Após publicações homofóbicas, o jogador de vôlei Maurício Souza foi demitido do Minas Tênis Clube. A informação foi confirmada no perfil oficial do time, no Twitter, na tarde desta quarta-feira (27).
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O atleta já havia sido multado e afastado do clube por tempo indeterminado nesta terça-feira (26). O clube, inclusive, foi cobrado por patrocinadores para tomar “medidas cabíveis”.
Dentre as medidas adotadas pelo Minas Tênis Clube, o atleta também deveria se retratar publicamente. Ele pediu desculpas, mas escolheu uma conta com o menor número de seguidores para publicar a declaração.
Autoridades americanas participaram de entrevista coletiva, nesta quarta-feira (27), para falar sobre o disparo de arma de fogo que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins no set do filme “Rust”.
O xerife do condado de Santa Fé, Adan Mendoza, afirmou que as autoridades recuperaram um projétil de chumbo que foi disparado da arma usada pelo ator Alec Baldwin na semana passada, segundo a agência de notícias Reuters. As gravações aconteciam no estado do Novo México.
Ele também afirmou que dois membros da equipe – o diretor assistente e armeiro do filme – manusearam a arma antes que o ator e produtor Alec Baldwin disparasse o tiro fatal. “Todos os três indivíduos cooperaram na investigação e prestaram depoimentos”, afirmou Mendoza.
A promotora do condado de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, foi questionada sobre quem será acusado, mas se esquivou da pergunta ao responder que as investigações ainda estão em curso. Carmack-Altwies também disse que os investigadores ainda não podem dizer se foi negligência ou de quem neste momento.
A polícia está fazendo testes para determinar se o projétil de chumbo recuperado do ombro do diretor Joel Souza foi disparado de uma arma – um revólver Colt longo – usada por Baldwin.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, não poupou palavras para se referir ao colega de governo e ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, durante encontro com integrantes da comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, que brigam para ter de volta R$ 600 milhões de recursos retirados do ministério da área.
De acordo com informações da coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, em reunião em sua sala, Guedes chamou colegas do próprio governo de incompetentes, se referiu ao ministro-astronauta como burro, e disse que “às vezes eu mesmo me pergunto o que estou fazendo aqui.”
O ministro da Economia também deu a entender que o colega de Esplanada vive no ‘espaço’ e não entende nada de gestão.
No local estavam deputados da base e de oposição. Paulo Guedes disse ainda que não falta dinheiro para o país, mas falta gestão.
A decisão do procurador-geral da República, Augusto Aras, de só tomar qualquer atitude sobre o relatório da CPI da Covid após uma “análise prévia” por um órgão da PGR foi vista internamente como uma medida para ganhar tempo e não se indispor nem com o governo Bolsonaro e nem com senadores da comissão.
Procuradores avaliam que a manobra também busca jogar a responsabilidade em outros membros do Ministério Público e reduzir qualquer desgaste em torno de Bolsonaro e do Palácio do Planalto.
O documento, que será entregue nesta quarta-feira (27) à PGR, é foco de desgaste não só para Bolsonaro e seus três filhos, Flávio, Eduardo e Carlos, todos indiciados por diversos crimes no documento, mas também para nomes do governo como o do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, do ministro da Casa Civil, Braga Netto, e do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.
