Uma mãe foi encaminhada à Central de Polícia, em João Pessoa, por suspeita de castigar a filha, de 5 anos, pressionando um ovo quente em sua mão. O caso foi registrado na madrugada desta terça-feira (13). A criança foi socorrida ao Hospital do Valentina de Figueiredo, na Zona Sul da cidade.
Ao chegar ao local, a criança mostrou as mãos com queimaduras ao policiais.
A mulher foi presa em flagrante e encaminhada para a Central de Polícia, no Geisel. Já a criança foi entregue ao Conselho Tutelar.
Além da mãe, o padrasto da menina prestou esclarecimentos. Até o momento não há mais detalhes sobre o crime.
Como anunciado nesta segunda-feira (12) pela Petrobras o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, está mais barato a partir desta terça-feira (13) nas distribuidoras.
O preço médio para as distribuidoras passará de R$ 4,23 por quilo para R$ 4,03 por quilo, uma redução de 4,7% – equivalente a R$ 52,34 pelos 13 quilos, o peso do botijão comum.
“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, diz o comunicado divulgado pela estatal.
A última alteração ocorreu no dia 9 de abril, quando o valor passou de R$ 4,48 para 4,23 por quilo – R$ 54,94 pelos 13 quilos.
Nas redes sociais, aliados do presidente Jair Bolsonaro comemoraram o anúncio da Petrobras.
Em seu perfil no Twitter, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, associou a redução do preço do gás de cozinha ao desempenho do mandatário do país nas pesquisas de intenção de voto. “Bolsonaro subiu, o gás caiu, o povo aplaudiu, melhor para o Brasil”, escreveu.
Na sexta-feira, 9, o Datafolha divulgou uma nova pesquisa sobre a corrida ao Palácio do Planalto. De acordo com o levantamento, o chefe do Executivo federal oscilou positivamente dois pontos, dentro da margem de erro, de 32% para 34% . O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 45%.
Também pelas redes sociais, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, fez um balanço sobre a redução do preço dos combustíveis. “Décima primeira semana consecutiva de queda no preço da gasolina. Preço do etanol também caiu, preço do diesel caiu pela quinta semana consecutiva. Gasolina já acumula queda de 31,8%, etanol, de 27,5% e diesel, 9,4%. Passo a passo e com a graça de Deus, vamos em frente” publicou o titular da pasta.
A pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (12), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 46% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.
Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 5 de setembro, Lula oscilou dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo –antes, tinha 44%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual de então.
Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Na pesquisa anterior, ele tinha 8% –também uma oscilação dentro da margem de erro. Simone Tebet (MDB) se manteve com os 4% do Ipec da semana passada.
Felipe d’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) se mantiveram com 1%. Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. Pablo Marçal (Pros) deixou de constar no levantamento do Ipec porque o TSE indeferiu a candidatura dele.
Intenção de voto estimulada
Lula (PT): 46% (44% na pesquisa anterior, em 5 de setembro)
Jair Bolsonaro (PL): 31% (31% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 7% (8% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 4% (4% na pesquisa anterior)
Felipe d’Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)
Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
Padre Kelmon (PTB): 0% (não estava na pesquisa anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Branco/nulo: 6% (6% na pesquisa anterior)
Não sabe/não respondeu: 4% (5% na pesquisa anterior)
A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 9 e 11 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01390/2022.
Nesta segunda-feira (12), o comitê de campanha presidente Jair Bolsonaro (PL) vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorização para utilizar imagens não oficiais do Dia da Independência na propaganda eleitoral.
Para os advogados é possível fazer este ajuste na campanha. A decisão de proibir as imagens do ato de 7 de setembro é do ministro do TSE Benedito Gonçalves e se estende ao vice de Bolsonaro, Walter Braga Netto.
O prazo de cinco dias de resposta do presidente sobre acusação de abuso de poder político e econômico nos atos comemorativos do Bicentenário da Independência termina nesta semana.
O Partido Liberal, legenda do presidente, já orientou a campanha para que cumpra a decisão do TSE e retire qualquer material relacionado ao 7 de setembro para evitar punições, inclusive das redes sociais.
O paraibano Tiago Ramos, ex-namorado da mãe do jogador Neymar, Nadine, teve um surto durante o confinamento para o reality show ‘A Fazenda’, da Rede Record. O futuro peão teria quebrado itens do quarto de hotel onde está confinado.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do portal Em Off, o ex-padrasto de Neymar Jr. chegou a gritar no quarto de hotel. O reality estreia nesta terça-feira (13).
Natural da cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, Tiago Ramos tem um histórico de envolvimento em polêmicas.
