O Rio Grande do Norte viu seu primeiro representante subir ao pódio nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. A nadadora Joana Neves levou a medalha de bronze no revezamento 4x50m misto livre. A equipe foi formada, pela ordem, por Patrícia Pereira dos Santos, Daniel, Joana Neves e Talisson Glock. Depois das quatro passagens, ela bateu na placa com o tempo de 2min24s82. O ouro ficou com a China (2min15s49, novo recorde mundial) e a prata com a Itália (2min21s45).
O revezamento de 20 pontos compreende um somatório a partir das classes dos nadadores participantes. Por exemplo, Patrícia é da classe S4, Daniel da S5, Joana também da S5 e Talisson da S6. Unidos, eles somam 20 pontos.
O Brasil soma seis medalhas nos Jogos Paralímpicos, todas elas vindas na natação. Além dos três pódios com Daniel, Gabriel Bandeira levou o ouro nos 100m borboleta da classe S14, Gabriel Araújo foi prata nos 100 costas da classe S2 e Phelipe Rodrigues terminou em terceiro nos 50m livre da classe S10.
O atacante paraibano Matheus Cunha pode estar a caminho do Atlético de Madrid, de acordo com a rede alemã Sky Sports. Após conquistar o ouro com a Seleção Brasileira em Tóquio, o atleta do Hertha Berlim pode desembarcar em Madri já no meio desta semana.
De acordo com o veículo, o Atlético desembolsaria 30 milhões de euros (R$ 189 milhões nas cifras atuais), além dos bônus.
Formado nas categorias de base do Coritiba, Matheus Cunha saiu cedo do Brasil para atuar pelo Sion, da Suíça. Em seguida, defendeu o RB Leipzig, antes de enfim chegar ao Hertha. O atacante está convocado para as próximas partidas do Brasil nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, contra Chile, Argentina e Peru.
O Treze praticamente deu adeus às suas chances de classificação para o mata-mata da Série C, ao perder por 2 a 1, de virada, para o já eliminado Central neste domingo, no Estádio Lacerdão, em Caruaru.
Os gols do time da Patativa foram marcados por Patrick, cabendo a Birunqueta anotar o tento do time alvinegro.
Com o resultado, o Galo estacionou nos 14 pontos, na quinta colocação do Grupo 3, três a menos que o Atlético-CE, que fecha o G4.
Já estão classificados com duas rodadas de antecedência, ABC, América e Campinense. Isso porque, o Treze não pode mais alcançar essas equipes. O Central passou a somar 11 pontos.
Na próxima rodada, o Treze vai enfrentar o Atlético-CE, domingo, em casa, em confronto direto na luta pela última vaga da chave. O Central pega o também eliminado Caucaia-CE, no sábado.
O Campinense deu um passo gigantesco para garantir uma das quatro vagas do Grupo 3, à segunda fase da Série D do Brasileiro. Em casa, o time raposeiro venceu o Sousa por 1 a 0 e pode até se classificar com duas rodadas de antecipação, caso Treze tropece em seu jogo.
Com o resultado deste sábado, no Estádio Amigão, a Raposa passou a somar 21 pontos, mesma pontuação do vice-líder América-RN, que joga neste domingo. Já o Sousa se complicou ainda mais no torneio, uma vez que segue na sexta posição, com 13 pontos.
O próximo desafio do Campinense será no sábado, quando enfrenta o América-RN na Arena das Dunas, em Natal. Por sua vez, o Sousa recebe o líder ABC-RN também no sábado, no Marizão, na cidade de Sousa.
No duelo dos paraibanos neste sábado, o Campinense foi melhor. Teve boas chances de marcar no primeiro tempo. Mas na segunda etapa, Matheus Régis, que entrara em lugar de Juliano, marcou o gol da vitória dos rubro-negros, aos 30 minutos.
Ficha Técnica
Campinense
Mauro Iguatu, Felipinho (Cleidson Pink), Michel Bennech (Weverton), Itallo e Dênis; Rafinha, Patrick, Marcelinho e Fábio Lima(Allefe); Juliano (Matheus Régis) e Anselmo (Cláudio).
Técnico – Ranielle Ribeiro
Sousa
Ricardo, Arthur, Adriano, João Pedro e Wesley (Danilo); Guilherme, Alisson (Adriano Napão), Daniel Costa (Rodrigo Poty) e Keyllo; Juninho (Lucas Dentinho) e Almir. Técnico – Pedro Manta
Gols – Matheus Régis (C), aos 30min do 2ºT
Cartão amarelo -Almir, Keyllo, Daniel Costa (S), Matheus Régis (C) Árbitro – Anderson da Silveira Farias (RS) Assistentes – Rafael Guedes de Lima e Paulo Ricardo Alves Farias (PB)
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) recebeu mais uma acusação de assédio sexual contra o presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo. Uma ex-funcionária afirma ter sido agredida física e psicologicamente pelo dirigente. Ele nega as acusações.
