Brasil

Lula quer anular dívida de R$ 1,36 milhão por sonegação, fraude e conluio

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo a anulação de um processo judicial que tramita na Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP), no qual a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) tenta receber dele 1,36 milhão de reais. Lula teve seu nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio.

Os advogados do petista sustentam que em março de 2021 o Supremo reconheceu a suspeição do juiz Sérgio Moro e anulou os atos praticados no processo do tríplex do Guarujá e no processo do sítio de Atibaia. Com base na manifestação da Suprema Corte, a defesa de Lula quer suspender todos os atos da Receita Federal e os processos movidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional contra o petista.

A defesa de Lula diz que o relatório de auditoria fiscal que levou a PGFN a impetrar processos na Justiça Federal contra Lula foram extraídos das ações penais contra o candidato em Curitiba. A defesa de Lula diz que as reportagens publicadas sobre as dívidas do petista serviram de “panfletagem política” contra o candidato.

Diversos blogs e sites reproduziram reportagens durante as eleições mostrando que o petista teve o nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio, conforme acusação feita pela Fazenda Nacional. Na petição impetrada no Supremo, a defesa de Lula pede a nulidade do processo e a extinção dos autos e origem da Execução Fiscal ainda antes da votação do segundo turno, que ocorrerá dia 30.

O pedido de Lula foi encaminhado ao ministro Gilmar Mendes. No final do mês passado, Mendes suspendeu um processo no Tribunal Regional Federal em São Paulo de cobrança de 18 milhões de reais de Lula e do Instituto Lula. No processo, Lula já tinha sido condenado em primeira instância a pagar 829 mil reais em honorários e custas, sentença que tinha sido confirmada pelo TRF3, segunda instância da Justiça Federal.

Veja

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Brasil

Hackers “sequestram” arquivos da Record e emissora estuda pedido de resgate

Foto: KACPER PEMPEL / Reuters

Um grupo de Hackers invadiram o sistema integrado de arquivos da RecordTV na manhã deste sábado (08). Todo o acervo de reportagens, memória e quadros da emissora foram “sequestrados” pelo grupo desconhecido.

Estão sendo prejudicados do jornalismo a programas de entretenimento com quadros pré-gravados. Sabe-se apenas que foi uma ação coordenada e a expectativa é que a cúpula da emissora fará um pedido de resgate. Procurada, a Record não se pronunciou até o momento.

Em junho do ano passado, a JBS também teve seu sistema invadido e precisou pagar quase R$ 60 milhões de reais para recuperá-lo. No jornalismo, os arquivos concentram reportagens “frias” ou “especiais” do passado e do futuro. Programas como o “Fala Brasil” tiveram de sair do ar hoje por falta de conteúdo.

Matérias que seriam exibidas hoje no “Cidade Alerta” estão entre as “reféns. As equipes correm para cobrir os “buracos” na programação. No entanto, tudo que é ao vivo, seja no estúdio ou por meio de links, não será prejudicado.

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Política

Alvos da PF e de CPI, Ipec e Datafolha receberam R$ 37,6 milhões por pesquisas

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Na mira de parlamentares que querem uma CPI para apurar distorções nos números do primeiro turno e da Polícia Federal, as pesquisas Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), ex-Ibope, custaram R$ 23,4 milhões em 2022. Em seguida, aparece o Datafolha, com R$ 14,2 milhões. A informação está registrada na base de dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi consultada na sexta-feira (7).

Segundo os dados, as três pesquisas mais caras realizadas pelo Ipec, no valor de R$ 347.659 cada uma, contratadas pela TV Globo, entrevistaram, no total, 9.024 eleitores entre os dias 13 de setembro e 1º de outubro. A média de entrevistados nas pesquisas era de mil eleitores.

Já o Datafolha, que costumava entrevistar entre mil e 6,8 mil eleitores nas pesquisas anteriores, declarou que recebeu R$ 617.972 para uma pesquisa com 12.800 eleitores, nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, na véspera do primeiro turno das eleições.

Os institutos estão na mira da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pesquisa, que na quinta-feira (6) conseguiu alcançar o número de assinaturas suficiente para a abertura da investigação.

