A Mega-Sena pode pagar R$ 7 milhões neste sábado (24) ao apostador que acertar as seis dezenas sorteadas. O sorteio do concurso 2.393 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelas redes sociais (perfil @LoteriasCAIXAOficial no Facebook) e pelo canal da Caixa no Youtube.
As apostas podem ser feitas até as 19h de hoje em qualquer lotérica do país, no portal Loterias Caixa e no app Loterias Caixa (disponível para Android e iOS). Clientes do banco também tem a opção de apostar por meio do Internet Banking Caixa.
O valor de uma aposta simples (6 dezenas) na Mega-Sena é de R$ 4,50.
O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o Projeto de Lei 4113/20, que prevê o repasse de pelo menos 70% dos recursos previstos para parcerias com o terceiro setor durante a pandemia de Covid-19. O texto vetado busca evitar que as verbas para essas organizações sejam congeladas ou interrompidas.
Segundo o Ministério da Economia, a proposta cria despesas obrigatórias sem apresentar a estimativa dos impactos orçamentário e financeiro, infringindo assim o teto de gastos (Emenda Constitucional 95), a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) atualmente em vigor.
Publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23), o veto será analisado pelo Congresso Nacional. Para derrubar um veto presidencial são necessários, no mínimo, 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado. Um veto mantido pela casa legislativa de origem não precisa ser analisado pela outra.
O terceiro setor engloba organizações da sociedade civil (ONGs). O texto vetado trata daquelas discriminadas na Lei 13.019/14, com diversas áreas de atuação, e permite ainda a prorrogação de ofício dos convênios, desde que limitada ao período de vigência de medidas restritivas para combate ao novo coronavírus.
A revista Crusoé acusa o governo de Jair Bolsonaro de repetir um modelo clássico de corrupção petista, abastecendo com dinheiro público organizações duvidosas ligadas a aliados e registradas até em nome de funcionária do ministério, diz a Crusoé. Os repasses incluem até uma loja de artigos para maconha.
“Chegou a nove entidades sem fins lucrativos que só existem no papel ou que funcionam com estruturas muito precárias e em desconformidade com sua atividade fim, mas que receberam do governo ou tiveram empenhados mais de 17 milhões de reais – e isso, é claro, é apenas uma amostra do problema. O dinheiro vai parar no caixa das entidades por meio de emendas de parlamentares aliados ao governo.”
“Dentre as organizações abastecidas com recursos de ministérios, está uma loja de artigos de fumo da erva. À loja Cultura Verde, o Ministério do Turismo pagou, por meio do Fundo Nacional do Turismo e da Fundação Cultural Palmares, 1,2 milhão de reais. ‘Aqui a loja é de tabaco e artigos de maconha, senhor! Vendo seda, narguile…‘, disse ao ser abordado por Crusoé o funcionário, que desconhecia que o local recebia dinheiro público do governo.”
A entidade ganha dinheiro para, em tese “realizar atividades voltadas à cultura negra”. Os funcionários, no entanto, dizem nunca terem visto qualquer atividade com essa finalidade. O valor de 1,2 milhão foi empenhado por meio de emendas impositivas de deputados bolsonaristas. Entre eles Paula Belmonte, mulher do empresário Luís Felipe Belmonte, ligado ao Aliança pelo Brasil. Leia aqui a reportagem completa.
O ex-presidente Lula usou as redes sociais nesta sexta-feira (23) para divulgar a lista completa dos atos previstos para o sábado (24) contra o presidente Jair Bolsonaro na jornada do 24J. A nova grande mobilização pelo Fora Bolsonaro acontece três semanas após a os atos do 3J.
Mais de 400 cidades do Brasil e do exterior devem ver o povo na rua contra o presidente no sábado. A jornada é convocada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que reúne as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, a Coalizão Negra por Direitos, centrais sindicais e diversos partidos.
O ex-presidente Lula ajudou a divulgar no Twitter a mobilização do 24J, que já conta com 426 atos em 405 cidades. A expectativa é que a mobilização seja maior que a de 3 de julho.
