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Polícia autoriza protesto na Suécia que queimará Bíblia e Torá

Salwan Momika protesta do lado de fora de uma mesquita em Estocolmo, em 28 de junho de 2023 — Foto: Jonathan Nackstrand/AFP
A polícia da Suécia autorizou, nesta sexta-feira (14), um protesto em frente à embaixada de Israel em Estocolmo no próximo sábado, no qual os organizadores planejam queimar uma Bíblia e uma Torá. A ação foi criticada por Israel e por organizações judaicas.

De acordo com a petição enviada à força policial, os idealizadores querem destruir os textos religiosos em resposta à queima de um Alcorão em junho, em frente à Grande Mesquita de Estocolmo. Esse incidente gerou indignação em diversos países muçulmanos.

Manifestação a favor da liberdade de expressão

O protesto será, na verdade, uma ação de apoio à liberdade de expressão, de acordo com a solicitação enviada para a polícia.

A polícia afirmou que a autorização está em conformidade com a legislação sueca de conceder licença para atos públicos.

“A polícia não emite licenças para queimar vários textos religiosos. A polícia emite licenças para reuniões públicas e para expressar uma opinião. É uma distinção importante”, afirmou Carina Skagerlind, assessora de imprensa da polícia de Estocolmo.

Israel diz que é antissemitismo

O presidente de Israel, Isaac Herzog, foi uma das autoridades que rapidamente criticaram a decisão, assim como Yaakov Hagoel, presidente da Organização Sionista Mundial, que disse que esta permissão não é uma “liberdade de expressão, mas, sim, antissemitismo”.

No passado, queimaram o Alcorão

Em junho, um refugiado iraquiano que reside na Suécia queimou algumas páginas do Alcorão em frente à Grande Mesquita de Estocolmo, coincidindo com a celebração do Aid al Adha, um feriado importante no calendário muçulmano.

Na última quarta-feira (14), o Conselho de Direitos Humanos da ONU adotou uma resolução, condenando a queima de exemplares do Alcorão e outros atos de ódio religioso.

G1

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Presidente da França recebe pedaço de dedo enviado pelo correio

Macron recebe pedaço de dedo enviado pelo correio

O Ministério Público da França iniciou uma investigação nesta quinta-feira (13) sobre um pedaço de dedo que foi enviado pelo correio ao presidente Emmanuel Macron. O caso veio à tona no começo desta semana.

O presidente da França costuma receber entre 1.000 e 1.500 cartas e e-mails todos os dias. Toda a correspondência é monitorada por uma equipe de cerca de 70 pessoas, mas uma delas chamou a atenção. Havia um pedaço de dedo dentro.

Segundo uma fonte próxima ao caso, ouvida pela agência AFP, acredita-se que o próprio remetente, que sofre de problemas psiquiátricos, tenha se mutilado.

Até o momento, a presidência francesa não se manifestou oficialmente sobre o caso.

O Antagonista

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Passageiros do submarino notaram falha 1 min antes de implosão, diz especialista

Termo aponta que submarino só atingiu profundidade do Titanic 13 vezesFoto: OceanGate Expeditions via Xinhua

Um especialista espanhol usou as informações públicas sobre a implosão do Titan, submersível que levava turistas para ver os destroços do Titanic, para reconstruir o que pode ter ocorrido no dia 28 de junho, domingo em que o veículo desapareceu 105 minutos depois de começar a descida, na costa nordeste do Canadá.

Segundo José Luis Martín, engenheiro que trabalhou em um submarino turístico, os dados divulgados indicam que, em uma profundidade de cerca de 1.700 metros, uma falha elétrica afetou os mecanismos que davam estabilidade ao Titan —fator-chave para esse tipo de veículo.

Sem a propulsão que o mantinha na posição correta, o submarino pendeu na direção em que a tripulação estava e caiu verticalmente, “como uma pedra”, no oceano durante 48 a 71 segundos.

Nessas circunstâncias, o piloto não teria conseguido acionar a alavanca de segurança —que, segundo o engenheiro, não era adequada. O relatório foi produzido a pedido da revista espanhola Nius.

Foram 900 metros de queda que sujeitaram o veículo a um aumento súbito de pressão. “O casco sofreu uma contração instantânea que não foi acompanhada pelo material da janela, que era de outra natureza, e ao não haver semelhança de deformação, produziu-se uma microfissura que permitiu a entrada de água a tal pressão que gerou uma implosão instantânea”, disse Martín à publicação.

Folha de S. Paulo

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Confira como o El Niño pode impactar a economia em cada região do país; Nordeste deve ter seca

Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

 

Após três anos do padrão climático La Niña, que geralmente reduz um pouco as temperaturas globais, o El Niño, mais quente, está de volta.

