Saúde

Outono pode agravar doenças respiratórias; Veja como se proteger

Muito antes do inverno começar, a imunidade já passa a exigir mais atenção. Isso porque o início do outono nesta segunda (20), marca a mudança de temperatura e a queda da umidade relativa do ar. As condições podem agravar algumas doenças, principalmente, alergias e síndromes respiratórias, como gripes e resfriados.

Além disso, outros problemas se tornam mais frequentes durante a estação. É o caso da irritação nos olhos, coceira e secura, além das doenças virais, uma vez que as pessoas buscam costumam buscar abrigo em locais fechados, por conta das temperaturas mais baixas.

“Esta é uma das estações mais desafiadoras para a imunidade. Com as temperaturas mais amenas, estamos menos suscetíveis à exposição ao sol, o que pode interferir em nossos níveis de vitamina D, nos deixando mais cansados e indispostos. Além disso, com as temperaturas mais baixas, manter uma rotina ativa e saudável pode ficar ainda mais difícil, interferindo diretamente no bom funcionamento do nosso sistema imunológico”, destaca a nutricionista da Vitamine-se, Carol Tavares.

5 dicas para manter a imunidade alta durante o outono

Se engana quem acredita que, para manter a imunidade em dia, basta incluir uma dose extra de vitamina C em seu cardápio. Na realidade, são vários os fatores que interferem no bom funcionamento do nosso sistema imunológico, que por ser tão complexo, requer cuidados diários, ao longo de todo o ano, e não apenas no outono.

Carol dá 5 dicas para quem quer dar mais atenção à imunidade:

1. Pratique exercícios físicos

Estudos indicam que incluir pelo menos 150 minutos de exercícios moderados, por semana, de forma regular, ajudam a reduzir a inflamação, além de favorecerem a regeneração das células do sistema imunológico. Praticar exercícios físicos também reduz a produção de cortisol, o hormônio do estresse que prejudica o bom funcionamento do sistema imune, além de melhorar a circulação, o que facilita o deslocamento das células imunológicas pelo corpo todo.

2. Mantenha uma alimentação balanceada e colorida

Inclua frutas e vegetais das mais variadas cores em suas refeições. Assim, você consumirá maior quantidade de nutrientes, como vitaminas C, D e Zinco, minerais e polifenóis, com ação antioxidante, ajudando no bom funcionamento do sistema imunológico.

3. Hidrate-se

Sem a hidratação adequada, o suprimento de nutrientes para o sistema imunológico pode ficar prejudicado, impactando diretamente em seu funcionamento. Além disso, nosso sistema linfático, responsável pela eliminação de resíduos, germes e toxinas, também depende de água para funcionar adequadamente.

4. Controle o estresse

Controlar nossas emoções é importante não apenas para o bem-estar, mas para o bom funcionamento do sistema imunológico. Isso porque o estresse prolongado eleva de forma crônica os níveis de cortisol, um hormônio que mantém nosso corpo em alerta para lutar ou fugir em uma situação perigosa. Para entrar em ação, o hormônio impede que o sistema imunológico responda antes que o evento estressante termine.

No entanto, quando os níveis de cortisol ficam constantemente altos, como no estresse crônico, o sistema imunológico fica impedido de entrar em ação para proteger o corpo contra possíveis ameaças e doenças. “Por isso, tente controlar o estresse incluindo pequenas pausas em sua rotina, além de atividades que proporcionam bem-estar. Vale a meditação, ioga, exercícios físicos, um jantar com amigos, um bom livro ou filme e momentos de qualidade com a família”, indica Carol.

5. Durma bem

Uma boa noite de sono é importante tanto para a saúde como para a imunidade. Isso porque, quando dormimos, além de recuperarmos os tecidos, algumas das células de defesa são ativadas para combater possíveis causadores de doenças.

Por outro lado, quando não dormimos o suficiente, nosso sistema imunológico pode sofrer um desgaste, nos deixando mais suscetíveis a invasores nocivos e a doenças. Além disso, a privação do sono também eleva os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que, como mencionado, também prejudica nossa imunidade.

