Política

GENIAL/QUAEST: Lula tem 44% contra 32% de Bolsonaro

Foto: Reprodução

A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (31), mostra estabilidade entre os candidatos da ponta na disputa para a Presidência da República. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 44% das intenções de voto no 1º turno, contra 32% do presidente Jair Bolsonaro (PL). A diferença entre ambos é a mesma registrada no último levantamento feito pela Quaest, de 12 pontos percentuais.

Tanto o petista quanto o chefe do Executivo variaram 1 ponto percentual para menos –dentro da margem de erro– em relação à última pesquisa, divulgada em 17 de agosto. Esse é o 1º levantamento da empresa depois da sabatina dos candidatos no Jornal Nacional.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores de 25 a 28 de agosto de 2022 e está registrado no TSE sob o número BR-00585/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 139.005,86 e foi paga pelo Banco Genial S.A.

Ao contrário dos líderes na corrida, Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) avançaram. O pedetista subiu 2 pontos e agora tem 8% das intenções de voto. Já a emedebista subiu 1 ponto e está com 3%.

Poder360

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Política

“Preferem discutir corrupção porque dá para mentir”, diz Lula

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (30) que há muitos assuntos a serem discutidos na campanha eleitoral, mas que seus adversários preferem debater com ele sobre corrupção. Ele também disse que o atual procurador-geral da República, Augusto Aras, “não processa o que tem que processar”.

“Temos muitos assuntos para discutir, mas as pessoas preferem discutir sobre corrupção porque nisso dá para mentir, falar o que quiser”, disse. O petista deu entrevista à rádio Mais Brasil FM, de Manaus (AM). Ele viaja ao Amazonas para compromissos de campanha nesta quarta-feira (3).

Como tem feito quando o assunto é abordado durante a campanha eleitoral, Lula elencou uma série de medidas tomadas em seus 2 governos para o combate à corrupção.

“Tenho orgulho de ser o presidente que mais criou instrumentos para combater a corrupção”, disse.

O ex-presidente citou a criação da Controladoria-Geral da União, em 2003, no início do seu 1º mandato, o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e a Lei de Combate à Corrupção, instituída em 2013, já no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“Tenho claro que só tem um jeito de não ter corrupção. É não existir ou você esconder a corrupção. No meu governo a gente escancarou e eu dizia que só não seria denunciado quem trabalhasse honestamente”, disse.

Ainda na entrevista, Lula criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL), seu adversário direto nas eleições presidenciais deste ano, pelo sigilo de 100 anos imposto a investigações de indícios de irregularidades no atual governo.

Poder360

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Brasil

PT divulga fala editada de Bonner para descolar Lula dos casos de corrupção

 

 

Foto: Reprodução

De quinta (25) a domingo (28), período em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi ao Jornal Nacional e debateu com seus adversários na TV Bandeirantes, a campanha do ex-presidente adotou uma estratégia na internet para tentar descolar, da imagem dele, casos de corrupção.

O tema é motivo de preocupação entre os petistas e foi explorado pelos seus oponentes.

O partido gastou mais de R$ 100 mil em anúncios no YouTube e no Google com defesas de Lula. Na plataforma de vídeos, a campanha comprou espaço para veicular uma edição de um trecho da entrevista ao Jornal Nacional.

O vídeo reproduz a abertura da entrevista na Globo, na quinta, em que William Bonner relembra os julgamentos do ex-presidente na Lava Jato e o fato de ele ter tido suas condenações anuladas. “O senhor não deve nada à Justiça”, conclui o apresentador.

A peça de propaganda foi reproduzida aproximadamente 2,4 milhões de vezes como anúncio antes de outros conteúdos na plataforma. A compra de espaço no Google e no YouTube é permitida pela legislação eleitoral.

A campanha petista, porém, excluiu da edição a pergunta do jornalista da Globo, que afirmou “que houve corrupção na Petrobras e, segundo a Justiça, com pagamentos a executivos da empresa, a políticos de partidos, como o PT, como o então PMDB e o PP.”

Bonner depois indagou: “Candidato, como é que o senhor vai convencer os eleitores de que esses escândalos não vão se repetir?”.

O trecho não aparece na propaganda petista, que encerra com o final da resposta de Lula.

“Eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país”, afirmou.