O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico, o que acaba influenciando o clima mundial, com impacto na temporada de furacões no Atlântico e de ciclones no Pacífico.

Na última semana, a temperatura média global bateu recorde. Dados analisados por pesquisadores da Universidade do Maine (EUA) mostram que a temperatura da última quinta-feira (6) alcançou 17,23ºC.

Cientistas relacionam o aumento da temperatura com as mudanças climáticas provocadas pelo homem, com o fenômeno El Niño e com o aquecimento natural das águas do oceano Pacífico, que também vem sendo agravado pelo aquecimento global.

No Brasil, há a expectativa de que o El Niño provoque a elevação da temperatura em até 2,5ºC em alguns locais, o que pode se refletir em um inverno mais quente em algumas regiões e mais radical em outras.

Com isso, setores da economia mundial e brasileira deverão ser afetados. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) alerta para a importância do acompanhamento contínuo das condições agrometeorológicas observadas e previstas bem como do desenvolvimento das culturas no campo.

Já para o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada — Esalq/USP), tudo vai depender da intensidade com que o fenômeno climático atingir as diversas regiões agropecuárias do Brasil e como será o manejo dos produtores.

Para o professor de finanças da Faculdade Anhanguera, Luciano Bittencourt, o fenômeno climático pode causar desequilíbrio nas atividades agrícolas e na produção de alimentos ao redor do mundo.

Além disso, a redução da produtividade nas áreas agrícolas também pode ter impacto nas exportações desses países, afetando o comércio internacional e as cadeias de abastecimento globais.

No caso da economia brasileira, o El Niño pode ter consequências tanto positivas quanto negativas, segundo Bittencourt.

Veja os possíveis efeitos na economia do país

  • Norte e Nordeste

Podem registrar redução das chuvas, prejudicando a agricultura, com o aumento da seca em algumas áreas.

  • Centro-Oeste

Passa a ter irregularidade nas chuvas, com o risco de aumento das queimadas. Com isso, crescem as incertezas na agricultura e no agronegócio, gerando alta de preços.

  • Sudeste

O aumento das temperaturas e uma precipitação chuvosa maior ajudam a melhorar a colheita, apesar da entressafra da cana-de-açúcar. A tendência é de condições favoráveis para os pastos. Com isso, há aumento na produção de carne, leite e seus derivados.

  • Sul

Passa a ter mais abundância nas chuvas, além de aumento na temperatura, o que poderá prejudicar o desenvolvimento da safra de inverno, especialmente no fim do ciclo e durante a colheita, além de, possivelmente, atrasar o início da safra de verão.

Para se preparar para os impactos econômicos do El Niño, o professor recomenda monitorar os padrões climáticos, diversificar a economia, desenvolver práticas agrícolas resilientes e estabelecer políticas de gestão de riscos.

“Quanto à população, o fenômeno climático pode afetar especialmente comunidades vulneráveis, causando danos à infraestrutura, interrupção no abastecimento de alimentos e aumento do preço dos produtos básicos. Portanto, medidas de apoio, como programas de assistência social e reabilitação de infraestrutura, são essenciais para lidar com os impactos e garantir a resiliência das pessoas que podem ser afetadas”, avalia.

R7

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Mundo

Após mordida de cão, mulher faz cirurgia no nariz e cabelos crescem na região

Cabelos cresceram no nariz da jovem (Foto: Reprodução/TikTok)

 

Após ser atacada em diversas partes do corpo pela cadela de seu pai, uma pitbull misturada com bulldog, a enfermeira Trinity Rowles, de 20 anos, tem compartilhado sua rotina pós-trauma e de recuperação no TikTok.

Rowles conta que a investida do animal ocorreu de forma inesperada quando, ao fazer uma visita à casa do pai, os dois terem iniciado uma breve e acalorada discussão, o que pode ter desencadeado o ataque. Revelou, ainda, que ao perceber o ataque, seu pai a colocou em posição fetal consigo, mas que a cadela seguiu com as mordidas.

“Ela então agarrou meu braço e começou a brincar de cabo de guerra com ele, como se meu braço fosse um brinquedo, e me arrastou pelo quintal. Então, de repente, a cadela se afastou e sentou-se na escada da varanda”, relembra a jovem ao detalhar para o “New York Post”.

O ataque à jovem resultou em ferimentos na orelha, braço, mão e nariz, sendo este último um caso que tem viralizado e despertado a curiosidade de diversos seguidores na rede social.