Uma delas aconteceu no México, onde ele estava com Nadine, em uma viagem após terem se reconciliado. O paraibano afirma ter sido esfaqueado após uma confusão.
Ela deixou Cancún, mas o paraibano permaneceu. “Cheguei no restaurante e pedi um prato de carne, não sei o que aconteceu, não fiz nada, mas não me deixaram ficar”, contou.
Tiago teria sido agredido por dois homes e esfaqueado por um terceiro nas costas. Ensanguentado e com o rosto inchado, Tiago afirmou que voltaria ao México e que “isso não vai ficar assim”.
Ninguém disse que o país deu um cheque em branco a Fernando Henrique Cardoso ao elegê-lo presidente da República em 1994 e reelegê-lo em 1998 sem que precisasse disputar o segundo turno.
Pareceu a todos uma coisa normal. Se, como mandava a lei, ele obteve 50% mais um voto, natural que assumisse o cargo. Quando nada, o país seria poupado de mais 20 dias de campanha.
De resto, eleito no primeiro turno, o novo presidente ficou dispensado de barganhar com forças políticas que só se dispunham a apoiá-lo no segundo, e sabe-se muito bem em troca do quê.
O presidente ganhou tempo para montar sem tanta pressa sua equipe de governo e planejar suas primeiras ações; um presidente fortalecido por uma admirável manifestação de fé popular.
E por que agora, só agora, ouve-se vozes a bradar contra uma eventual eleição do próximo presidente no primeiro turno? Na verdade, contra a eleição de Lula em 2 de outubro?
Dizem alguns: cheque em branco, somos contra. Dizem outros: o segundo turno reforça a autoridade do presidente eleito. E há os que dizem: a democracia só tem a ganhar havendo segundo turno.
Uma parte dos que dizem essas coisas são os órfãos da chamada terceira via que não deslanchou até aqui, e que dificilmente terá tempo para deslanchar. Em desespero, estrebucham na maca.
Outra parte é a dos que não votarão em Bolsonaro de jeito nenhum, mas que talvez votem em Lula, contrafeitos. E tem aqueles que na hora H taparão o nariz e votarão em Bolsonaro.
O voto secreto serve também para esconder a vergonha. Eleitores perdidos por Bolsonaro se preparam para votar no imbrochável, a única maneira de blindar o Brasil contra o comunismo.
Mas, se um candidato com menos de 10% dos votos pode sonhar em crescer a para substituir Bolsonaro no segundo turno, por que quem tem mais de 40% não pode sonhar em liquidar a fatura já?
Sosseguem os desamparados da terceira via e os que passam mal só de pensar que para derrotar Bolsonaro terão de votar em Lula: esta eleição só será decidida no segundo turno.
É o que preveem todos os oráculos da política. A não ser que Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet se desidratem e a eleição acabe no primeiro turno com a vitória de Lula ou de Bolsonaro.
Por que não com a de Bolsonaro? Sim, nesse caso, poderia ser com a vitória nele. Ainda faltam 20 dias.
A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) descartou, nesta segunda-feira (12), substituir a candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho na disputa pelo Senado após indeferimento do petista em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), na última sexta-feira (9).
“Seguimos confiantes. É uma questão de justiça para com o Ricardo Coutinho. Ele tem a preferência da maioria do eleitorado da Paraíba”, disse Gleisi Hoffmann ao jornalista Felipe Nunes.
Com isso, o PT buscará reverter a inelegibilidade do ex-governador através de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF).
O prazo para um possível mudança encerra nesta segunda. Só há exceção à regra em caso de falecimento, quando a substituição pode ser efetivada após a data.
No julgamento realizado pelo TRE-PB, Ricardo foi considerado inelegível para a disputa eleitoral deste ano, tendo em vista a condenação por abuso de poder político, com viés econômico, praticado nas eleições de 2014.
O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) inicia neste mês os testes do seu sistema de pagamentos instantâneos, o FedNow. Espécie de versão americana do Pix, ele promete revolucionar a forma como se envia e recebe dinheiro na maior economia do mundo. Enquanto isso, no Brasil, o Pix “original” – implantado no governo de Jair Bolsonaro – está próximo de bater a marca recorde de R$ 1 trilhão em transações realizadas em um único mês, e caminha para replicar sua experiência em outros países, como Colômbia e Canadá.
A expectativa do Fed é de lançar o sistema entre maio e julho de 2023. Nesta sua reta final de desenvolvimento, o projeto-piloto do FedNow vai iniciar a fase de testes técnicos, com a participação de mais de 120 instituições. Em paralelo, o Fed já começa a envolver outras instituições interessadas na nova solução, mas que ficaram de fora do projeto-piloto.