No caso do Ipec, em todas as pesquisas o instituto informou que foi utilizada uma equipe de entrevistadores e supervisores “devidamente treinados para o trabalho”. Após a coleta das informações, 20% dos questionários foram submetidos a uma fiscalização para verificação das respostas e adequação dos entrevistados aos parâmetros amostrais.

O Datafolha também informou ao TSE que os entrevistadores são treinados e recebem instruções específicas para cada projeto realizado. A coleta foi feita com a utilização de tablet e questionário eletrônico e, no mínimo, 30% dos questionários de cada pesquisador eram checados novamente.

O Ipec realizou em agosto sete levantamentos de intenção de voto nos candidatos ao Palácio do Planalto. Considerando apenas os votos válidos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 52% das intenções de voto. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48,43% dos votos para o petista.

Nos sete levantamentos do Ipec, o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, manteve as intenções de voto em 37%. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, Bolsonaro teria, no máximo, 39% dos votos. No entanto, ele terminou o primeiro turno com 43,20%. O mesmo aconteceu com o Datafolha, que previa na última pesquisa que Bolsonaro tivesse 36% das intenções de votos, contra 50% de Lula.

Na terça-feira (4), o Ipec disse que as pesquisas eleitorais medem a intenção de voto no momento em que são feitas e que quando efetuadas continuamente ao longo do processo eleitoral são capazes de apontar tendências, “mas não são prognósticos capazes de prever o número exato de votos que cada candidato terá”.

Sobre os resultados das amostras para a Presidência da República que indicaram um resultado muito distante do obtido por Bolsonaro após a apuração das urnas, o Ipec respondeu que isso pode ter acontecido por causa dos votos de eleitores que estavam indecisos ou que deixaram de votar em Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) para votar em Bolsonaro. “Tais fatores já demonstravam uma provável migração de votos desses dois candidatos para Jair Bolsonaro.”

Já sobre o faturamento com pesquisas eleitorais, o Ipec respondeu que o valor é compatível com o volume de pesquisas contratadas por seus clientes e que “atua com práticas comerciais de mercado para as metodologias utilizadas nas pesquisas de intenção de voto, com preços tabelados, para pesquisas divulgadas ou não”.

O Datafolha foi igualmente questionado pela reportagem, mas não retornou o contato até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.

R7

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Brasil

Bolsonaro vence Lula em cidades que mais abriram postos de trabalho

Imagem: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vem ressaltando em sua campanha pela reeleição dados positivos sobre recuperação do emprego.

Quando considerados as 10 cidades que mais abriram postos de trabalho formais no ano, o atual presidente obteve mais votos do que os demais candidatos em 6: Rio de Janeiro (47%), Brasília (51,6%), Belo Horizonte (46,6%), Curitiba (55,3%), Goiânia (56,1%) e Manaus (53,6%).

Os dados são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência.

Considerando todo o território nacional, o mercado de trabalho de fato tem dado sinais de melhora — o saldo entre admissões e desligamentos é positivo em 1,853 milhão de vagas de janeiro a agosto.

Folha de São Paulo

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Paraíba

Deputado do Republicanos sinaliza apoio a Pedro; Hugo Motta tem reunião decisiva neste domingo

Foto: Reprodução

O deputado estadual eleito Jutay Meneses (Republicanos) se reuniu esta semana com o deputado federal Pedro Cunha Lima, candidato ao Governo da Paraíba pelo PSDB, e acenou para um apoio ao tucano neste segundo turno. É o primeiro parlamentar da sigla a ir para o grupo do tucano.

Quem também tem uma decisão a tomar é o deputado federal Hugo Motta, também do Republicanos. Um fonte ligada ao parlamentar contou ao Blog do BG PB revelou que ele deve se reunir com o seu grupo político para tomar uma decisão.

Um detalhe a ser observado é que Hugo Motta não comemorou a votação de joão Azevedo (PSB) e se manteve neutro no segundo turno. Há grandes chances que o apoio a Pedro seja oficializado nesta segunda-feira (10).