Para garantir um sono de qualidade, Carol indica desligar os aparelhos eletrônicos pelo menos duas horas antes de dormir e evitar livros ou conversas estressantes. A profissional lembra que manter a imunidade alta é uma ótima forma de evitar doenças em todas as estações do ano.

Terra

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Opinião

Com delay de uma semana, ministro da Justiça chega ao RN

Quando o Rio Grande do Norte contabiliza, oficialmente, 300 ataques criminosos, o ministro da Justiça, Flávio Dino, desembarca na capital potiguar, cidade dominada pelo medo provocado por facções criminosas.

A recepção à chegada do ministro foi marcada por novos ataques nesta madrugada, horas depois de Dino pisar no solo da cidade e conceder, enfim, a primeira entrevista coletiva em que prometeu mais recursos e reforço policial.

Uma semana depois da deflagração dos primeiros ataques contra um terço dos municípios do Estado.

Os recados dos marginais não cessam e os prejuízos são incalculáveis. Comércio fechado, escolas vazias, sistemas de ônibus e trens prejudicados, hotelaria e turismo afetados, shows e eventos cancelados. Até o clássico América X ABC foi adiado. É um pedaço do país ajoelhado e impotente diante do crime organizado.

A injustificada demora da pedagógica presença física do ministro no epicentro da crise é incompatível com o tamanho da insegurança que ameaça os potiguares. Pela persistência dos atos criminosos, as providências ainda são desproporcionais.

O ministro preferiu acompanhar a situação à distância enquanto o Estado pegava fogo, literalmente. A leniência está sendo questionada e Dino em vias de ser convocado para questionamentos na Comissão da Câmara dos Deputados.

Mais do que explicações, o povo do Rio Grande do Norte precisa de ações e resultados. E o Brasil espera que parte do seu território, capturado pelos bandidos, seja resgatado. Muito mais rapidamente do que o compasso do ministro da Justiça.

Por Heron Cid

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Paraíba

VÍDEO: Moradores conseguem resgatar veículo de açude após as fortes chuvas do fim de semana em Boqueirão

No sítio Canudos, em Boqueirão, a chuva do último sábado (18) foi tanta que a água acabou carregando um carro para dentro de um açude.

O motorista, com a ajuda população, conseguiu puxar o veículo de dentro do reservatório.

Resta saber se o carro tem seguro ou se o motorista tem recursos financeiros suficientes pra arcar com o prejuízo.

Blog do BG PB

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Paraíba

“VOO LIVRE”: Operação prende dois homens suspeitos de comércio ilegal de animais silvestres


Foto: Divulgação / Assessoria

Dois homens foram presos, nesse domingo (19), na Operação Voo Livre, deflagrada na feira de Oitizeiro, em João Pessoa. A operação teve como objetivo combater o comércio ilegal de aves silvestres.

Durante a operação, equipes do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) resgataram 59 aves silvestres de várias espécies da fauna brasileira. Foram aplicados R$ 3 mil em multa aos presos, que foram apresentados na Central de Polícia da capital.

As aves resgatadas foram levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama (CETAS), em Cabedelo, onde vão passar por tratamentos antes de serem soltas em seu habitat natural.

Portal Paraíba

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Brasil

TCU aponta que Dilma Rousseff não devolveu itens do acervo pessoal nem pagou pelos objetos

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo.

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) incorporou ao acervo pessoal 144 bens recebidos em cerimônias no exterior e no Brasil durante o mandato dela, entre 2011 e 2016. As informações são de um levantamento feito pela CNN em decisões tomadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Em 2016, um acórdão do tribunal determinou a localização desses 144 bens recebidos pela ex-presidente. Em resposta ao TCU, a Administração da Presidência da República afirmou em 2019 que os objetos tinham sido localizados, faltando apenas seis itens.

Em 2020, novamente, a unidade técnica reafirmou que restavam localizar seis bens recebidos pela ex-presidente, cujo valor correspondia a R$ 4.873. O montante não foi pago pela ex-presidente Dilma Rousseff.