Confira os nomes listados pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL):
Jair Bolsonaro, presidente da República – epidemia com resultado morte; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde – epidemia culposa com resultado morte e prevaricação
Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde – emprego irregular de verbas públicas; prevaricação; comunicação falsa de crime e crimes contra a humanidade
Ernesto Araújo, ex-ministro das relações exteriores – epidemia culposa com resultado morte e incitação ao crime
Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência – incitação ao crime e crimes contra a humanidade
Walter Braga Netto, ministro da Defesa – incitação ao crime e crimes contra a humanidade
Wagner de Campos Rosário, ministro da CGU – prevaricação
Flávio Bolsonaro, senador – incitação ao crimeEduardo Bolsonaro, deputado federal – incitação ao crime
Bia Kicis, deputada federal – incitação ao crime
Carla Zambelli, deputada federal – incitação ao crime
Ricardo Barros, deputado federal e líder do governo na Câmara – incitação ao crime, advocacia administrativa, formação de organização criminosa e improbidade administrativa
Osmar Terra, deputado federal – epidemia com resultado morte e incitação ao crime
Carlos Jordy, deputado federal – incitação ao crime
Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro – incitação ao crime
Roberto Jefferson, ex-deputado federal – incitação ao crime
Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência – prevaricação e advocacia administrativa
Mayra Pinheiro, secretária do Ministério da Saúde – epidemia com resultado morte, prevaricação e crime contra a humanidade
Roberto Ferreira Dias, ex-diretor de logística do Ministério da Saúde – corrupção passiva; formação de organização criminosa e improbidade administrativa
Roberto Goidanich, ex-presidente da Funag – incitação ao crime
Helio Angotti Neto, secretário do Ministério da Saúde – incitação ao crime
Heitor Freire de Abreu, secretário do Ministério da Defesa – epidemia com resultado morte
Filipe Martins, assessor especial da presidência – incitação ao crime
Tércio Arnaud, assessor especial da presidência – incitação ao crime
Arthur Weintraub, ex-assessor da presidência – epidemia com resultado de morte
Airton Antônio Soligo, ex-assessor do Ministério da Saúde – usurpação de função pública
Élcio Franco, ex-secretário do Ministério da Saúde – epidemia com resultado morte e improbidade administrativa
Alex Lial Marinho, ex-coordenador de logística do Ministério da Saúde – advocacia administrativa
Marcelo Bento Pires, coronel da reserva – advocacia administrativa
Hélcio Bruno, coronel da reserva – incitação ao crime
Thiago Fernandes da Costa, servidor do Ministério da Saúde – advocacia administrativa
Regina Célia de Oliveira – advocacia administrativa
Wilson Lima, governador do Amazonas, somente citado por não ter feito alertas necessários durante a crise de oxigênio em Manaus
Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas, somente citado por gestão inadequada da crise
Carlos Wizard Martins, empresário – epidemia com resultado morte e incitação ao crime
Luciano Hang, empresário – incitação ao crime
Francisco Emerson Maximiano, empresário dono da Precisa Medicamentos – falsidade ideológica; formação de organização criminosa e improbidade administrativa
José Ricardo Santana, empresário – formação de organização criminosa
Emanuella Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos – falsidade ideológica; formação de organização criminosa e improbidade administrativa
Marcos Tolentino, empresário – formação de organização criminosa e improbidade administrativa
Otavio Fakhoury, empresário – incitação ao crime
Eduardo Parrillo, empresário Dono da Prevent Senior – perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença, falsidade ideológica e crime contra a humanidade
Fernando Parrillo, empresário Dono da Prevent Senior – perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença, falsidade ideológica e crime contra a humanidade
Raimundo Nonato Brasil, sócio da VTCLOg – corrupção ativa e improbidade administrativa
Pedro Batista Júnior, diretor-executivo da Prevent Senior – perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença, falsidade ideológica e crime contra a humanidade
Danilo Trento, diretor institucional da Precisa Medicamentos – formação de organização criminosa e improbidade administrativa