Confira as cidades paraibanas que participarão dos atos, segundo os dados sistematizados pela Central de Mídia das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo (última atualização – 22/07 21 horas)
Campina Grande – Praça da Bandeira | 8h30
Cajazeiras – Ato Público – Praça das Oiticicas | 9h
João Pessoa – Carreata e Caminhada Mercado Publico de Mangabeira, Rumo a Praça da Paz – Bancários | 9h
Entidades que reúnem caminhoneiros autônomos do país estão convocando manifestações para este domingo, em meio a chamamentos esparsos de greve nacional de uma pulverizada categoria que enfrenta preços elevados de combustíveis, mas que segue dividida no apoio ao governo de Jair Bolsonaro.
Chamados para greves nacionais estão sendo feitos há meses por parte da categoria, mas as convocações até agora não conseguiram uma união como a que ocorreu em maio de 2018. Naquele momento, a paralisação de cerca de 10 dias dos motoristas forçou o governo do então presidente Michel Temer a aprovar às pressas uma tabela de pisos mínimos de frete que até hoje aguarda avaliação de legalidade pelo Supremo Tribunal Federal.
Nesta sexta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), vinculada à CUT, afirmou em comunicado que apoia o movimento e que “orienta que todos os seus 800 mil caminhoneiros autônomos e celetistas participem desse movimento, fazendo protestos em suas localidades”. O texto não menciona especificamente a convocação de greve.
A chamada pela paralisação dos motoristas está sendo feita pelo Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), entidade criada no ano passado.
Segundo a CNTTL, os caminhoneiros cobrarão no domingo revisão da política de preços da Petrobras, que acompanha os preços internacionais do petróleo, e também “aprovação da aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho e julgamento da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” pelo STF.
A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) descartou, nesta sexta-feira (23), a participação de seu companheiro, o neurocirurgião Daniel França, no atentado que diz ter sido vítima. Confira a matéria sobre o suposto atentado clicando aqui.
Nas redes sociais, usuários questionaram a atuação do neurocirurgião. Um membro disse que França deveria ser o principal suspeito “até que câmeras e a investigação mostrem o contrário”.
“Esse tipo de ilação só ajuda os criminosos. Não vou permitir injustiças e calúnias em cima de gente decente, honesta, nobre, em cima de um homem que daria a vida por mim. Isso é pura canalhice especulatória”, rebateu Joice.
A deputada disse que os homens, inclusive, deveriam fazer curso com França. “Um lord que nunca sequer levantou a voz para mim, que abre a porta do carro, puxa a cadeira para eu sentar, me espera com flores e uma taça de champanhe sempre que pode em casa”, contou.
“Não sou mulher de malandro e seria a primeira a denunciar qualquer agressão, seja de marido, irmão, pai, ou quem quer que seja. Meu marido médico foi quem me socorreu. Se estou viva e não afogada numa poça de sangue é por ele”, completou.
O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) prestou solidariedade a Joice, questionou o “sono” do marido da deputada e disse que o caso é muito complicado. A parlamentar respondeu o colega ao avaliar que não tem o “perfil de mocinha indefesa que sofre violência doméstica”. “Eu enfrentaria e denunciaria. Ademais, é fácil eu dar uma sova nele caso tentasse algo.”
Exames constaram traumas pelo corpo (joelho, costela, ombro e nunca), cinco fraturas na face e uma na coluna. A segurança no apartamento da parlamentar foi reforçada. Joice desconfia ter sofrido um atentado e, por isso, acionou o Departamento de Polícia Legislativa para abrir investigação sobre o caso. As imagens da câmera de segurança do edifício devem ser analisadas.
O ex-presidente Lula fez um apelo ao primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, para que as nações ricas que integram o G20 enviem vacinas aos países mais pobres, que têm apresentado dificuldades para adquirir imunizantes em meio à pandemia da Covid-19.
Lula se dirigiu ao chefe de Governo da Itália durante uma entrevista que concedeu ao canal de notícias Sky TG24, que tem sede em Milão, e rogou aos líderes de países desenvolvidos que pensem nos seres humanos que vivem em estados que não têm condições de comprar vacinas.