“Na Era das Redes Sociais, tudo o que vai ao ar é usado, sem possibilidade de controle. Diante disso, a pedido de todos os partidos, a Globo preferiu autorizar o uso, desde que fossem 30% do total da entrevista. Uma autorização de boa-fé, na suposição de que não haveria edição. Procurado pela Globo, o PT informou que a peça será retirada do ar”, informou a emissora em nota à Folha.

O vídeo do anúncio estava publicado na página oficial de Lula no YouTube oficial e teve mais de 1 milhão de visualizações. Após o pedido da Globo, ele foi retirado do ar na noite desta segunda (29).

Além do vídeo, a campanha petista fez anúncios no Google para que o link de um texto da página oficial de Lula aparecesse como primeiro resultado de buscas para termos como “Lula ladrão” e “Lula corrupto”, que tiveram picos de procura na quinta, dia da entrevista, e domingo, quando houve o debate.

O texto do site www.lula.com.br, publicado na quinta (25), horas antes da entrevista no Jornal Nacional, lista 26 vitórias de Lula nos processos que existiam contra ele. “Tem muita fake news por aí que xingam ‘Lula ladrão’. São mentiras comprovadas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é inocente”, afirma.

Como mostrou a Folha, a resposta tímida do ex-presidente à ofensiva do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o tema corrupção durante o debate de domingo (28) provocou apreensão no comando da campanha do petista.

Integrantes da equipe avaliam que Lula perdeu o timing ao ser questionado sobre corrupção na Petrobras pelo chefe do Executivo, seu principal adversário na corrida eleitoral. Militantes do partido cobraram nas redes uma reação mais enfática do ex-presidente.

A ideia, segundo interlocutores de Lula, é fazer com que o tema seja abordado em peças divulgadas nas redes sociais e durante entrevistas concedidas pelo ex-presidente —e, a princípio, não levar o assunto ao horário eleitoral em rádio e TV.

Compare as versões

Versão original

William Bonner: Obrigado por ter vindo, candidato. E nós vamos começar então essa entrevista a partir de agora, contando o tempo, e vamos começar falando de corrupção. O Supremo Tribunal Federal lhe deu razão, considerou o então juiz Sérgio Moro parcial, anulou a condenação do caso do triplex e anulou também outras ações por ter considerado a Vara de Curitiba incompetente. Portanto, o senhor não deve nada à Justiça. Mas houve corrupção na Petrobras. E, segundo a Justiça, com pagamentos a executivos da empresa, a políticos de partidos, como o PT, como o então PMDB e o PP. Candidato, como é que o senhor vai convencer os eleitores de que esses escândalos não vão se repetir?

Luiz Inácio Lula da Silva: Bonner, primeiro, eu acho importante você ter começado esse debate com essa pergunta. Porque durante cinco anos, eu fui massacrado, e estou tendo hoje a primeira oportunidade de poder falar disso abertamente, ao vivo, com o povo brasileiro. Primeiro, a corrupção, ela só aparece quando você permite que ela seja investigada. Eu queria começar dizendo para você uma coisa muito séria, foi no meu governo que a gente criou o Portal da Transparência, que a gente colocou a CGU para fiscalizar, que a gente criou a lei de Acesso à Informação, a gente criou a lei anticorrupção, a lei contra o crime organizado, a lei contra a lavagem de dinheiro. A AGU entrou no combate à corrupção. Criamos o Coaf para cuidar de movimentações financeiras atípicas, e colocamos o Cade para combater os cartéis. Ou seja, foram todas medidas tomadas no meu governo, além do que o Ministério Público era independente, além do que a Polícia Federal recebeu no meu governo mais liberdade do que em qualquer outro momento da história. Porque você está lembrado que em 2005, quando surgiu a questão do mensalão, cheguei a dizer o seguinte: Só existe uma possibilidade de alguém não ser investigado nesse país, é não cometer erro. Se cometeu, vai ser investigado. E foi isso que nós fizemos. Olha, se alguém comete um erro, alguém comete um delito, investiga-se, apura, julga, condena ou absolve, e está resolvido o problema. O que foi o equívoco da Lava Jato? É que a Lava Jato enveredou por um caminho político delicado. A Lava Jato ultrapassou o limite da investigação e entrou no limite da política. O objetivo era o Lula. O objetivo era tentar condenar o Lula. Não sei se você está lembrado que no primeiro depoimento que eu fui dar ao Moro, eu falei: “Moro, você está condenado a me condenar, porque você já permitiu que a mentira foi longe demais, e você sabe do que eu estou falando”. E aconteceu exatamente o que eu previa. Quando nós entramos com o habeas corpus, na Suprema Corte, foi antes e bem antes do hacker. E se você pegar o nosso habeas corpus, a gente está dizendo coisas que depois se descobriu com o hacker, investigado pela Polícia Federal. Então, eu vou te dizer uma coisa, Bonner, vou dizer para você, olhando nos olhos do povo brasileiro: não há hipótese, não há hipótese, eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país.

