Eleições 2024

QUAEST: Pesquisa projeta vitória de Cícero Lucena no 1° turno, em João Pessoa; veja os números

A pesquisa Quaest encomendada pela TV Cabo Branco, divulgada nesta sábado (5), mostra a corrida eleitoral para a Prefeitura de João Pessoa em votos válidos. O atual prefeito e candidato à reeleição, Cícero Lucena (PP), lidera a disputa no primeiro turno com 55% das intenções. Na sequência aparecem Ruy Carneiro (Podemos), com 17%, Marcelo Queiroga (PL), com 16%; e Luciano Cartaxo (PT), com 12%.

Ruy, Queiroga e Cartaxo estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram entrevistadas 1000 pessoas, com 16 anos ou mais, no período de 4 a 5 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número de registro PB-06532/2024.

G1

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Brasil

Cid Moreira deserdou filhos e patrimônio seria de R$ 60 milhões, dizem advogados

Foto: Reprodução/TV Globo

Os filhos de Cid Moreira, Roger Felipe Naumtchyk, de 47 anos, e o comerciante Rodrigo Razendev Simões Moreira, de 54, que pediram a abertura do inventário do apresentador depois de sua morte, na quinta-feira, foram deserdados pelo pai em testamento público, afirma Davi de Souza Saldaño, o advogado da viúva.

Angelo Carbone, o advogado dos filhos, estimou um patrimônio de R$ 40 milhões em imóveis e R$ 20 milhões em contratos envolvendo direitos autorais de trabalhos para a Globo no documento protocolado na 1ª Vara de Família da Comarca de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

A abertura do inventário ocorreu com o argumento de que Moreira se casou com Fátima Sampaio em regime de separação total de bens, conforme a certidão anexada ao processo. A defesa de Sampaio classificou como “lamentável e inoportuna” a abertura do inventário pelos seus filhos poucas horas após a notícia da morte.

“Ele [Cid Moreira] manifestou em testamento público, motivadamente, a vontade de deserdar os dois filhos, com base na indignidade prevista no Código Civil brasileiro, excluindo-os da sucessão”, afirmou. “Todo ano ele refazia o testamento acompanhado de diversos laudos médicos comprovando sua capacidade civil.”

“A postura demonstra, de forma indisfarçável, que eles nunca tiveram interessados em outra coisa senão o patrimônio do pai”, disse Saldaño, o advogado da viúva de Moreira. “Roger e Rodrigo moveram diversas ações cíveis e criminais contra o pai e sua esposa Fátima, todas sem sucesso. O Ministério Público observou o desvio de conduta e os acusou pela prática de denunciação caluniosa.”

Procurada pela reportagem, Fátima Sampaio, que considera as acusações dos filhos de Moreira caluniosas, não quis comentar o processo do inventário.

Roger e Rodrigo têm um histórico de diversos processos contra o apresentador e Sampaio. Na sexta-feira, Rodrigo enviou à coluna de Mônica Bergamo um vídeo em que afirma estar muito triste com tudo o que está acontecendo.

“Meu pai faleceu e deixou de conhecer o melhor amigo dele, que sou eu. Ele não quis se aproximar de mim, não quis falar comigo. A Fátima [Sampaio, viúva de Moreira] também mandava e desmandava em tudo o que ele fazia”, diz ele.

Em 2021, Rodrigo e Roger alegaram negligência parental e pediram a interdição judicial do apresentador. Os irmãos afirmavam que a viúva estava usufruindo de forma indevida do patrimônio de Moreira. Segundo eles, Sampaio vendeu 11 dos 18 imóveis do pai, transferiu R$ 40 milhões para o exterior e mantinha o apresentador em cárcere privado. O casal estava junto desde 2000. Moreira era 36 anos mais velho que Sampaio.

Em 2022, Moreira acusou os filhos de agirem por “interesse financeiro” e afirmou ainda que comprovara sua sanidade mental na Justiça.

Folhapress

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Paraíba

Incêndio de grandes proporções destroi carros no pátio da Semob, em Cabedelo

Um incêndio de grandes proporções atingiu, na tarde deste sábado, o pátio de veículos da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) em Cabedelo, na Grande João Pessoa. Não há informações de feridos.

Segundo informações preliminares, o fogo teve início por volta das 16h30, rapidamente se alastrando entre os carros estacionados no local.

BG com F5 Online

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Eleições 2024

ELEIÇÕES 2024: TSE recebeu 79 mil denúncias de propaganda irregular

Foto: Divulgação/Tribunal Superior Eleitoral/Fotógrafo/Luiz Roberto

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 79.275 denúncias de propaganda irregular nas eleições deste ano. As ocorrências foram registradas por meio do aplicativo Pardal – ferramenta gratuita desenvolvida pela Justiça Eleitoral.

A principal novidade para as eleições 2024 é a inclusão de uma funcionalidade no aplicativo para apontar irregularidades nas campanhas eleitorais na internet.