Andreia da Silva Lima, diretora-executiva da VTCLog – corrupção ativa e improbidade administrativa
Carlos Alberto Sá, sócio da VTCLog – corrupção ativa e improbidade administrativa
Teresa Cristina de Sá, sócia da VTCLog – improbidade administrativa
José Alves, empresário dono da Vitamedic – epidemia com resultado morte
Luciano Dias Azevedo, médico – epidemia com resultado morte
Nise Yamaguchi, médica – epidemia com resultado morte
Paolo Zanoto, médico e professor da USP – epidemia com resultado morte
Flávio Cadegiani, médico – crime contra a humanidade
Daniella de Aguiar Moreira da Silva, médica da Prevent Senior – crime de omissão e crime consumado
Paola Werneck, médica da Prevent Senior – perigo para a vida ou saúde de outrem
Daniel Arrido Baena, médico da Prevent Senior – falsidade ideológica
João Paulo Barros, médico da Prevent Senior – falsidade ideológica
Fernanda de Oliveira Igarashi, médica da Prevent Senior – falsidade ideológica
Carla Guerra, médica da Prevent Senior – perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade
Rodrigo Esper, médico da Prevent Senior, perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade
Fernanda Oikawa, médica da Prevent Senior, perigo para a vida ou saúde de outrem e crime contra a humanidade
Mauro Luiz de Brito Ribeiro, presidente do Conselho Federal de Medicina – epidemia com resultado morte
Antonio Jordão, presidente da associação médicos pela vida – epidemia com resultado morte
Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos – falsidade ideológica e improbidade administrativa
Rafael Franscisco Carmo Alves, intermediador da Davati – corrupção ativa
José Odilon Torres da Silveira Júnior, intermediador da Davati – corrupção ativa
Cristiano Carvalho, intermediador da Davati – corrupção ativa
Marcelo Blanco da Costa, ex-assessor do Ministério da Saúde – corrupção ativa
Luiz P. Dominguetti, representante da Davati – corrupção ativa
Marconny Albernaz Faria, lobista intermediário da Precisa Medicamentos – formação de organização criminosa
Amilton Gomes de Paula, reverendo – tráfico de influência
Allan dos Santos, blogueiro bolsonarista – incitação ao crime
Paulo Eneas, editor do site Crítica Nacional – incitação ao crime
Bernardo Kuster, diretor do jornal Brasil Sem Medo – incitação ao crime
Oswaldo Eustáquio, blogueiro bolsonarista – incitação ao crime
Richar Pozzer, artista – incitação ao crime
Leandro Ruschel, influenciador e empresário – incitação ao crime
Precisa Medicamentos – ato lesivo à administração pública
Após pressão do patrocinadores, o Minas Tênis Clube decidiu afastar Maurício Souza depois do jogador fazer uma publicação considerada homofóbica no Dia das Crianças. A decisão tomada pela diretoria do time mineiro não é definitiva. O atleta poderá se retratar publicamente para continuar no time.
A Fiat e a Gerdau, principais patrocinadoras da equipe de vôlei do Minas, se manifestaram nesta terça-feira, 26, sobre as recentes declarações homofóbicas do jogador. “Estamos atentos aos últimos acontecimentos envolvendo o time de vôlei Fiat Minas Gerdau e o jogador Maurício Souza, e portanto, cobrando as medidas cabíveis, de acordo com o nosso posicionamento inegociável diante do respeito à diversidade e à inclusão”, informou a montadora italiana por meio de suas páginas nas redes sociais.
A Gerdau, que também tem seu nome associado ao time, também repudiou as distintas formas de preconceito. “Repudiamos qualquer tipo de manifestação de cunho preconceituoso ou homofóbico. Já solicitamos a posição oficial do clube sobre as tratativas necessárias ao caso para adotar as medidas cabíveis, o mais breve possível. Reforçamos nosso compromisso com a diversidade e inclusão, um valor inegociável para a companhia”, informou a empresa.
Recentemente, Maurício Souza criticou a história em quadrinhos do novo Super-homem beijando outro homem. “Ah é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”, escreveu o jogador.
O jogador também criticou decisão da TV Globo de usar pronome neutro em suas novelas, reconhecendo pessoas que preferem não se identificar a um gênero específico.
A postagem repercutiu bastante. Douglas Souza, companheiro de Maurício na seleção, decidiu também entrar no debate. Sem citar o colega de profissão, o ponteiro celebrou a escolha da DC pela bissexualidade do super-homem.
