Andressa Urach entrou com um pedido na Justiça para que seja realizada uma perícia nas contas da Igreja Universal do Reino de Deus. A modelo diz ter doado cerca de R$ 2 milhões à igreja do bispo Edir Macedo, e está no meio de um processo para recuperar o dinheiro. O pedido é a nova etapa dessa disputa judicial: ela quer saber para qual fim esse dinheiro foi destinado.
O UOL procurou a Universal para um posicionamento sobre o caso, e aguarda resposta.
O advogado de Andressa Urach já fez, também, um pedido liminar para que ela receba cerca de 15% do faturamento da igreja até a conclusão do julgamento. A juíza Fernanda Carravetta Villande, da 13ª Vara Cível de Porto Alegre, negou o pedido.
O processo se baseia no Código Civil, que diz: “Nula é também a doação quanto à parte que exceder à de que o doador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento”.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), encaminhou a indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O ato formal foi cumprido nesta quarta-feira, 18, conforme o sistema de tramitação do Senado, e agora aguarda a designação de um relator na CCJ.
O presidente da comissão, Davi Alcolumbre (DEM-AP), resiste ao nome de André Mendonça e é responsável por marcar a sabatina do indicado. A decisão do Senado de iniciar formalmente a tramitação da indicação ocorreu após reunião de Pacheco com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux.
O senador pediu a Fux que retome o diálogo entre os Poderes e renovou cobranças para recuo do presidente Jair Bolsonaro nas ameaças à Corte. A crise é um dos motivos que emperrava a indicação do escolhido de Bolsonaro para o Supremo.
De alta hospitalar após ficar internado por seis dias por causa da Covid-19, Zeca Pagodinho comemorou a volta para a casa com um vídeo ao lado de enfermeiros. “Então, tô indo embora. Terminar o tratamento em casa. Bacana. Levei [nota] 10 no pulão, 10 no fígado, 10 em tudo. E… Fui. Vacinem-se”, disse o cantor antes de deixar a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (19).
“Ótima notícia !!! RJ, 19 Ago 2021 – A Casa de Saúde São José informa que o cantor Zeca Pagodinho, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta hoje do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado pela equipe médica. #VacinasSalvamVidas”, tuitou a equipe de Zeca junto ao vídeo.
Ótima notícia !!! RJ, 19 Ago 2021 – A Casa de Saúde São José informa que o cantor Zeca Pagodinho, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta hoje do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado pela equipe médica. #VacinasSalvamVidas 💙🙌🏼 pic.twitter.com/9uLHaJctWp
O sambista foi internado para um melhor monitoramento da doença. Zeca Pagodinho tem 62 anos e tomou as duas doses da vacina contra a Covid. Quando tomou a segunda dose ele, inclusive, fez um apelo para que todos se imunizem. “Tem que voltar tomar a segunda, a terceira, quantas tiver. Tem que tomar por causa das crianças, dos idosos”, disse.
O Ministério Público da Paraíba ofereceu denúncia contra o responsável pela instituição de longa permanência para idosos Cuidart, Rodrigo de Araújo Pontes, e a enfermeira-chefe do abrigo, Brenda Louyse Oliveira de Souza, pelos crimes previstos no artigo 99 do Estatuto do Idoso e no artigo 129 do Código Penal.
O abrigo, localizado no bairro de Tambauzinho, na Capital, foi interditado pela Vigilância Sanitária, em abril. Na denúncia, o MP sustenta que os acusados expuseram a perigo a integridade e a saúde, física e psíquica, dos idosos institucionalizados no abrigo Cuidart, submetendo-os a condições desumanas ou degradantes, cuja conduta resultou em lesões corporais e no óbito de oito idosos, que estavam abrigados no local. Além disso, a segunda denunciada provocou lesões corporais de natureza gravíssima numa idosa de 92 anos, que em decorrência, teve um membro amputado.
A denúncia foi oferecida pela 5ª promotora de Justiça da Capital, Dinalba Araruna Gonçalves, nos autos do inquérito 0806585-20.2021.8.15.2002 que tramita na 5ª Vara Criminal da Capital.