São Paulo é a unidade da federação com mais denúncias. Foram 14.956 até a tarde deste sábado (5). Em seguida, aparecem Minas Gerais (12.500) e Rio Grande do Sul (7.795).

Por outro lado, os estados que menos registraram relatos foram Roraima (68), Amapá (93) e Tocantins (172).

O levantamento foi feito às 10h deste sábado (5). Os números são atualizados ao longo do dia.

Conforme mostram as estatísticas do aplicativo, do total de relatos, a maior parte envolve candidatos a vereador – são mais de 41 mil pedidos de apuração –, seguido do cargo de prefeito, partido/coligação/federação e do cargo de vice-prefeito.

O Pardal Móvel permite que os usuários denunciem propaganda eleitoral irregular, seja na internet ou em outras formas de mídia, utilizando um smartphone ou tablet. Uma portaria regula a utilização do aplicativo, estabelecendo que denúncias sejam encaminhadas ao juízo eleitoral competente para ação.

Casos de irregularidade na propaganda com o uso de banners, cartazes e faixas chegam a 22%, as reclamações que se referem à publicidade em bens públicos 18% e os problemas na campanha na internet somam 15% do total.

As denúncias relacionadas às candidaturas e ao contexto local da disputa são encaminhadas ao juízo eleitoral competente, a fim de exercer o poder de polícia eleitoral.

Para evitar acusações incorretas ou infundadas, o aplicativo fornece a descrição específica sobre o que pode e não pode com relação ao tópico em questão. Com base na avaliação do usuário, são oferecidas as opções “Prosseguir” ou “Encerrar”. Quem faz a denúncia é responsável por preencher os dados e anexar os arquivos sobre a irregularidade apontada.

Se a acusação estiver relacionada a casos de desinformação, a pessoa será direcionada para o Sistema de Alerta de Desinformação Eleitoral (Siade) e, se o assunto tratar de crime ou ilícito eleitoral, para o Ministério Público Eleitoral.

CNN Brasil

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Polícia

PF já apreendeu mais de R$ 46 milhões em ações de combate a crimes eleitorais em 2024

PF prendeu três pessoas com quase R$ 5 milhões para, supostamente, comprarem votos em cidade do Pará — Foto: PF/Reprodução

A Polícia Federal (PF) informou neste sábado (5) que as ações de combate a crimes eleitorais realizadas em 2024, até o momento, levaram à apreensão de R$ 46 milhões em bens e valores — dos quais R$ 20 milhões são dinheiro em espécie.

Segundo a corporação, esses recursos estão ligados a crimes cometidos por pessoas durante a campanha para as eleições municipais de 2024.

Nos últimos meses, foram deflagradas mais de 40 operações de combate a crimes eleitorais no país.

Além disso, estão em curso cerca de 2.200 inquéritos para investigar esse tipo de delito e ações criminosas contra o Estado Democrático de Direito.

Na sexta-feira (4), a PF prendeu três suspeitos, dos quais dois são servidores públicos, acusados de sacar R$ 5 milhões em espécie para a compra de votos em um candidato no município de Castanhal, no Pará.

A informação foi publicada no blog da Camila Bomfim, no g1, e a corporação não informou a identidade do candidato que seria beneficiado pela ação criminosa.

Também na sexta, um homem suspeito de integrar a campanha de um candidato a prefeito do município de Cabo Santo Agostino, em Pernambuco, foi preso em flagrante, acusado de tentar comprar votos de eleitores com cestas básicas.

No Maranhão, um concorrente à Câmara de Vereadores do município de Mata Roma foi detido, também por corrupção eleitoral. Ele estava portando R$ 8,5 mil divididos em envelopes com R$ 150 e R$ 400, e tinha como objetivo a compra de votos de cidadãos da cidade.

Em São Gabriel da Cachoeira (AM), pessoas ligadas à administração municipal e candidatos a vereador na cidade foram alvo de operação da PF para apurar suposta distribuição irregular de combustíveis.

O esquema, segundo as investigações, envolve empresários da região e beneficiaria diretamente um grupo político que concorre a cargos eletivos na cidade. Os suspeitos foram presos e o posto de gasolina teve as atividades suspensas.

g1

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Eleições 2024

TRE-PB indefere candidato a prefeito de Mulungu suspeito de forjar casamento para disputar eleições

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) indeferiu a candidatura de Pollyan Rebouças (MDB), que disputa o cargo de prefeito em Mulungu, no agreste paraibano.

Eles aceitaram a denúncia feita pela coligação Unidos por Mulungu, que tem como candidata a prefeita Daniela Ribeiro (Republicanos). Segundo o documento, o emedebista teria forjado um casamento para que pudesse disputar as eleições da cidade.

Segundo a defesa de Daniela, Pollyan teria uma união estável com Dayanne Joyce, filha do prefeito Melquíades do Nascimento, cassado pela Câmara no ano passado. Como estaria impedido de se candidatar nas eleições por causa do grau de parentesco com o atual gestor, ele teria se separado meses antes da eleição.

