O deputado federal Efraim Filho (União Brasil) oficializou, na noite desta quinta-feira (31), a aliança com o deputado Pedro Cunha Lima, pré-candidato a governador pelo PSDB.
“Terei a honra de compartilhar com Pedro muitos desafios e angústias. Vários momentos que haveremos de ter aquilo que é próprio da juventude. Jovens ousados que não aceitaram dobrar joelho, mas que tiveram a oportunidade de enfrentar. É preciso pensar a Paraíba”, afirmou Efraim ao se referir a Pedro, a quem tratou de “futuro governador”.
Efraim integrava a base do governador João Azevêdo (PSB), mas rompeu com o gestor na semana passada e migrou para a bancada de oposição. A mudança aconteceu logo após uma batalha interna do parlamentar com o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), que articula ser o candidato ao Senado na chapa de João.
O estado da Paraíba é condenado a pagar R$ 10 mil a um homem que foi preso ilegalmente em 2017. De acordo o processo, o autor da ação estava em sua residência quando foi abordado por policiais militares. Os agentes quais afirmaram que havia ocorrido um acidente de trânsito na redondeza, e que o homem seria o principal suspeito, porque possuía uma moto branca e tatuagem no braço.
Na sentença, o juízo da 4ª Vara Mista de Cajazeiras entendeu que a conduta estatal foi hígida e inexiste nos autos comprovação de dano moral ou abalo psicológico a ponto de ensejar reparação.
“O inocente que é preso ilegalmente devido a excessos cometidos por agentes do Estado tem o direito de ser indenizado pelos danos morais decorrentes da restrição indevida ao direito de liberdade de locomoção, da violência física e psicológica e dos constrangimentos a que foi injustamente submetido”. Assim entendeu o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.
O relator também entendeu que o caso não configura mera abordagem policial. “Trata-se, em verdade, não só de restrição indevida ao direito de locomoção, mas também, de violação à dignidade de um cidadão que, apenas pela sua aparência – tatuagens no braço, e por ser proprietário de uma moto branca, foi considerado culpado e exposto à situação humilhante, tendo em vista ter sido abordado, na sua residência, por duas viaturas policiais, conduzido dentro de uma delas até a Delegacia e apresentado à vítima para reconhecimento, o que, inegavelmente, colocou suas integridades física e moral em risco”.
Ao se filiar ao PSC, o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues rasgou o verbo contra o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, que trocou o comando do PSD no estado. Pego de surpresa com a mudança, Romero demonstrou descontentamento com o grupo dos Ribeiros, que assume o partido.
“Eu não saí, eu fui expulso pela forma traiçoeira como fui pego de surpresa. É uma traição brutal, é um golpe baixo na democracia, porque afinal de contas quem decide é o povo, não são os partidos. Infelizmente a lei eleitoral é muito falha”, desabafou.
Cotado para presidir o PSC na Paraíba, ele afirmou que “abraçará a causa” caso seja essa a vontade do grupo.“Claro que se for oficializado o convite vou abraçar de coração, vou trabalhar como fiz no PSD, de forma honesta”, garantiu o ex-prefeito, ressaltando que precisa discutir o assunto com o prefeito de Campina, Bruno Cunha Lima, com seu irmão, o deputado estadual Moacyr Rodrigues, e outros aliados.
Inspirados na famosa foto dos Beatles, cinco porcos atravessaram uma rua bem próximos a uma faixa de pedestres em Campina Grande nesta quinta-feira (31). A imagem inusitada foi compartilhada em perfis nas redes sociais e internautas brincaram com a legenda “Beatles estão com inveja”.
Foto: Reprodução
A capa do disco Abbey Road já foi parodiada, homenageada e referenciada à exaustão desde seu lançamento por toda a cultura pop. No fim dos anos 60, emergiu uma teoria da conspiração que afirmava que Paul McCartney havia morrido num acidente de carro em 1966, e substituído por um sósia — razão pela qual ele era o único a aparecer descalço na imagem. Qualquer paraibano ajuizado perceberia que a resposta muito mais plausível é que a sandália dele deve ter torado numa topada e ele estava se dirigindo ao mercadinho mais próximo para comprar um novo par.
Foto: Reprodução
O próprio McCartney (ou seu suposto sósia) parodiou toda a marmota com um álbum lançado em 1993 entitulado “Paul Is Live” (“Paul está vivo”).
O deputado estadual Raniery Paulino (Republicanos) soltou o verbo e disse que se o deputado federal e pré-candidato ao Senado pela Paraíba, Aguinaldo Ribeiro (PP), quer apoio político, ele tem que ir em busca também.
O comentário de Raniery foi registrado durante fala à imprensa, nesta quinta-feira (31), em João Pessoa.
“Se ele quer apoio político ele tem que ir em busca também, tem que cumprir esse papel. Ele tem uma metodolgia própria, como todos conhecem e cada um vai se adequando a essa metodologia.” disparou Raniery
O reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Prof. Valdiney Gouveia, divulgou, nesta quarta-feira (30), uma nota pedindo que atos de pichações e depredações do patrimônio sejam denunciados. O reitor lembra que os recursos para construção, reforma e conservação da UFPB têm como fonte os impostos pagos pelos cidadãos.