A promessa do BC americano é de que o FedNow esteja disponível a instituições financeiras de todos os tamanhos nos EUA. E, assim, conecte empresas e famílias americanas, facilitando os pagamentos em uma economia onde o cheque – que no Brasil praticamente desapareceu do dia a dia – ainda é presença frequente. “Juntamente com os nossos parceiros, estaremos prontos para lançar o FedNow entre maio e julho de 2023”, afirmou a vice-presidente do Fed, Lael Brainard, em evento recente sobre pagamentos instantâneos.
Segundo ela, o FedNow deve transformar a forma como os pagamentos são feitos na maior economia do mundo, propiciando “ganhos substanciais” para famílias e empresas por meio de transferências de dinheiro instantâneas. Tal como o Pix, a nova ferramenta vai funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana.
“A disponibilidade imediata de dinheiro pode ser especialmente importante para famílias que administram suas finanças de salário em salário ou pequenas empresas com restrições de fluxo de caixa”, disse Lael.
A autoridade monetária dos EUA ainda não revelou as expectativas para o FedNow. Segundo Lael, o número de empresas e famílias americanas que vão usar o “Pix americano” vai depender da quantidade de provedores de serviços financeiros que aderirem à nova infraestrutura de pagamentos da autarquia.
ADESÃO – No Brasil, o Pix é operado por mais de 770 instituições, segundo o BC. Por conta da facilidade de mandar e receber dinheiro, e também pelo fato de não ter taxas, a adesão dos brasileiros ao novo sistema foi uma explosão. A quantidade de chaves do Pix, mais de 478 milhões, é o dobro da quantidade de habitantes no País, de 212,7 milhões, conforme estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o total de usuários soma mais de 131,8 milhões, sendo 122 milhões de pessoas físicas.
O Pix foi elogiado por instituições como o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), uma espécie de banco central dos bancos centrais, que destacou “os menores custos e maior inclusão financeira” com a ferramenta. E despertou o interesse de outros países.
Segundo o presidente do BC, Roberto Campos Neto, os primeiros passos internacionais do Pix podem ocorrer dentro da América Latina. A Colômbia já demonstrou interesse em replicar a experiência brasileira. “Estamos fazendo uma parte internacional do Pix. Eu tenho conversado bastante com o banqueiro central da Colômbia (Leonardo Villar). Ele me diz que querem fazer igual”, afirmou ele, em evento no mês passado, mencionando ainda o interesse do Canadá.
Para Campos Neto, a atração de outros países se dá pelo baixo custo: “O Pix é muito barato, custou R$ 5 milhões para o Banco Central”.
Nas eleições deste ano, as seções eleitorais serão abertas às 8h e encerrarão os trabalhos às 17h do horário de Brasília, desde que não haja eleitores na fila. Como consequência, estados com fuso horário diferente da capital terão de se adequar à medida.
Por exemplo, os estados do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Roraima e Mato Grosso terão a votação iniciada uma hora antes, levando em conta horário local.
No estado do Acre, a votação começará duas horas mais cedo e, em Fernando de Noronha, uma hora mais tarde, mantendo-se, em todos os estados, o mesmo número de horas para a votação.
Essa regra não se aplica ao voto no exterior.
Na prática, a votação passa a ter os seguintes horários, de acordo com o horário local:
Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e parte do Pará: das 7h às 16h;
Acre: das 6h às 15h;
Fernando de Noronha (PE): das 9h às 18h;
todos os demais estados (fuso horário de Brasília): das 8h às 17h.
As eleições estão marcadas para os dias 2 (primeiro turno) e 30 de outubro (eventual segundo turno).
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 41% das intenções de voto contra 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/FSB divulgada nesta segunda-feira (12). No último levantamento, de uma semana atrás, o petista tinha 42%, ante 34% do chefe do Executivo.
Eis as percentagens registradas no 1º turno por todos os candidatos que estão na disputa para o Planalto:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 41% (tinha 42% no levantamento anterior);
Jair Bolsonaro (PL): 35% (tinha 34%);
Ciro Gomes (PDT): 9% (tinha 8%);
Simone Tebet (MDB): 7% (tinha 6%);
Felipe D’Ávila (Novo): 1% (não pontuava no levantamento anterior);
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (tinha 1%).
José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP) tiveram juntos 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 1%. E não vão votar em nenhum candidato, 3%.
Pablo Marçal (Pros) registrou 1% das intenções de voto no levantamento anterior. Neste, o nome do político não foi listado, pois teve a candidatura indeferida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A pesquisa realizou 2.000 entrevistas por telefone de 9 a 11 de setembro de 2022. Está registrada no TSE com o número BR-06321/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.
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