Como parte do nariz de Rowles foi arrancado com as mordidas, foi preciso fazer diversas cirurgias de reparação, inclusive com enxerto de pele, e aí está o segredo do ocorrido.

O tecido utilizado no enxerto foi retirado de uma região entre a testa e couro cabeludo. Por essa razão, após alguns dias, a enfermeira passou a notar o crescimento de cabelo no nariz e começou a mostrar a incômoda situação em seus vídeos.

Ainda nas redes sociais, Rowles diz que a recuperação tem sido extremamente difícil, já que agora lida com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), sono prejudicado por conta memórias do momento e com as consequências físicas do ataque.

A jovem, que agora diz saber do que os cães são capazes, afirma que a experiência de quase morte vivida a fez repensar diversos aspectos de sua existência e ser grata pela vida que tem, de acordo com o veículo.

CNN

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Mundo

EUA e União Europeia estudam “bloqueio do Sol” para reduzir temperaturas globais

Aumento recorde das temperaturas globais tem feito líderes cogitarem medidas extremas para "esfriar" o planeta
Uma ideia digna dos filmes distópicos de ficção científica vem sendo cogitado seriamente por especialistas e pode inclusive ser colocado em prática. Estados Unidos e União Europeia estudam medidas para bloquear a incidência de raios solares, tendo como objetivo a redução da temperatura global, que vem batendo recordes históricos nos últimos dias.

Na quarta-feira (5), o Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca (OSTP) lançou um documento em resposta ao Congresso norte-americano relacionada à “modificação da radiação solar, também conhecida como geoengenharia solar”.

No documento, são colocados os termos atuais de elevação das temperaturas causada pela ação humana, um detalhamento das mudanças climáticas e apontam que reduzir a incidência de raios solares pode ser colocado como uma ação necessária.

Entre as formas sugeridas estão a inserção de objetos (tanto no solo quando em elevadas altitudes) que possuam alta capacidade de refletir essa radicação. Outra sugestão é o clareamento de nuvens, fazendo com que elas passem a “rebater” e não absorver os raios de sol. Outras ações detalhadas no estudo estão a injeção de aerossol estratosférico e métodos baseados no espaço.

“Todos esses métodos alterariam os fluxos de luzes de onda longa (vermelha) e onda curta (amarela)”, aponta o estudo.

De forma cautelosa, o governo dos Estados Unidos não pretende fazer ampla divulgação do estudo. Em nota, a Casa Branca divulgou que o relatório “não significa nenhuma mudança na política ou atividade do governo” e que “não há planos em andamento para estabelecer um programa de pesquisa abrangente focado na modificação da radiação solar”.

Europa cética

Nos dias anteriores a União Europeia também abordou o assunto. Segundo a Bloomberg, os países do bloco estudam as implicações de segurança para intervenções de grande escala, como desviar os raios solares, com o objetivo de combater o aquecimento global e as consequentes mudanças climáticas.

“A UE apoiará os esforços internacionais para avaliar de forma abrangente os riscos e incertezas das intervenções climáticas, incluindo a modificação da radiação solar”, afirma o documento elaborado pela União Europeia, segundo a Bloomberg.

“Essas tecnologias introduzem novos riscos para pessoas e ecossistemas, ao mesmo tempo em que podem aumentar os desequilíbrios de poder entre as nações, desencadear conflitos e levantar uma miríade de questões éticas, legais, de governança e políticas” prossegue o documento.

CNN

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Mundo

VÍDEO: Colisão de dois aviões da Força Aérea Colombiana deixa um militar morto

Aviões da Força Aérea Colombiana colidem durante treinamento

A Força Aérea Colombiana confirmou que dois aviões do modelo T-27 Tucano, produzido pela brasileira Embraer, colidiram em uma missão de treinamento na tarde deste sábado (1), causando a morte do tenente-coronel Mario Andrés Espinosa González.

As Forças Militares do país lamentaram o ocorrido e afirmaram que as investigações necessárias serão realizadas “para estabelecer as condições de tempo, forma e local em que este infeliz evento ocorreu”. Os militares informaram que enviaram uma comissão de inspeção ao local para investigar o caso e manifestaram solidariedade à família da vítima.

Em um comunicado, a instituição escreveu: “Pilotos não morrem, apenas voam mais alto”.

Os aviões que se chocaram são fabricados no Brasil. Produzido pela Embraer, o T-27 Tucano é usado pela FAB (Força Aérea do Brasil) desde 1983 e já foi vendido para Argentina, França e Iraque, entre outros países.