Essa é a 2ª denúncia de assédio sexual contra o presidente afastado da CBF. Em 4 de junho, uma funcionária acusou Caboclo de assédio moral e sexual. Em julho, uma 2ª mulher disse ter sido vítima de assédio sexual e moral durante a investigação interna da denúncia, mas não há informações de que essa suposta vítima tenha feito uma denúncia.
Segundo a ex-funcionária, Caboclo tentou agarrá-la à força. Em jantares profissionais, ele também teria tentado abraçá-la e beijá-la. As informações são do Globo Esporte, que teve acesso ao documento com o relato dela.
A acusação foi encaminhada para a CBF na 4ª feira (18.ago.2021), anexada a uma notificação extrajudicial trabalhista. Os casos de assédio teriam ocorrido de 2017 a 2019, quando a funcionária deixou de trabalhar na entidade.
“Foram muitas ocasiões. Ele tentou desde me pedir em casamento em sua sala enquanto Diretor Executivo de Gestão, à total insanidade com os assédios físicos os quais descrevo abaixo. Ele não aceitava não como resposta”, diz o relato da ex-funcionária.
Um dos episódios de assédio teria ocorrido em 18 de fevereiro, no apartamento de Caboclo, na Barra da Tijuca (RJ), durante uma reunião de trabalho. Segundo a ex-funcionária, o então presidente da CBF ofereceu vinho, o que ela negou. Ele então a deixou sozinha e voltou com o que parecia ser um shorts de banho.
Neste momento, Caboclo tentou beijar a então funcionária e puxou o cabelo dela para trás “com muita força”. Ela relata que pediu que ele parasse, mas ele continuou.
“Ele então me pegou pelo pescoço contra [a] parede e forçou a sua mão entre as minhas pernas, tentando ao mesmo tempo enfiar a mão dentro da minha calcinha. Tentei revidar empurrando com o cotovelo e ele fez mais força no meu pescoço.”
Ela conta também que logo depois chegou ao apartamento o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, que também participaria da reunião. Ela teria contado a Feldman sobre a agressão, ao que ele teria respondido: “Entenda, todo gênio é um pouco louco”.
Feldman afirmou ao ge que sabia que Caboclo “constrangia” a funcionária, mas disse que nunca soube o que era esse constrangimento. “Este episódio no apartamento jamais me foi revelado. Soube lendo a matéria, o que me surpreendeu, pois nada testemunhei. A frase a mim atribuída está totalmente fora de contexto. Jamais responderia daquela maneira se este drama me fosse descrito”, afirma.
Em nota ao ge, a defesa de Caboclo negou “veementemente” a acusação. Segundo os advogados, a funcionária recebeu proposta de 2 diretores da CBF, Gilnei Botrel e Manoel Flores, para prejudicar Caboclo. Botrel e Flores negaram a acusação e afirmaram que essa é uma “estratégia diversionista” contra o grave novo relato. O advogado da ex-funcionária não respondeu.
Caboclo está impedido de exercer as suas funções desde 6 de junho, não somente no Brasil, mas em todos os países ligados à Fifa. Em 2 de julho o afastamento foi prorrogado por mais 60 dias.
Foto: Yuichi Yamazaki/Pool via REUTERS/Direitos ReservadosEsportes
A Paralimpíada de Tóquio será realizada em circunstâncias “muito difíceis”, disseram seus organizadores nesta sexta-feira (20), já que os hospitais da cidade-sede estão sobrecarregados no momento em que o Japão enfrenta sua pior onda de infecções de covid-19, impulsionada pela variante Delta.
Faltando menos de uma semana para o evento, o jornal Asahi noticiou nesta sexta-feira (20) que um hospital de Tóquio recusou um pedido dos organizadores para receber casos de emergência dos Jogos, priorizando pacientes locais com covid-19.
“Olhando a situação médica, não podemos evitar dizer que faremos a Paralimpíada no meio de uma situação muito difícil”, disse Hidemasa Nakamura, autoridade responsável pela realização da Tóquio 2020, em uma coletiva de imprensa. “O que fazemos se tivermos um caso que fica gravemente doente, dada a situação apertada dos leitos de hospital? Temos que ter um fluxo de contato alinhado e incluir os hospitais e instalações médicas neste fluxo de contato.”
Os organizadores disseram que adotarão protocolos contra a covid-19 na Paralimpíada, o mesmo “manual” usado durante a Olimpíada, que terminou no início deste mês. Exames frequentes e outras restrições, como limitar a circulação de atletas e autoridades, mostraram-se eficazes para minimizar os riscos de infecção, acrescentaram.