Blog do BG PB

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Brasil

Bolsonaro herda mais votos de Ciro do que Lula, diz Datafolha

Foto: Reprodução

A pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha, nesta sexta-feira (7), mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL) herda mais votos de Ciro Gomes (PDT) do que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já entre os eleitores que optaram por Simone Tebet (MDB) no primeiro turno, há mais equilíbrio na distribuição de votos no segundo turno. Lula recebe 31% dos votos de Tebet — mesmo percentual dele em relação a Ciro —, e outros 29% migram para Bolsonaro.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa ouviu 2.884 pessoas, entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02012/2022.

A emedebista foi mais clara do que Ciro ao declarar apoio a Lula. Na sexta-feira (7), em encontro público, ela afirmou que dará “total apoio” à campanha do petista e a um eventual governo dele. Chegou, inclusive, a colocar à disposição para rodar o país, a fim de ajudá-lo a se eleger.

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Brasil

Com inflação controlada, Brasil fica confortável em meio ao caos da alta do petróleo

Foto: Divulgação

O anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+), grupo de maiores produtores do mundo, de que irá reduzir a produção de petróleo causou preocupação mundial. O corte de 2 milhões de barris por dia deve impactar principalmente a Europa e os Estados Unidos, que lidam com o impacto negativo contínuo da invasão da Ucrânia.

Mas o mercado brasileiro também se mostrou receoso com o anúncio. Em nota, a Petrobras afirmou que segue monitorando continuamente o mercado e os movimentos nas cotações de mercado do petróleo e dos derivados, que atualmente experimenta alta volatilidade. “A companhia reafirma seu compromisso com a prática de preços em equilíbrio com o mercado, sem repassar a volatilidade conjuntural nem movimentos especulativos como os que estão sendo observados recentemente.

Sobre as estimativas que circulam nas notícias, é importante lembrar que não existe uma referência única e percebida da mesma maneira por todos os agentes, sejam eles refinadores ou importadores. Para demonstração, basta observar que duas renomadas agências de informação, Argus e Platts, publicam referências de preços para o Brasil com diferenças significativas entre elas”, destacou a estatal.

Especialista em petróleo e superintendente de Petróleo e Tecnologia na Prefeitura de São João da Barra (RJ), cidade beneficiada pelos royalties do combustível fóssil e onde está localizado o Porto de Açu, Wellington Abreu acredita que o conflito entre Rússia e Ucrânia está no centro da decisão. Para ele, quando o presidente russo decidiu entrar em guerra, sabia que ia sofrer sanções. Por isso, fechou acordos com países vizinhos para fornecer o que tem de mais abundante: energia, petróleo e gás. “E ele ofereceu a um preço muito mais barato do que o mercado da Índia e da China.

“Mas com a política de paridade internacional, ficamos reféns do preço internacional do petróleo e do câmbio. Esse aumento de preço vai para o consumidor, mas gera ganhos para o governo e investidores. Enquanto permanecer o conflito entre Ucrânia e Rússia e o embargo da Otan à nação russa,  o preço vai continuar subindo, e a Petrobras não vai conseguir segurar. Nós perdemos as rédeas da energia no país, pelos menos na questão de combustível. Só não estamos sofrendo esses aumentos ainda porque nossa matriz energética não depende tanto de combustível fóssil. Se dependêssemos, a população estaria em uma situação bem complicada, porque nossa moeda está muito defasada”, alerta.

Jovem Pan

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Sem categoria

Lula diz ser contra aborto e Bolsonaro rebate: “Mente que nem sente”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT ao Palácio do Planalto, gravou um vídeo falando que ele e as mulheres com quem foi casado são contra o aborto. O vídeo foi impulsionado pela campanha na quinta-feira para todo o Brasil, direcionado a homens e mulheres de todas as idades.

Nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) rebateu a declaração, dizendo que Lula “tenta dizer que é contra” a prática, mas “é apoiado por quem defende”.

A peça da campanha de Lula faz parte de uma estratégia do PT de mirar o eleitor conservador e evangélico, atualmente mais próximo de Bolsonaro. Na gravação de 30 segundos, Lula afirma:

“Não só eu sou contra o aborto como todas as mulheres que eu casei são contra o aborto. E eu acho que quase todo mundo é contra o aborto. Não só porque nós somos defensores da vida mas porque deve ser uma coisa muito desagradável e muito dolorida alguém fazer um aborto.”

