uma ferramenta de pressão política.
Já internet, os tribunais foram mais combativos e fizeram ao menos quatro publicações para desmontar as versões do presidente da República a respeito de temas que têm colocado os Poderes em conflito. A Corte chegou a peer alguns trabalhos para tentar desconstruir as versões apresentadas pelo presidente sobre possíveis fraudes nas urnas, inclusive com publicações em tempo real durante a live do chefe de Estado. Os ministros também têm utilizado os julgamentos televisionados e transmitidos na internet para dar indiretas ao presidente e passar mensagens para rebatê-lo. O próprio STF já emitiu notas também para contra-argumentar as declarações de Bolsonaro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste sábado, (7), que não acredita em um golpe do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições do ano que vem. Para o presidenciável petista, quem vencer não “precisa dele para passar a faixa”.
Foto: Reprodução/ Twitter
As declarações do ex-presidente, publicadas em seu Twitter nesta manhã, se dão em meio a ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral e ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com informações falsas.
Lula, presidenciável para 2022, tem subido o tom contra o presidente. “Bolsonaro tem medo porque sabe que vai perder e, ele perdendo, tem medo de ser preso”, declarou, em entrevista à emissora alemã ARD nesta semana.
Nas últimas semanas, Bolsonaro tem intensificado seus ataques ao sistema eleitoral brasileiro, com informações falsas e já desmentidas contra as urnas eletrônicas e em apoio ao voto impresso.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (7) que não serão “um ou dois ministros do Supremo Tribunal Federal que vão decidir o destino de uma nação”. Deu a declaração ao discursar depois de participar de “motociata” em Florianópolis (SC) com apoiadores.
“Quem decide eleições são vocês, não são meia dúzia dentro de uma sala secreta que vai contar e decidir quem ganhou as eleições. Não vai ser 1 ou 2 ministros do Supremo Tribunal Federal que vão decidir o destino de uma nação. Quem teve voto, quem tem legitimidade, além do presidente, é o Congresso Nacional”, declarou.
Nos últimos dias, em defesa do voto impresso o presidente intensificou críticas a dois ministros da Corte: Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no qual Bolsonaro foi incluído como investigado.
Bolsonaro pediu respeito à Constituição e disse “não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar”. Apesar da fala, negou ter feito “uma advertência ou um ultimato”.
“Respeitem a nossa Constituição, respeitem a vontade popular. Nós queremos e exigimos nada mais além disso. Não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar, não queiram impor a sua vontade porque quem está com Deus e com o povo tem realmente o poder”, disse.
Bolsonaro afirmou que “joga dentro das 4 linhas da Constituição” e que o “outro lado” sai fora dos limites constitucionais. “Eu tenho limites. Alguns outros, poucos, acham que são donos do mundo. Vão quebrar a cara porque nós continuamos jogando dentro das 4 linhas da Constituição. O outro lado não raramente sai de fora dessas 4 linhas para nos atingir”, disse.
O chefe do Executivo também atacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem se referiu como “ladrão de 9 dedos“. “Não pensem que o ladrão de 9 dedos e seus amigos é que vão contar os votos dentro de uma sala secreta”, disse, em referência às eleições de 2022.
Os participantes do ato gritaram ao longo do discurso de Bolsonaro “fora Barroso”, “eu autorizo” e “Lula ladrão”. Em endosso ao presidente também gritaram “mito” e “o povo unido jamais será vencido”.
O presidente chegou de carro ao local da concentração do ato. Foi recebido por apoiadores que reuniram nas margens da pista. O presidente fez paradas ao longo do percurso e depois, sem máscara, cumprimentou apoiadores.
“Por vocês a gente ganha a guerra”, disse o presidente, fazendo um sinal de arma, em uma transmissão ao vivo de uma das paradas ao longo do passeio de moto. Em outra parada, o presidente ouviu pedido de um apoiador para fechar o STF.
Mais cedo, ao defender o “voto responsável e contabilizado“, Bolsonaro afirmou que “querem no tapetão decidir as coisas no Brasil“. Ele agradeceu ainda ao “povo” por reconhecer “o que está em risco na política“.