Em 2020, após tentativas de cobranças e depois de quatro anos de levantamento, o acórdão 1577/2020 – que monitorou o cumprimento de outra decisão de 2016 que determinava à Secretaria de Administração da Presidência da República e ao Gabinete Pessoal do Presidente da República que incorporassem ao patrimônio da União todos os presentes recebidos pelo presidente da República, “excluídos apenas os itens de natureza personalíssima ou de consumo direto” – decidiu dispensar a cobrança.

“Relativamente à ex-presidente Dilma Rousseff, restam pendentes de devolução seis bens, que somam R$ 4.873,00. Portanto, os montantes relativos aos bens não localizados são passíveis de dispensa de instauração de TCE [tomada de contas especial], nos termos do art. 6º da IN-TCU 76/2016.”

De acordo com o Tribunal de Contas da União, houve tentativa de cobrança à época. “Em relação à ex-presidente Dilma Rousseff, em que pesem as tentativas de cobrança, não consta do processo o recolhimento do montante indicado.”

A decisão do TCU de 2020 considerou que o valor dos seis itens incorporados ao acervo pessoal de Dilma Rousseff – e que depois não foram localizados a pedido do tribunal – era de baixa materialidade.

“Assim, como o total relativo aos bens faltantes da ex-presidente Dilma Rousseff era de baixa materialidade, não cabia ao TCU a cobrança desse valor”, afirmou o TCU à CNN.

Os itens não localizados relacionados a ex-presidente Dilma Rousseff constam do Relatório Final da Comissão Especial que tratou do assunto à época:

  • Rede de Descanso intitulada de Hamaca de Tejido Larense;
  • Travessa em madeira do fabricante Muskoka;
  • Relógio de mesa com caixa circular em aço inox, do fabricante Val Saint Lambert;
  • Relógio de mesa fixado em suporte de madeira com porta-canetas;
  • Painel em Tapeçaria (medindo 162,5 x 110 cm) mostrando homem tocando instrumento musical, do artista J. Fortes;
  • Pintura em Tecido (medindo 88x68cm) retratando mulher negra com pote na cabeça e filho nas costas, com inscrição “Povo Hereiro” no verso.

Procurada pela CNN, a ex-presidente Dilma não quis se manifestar.

Por CNN

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Paraíba

Ordens para ataques criminosos no RN partiram de dois detentos da Paraíba

O programa Fantástico da Tv Globo deste domingo (19) trouxe mais detalhes sobre os ataques criminosos que acontecem desde a terça-feira, 14, no Rio Grande do Norte. De acordo com a matéria, dois bandidos que cumprem pena em presídios da Paraíba são responsáveis pelas ordens para espalhar o caos no estado vizinho.
Um deles é Igor Cavalcanti Coelho que está no Serrotão, em Campina Grande e o outro é Erick Silva de Santana, do PB1. Um outro articulador da onda de violência está preso na Bahia: Judson Bezerra Araújo Batista, que cumpre pena na Penitenciária Lemos Brito.

Além deles dois, um outro homem que estava em João Pessoa, José Wilson da Silva Filho, morto em confronto com a polícia na última quarta-feira (15) era uma das lideranças encarregadas das ações criminosas de rua da facção Sindicato do Crime.

Ontem, em Campina Grande, foi preso outro membro da mesma facção. Trata-se de um homem de 22 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Norte. Ele foi encontrado por homens da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) com coquetéis molotov e a polícia civil informou que ele é uma ‘peça-chave’ do grupo criminoso no interior potiguar. Aqui na Paraíba, ele usava um nome falso: Miguel Alves da Silva. A identidade verdadeira não foi revelada. Ele foi localizado no bairro de Santa Rosa junto com uma adolescente de 17 anos. Com a dupla, natural de Parelhas, foram apreendidas porções de maconha e cocaína.

O ministro da Justiça, Flávio Dino está nesta segunda-feira, (20) no Rio Grande do Norte para acompanhar as ações da Força Nacional de Segurança Pública no combate aos ataques criminosos no estado.

BG com ParlamentoPB

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Brasil

Quase metade dos brasileiros veem ameaça comunista com Lula, diz Ipec

Pesquisa Ipec realizada de 2 a 6 de março e divulgada neste domingo (19.mar.2023) indica que 44% dos brasileiros acham que o Brasil “corre o risco de virar um país comunista” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Desses, 31% dizem acreditar “totalmente” nessa possibilidade.