A promotora de Justiça requereu ainda a prisão preventiva de Rodrigo Pontes por resguardo da ordem pública e risco de fuga. ”A gravidade das infrações praticadas, aliadas às provas dos autos, demonstra que a segregação provisória do imputado é medida de rigor, principalmente em razão da garantia da ordem pública e, sobretudo, por se tratar de crime praticado em face de múltiplos idosos, dos quais dezessete se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade, acamados, mal alimentados, de modo que estando o acusado em liberdade, poderá, desaparecer do domicílio da culpa, numa tentativa de se furtar à aplicação da lei penal”, ressalta a promotora na denúncia.
O caso – Conforme a denúncia, no último dia 4 de abril, a Vigilância Sanitária e a Secretaria de Saúde de João Pessoa verificaram que a instituição de longa permanência Cuidart funcionava sem licença sanitária e sem alvará de funcionamento. Durante a inspeção realizada foram contabilizados 39 pacientes idosos, entre homens e mulheres, em situação de negligência e vulnerabilidade, alguns dos quais se apresentavam em avançado estado de desnutrição, desidratação e infecções recorrentes.
Além disso, as equipes também verificaram irregularidades na documentação dos idosos, pois alguns não tinham prontuários, nem outro documento que pudesse identificá-los. Ficou constatado ainda que as medicações de uso controlado eram ministradas sem receituário próprio, a exemplo de morfina.
Devido às precárias instalações e péssimas condições de higiene, foi determinada a transferência dos idosos para o Hospital Padre Zé. Dezessete idosos foram levados, com urgência, para o hospital durante a madrugada do dia 5 de abril, os quais em sua maioria se encontravam acamados, desidratados, emagrecidos e dois deles apresentavam sinais de infecção ativa.
A equipe médica do hospital constatou que os idosos foram admitidos com quadro de desorientação, alguns dos quais tinham postura de contratura, especialmente quatro idosas que apresentavam posição de defesa com os braços cruzados sobre o tórax, enquanto outros apresentaram um quadro de saúde mais agravado, decorrente da ação comissiva dos acusados.
Conforme o relato das testemunhas, os idosos estavam instalados em um local insalubre, com gotejamento de água da chuva em seus dormitórios, banhos gelados durante a madrugada, feridas abertas e purulentas, além de serem privados de água e alimentos, situação que acelerou a morte de alguns pacientes e agravou o estado de saúde de outros. Sete idosos faleceram no Hospital Padre Zé, após serem retirados do abrigo, e um idoso já tinha falecido dentro da própria instituição, dias antes do resgate.
Lesão corporal – Os médicos verificaram que uma das vítimas, uma idosa de 92 anos, apresentava lesão corporal de natureza gravíssima, uma necrose no dedo grande do pé, com sinais de infecção generalizada, que denotava um quadro agudo que vinha se arrastando há meses e não foi observado pela direção da entidade, nem sequer pela enfermeira-chefe.
Conforme a denúncia, esse ferimento era de conhecimento geral da equipe do acusado Rodrigo e, especialmente da enfermeira chefe Brendah Souza, que tinha ciência de que o dedo da idosa estava necrosado e ainda assim administrava o uso de uma pomada sem a devida prescrição médica. Deste modo, o descaso com o ferimento resultou na necrose, não apenas do dedo, além dos demais dedos do pé esquerdo, causando a imobilização do joelho e levando à amputação do membro inferior esquerdo. Cuidadores da entidade ouvidos durante o inquérito informaram que a idosa foi admitida no abrigo em novembro de 2020, e que foi ferida no dedo do pé, pela conduta da enfermeira Brendah Souza,
Denúncia – O Ministério Público denunciou Rodrigo Pontes e Brendah Louyse Souza como incursos nas penas do artigo 99, parágrafo 2° (por oito vezes, pela morte de oito idosos) e art. 99, (por 31 vezes) do Estatuto do Idoso c/c art. 71, do Código Penal e art. 129, parágrafo 2°, inciso III, CP, (em relação à paciente que teve a perna amputada).
A vereadora Eliza Virgínia (Progressistas) protocolou, na manhã desta quinta-feira (19), um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para “investigar clara ofensa ao Código de Defesa do Consumidor” por essas prestadoras. O documento já conta com dez assinaturas, uma a mais do que o mínimo previsto no Regimento Interno da Casa e Lei Orgânica do Município. Os vereadores que assinaram o pedido de CPI foram Bosquinho, Bruno Farias, Chico do Sindicato, Dinho, Durval Ferreira, Emano Santos, Junio Leandro, Marcilio do HBE e Odon Bezerra além de Eliza.