Versão editada

Bonner: O Supremo Tribunal Federal lhe deu razão, considerou o então juiz Sérgio Moro parcial, anulou a condenação do caso do triplex e anulou também outras ações por ter considerado a Vara de Curitiba incompetente. Portanto, o senhor não deve nada à Justiça.

Lula: Eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país.

Folha de São Paulo 

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Brasil

Imagem de Nossa Senhora Aparecida e terço ficam intactos após casa pegar fogo

Corpo de Bombeiros/PR

Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e um terço ficaram intactos em uma casa que pegou fogo na cidade de Ponta Grossa, no Paraná.

A situação foi registrada pelo Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência na madrugada desta segunda-feira (29).

Na foto compartilhada pela equipe, é possível ver que a imagem da santa e um terço estão em um altar, que também parece não ter sido afetado pelas chamas. O cômodo onde as peças estavam ficou visivelmente queimado, assim como um item que estava acima do altar.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a residência atingida pelas chamas tinha aproximadamente 40 metros quadrados. A parte afetada, quarto e sala, tinham partes de madeira. As causas do incêndio não foram divulgadas.

g1

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Brasil

TSE analisa nesta terça restrição do uso de armas no dia da eleição

Foto: TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir nesta terça-feira (30) se haverá restrição ao porte de armas no dia da eleição, em outubro. A consulta pública feita por nove partidos de oposição ao governo federal.

O Tribunal vai bater o martelo sobre a necessidade da proibição da circulação de pessoas portando armas e a entrada de pessoas armadas nos locais de votação e nas seções eleitorais nos dias 2 e 30 de outubro, quando serão realizados o primeiro e o segundo turno, respectivamente.

Para estes partidos, somente integrantes das forças de segurança no exercício de atividade policial devem ter permissão para portar armas nos dias de votação.

Segundo o blog da Julia Duailibi, o relator da consulta, o ministro Ricardo Lewandowski, deve impor algum tipo de restrição, e a expectativa é que seja acompanhado pelos outros seis ministros.

O tema foi um dos debatidos durante reunião do presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, com os comandantes-gerais das polícias militares.

Na última quinta (25), o órgão votou uma consulta sobre uso de celulares na cabine de votação, feita pelo União Brasil.

Foi decidido, por unanimidade, que os eleitores devem entregar celulares e outros aparelhos eletrônicos antes de entrar na cabine de votação. Segundo o TSE, uma mesa receptora será responsável pela retenção e guarda dos aparelhos.

Além disso, detectores de metais poderão ser utilizados em situações excepcionais, avaliadas caso a caso pelo juiz eleitoral.

O uso de celulares ou outros aparelhos de comunicação ou de registro de imagem na cabine de votação é crime eleitoral por comprometer o sigilo do voto.

G1

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Brasil

Ministério de Minas e Energia avalia retorno do Horário de Verão

Imagem: Divulgação

O governo federal tem reanalisado decisão adotada em 2019 de extinguir o horário de verão no país, após um pedido do Ministério de Minas e Energia para o Operador Nacional do Sistema Elétrico.

A solicitação foi baseada em uma mudança da curva de energia elétrica com o deslocamento da demanda máxima, decorrente da crescente participação da geração solar distribuída.

O pedido de reanálise partiu de técnicos do Ministério de Minas Energia que questionaram o possível benefício que a volta do horário de verão poderia gerar aos consumidores de energia solar nos horários de pico.

O tema ainda está na fase de discussão entre as áreas técnicas da pasta e do operador. Segundo fontes do ministério, se a avaliação, com base no estudo, for pela retomada do horário de verão, a ideia é que a regra volte a valer ainda este ano.

Desde o ano passado, integrantes do segmento empresarial de turismo, alimentação e bebida têm solicitado a integrantes do governo o retorno do horário de verão.