Após a repercussão, Maurício usou as redes sociais de forma enigmática, sem dizer a quem se referia. “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo… Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias”, escreveu.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, apontou a necessidade de aprofundar as investigações do inquérito administrativo aberto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apurar ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao sistema eleitoral.
A investigação apura os crimes de abuso de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a agentes públicos e propaganda eleitoral antecipada na realização desses ataques.
O inquérito foi instaurado pelo corregedor-geral e aprovado por todos os ministros do TSE. Na sequência, a Corte Eleitoral pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente fosse investigado no inquérito que apura a disseminação de notícias falsas. O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF, acolheu o pedido e incluiu o presidente na lista de investigados.
O corpo de um homem foi encontrado no terreno de uma casa, nesta terça-feira (26), no bairro do Varjão, em João Pessoa. Um suspeito foi preso e apontou onde estava o corpo. Nos fundos de uma casa no Varjão, em um terreno de mata.
A vítima seria um jovem acusado de abusar de uma menina e estava desaparecido há dois meses. O suspeito de matar o suposto abusador seria o tio da criança, que, por vingança, teria assassinado o jovem. As equipes da Polícia Civil e do Instituto de Polícia Científica (IPC) estiveram no local para realizar a perícia e colher informações.
O homem preso foi levado para a Central de Flagrantes, no Geisel. Inicialmente, ele seria autuado apenas pela ocultação de cadáver, até que fosse comprovado o envolvimento dele no homicídio.
Foi enterrado na noite dessa segunda-feira (25) o corpo do pastor evangélico Huber Carlos Rodrigues. Ele afirmou que ressuscitaria após três dias de sua morte. O caso aconteceu na cidade de Goiatuba, em Goiás. A funerária responsável pelo preparo do corpo chegou a esperar o prazo dado pelo religioso, em respeito à família. Às 23h30min do terceiro dia, momento informado pelo pastor para o acontecimento do milagre, ele permanecia morto.
A empresa liberou, então, o caixão para sepultamento. Um canal de TV da cidade acompanhava a movimentação no local. Naquela hora, uma multidão aguardava do lado de fora da funerária, esperando pela ressurreição que não ocorreu. Pessoas chegaram a se deslocar ao cemitério responsável pelo enterro, aguardando a chegada do carro fúnebre. Confira o vídeo abaixo:
Antes que o corpo fosse levado à cova, o grupo chegou a gritar exigindo a abertura do caixão. Os responsáveis pela descida do cadáver chegaram a se entreolhar, mas o coveiro negou a exumação. O enterro aconteceu normalmente, apesar dos protestos.
Pastor havia prometido ressurreição em 2008 – A promessa de voltar à vida havia sido feita há tempos pelo pastor. Em 2008, Huber escreveu e assinou uma carta, na qual disse ter sido “revelado pelo Espírito Santo” que ele ressuscitaria. O suposto milagre, que não ocorreu, aconteceria às 23h30min do terceiro dia após o óbito.
O religioso foi internado com Covid-19 em agosto deste ano, e faleceu na última sexta-feira, 22. Ele havia chegado a melhorar da doença, sendo transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para um quarto regular, mas apresentou complicações e foi a óbito.
Esse reporterzinho de meia tigela. Ele não fala coisa por coisa. E nao sei o quer. E foi e vai. E nao sabe ou não pode dizer nomes. Sinceramente. Ê de Inritar mesmo!
O caminhoneiro Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, apresentou-se espontaneamente à Polícia Federal em Joinville, no Norte de Santa Catarina, nesta terça-feira (26), informou a defesa dele. Ele é morador da cidade.
De acordo com a nota da defesa dele, o caminhoneiro “está ao dispor da Justiça para provar sua inocência”. Antes Gomes estava foragido no exterior. Ele foi localizado pela PF no México em setembro.
O caminhoneiro foi alvo de um mandado de prisão em 20 de agosto expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação investiga incitação a atos violentos e ameaçadores contra a democracia.
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