O número é um indicativo de uma polarização ideológica persistente no país mesmo depois do fim das eleições presidenciais. São 36% os que “discordam totalmente” desse risco, e 11% os que discordam parcialmente. Outros 2% “não discordam, nem concordam”, e 6% não souberam responder.

O Ipec entrevistou, de forma presencial, 2.000 pessoas acima de 16 anos em 128 cidades brasileiras de 2 a 6 de março de 2023. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos para um nível de confiança de 95%. Eis a íntegra do levantamento (454 KB).

O Ipec (Inteligência, Pesquisa e Consultoria) é uma empresa de pesquisas comandada por integrantes da direção do antigo Ibope, empresa do mesmo ramo que realizava levantamentos de opinião, política e mercado e encerrou suas atividades em 2021, depois de 79 anos de história.

Leia os destaques da estratificação por idade, escolaridade e região:

  • pessoas acima de 60 anos são mais descrentes na possibilidade de que o Brasil vire um país comunista: 53% discordam total ou parcialmente da afirmação;
  • aqueles que têm diploma de ensino superior também são mais céticos (52%) com a possibilidade; e
  • o Sudeste é a região que mais concorda com a ameaça (48%) e o Nordeste, a que menos (35%).

Poder360

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Paraíba

Açudes sangram após fortes chuvas durante o fim de semana na PB

Quatro açudes ultrapassaram a capacidade máxima de armazenamento de água e estão sangrando na Paraíba. A recarga nos reservatórios ocorreu a partir do registro de chuvas intensas no estado no final de semana.

O monitoramento da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) mostra ainda que 83 reservatório estão com volume dentro da normalidade.

Em Carrapateira, Sertão paraibano, o açude Bom Jesus, na região do alto curso do rio Piranhas, atingiu 107,89 da capacidade e está sangrando desde o último dia 15. Já o açude Cafundó, em Serra Grande, começou a sangrar no sábado (18).

Na sexta-feira sangrou o açude São José II, em Monteiro. Ontem (19), dia de São José, o açude Vazante, em Diamante, também sangrou.

Para esta segunda a previsão é de que ocorra mais chuvas no território paraibano.

MaisPB

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Brasil

Volta de Bolsonaro ao Brasil deve ser marcada por viagens ao Nordeste e motociatas

O ex-presidente Jair Bolsonaro avisou a pessoas de sua confiança que voltará ao Brasil no início de abril, quando sua temporada nos Estados Unidos completará quatro meses. Ao chegar, ele encontrará um plano de ação que vem sendo montado pelo PL para usar a imagem do ex-presidente e da ex-primeira-dama, Michele Bolsonaro, cujo objetivo é triplicar o número de prefeituras comandadas pelo partido ao fim da eleição municipal do ano que vem, saltando das atuais 343 para pelo menos, mil.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, quer que Bolsonaro e Michele comecem a viajar no primeiro semestre para arregimentar apoios e fortalecer a legenda para a disputa do ano que vem, que ocorrerá em outubro de 2024. Uma das possibilidades é que o ex-presidente retome as motociatas que marcaram suas passagens por diversas cidades durante a campanha eleitoral do ano passado.

A sigla já encomendou uma pesquisa para ajustar o discurso que o presidente deverá entoar nas viagens pelo Brasil. A ideia é que a excursão bolsonarista comece por Maceió, única capital do Nordeste em que Bolsonaro venceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições do ano passado. Ele e Michele, de acordo com o plano do PL, deverão desempenhar papeis distintos nesse roteiro: Bolsonaro deverá fazer aparições e participar de eventos com grandes públicos, de modo que o partido possa explorar as imagens dessas agendas para reforçar a imagem de que ele continua sendo o grande líder da direita, capaz de transformar aliados em candidatos competitivos. A ex-primeira-dama, que a cada dia vem sendo mais cotada por correligionários para disputar a eleição de 2026, deverá reproduzir o modelo da campanha de 2022, quando foi peça-chave para tentar reverter a rejeição do público feminino ao marido.