Em nota, o ONS confirmou que houve solicitação para “uma reavaliação sobre o tema”, mas disse que por enquanto não há expectativa de o horário de verão ser retomado neste ano.

“As avaliações apontam para uma situação muito mais favorável do que nos últimos dois anos, não havendo, portanto, problemas para o abastecimento de energia elétrica no país”, afirmou.

Procurado pela CNN, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Saschida, preferiu não comentar o assunto. Segundo relatos de fontes do governo federal, o assunto está em avaliação pelo Palácio do Planalto, mas ainda sem decisão tomada.

CNN

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Brasil

PESQUISA IPEC: Lula segue com 44% e Bolsonaro com 32% no primeiro turno

Foto: Reprodução/TV Globo

A pesquisa Ipec divulgada na noite desta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidente, o que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Intenção de voto estimulada

Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)

Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)

Ciro Gomes (PDT): 7% (6% na pesquisa anterior)

Simone Tebet (MDB): 3% (2% na pesquisa anterior)

Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)

Vera (PSTU): 0% (1% na pesquisa anterior)

Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)

Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)

Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)

Roberto Jefferson (PTB): 0% (não participou do levantamento anterior*)

Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)

Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)

Branco/nulo: 7% (8% na pesquisa anterior)

Não sabe/não respondeu: 6% (7% na pesquisa anterior)

* O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) constou pela primeira vez na pesquisa.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01979/2022.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre quem tem renda de até um salário mínimo, entre quem recebe algum tipo de benefício do governo federal e no interior do Brasil. As intenções de voto no petista são mais expressivas entre:

  • Eleitores que avaliam como ruim ou péssima a gestão do presidente Jair Bolsonaro (73%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Aqueles que têm renda familiar mensal de até 1 salário mínimo (54%); eram 60% no levantamento anterior;
  • Os que vivem na região Nordeste (57%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Aqueles que têm ensino fundamental (52, ante 53% da pesquisa anterior);
  • Eleitores em domicílios que alguém recebe benefício do governo federal (52%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Os católicos (51%, mesmo índice da pesquisa anterior).

Neste levantamento, Lula passa a se destacar também:

  • No interior do Brasil (45%), quando comparado com o índice do ex-presidente nas capitais brasileiras (38%);
  • Em cidades com até 50 mil habitantes (51%);
  • Entre pretos e pardos (47%);

Já Bolsonaro vai melhor entre homens, evangélicos e entre aqueles que ganham mais de 5 salários mínimos:

  • Eleitores que avaliam positivamente a sua gestão atual (81%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Os evangélicos (48, ante 47% da pesquisa anterior);
  • Aqueles cuja renda familiar mensal é superior a 5 salários mínimos (47%, contra 46% da pesquisa anterior)
  • Homens (36%, contra 37% da pesquisa anterior; entre as mulheres é citado por 29%; na pesquisa anterior, eram 27%).

Neste levantamento, Bolsonaro passa a se destacar também:

  • Entre os que têm ensino médio (37%) e superior (34%), na comparação com os menos instruídos (25%);
  • Entre os que vivem nas capitais (36%); nas cidades das periferias, ele tem 25%.
  • Segundo o Ipec, os outros candidatos “apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados”.

g1

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Brasil

Ministro da Defesa se reúne com o TSE para avaliar segurança das urnas

 

 

Foto: Reprodução

O Ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira deve se reunir na próxima quarta-feira (31) com o ministro Alexandre de Moraes, presidente Tribunal Superior Eleitoral (TSE),

Para o encontro que está previsto para começar às 10h, a CNN apurou que o Ministro da Defesa deve insistir na necessidade de melhora da segurança do sistema eleitoral em reunião com o presidente do TSE

De acordo com relatos feitos à CNN, o ministro da Defesa pediu para estar acompanhado de um técnico nesse segundo encontro com Moraes.

 

O objetivo é continuar o diálogo e chegar a alguma convergência quanto ao teste de integridade das urnas, pois este teste, na avaliação dos militares, é o que realmente pode aumentar a confiabilidade na exatidão do sistema.

Atualmente as urnas já são sorteadas e testadas, mas são levadas aos tribunais regionais.

Os militares que compõem a Comissão de Transparência defendem que sejam feitas nas próprias sessões eleitorais, com a participação dos eleitores com o uso da biometria.

No primeiro encontro entre Moraes e Paulo Sérgio do dia 23 de agosto, os dois debateram a possibilidade de a Justiça Eleitoral acatar as sugestões dos militares referentes a mudanças no teste.