“Nós sabemos que, no Procon, a internet é a campeã de reclamações, e começamos a perceber a população muito incomodada com a prestação desses serviços. Sem falar na parte física: basta andar pelos bairros da cidade para observar fios caídos, espalhados nos estacionamentos. Você praticamente segura os fios nas mãos, pode ser degolado por um deles se estiver em uma moto. Então, juntando tudo isso, nós decidimos investigar”, justificou a parlamentar.
O requerimento que solicita a instalação da CPI também aponta que muitas empresas chegaram à capital com promessas revolucionárias de melhoria na qualidade de serviços, que não estão sendo cumpridas. “Não raro, as propagandas chegam às portas das pessoas com promessas de acesso ilimitado a pacotes de 200, 300, 400 megas – ou muito mais – de velocidade disponível para o usuário, com preços acessíveis. Essa é a promessa, mas a prática é o fornecimento de volumes que, muitas vezes, não chegam a 5% do pacote contratado”, diz o texto.
Ainda de acordo com o documento, o objetivo da CPI é buscar respostas e responsabilizar as empresas que estejam agindo de forma criminosa na prestação de serviços.
A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), na sessão ordinária híbrida desta quinta-feira (19), aprovou a Medida Provisória (MP), do Executivo Municipal, que reestrutura o Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social (CACS) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Também foram aprovados oito Projetos de Lei Ordinária (PLO). Outros dois receberam Pedido de Vista.
A MP 7/2021, que dispõe sobre a reestruturação do Conselho Municipal do Fundeb, aumenta de 10 para 14 o número de membros titulares, acrescentando mais um representante da Secretaria Municipal de Educação, dois da sociedade civil organizada e uma das escolas quilombolas. Já o mandato dos membros, que era de dois anos, passa a ser de quatro anos, sendo vedada a recondução. Entre outras mudanças, a nova norma ainda estabelece que os novos membros do CACS devem se reunir com os atuais para transferência de documentos e informações de interesse do Conselho.
Até a manhã desta quinta-feira (19), a Paraíba aplicou 3.059.795 doses da vacina contra a Covid-19. Desse total, 2.187.540 de pessoas tomaram a primeira dose, 810.185 a segunda e 62.070 a dose única do imunizante. A meta é alcançar 2.981.502 de pessoas, referente à população acima de 18 anos.
A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou em 19 de janeiro e até o momento a Paraíba já distribuiu um total de 3.516.835 doses de vacina aos municípios. Para o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, este é um marco importante porque significa que o estado está dando celeridade ao processo de imunização e o resultado é a queda no número de internação e óbitos.
Geraldo Medeiros reforça ainda a importância de completar o esquema vacinal de duas doses. “É importante lembrar que as pessoas precisam procurar os pontos de vacinação para tomar a segunda dose quando estiver no tempo oportuno do intervalo das doses. A imunização só será completa se o cidadão completar o esquema vacinal de duas doses. Só quem não precisa tomar são aquelas pessoas que receberam o imunizante de dose única”, pontua.
Sobre próximas remessas de vacina por parte do Ministério da Saúde, o secretário afirma que o estado espera receber, nos próximos dias, mais 63.180 doses da Pfizer, para a aplicação da D1, e 85.000 da Sinovac/Butantan que serão destinadas para D1 e D2. Geraldo Medeiros alerta que, mesmo com a vacinação avançando e os números caindo, é necessário manter os cuidados, como o uso contínuo de máscaras, higienização das mãos e evitar aglomerações para que o vírus não se propague.
Pesquisa comparativa de preços para combustíveis realizada pelo Procon de João Pessoa no dia 18 de agosto encontrou o menor preço da gasolina na Capital a R$ 5,599 (posto Elesbão/Millenium – Água Fria) para pagamento à vista, 20 centavos mais cara que há uma semana, quando estava em R$ 5,399. O maior preço na mesma modalidade está em R$ 5,939 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), mostrando uma queda de seis centavos em relação à pesquisa do último dia 11. A Secretaria está notificando os postos para entrega das notas fiscais de compra dos produtos e de revenda ao consumidor para avaliar o índice dos aumentos.