Este ano Pollyan se casou com outra mulher para ficar habilitado a disputar o pleito deste ano. No entanto, Daniela alega na denúncia que Pollyan ainda permanece “casado” com Joyce.

Blog do Bg PB

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Brasil

PF abre inquérito para investigar laudo com indícios de falsidade de Marçal sobre Boulos

Foto: Reprodução/Rede Globo

A Polícia Federal abriu inquérito e já cumpre diligências neste sábado (5) para apurar o caso do laudo com indícios de falsidade divulgado pelo candidato à prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) para acusar um de seus adversários na disputa, Guilherme Boulos (PSOL), de uso de drogas.

A Justiça Eleitoral reconheceu que o suposto laudo tem indícios de falsidade e mandou retirar vídeos que Marçal fez usando essa acusação.

Fontes confirmaram que Boulos já enviou à PF uma representação com a queixa a respeito da divulgação do suposto laudo. O documento foi anexado a um inquérito instaurado no último dia 17 de setembro.

Boulos já tinha representado por ter sido acusado de uso de drogas, por isso há, além do inquérito, diligências em andamento. Segundo apurou o blog, não há mandados de busca em andamento. As diligências realizadas até o momento são de checagem de dados e de abordagens periciais .

A lei eleitoral proíbe prisões de candidatos na janela eleitoral que vai de 21 de setembro a 8 de outubro — a não ser se for prisão em flagrante.

g1

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Brasil

Juiz manda Marçal excluir vídeos com laudo que relata suposto uso de cocaína por Boulos

Foto: reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou, na manhã deste sábado (5), que Pablo Marçal (PRTB) exclua das suas redes sociais vídeos em que faz referência a um laudo que relata um suposto uso de cocaína por parte de Guilherme Boulos (PSOL).

Na decisão de hoje, o juiz Rodrigo Marzola Colombini, da 2ª Zona Eleitoral, aponta indícios de falsidade do documento divulgado por Marçal.

“Há plausibilidade nas alegações [dos autores da representação], envolvendo não apenas a falsidade do documento, a proximidade do dono da clínica em que gerado o documento com o requerido Pablo Marçal, documento médico assinado por profissional já falecido e a data em que divulgados tais fatos, justamente na antevéspera do feito”, afirmou o juiz.

O magistrado determinou ainda que Marçal apresente defesa em até dois dias. A CNN entrou em contato com a campanha de Marçal para comentar a decisão deste sábado e aguarda retorno.

VEJA TAMBÉM: Marçal posta suposto laudo de cocaína de Boulos, que nega e vai pedir prisão de rival

CNN Brasil

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Judiciário

Justiça eleitoral suspende comícios, carreatas e atos públicos no Sertão da Paraíba

A Justiça Eleitoral atendeu a um pedido da Polícia Militar e suspendeu os atos políticos públicos realizados em Sousa e Marizópolis neste sábado (5), véspera de eleição.

Em decisão, o juiz José Jairo Gomes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), afirmou que não se pode ignorar as condições da estrutura policial disponível na região para garantir a segurança nesse período. Além disso, o juiz pediu compreensão dos candidatos para realizar os atos até esta sexta-feira (4).

“Levando-se em conta a necessária garantia da regular realização pleito, tendo em vista, ainda, o efetivo exercício do direito de expressão conferido a todos os envolvidos, que puderam, e ainda podem, realizar as campanhas eleitorais e seus atos de propaganda até a data de hoje, acolho o pedido apresentado pela Polícia Militar, para determinar a suspensão da realização de atos de campanha no espaço público nos municípios de Sousa e Marizópolis”, escreveu o magistrado.

BG com MaisPB

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Judiciário

TRE-PB rejeita recurso e mantém Raíssa Lacerda com tornozeleira eletrônica

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é fd1c72bb152796210fb980d901ad7b4f.jpeg A vereadora Raíssa Lacerda (PSB) vai continuar usando tornozeleira eletrônica, após o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) negar um habeas corpus impetrado pela defesa. A decisão foi tomada na tarde desta sexta-feira (4). Em seu parecer, o procurador-regional Eleitoral, Renan Paes Félix lembrou que a corte já havia discutido o tema na última quarta-feira (4), quando os juízes negaram um recurso semelhante impetrado pela primeira-dama Lauremília Lucena. O argumento foi aceito pelo relator do processo, o desembargador Bruno Teixeira de Paiva, seguido por unanimidade pelos juízes presentes.

Prisão e renúncia

Raíssa anunciou a desistência da candidatura à reeleição, uma semana após ser presa durante a segunda fase da operação ‘Território Livre’, que investiga o aliciamento violento de eleitores em João Pessoa. De acordo com a Polícia Federal, a operação visa reprimir práticas ilegais relacionadas à coação de eleitores. A suspeita é de que o grupo criminoso estaria se utilizando de meios ilegais para tentar obrigar que as pessoas de determinados bairros votassem em Raíssa. BG com Portal Correio

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