“Ser nosso não significa que possamos dispor do patrimônio em razão de nossos interesses pessoais ou grupais específicos; não podemos fazer o que quisermos, mas aquilo que for permitido por contratos sociais, normas internas e, sobretudo, delimitações legais”, diz o texto.
Valdiney afirma que nos últimos três anos foram gastos mais de 30 milhões de reais em reformas e manutenções da UFPB, incluindo gastos com limpeza, pintura etc. “Entretanto, algumas pessoas, agindo contrárias à lei, destroem, depredam e picham a Universidade. Lembrando, pichar o Patrimônio Público é crime, de acordo com a LEI Nº 12.408, de 25 de maio de 2011, implicando em pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano, além de multa”, prossegue o reitor.
A nota conclui que os atos de pichação ou depredação precisam e devem ser coibidos e pede: “Se você registar situações desse tipo, denuncie. Sua denúncia poderá ser anônima, encaminhada à Ouvidoria da Universidade ([email protected]). Serão tomadas todas as medidas previstas em lei e no Regimento Geral da UFPB”.
O caso da interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal é um escândalo à parte da política nacional. O presidente era praticamente réu confesso após a desastrosa reunião ministerial e todas suas declarações públicas no antigo “cercadinho” sobre trocar superintendentes – especialmente a do Rio de Janeiro onde sua família era investigada – mas Bolsonaro virou o jogo de forma surpreendente, venceu e jogou Sergio Moro no limbo.
O ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, agora, perdeu seu timing político, mesmo tendo saído do governo atual achando que derrubaria o presidente, assim como tirou Lula da disputa em 2018. Acabou, de novo, derrotado.
“Nenhuma prova consistente para a subsunção penal foi encontrada. Muito pelo contrário, todas testemunhas ouvidas foram assertivas em dizer que não receberam orientação ou qualquer pedido, mesmo que velado, para interferir ou influenciar investigações conduzidas na Polícia Federal”, afirmou o relatório da própria PF que inocentou Bolsonaro.
Não dá nem para dizer que Moro também saiu ganhando porque a acusação de denunciação caluniosa contra ele – após ter acusado o presidente de interferir na polícia – também foi arquivada. Isso será esquecido rapidamente.
O que ficará para a história é como Moro perde em sequência. Perde para Lula, que virou o jogo em todos os processos abertos pelo ex-juiz contra o petista. Perde para Bolsonaro, que agora pode tripudiar dizendo que venceu seu ex-ministro, como havia dito que faria.
Aliás, de quem Moro não perde?
Está pronto para perder dos dois de novo na disputa presidencial, como mostram as pesquisas. Não se viabiliza politicamente nem mesmo “roubando” votos de Bolsonaro, que faz um péssimo governo e ainda vai mal na economia, entre os eleitores de direita.
Há quem repita em Brasília que se Moro tivesse saído da magistratura em 2018… ganharia a eleição e seria o atual presidente da República.
Mas a história correta é: Moro prendeu o líder das pesquisas (sabe-se, agora, que violando regras do estado democrático de direito), foi trabalhar para o segundo colocado na disputa, que venceu as eleições por causa dele, e hoje patina nas pesquisas por sua própria incompetência.
Pior: vê agora sua principal acusação contra o presidente cair por terra e ele mesmo, Moro, ficar ainda mais sem credibilidade.
O Diário Oficial da União trouxe nesta quinta-feira (31) a exoneração do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que deixa o cargo para se dedicar a pré-candidatura ao Senado, obedecendo prazo imposto pela legislação eleitoral.
Em seu lugar, está nomeado Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, que era secretário-executivo da pasta. A indicação foi uma escolha do próprio Rogério Marinho, aceita pelo presidente Jair Bolsonaro.
Engenheiro civil com especialização em gestão pública, Daniel de Oliveira Duarte Ferreira é analisa de infraestrutura e era o secretário-executivo do ministério. Foi diretor do Departamento de Produção Habitacional da Secretaria Nacional de Habitação.
O governador de São Paulo, João Dória vai anunciar nesta quinta-feira, às 16h a permanência no governo de São Paulo e a consequente desistência na disputa para a presidência da república.
Há rumores de que Dória vai sair do PSDB, como informa a plataforma The Investor, após ele se sentir isolado dentro do partido e tomou a atitude para criar uma crise dentro da legenda, começando por São Paulo.
Doria, que sempre foi visto com um estranho no ninho tucano, venceu as prévias para disputar a presidência da República pelo PSDB numa eleição conturbada.
Caso não consigam convencer Dória até o fim da tarde, a saída do partido eria lançar Eduardo Leite, que renunciou o cargo de governador do Rio Grande do Sul.
O ex-juiz Sergio Moro decidiu trocar o Podemos pelo União Brasil. O anúncio deve ser feito ainda nesta quinta-feira (31).
A expectativa no União Brasil é de que Moro desista de ser candidato à Presidência da República e concorra a uma vaga na Câmara dos Deputados ou Senado.
Moro foi pressionado por senadores do Podemos a transferir seu domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo. Caso contrário, alguns parlamentares ameaçavam deixar a sigla.
A pressão levou Moro a retomar as negociações com o União Brasil. o presidente do partido, Luciano Bivar tem conversado também com Doria, Eduardo Leite e Simone Tebet sobre a candidatura única do chamado Centro Democrático. A condição prévia é que todos abandonem suas pré-candidaturas neste momento e passem a trabalhar em prol de um projeto comum.
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