Brasil

“Vão sentir saudades”, diz Bolsonaro antes de pronunciamento

Bolsonaro discurso derrota

Antes de iniciar o seu 1º pronunciamento depois da derrota nas urnas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se virou para o lado direito, onde estava o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e disse: “Vão sentir saudade da gente”. O chefe do Executivo fez um discurso de 2 minutos e 7 segundos. Nele, agradeceu aos 58 milhões de votos, defendeu “manifestações pacíficas”, mas não cumprimentou o oponente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Para o STF (Supremo Tribunal Federal), o pronunciamento de Bolsonaro teve “importância” por “garantir o direito de ir e vir” e “reconhecer o resultado das eleições”.

“O Supremo Tribunal Federal consigna a importância do pronunciamento do Presidente da República em garantir o direito de ir e vir em relação aos bloqueios e, ao determinar o início da transição, reconhecer o resultado final das eleições”, diz a nota divulgada pela Corte.

Poder360

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Brasil

Após pronunciamento, Bolsonaro vai ao STF

Bolsonaro no STF
Após pronunciamento na tarde desta terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ao Supremo Tribunal Federal (STF). A visita à sede do Supremo não estava prevista na agenda oficial.

Mais cedo, Bolsonaro fez o primeiro pronunciamento depois perder a eleição. Bolsonaro leu um discurso curto, de dois minutos, em que disse que continuará cumprindo a Constituição.

Pouco depois, o STF emitiu nota oficial sobre o discurso.

“O Supremo Tribunal Federal consigna a importância do pronunciamento do Presidente da República em garantir o direito de ir e vir em relação aos bloqueios e, ao determinar o início da transição, reconhecer o resultado final das eleições”, diz o comunicado.

g1

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Brasil

Leia íntegra do 1º pronunciamento do presidente Bolsonaro após derrota

O presidente Jair Bolsonaro veta despacho gratuito de bagagens

O presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições deste ano, fez o primeiro pronunciamento na tarde desta terça-feira (1º/11). Em discurso, ele não mencionou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), agradeceu os 58 milhões de votos que recebeu no segundo turno e disse que continuará a cumprir a Constituição.

O discurso durou 2 minutos e 3 segundos.

Leia a íntegra do pronunciamento de Bolsonaro:

“Quero começar agradecendo aos 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimentos de injustiça de como se deu o processo eleitoral.

As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir.

A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade. Formamos diversas diversas lideranças pelo Brasil.

Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca. Somos pela ordem e pelo progresso. Mesmo enfrentando todo o sistema, superamos uma pandemia e as consequências de uma guerra.

Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição.

Nunca falei em controlar ou cercear a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República, este cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.

É uma honra ser o líder de vários brasileiros, que, como eu, defendem a liberdade econômica, a liberdade religiosa, a liberdade de opinião, a honestidade e as cores verde e amarela da nossa bandeira.

Muito obrigado.”

Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro diz respeitar Constituição e fala em liderar brasileiros


Depois de mais de 44 horas em silêncio desde que foi confirmada a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PL) se pronunciou sobre o resultado. Em discurso de 2 minutos e 7 segundos, o chefe do Executivo agradeceu aos 58 milhões de votos, defendeu manifestações pacíficas, mas não cumprimentou o oponente.

Bolsonaro convocou todos os ministros do governo para uma reunião às 14h30 no Palácio da Alvorada. Falou aos repórteres logo depois do encontro com o alto escalão. Coube ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, falar sobre a transição de governo, em uma admissão indireta da derrota nas eleições.

“Enquanto presidente da república, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição”, declarou Bolsonaro no pronunciamento à nação. Jornalistas da mídia nacional e internacional acompanharam o discurso no Palácio da Alvorada.

Poder360

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Brasil

VÍDEO: Em discurso breve de 2 minutos, Bolsonaro dispara: “As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas nossos métodos não podem ser os da esquerda”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) finalmente veio à público fazer um pronunciamento após a derrota no segundo turno das eleições de domingo (30).

Bolsonaro falou sobre as manifestações que tomaram conta das rodovias do país, indicando que são fruto “da indignação e da injustiça” pelo resultado das urnas.

“As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas nossos métodos não podem ser os da esquerda”, disse ele, condenando a obstrução do direito de ir e vir gerado pelas protestos dos caminhoneiros.

O presidente também voltou a mencionar que atua “dentro das quatro linhas” — uma expressão que ficou marcada durante sua gestão.