João Pessoa vai voltar a sediar o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2021. A cidade é a única a nunca ficar de fora de uma etapa do Circuito desde a criação do torneio, em 1991.
“João Pessoa nunca ficou de fora dessa competição. Foi um encontro maravilhoso e uma vitória muito grande para João Pessoa receber o evento. A gestão municipal está se envolvendo em várias modalidades e trazendo esse circuito que é muito importante. Também já estudamos realizar outros projetos com a CBV”, afirmou o secretário da Sejer.
A confirmação é do secretário de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer) da Capital, Kaio Márcio.
A previsão é que o evento esportivo seja realizado entre os meses de outubro e dezembro, valendo pelo calendário da temporada 2021/22.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou nessa segunda-feira (16) quem vão ser os porta-bandeiras do Brasil. O paraibano Petrúcio Ferreira (atletismo) e Evelyn Oliveira (bocha) vão carregar o pavilhão verde-amarelo na festa que marca o início dos Jogos Paralímpicos, no dia 24 de agosto, às 8h (de Brasília).
Petrúcio é velocista da classe T47 (para amputados de braço) e Elevyn compete pela classe BC3 da bocha. Ambos conquistaram medalha de ouro em suas modalidades na edição da Rio-2016. Também participarão do desfile pela delegação brasileira a técnica da classe BC4 da bocha e staff da atleta Evelyn, Ana Carolina Alves, e o diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Alberto Martins.
Foto: Reprodução Instagram
“Na minha segunda edição de Jogos e já ter essa honra. Fica difícil descrever do tamanho da alegria, representar toda uma nação, todos os atletas, e todo o Movimento Paralímpico e para as pessoas com deficiência. É um privilégio só estar lá com a bandeira do nosso país, fico sem palavras”, afirmou Petrúcio.
A delegação brasileira para os Jogos de Tóquio conta com 260, sendo 164 homens e 96 mulheres, além das comissões técnicas e médicas. Ao todo, serão 434 brasileiros no Japão, a maior delegação do País na história dos Jogos Paralímpicos.
O governador de São Paulo, João Doria, afirmou durante coletiva para anunciar detalhes do Grande Prêmio de São Paulo de F1, que o público deve voltar aos estádios de futebol do estado de São Paulo a partir do dia 1º de novembro.
“O futebol terá também o seu protocolo. Com a liberação dos estádios em São Paulo a partir do dia 1° de novembro, com protocolos, assim como a F1 para garantir a volta gradual e segura das torcidas nos estádios de futebol. Oportunamente divulgaremos isso em conjunto com a FPF (Federação Paulista de Futebol) e a CBF (Confederação Paulista de Futebol)”, disse Doria nesta segunda-feira.
Os jogos em São Paulo vêm acontecendo sem a presença de torcida desde março de 2020, quando os números da pandemia da covid-19 começaram aumentar no Brasil. Desde então, os campeonatos passaram por paralisações e jogos com portões fechados.
Pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira, Vampeta apontou um suposto motivo pela não convocação de Romário para aquela Copa de 2002. Segundo o ex-jogador, Felipão teria decidido cortar Romário após o baixinho transar com uma aeromoça na concentração, durante as eliminatórias.
– Dizem as más línguas que ele ‘comeu’ a aeromoça. Dizem que a aeromoça deu mole antes do jogo contra o Uruguai, e o Baixinho ‘podpah’ no hotel. (…) O Felipão ficou sabendo. Os seguranças falaram que o Romário fugiu e tava no quarto com a aeromoça. Eu não estava nesse jogo – disse Vampeta, em participação ao lado de Edílson no podcast ‘PodPah’.
– E dentro de campo não teve podpah. O Baixinho não pegou na bola – concluiu ele, dizendo que Romário não marcou na derrota da Seleção para o Uruguai por 1 a 0, antes desse episódio com a comissária de bordo.
– O Felipão chamou o Emerson, Cafu, Roberto Carlos e o Rivaldo e falou ‘vou esperar o Ronaldo recuperar, não chamo mais o Baixinho e conto com vocês’ – concluiu Vampeta.
Em 2010, Romário já tinha comentado o assunto é apontado como o motivo pela não convocação dele naquela Copa em que o Brasil terminou campeão. Em entrevista ao jornal ‘O Globo’, o tetracampeão com a Seleção desmentiu essa versão.
– O Felipão acreditou nisso, mas não teve. Se fiquei de fora da Copa por causa disso, perdi duas vezes. Não fui à Copa e não comi a aeromoça, que era a maior gostosa – disparou o Baixinho.
Verdade ou não, aquele jogo do Uruguai, em 2001, foi a última convocação de Romário para a Seleção, tirando o jogo de despedida contra a Guatemala, em 2005. O Brasil sofreu para conseguir a vaga na Copa, que só aconteceu no último jogo contra a Venezuela.
Comente aqui