Veja o momento do acidente:

Blog do BG PB

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Brasil

Conheça Alysson Muotri, o primeiro cientista brasileiro que deve ir ao espaço

 

Alysson Muotri deve ser o primeiro cientista brasileiro a viajar para o espaço. A empreitada está planejada para ocorrer em novembro de 2024, quando o pesquisador pretende conduzir na Estação Espacial Internacional (ISS) experimentos que ajudarão a proteger o cérebro de astronautas dos efeitos da microgravidade, algo fundamental para a colonização espacial.

Muotri é formado pela Unicamp e possui doutorado na Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, ele é professor titular da faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego. É também diretor do Centro de Educação e Pesquisa Integrada de Células-tronco em Orbita.

O pesquisador possui centenas de publicações cientificas nas maiores revistas de alto impacto e recebeu inúmeros prêmios decorrentes de suas descobertas.

Sua ida para os Estados Unidos possibilitou o avanço de suas pesquisas, porém, ele continua envolvido com o Brasil. Em 2016, ele abriu uma empresa em São Paulo que realiza análises genéticas e testa drogas para futuros tratamentos.

Em seus estudos, Muotri e sua equipe investigam o comportamento de culturas de neurônios e “minicérebros” cultivados em laboratório, buscando compreender as disfunções nas redes neuronais de pacientes com transtornos mentais, além de analisar a resposta dessas células a possíveis medicamentos. O autismo é um dos focos principais do seu trabalho.

Os minicérebros não possuem uma estrutura completa nem consciência, mas simulam de forma simples a organização celular encontrada no cérebro humano.

Eles são criados em laboratório por meio de células-troncos feitas a partir de células da pele ou da urina de um voluntário (veja no infográfico abaixo).

Ele também recebeu vários prêmios, incluindo o Prêmio do Novo Inovador do Diretor do NIH, NARSAD e Prêmio de Investigador Jovem da Fundação Emerald, Prêmio Surugadai da Universidade de Tóquio.

G1

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Mundo

Elon Musk limita número de publicações que usuários do Twitter podem ver

Logo do Twitter

Elon Musk, proprietário do Twitter, anunciou neste sábado (1º) um limite temporário ao número de publicações que usuários da plataforma poderão ver.

“Para lidar com níveis extremos de extração de dados e manipulação do sistema, aplicamos os seguintes limites temporárias: as contas verificadas estão limitadas à leitura de 6.000 postagens/dia; contas não verificadas para 600 postagens/dia; e novas contas não verificadas para 300/dia”, escreveu Musk na rede social.

Alguns usuários estão enfrentando dificuldades para utilizar o Twitter. Ao tentar navegar pelo plataforma, a seguinte mensagem é exibida: “Infelizmente, você tem limite de taxa. Aguarde alguns instantes e tente novamente.”

Usuários relatam dificuldades para navegar no Twitter./ Reprodução/Twitter

Musk muda política

O proprietário começou a oferecer uma marca de verificação azul para usuários que se inscrevem em seu serviço de assinatura Twitter Blue para aumentar a receita.

Muitos expressaram sua frustração com os problemas de conexão. Outros trending topics nos EUA incluem: “Wtf twitter” e “Thanks Elon”.

CNN

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Mundo

Onda de calor extremo deixa mais de 100 mortos no México

Onda de calor extremo deixou 112 pessoas com 65 anos de idade ou mais mortas
O México está atualmente enfrentando de uma onda de calor mortal que deixou várias regiões em estado de alerta. Com temperaturas acima de 45°C, os cidadãos lutam para realizar suas atividades diárias e trabalhar, enquanto o calor sufocante já matou mais de 100 pessoas.

O Ministério da Saúde do México informou na quarta-feira (28) que pelo menos 112 pessoas, com 65 anos ou mais, morreram devido à onda de calor que varreu o país de 19 de março a 24 de junho.

No país, foram relatados mais de 1.559 casos de insolação, desidratação e outras doenças relacionadas ao calor que exigiram hospitalização.

Como o verão quente continua trazendo temperaturas escaldantes, as pessoas em todo o país estão se preparando para a possibilidade de condições climáticas mais extremas nos próximos meses e expressaram suas preocupações com o calor extremo.

“O clima está realmente muito quente. Tivemos mortes por insolação, porque a temperatura está muito alta”, disse um morador de Vera Cruz.

“Não somos locais, mas o clima está realmente muito quente”, disse um líder do time de futebol juvenil de Puebla. “A temperatura era controlável antes”, acrescentou.

O Serviço Meteorológico Nacional do México também emitiu um comunicado, alertando que as altas temperaturas persistirão nos estados da costa nordeste, norte, centro e sul do Pacífico.

CNN

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