“Existe sempre um modo de marginalizar uma parte da humanidade. Então, se pudesse enviar uma mensagem a Draghi, diria que é importante que no G20 de outubro seja tomada a decisão de compensar as deficiências de vacinas nos países mais pobres. O apelo que eu gostaria de fazer é este: a vacina não deve ir apenas para quem pode comprar, mas sim para todos os seres humanos”, clamou o ex-presidente brasileiro.
“Já mandei uma mensagem a Biden, Macron, Angela Merkel e à China. Eles devem estender a mão a quem não tem possibilidade”, revelou Lula, que afirmou ainda que, no seu entendimento, “todos os países, independentemente de sua condição econômica, precisam receber vacinas, porque todos os habitantes do planeta têm direito de ser tratados com dignidade”.
O Ministério Público Federal abriu inquérito civil para apurar as denúncias sobre um suposto pedido de propina por parte do ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias.
Em 1º de julho, durante sessão da CPI da Covid, o cabo Luiz Paulo Dominguetti disse que o ex-diretor condicionou a compra de 400 milhões de doses de vacinas da Astrazeneca ao pagamento de propina de US$ 1 por dose do imunizante. O pedido teria ocorrido em fevereiro, durante um encontro em um shopping no centro de Brasília.
Segundo portaria publicada hoje pela Procuradoria do Distrito Federal, o objetivo da investigação é “apurar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, e outros agentes públicos e privados”.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu, nesta sexta-feira (23), que o governo não tem apoio no Congresso para aprovar proposta de emenda à Constituição do voto impresso, de autoria da deputada federal Bia KIcis (PSL-DF), na Comissão de Constituição e Justiça. Mesmo assim, afirmou que já conta com os R$ 2 bilhões necessários para financiar a alteração no sistema eleitoral na previsão orçamentária de 2022.
Bolsonaro reiterou críticas ao presidente do TSE e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que teria persuadido parlamentares a se opor ao projeto. “Essa bandeira sempre foi defendida por 90% dos parlamentares. Por que, de uma hora para outra, alguns parlamentares mudaram de opinião? Depois de receber a visita do presidente do TSE e também integrante do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso. De modo que se colocar em votação hoje, não passa”, disse em entrevista à Rádio Grande FM 92,1, de Dourados (MS).
O presidente novamente questionou validade de resultados de pesquisas que indicam queda da aprovação do governo e crescimento das intenções de voto de Luiz Inácio Lula da Silva, principal antagonista de Bolsonaro no horizonte eleitoral de 2022. Aproveitou para defender o voto impresso, que, em sua visão, deveria ser apoiado pela esquerda.
No dia em que seis pessoas foram presas e uma série de mandados de prisão, cumpridos, a maioria relacionada ao Caso Lázaro, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou que sete inquéritos relacionados ao maníaco já foram concluídos. A declaração foi feita em coletiva de imprensa, ocorrida na manhã desta sexta-feira (23/7), na delegacia de Águas Lindas (GO), região onde o suspeito foi capturado e morto após 20 dias de fuga.
Na manhã desta sexta-feira, policiais de Goiás e do Distrito Federal cumpriram seis mandados de prisão e 37 de busca e apreensão, no Entorno do DF. Alguns têm relação com os crimes cometidos pelo bandido.
Batizada de Operação Anhanguera, a ação contou com a participação das forças de segurança do Distrito Federal e goianas. “É uma operação integrada de uma política que está sendo colocada pelos governos do DF e de Goiás e pelo Ministério da Justiça. A criminalidade não tem fronteiras”, disse o secretário goiano.
Dois inquéritos relacionados ao maníaco, remetidos ao Ministério Público de Goiás (MPGO), são analisados pelo órgão. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) pede o arquivamento de ambos, devido à “extinção de punibilidade pelo óbito”. Um trata de homicídio e outro de latrocínio. “Hoje, trabalhamos com o rescaldo da operação de buscas e captura ao psicopata. Já temos pessoas presas e na terça-feira (27/7), vamos exteriorizar os resultados dessa operação e o término da Operação do Lázaro.”
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