Em publicação na manhã desta sexta no Twitter, Bolsonaro não mencionou o vídeo diretamente, mas criticou a posição de Lula sobre o aborto e outros temas, como corrupção, legalização das drogas e a relação com igrejas.

Com informações de O Globo

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Política

VÍDEO: Empresário Roberto Justus declara apoio a Bolsonaro no segundo turno


O empresário e ex-apresentador de TV Roberto Justus declarou apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (6). Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que “amaria que não houvesse uma polarização tão aguda neste momento”, mas que não poderia deixar de se “posicionar em um momento como este”.

O chefe do Executivo nacional disputa o cargo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno destas eleições, marcado para o próximo dia 30.

“Trata-se de uma disputa entre modelos ou visões de mundo, sobre o que estamos deixando como legado e o que vamos transmitir aos nossos filhos e netos. O que nós devemos decidir em breve não é apenas eleger quem mais admiramos ou rejeitar quem odiamos, quem fala o que deve ou se porta de forma mais adequada”, disse, em gravação.

R7

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Polêmica

DOUTOR DE M****: Mayra Cardi é condenada a nove meses de prisão após xingar médico paraibano

Foto: Reprodução

O médico paraibano Bruno Cosme compartilhou nas suas redes sociais, nesta quinta-feira (6), que venceu o processo judicial que foi protocolado contra a influenciadora digital Mayra Cardi. Ele afirma que foi vítima de difamação, injúria e ameaça por parte da famosa, após criticar um dos métodos radicais para perda de peso encorajado por ela em uma live.

“Acabo de receber a notícia de que ganhamos o processo contra a senhora Mayra Cardi. Ela foi condenada na esfera penal pelo crime de difamação contra mim, tendo sido imputada uma pena de 9 meses de detenção. Essa foi uma importante decisão que mostra que nós, profissionais de Saúde, não devemos nos abster de alertar a população dos males que orientações leigas podem trazer para a saúde das pessoas”, escreveu.

Segundo o portal Notícias da TV, o caso teve início em 24 de abril de 2021, quando Mayra realizou uma live com o nutricionista Eduardo Corassa sobre o respectivo jejum. A estratégia de restrição alimentar foi duramente criticada por uma parcela do público nas redes sociais, inclusive por Cosme.

“Eu já vi muita barbaridade em redes sociais, mas essa superou todas. Quanta irresponsabilidade, senhora. Fico impressionado no quanto as pessoas dão audiência para essas insanidades. Uma pessoa com 6 milhões de seguidores influencia um monte de gente a fazer um jejum de cinco dias? Que desserviço. Jamais façam qualquer tipo de jejum sem orientação médica, e um jejum de cinco dias com nenhum tipo de orientação”, escreveu o médico no Instagram.

Alguns internautas enviaram a crítica de Bruno para a coach, que logo rebateu nos Stories: “Um doutor de merda, chamado Bruno alguma coisa, falando mal do jejum e falando merda ainda. Ô fulano, você tem que se aprofundar melhor. A gente fez uma live de uma hora e meia, com um profissional que estuda de verdade, não é igual a você, que fica aí sentado atrás querendo ganhar like e não estuda cacete nenhum”.

Bruno entrou com uma queixa-crime no Tribunal de Justiça de São Paulo e uma ação indenizatória por danos morais no Tribunal de Justiça da Paraíba. “Uma influenciadora digital, com alcance de mais de 6 milhões de seguidores, afirmou que o querelante [Bruno] deveria estudar, questionou a qualidade do atendimento de seus pacientes e chamou-o de ‘doutor de merda’, ‘jovem de merda’ e ‘doutor rato'”, escreveram os advogados de Cosme nas ações.

Além da esfera judicial, os advogados solicitaram que os conselhos profissionais de Nutrição e Medicina investiguem a postura profissional de Mayra e os impactos da crítica na carreira do médico.

T5

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