Ao menos enquanto o PL ainda não a trata publicamente como um ativo eleitoral, a ela será passada a missão de intensificar o discurso de valores conservadores e atrair mais brasileiras aos quadros do partido.

Líder do partido na Câmara, deputado ligado a Valdemar Costa Neto, Altineu Côrtes (PL-RJ) confirma que o ex-presidente irá fazer uma peregrinação pelo território nacional:

“A ideia é fazer uma verdadeira força-tarefa pelo Brasil, reforçando o papel de Bolsonaro como o grande líder da direita. Os deputados de cada estado vão acompanhar Bolsonaro, impulsionando essas visitas, existe a possibilidade de fazermos novas motociatas, inclusive. A Michelle não é candidata a nada, mas é a nossa liderança feminina, que certamente vai ajudar muito neste trabalho’.

Filho do ex-presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro diz que o PL legenda já começou a tratar de valores para botar o plano de pé.

‘A vontade do Valdemar e de todos nós é vê-lo conduzindo esse projeto de eleição de nomes da direita. Em 2020, como era presidente, ele não pôde se envolver tanto nas eleições municipais, inclusive por causa da pandemia. Mas agora o cenário é outro, e o PL já ofereceu recursos para custear esse trabalho com a verba do fundo eleitoral.”

Em avaliações de cenário feitas a pessoa de sua confiança, Valdemar Costa Neto tem dito que Bolsonaro será determinante no sucesso eleitoral do partido não apenas nas capitais, prioridades da maioria das legendas, mas também nas cidades menores, de até 200 mil habitantes, onde não há segundo turno. Para o cacique do PL, uma visita de Bolsonaro a município com essas características já pode ser determinante para garantir a vitória do candidato do partido, que se elege ao atingir um patamar perto de 25% dos votos.

Nas mesmas conversas, entretanto, Costa Neto admite que não consegue precisar se Bolsonaro voltará, de fato, em abril, visto que já definiu outras datas para retornar e voltou atrás.

Com informações de O Globo

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Brasil

GM, Hyundai e Stellantis param fábricas por queda nas vendas e dão férias coletivas a partir desta segunda

Após dois anos de paradas forçadas por escassez de componentes, principalmente de chips, as fabricantes brasileiras de veículos voltam a interromper a produção, mas, desta vez, também por falta de consumidores. A desaceleração da atividade econômica, inflação alta e juros elevados estão frustrando as expectativas do setor e levando empresas a ajustarem os planos de produção.

A partir de hoje, pelo menos três grandes companhias, General Motors, Hyundai e Stellantis (dona das marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën) vão suspender linhas de produção e dar férias coletivas aos funcionários. O quadro de desaquecimento de vendas pode se prolongar até 2024, na visão de economistas do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, e novas paradas de fabricas devem ocorrer.

Nesta segunda-feira, 20, a Hyundai concede férias coletivas de três semanas para os trabalhadores dos três turnos da unidade que produz os modelos HB20 e Creta em Piracicaba (SP). Na quarta-feira, 22, a Stellantis dispensa por 20 dias os funcionários do segundo turno da fábrica da Jeep em Goiana (PE) e, uma semana depois, os operários do primeiro e do terceiro turnos, por dez dias, período em que toda a produção dos SUVs Renegade, Compass, Commander e da picape Fiat Toro estará paralisada.

A General Motors também suspenderá a produção da picape S10 e do SUV Trailblazer na planta de São José dos Campos (SP) de 27 de março a 13 de abril. No fim de fevereiro, a fábrica que produz os modelos das marcas francesas Peugeot e Citroën, também do grupo Stellantis, encerrou o segundo turno de trabalho em Porto Real (RJ) e antecipou a dispensa de 140 funcionários com contratos temporários.

As montadoras afirmam que o motivo das medidas é a queda da demanda e a consequente necessidade de adequar os níveis de produção. No caso das duas marcas francesas, o impacto é maior nas exportações. “Ao contrário do último biênio, em que a oferta era a principal fonte de desafios da indústria automobilística, a demanda deve ser o fator-chave para o cenário de 2023-2024″, assinala o Depec, em relatório assinado pelo economistas Renan Bassoli Diniz e Myriã Bast.

Estadão Conteúdo

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