Desde junho a Justiça Eleitoral e o Ministério da Defesa têm trocado ofícios sobre questionamentos feitos pelas Forças Armadas a respeito do sistema de votação brasileiro.

CNN

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Brasil

Governo Federal deflagra ação contra feminicídio na PB e demais estados

Foto: Reprodução

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagrou nesta segunda-feira (29) em todas unidades federativas, a 2ª edição da Operação Maria da Penha, com o objetivo de proteger e combater os diversos tipos de violência doméstica praticados contra as mulheres – entre eles, o feminicídio.

“É a primeira vez que o tema [feminicídio] fará parte da Operação Maria da Penha. Quando a violência ultrapassa todos os limites e chega ao extremo de tirar a vida pelo simples fato de a vítima ser mulher, o Código Penal considera esse ato como crime de feminícidio com pena que varia de 12 a 30 anos de prisão”, manifestou, em nota, a pasta.

A expectativa é de que ações preventivas e repressivas sejam implementadas por policiais civis e militares até o dia 27 de setembro visando combater “todas as formas de agressão contra a mulher”. Além cumprir mandados judiciais, prisões, apreensões, a operação pretende facilitar a instauração de procedimentos como concessão, solicitação e expedição de medidas protetivas de urgência.

“O objetivo da Operação Maria da Penha é, ainda, conscientizar a sociedade para o crime, difundir os canais de denúncia, fomentar e induzir políticas públicas voltadas para as mulheres a partir dos indicadores apresentados. E, também, estimular e replicar boas práticas implementadas pelos estados na proteção e acolhimento de mulheres vítimas de violência”, detalhou o MJSP.

Primeira edição

Mais de 127 mil mulheres foram atendidas durante a primeira edição da Operação Maria da Penha, que contou com a participação de 108,6 mil profissionais de todas unidades administrativas. De acordo com o último balanço, a operação resultou em 14,1 mil prisões e 39,8 mil medidas protetivas requeridas ou expedidas.

Para coibir esse tipo de crime, foi criada em 2015, a Lei do Feminicídio nº 13.104 que prevê circunstância qualificadora do crime de homicídio e inclui este ato no rol dos crimes hediondos. A lei considera o assassinato que envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Canais de atendimento

Casos de violação de direitos da mulher – até mesmo suspeitas – podem ser denunciados nas delegacias de polícia especializadas. Atendimentos e esclarecimentos podem ser feitos também pelos telefones 180, 190 ou 193.

O disque 180 presta “escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência”. Esse serviço registra e encaminha as denúncias aos órgão competentes, bem como reclamações, sugestões ou elogios. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana.

Segundo o MJ, a central de atendimentos por meio da Central de Atendimento fornece também informações sobre os direitos da mulher, e sobre os locais de atendimento mais próximos e apropriados para cada caso – Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher, Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros.

Agência Brasil 

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Política

BTG/FSB: Vantagem de Lula para Bolsonaro cai para sete pontos

Fotos: Alfredo Estrella / AFP e Marcelo Camargo / Agência Brasil

A pesquisa do Instituto FSB para presidente da República, encomendada pelo banco BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (29) aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% das intenções de voto, seguido pelo atual chefe do Executivo e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), com 36%.

Com relação à pesquisa anterior, de 22 de agosto, Lula recuou 2 pontos porcentuais (pp) sobre os 45%. No mesmo intervalo de uma semana, Bolsonaro se manteve no patamar anterior. O cenário de estabilidade entre os dois ocorre na semana da entrevista dos presidenciáveis no Jornal Nacional, da TV Globo, e da operação da Polícia Federal (PF) contra empresários bolsonaristas acusados de defender um golpe caso Lula seja eleito.

Ciro Gomes (PDT) teve 9%, 3 a mais do que os 6% da pesquisa da semana passada, e Simone Tebet (MDB) registrou 4%, 1 pp a mais do que os 3% na amostra anterior.

Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros), cuja candidatura foi retirada pelo seu partido, mantiveram o 1% e os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos não foram citados, não sabem ou não responderam foram 3%.

A pesquisa foi feita entre sexta-feira, 26, e domingo, 28, com 2 mil eleitores, intervalo de confiança de 95%, margem de erro de 2 pp e está registrada no TSE sob o número BR-08934/2022.

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