A motociata foi o a 7ª do tipo que contou com a participação do presidente. Políticos e personalidades aliados do governo participaram do ato.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (7) que “querem no tapetão decidir as coisas no Brasil“. Deu a declaração ao defender o voto impresso auditável durante transmissão ao vivo em suas redes sociais. O chefe do Executivo passeia de moto com apoiadores em ato político nesta manhã em Florianópolis (SC).
“Agradeço ao povo brasileiro que reconhece o momento que o Brasil atravessa, reconhece o que está em risco na política. Querem no tapetão decidir as coisas no Brasil, isso não pode ser dessa maneira. A democracia nasce do voto responsável e contabilizado“, declarou.
O presidente chegou de carro ao local de concentração da motociata. Apoiadores se reuniram nas margens da pista para a ver a passagem do presidente. Bolsonaro citou que cerca de 20 a 30 mil pessoas estariam concentradas para a sua chegada.
O projeto de Lei (PL 521/21) de privatização dos Correios ainda não chegou no Senado, mas parlamentares da Paraíba já anteciparam seu posicionamento em relação à proposta do governo Bolsonaro. Um deles é o senador Veneziano (MDB). Ele usou as redes sociais nesta sexta-feira (6) para declaração seu futuro voto contrário à matéria, quando ela for posta em votação.
Quem deve acompanhar o mesmo pensamento com relação a pauta na hora de votar é a senadora Nilda Gondim (MDB), correligionária e mãe do senador.
Quem ainda não manifestou posicionamento em relação à privatização dos Correios foi a senadora Daniella Ribeiro (Progressista). O seu partido no âmbito da Câmara dos Deputados, no entanto, posicionou-se favorável à entrega da empresa pública à iniciativa privada.
Ciente do peso renovado dos militares na política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem buscado estabelecer um diálogo com os uniformizados visando às eleições de 2022. Até agora, ele encontrou resistência. As informações são da agência de notícias Folhapress.
O principal termômetro de Lula é Nelson Jobim, que foi ministro da Defesa de 2007 a 2010, permanecendo no cargo por mais oito meses em 2011 no governo Dilma Rousseff (PT). Outros aliados de Lula foram destacados para a missão, como o ex-governador e senador Jorge Viana (PT-AC).
A todos, como aconteceu em um almoço entre um influente general aposentado e um terceiro emissário há dois meses, em São Paulo, o tema Lula é tratado com uniformidade: apesar do respeito institucional ao ex-presidente, agora segue com carta branca na disputa eleitoral para 2022, de acordo com o Datafolha, não querem saber de conversa com ele agora.
Em meio à escalada da crise institucional entre os Poderes Executivo e Judiciário, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou nesta sexta-feira (6) que levará ao plenário a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso.
“A Câmara dos Deputados sempre se pauta pelo cumprimento do regimento e pela defesa da sua vontade, que é a expressão máxima da democracia. Pela tranquilidade das próximas eleições e para que possamos trabalhar em paz até janeiro de 2023, vamos levar sim a questão do voto impresso para o plenário, onde todos os parlamentares, eleitos legitimamente pela urna eletrônica, vão decidir. E eu friso, todos foram eleitos pela urna eletrônica”, afirmou. Confira o vídeo abaixo:
“Para quem fala que a democracia está em risco, não há nada mais livre, amplo e representativo do que deixar o plenário manifestar-se. Só assim teremos uma decisão, inquestionável e suprema, porque o plenário é a nossa alçada máxima de decisão, a expressão da democracia, e vamos deixa-lo decidir”, acrescentou.
A atual prefeitura de Bayeux, Luciene Gomes (PDT), mais conhecida como Luciene de Fofinho, postou um vídeo em suas redes sociais onde mostra que está indo atrás dos habitantes da cidade de Bayeux, para que eles não se esqueçam de tomar sua dose do imunizante contra a Covid-19.
O vídeo conta com a trilha sonora do filme “Missão: Impossível” e a prefeita Luciene vai pessoalmente, e a pé, alertar os Baienenses. Confira abaixo:
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