“Sempre fui rotulado como antidemocrático, mas, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas. Enquanto presidente, continuarei cumprindo os mandatos da Constituição”, afirmou.

Blog do BG

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Brasil

AO VIVO: Bolsonaro quebra silêncio e faz pronunciamento sobre resultado das eleições após vitória de Lula

Após mais de 40 horas em silêncio desde a apuração do segundo turno realizado no último domingo (30), em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente, Jair Bolsonaro (PL) decidiu se pronunciar sobre o resultado das eleições.

A Secretaria Especial de Comunicação Social informou que Jair Bolsonaro (PL) fará pronunciamento em instantes no Palácio da Alvorada, em Brasília.

Uma das preocupações do presidente é com o processo de transição e os desejos de vingança contra ele em 2023.

Há insinuações dentro do Judiciário e entre integrantes do futuro governo petista de que o presidente atual pode ser rapidamente preso depois de deixar o Planalto.

Blog do BG com informações do FolhaPolítica

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Brasil

Após reunião com aliados, Bolsonaro fará 1º pronunciamento

TSE manda Bolsonaro explicar gastos com relatório sobre inserções

Após a derrota, o presidente Jair Bolsonaro (PL) seguiu em silêncio até essa terça-feira (1º/11), quando convocou a imprensa para um pronunciamento nesta tarde.

Ao longo da manhã, recebeu a visita de um dos filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e de outros aliados, como o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira; o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior; e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio de Oliveira. Braga Netto, candidato vice de Bolsonaro, também esteve no palácio, assim como Valdemar Costa Neto, presidente do PL, sigla do chefe do Executivo. Não há apoiadores no local.

Nesta manhã, circulou a informação de que Bolsonaro teria convidado ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para um encontro no Alvorada antes de reconhecer publicamente o resultado do segundo turno. Oficialmente, porém, o STF não confirma o convite nem a reunião.

Coordenador da campanha do pai, Flávio reconheceu, na segunda-feira (31/10), a vitória de Lula, agradeceu os votos recebidos pelo pai e pediu aos apoiadores que “ergam a cabeça”. Foi a primeira manifestação de um integrante da família Bolsonaro após o resultado das urnas.

Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro deu aval para transição, relatou Ciro a Gleisi

Marcelo Arruda: Gleisi denuncia conclusão açodada e tendenciosa de  inquérito | Partido dos Trabalhadores
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse nesta 3ª feira (1º.nov.2022) ter sido informada pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) autorizou integrantes de seu governo a iniciar o processo de transição com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Derrotado nas eleições presidenciais de domingo (30.out.2022), Bolsonaro ainda não reconheceu publicamente o resultado eleitoral.

Gleisi conversou com Ciro nesta 2ª feira. O ministro se colocou à disposição para ajudar no processo de transição e ofereceu à dirigente o espaço do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília, para abrigar a equipe de Lula. Gleisi e Ciro coordenaram as campanhas de Lula e Bolsonaro, respectivamente.

A petista fará nova ligação para Ciro nesta 3ª feira para informá-lo que o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), coordenará a transição. Ela também quer marcar uma reunião presencial com integrantes do governo Bolsonaro para discutir os próximos passos.

Pela manhã, Gleisi se reuniu com Lula, Alckmin e o ex-ministro Gilberto Carvalho, responsável pela agenda do presidente eleito.

Poder 360

 

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Brasil

LEI: Proibição de prisão de eleitores, termina nesta terça-feira

CNM - Confederação Nacional de Municípios | Comunicação
A proibição de prisão e detenção de eleitores determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exceto em casos de “flagrante delito” ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, termina às 17h desta terça-feira (1º).

A regra, que tem efeito até 48 horas após o 2º turno das eleições, está prevista no Código Eleitoral e tem como propósito garantir ao cidadão o direito de votar. Aos candidatos, as mesmas normas entraram em vigor dez dias atrás.

A chamada “imunidade eleitoral” não impede que os envolvidos em crimes no período sejam condenadas posteriormente. O mesmo ocorre em relação a pessoas que tentam impedir ou tumultuar o processo de votação.

Blog do BG

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Brasil

Alckmin vai coordenar transição de governo, anuncia Gleisi

Vice-presidente eleito na chapa de Lula, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin será o coordenador da transição de governo, anunciou nesta terça-feira (1) a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

“Precisamos ver como está a situação fiscal, pois temos pouca informações”, disse Gleisi ao fazer o anúncio.

O Antagonista

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