Para pagamento no cartão de crédito, o menor preço continua o mesmo, porém, o maior, está sendo praticado a R$ 6,039, uma diferença de R$ 0, 34 e R$ 0,44%, respectivamente. A pesquisa foi realizada em 110 postos que estão em atividade na Capital e registra que o Gás Natural Veicular apresenta a maior média de variação para pagamento em dinheiro, 16,5%, e a gasolina comum fica com a menor: 6,1%.
O Procon-JP está fiscalizando os postos de combustíveis para averiguar se o índice de reajuste anunciado pelo Governo Federal na semana passada está sendo aplicado de forma correta. O secretário Rougger Guerra adianta que os estabelecimentos estão sendo notificados para entrega das notas fiscais tanto de compra dos produtos quanto de revenda ao consumidor. “Além disso, nossas pesquisas semanais nos dão um parâmetro para avaliarmos se o índice dos aumentos esta dentro do previsto pela Petrobras. A fiscalização também se estende aos revendedores do GNV”.
Álcool – O menor preço do litro do álcool se mantém desde a semana passada em R$ 4,699 (São Luiz – Expedicionários). Já o maior mostra queda de três centavos, saindo de R$ 5,429 (que se mantinha há três semanas) para R$ 5,399 (Big – Tambaú).
Diesel – O menor preço do diesel S10 também continua o mesmo das três últimas pesquisas do Procon-JP, praticado a R$ 4,469, inclusive nos mesmos postos: Expressão (Centro) e Triunfo (Torre). Quanto ao maior, este sofreu aumento de 10 centavos, subindo de R$ 4,899 para R$ 4,999 (Big Tambaú).
GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) também apresentou alta no menor preço (15 centavos) desde o último dia 11, saindo de R$ 3,980 para R$ 4,130 (Pichilau Ronaldão – Cristo) e foi o produto que apresentou o maior índice de aumento no maior, alta de 30 centavos, passando de R$ 4,499 para R$ 4,799 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária) em relação ao levantamento anterior do Procon-JP.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) acatou, na tarde dessa quarta-feira (18), um recurso do advogado paraibano Rui Galdino, reconhecendo-o como arrematante do leilão do Tambaú Hotel, na Capital, e não o Grupo A. Gaspar, do Rio Grande do Norte. A decisão monocrática foi da desembargadora Marilia de Castro Neves Vieira, que acolheu os argumentos apresentados pelo paraibano e declarou como legítimo o leilão realizado ainda no ano passado, quando a empresa inicialmente vencedora desistiu do leilão.
Na ação, Rui Galdino alegava que, tendo a empresa desistido de participar do leilão, o segundo maior lance, atribuído a ele deveria ter sido considerado, o que acabou não ocorrendo na época. Em decisão monocrática, a Justiça marcou, na ocasião, um novo leilão.
“Depois de vários leilões sem vencedores, um paraibano teve a audácia e coragem de arrematar o Hotel Tambaú e enfrentar na justiça, aqueles que quiseram lhe derrubar no grito e na pressão”, disse Rui Galdino, que confirmou a decisão judicial, em mensagem.
À reportagem, Galdino falou sobre seus planos iniciais após a decisão da Justiça. “Vou resgatar um patrimônio histórico que sempre foi dos paraibanos. O Hotel Tambaú, esse gigante adormecido e muito mal tratado nos últimos anos, vai voltar a sorrir e ser o principal ponto de referência turística do nosso estado”, observou.
A Prefeitura de Conde, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), lançam, nesta quinta-feira (19), o complexo de galpões industriais, que será construído no Distrito Industrial da cidade. O investimento é da Cenáculo Incorporações Ltda.
A Cenáculo é especializada em construção de condomínio, shoppings centers e galpões industriais. A empresa pretende ampliar sua atuação para o mercado de aluguel de galpões. Serão R$ 12 milhões investidos na estruturação do complexo logístico de 10.000m² cobertos, que beneficiará a cidade com pelo menos 100 empregos diretos e possibilitará uma infinidade de empregos indiretos em toda a região. O complexo deverá estar pronto até dezembro deste ano.
Conde tem atraído a atenção dos investidores por sua localização privilegiada no Nordeste do Brasil. A cidade está a 10 horas tanto do Ceará, quanto da Bahia, e está próxima de três capitais: João Pessoa, Recife e Natal.
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