Política

Aguinaldo Ribeiro critica reforma do Imposto de Renda; Segundo ele, aprovação da proposta é “medíocre”

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP- PB), Relator da comissão especial que discutiu a reforma tributária na Câmara usou o Twitter para criticar a reforma do Imposto de Renda aprovada pela Casa.

“A aprovação da proposta do IR representa a combinação da mediocridade, insensatez, vaidade e falta de espírito público. Nesse momento, é preciso que o bom senso e o compromisso com o país prevaleçam”, disse o deputado.

Aguinaldo disse ainda que: “Não dá para tratar um tema tão relevante com tamanha irresponsabilidade. A dimensão tributária é hoje um dos principais entraves à competitividade das empresas brasileiras”.

Para o deputado federal, a verdadeira reforma tributária “precisa ser norteada pelos princípios da simplificação, desburocratização e desoneração do setor produtivo, sem aumento da carga tributária global, de modo a alavancar a competitividade do país.”

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Saúde

“A variante Delta da Covid tem comportamento diferente no Brasil”, diz pesquisador

Apesar do avanço da vacinação, diversos países estão vivendo uma nova onda da Covid-19 causada pela variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia. O Brasil, entretanto, ficou de fora da lista. Por aqui, a mutação do coronavírus chegou, instalou-se e vem se tornando cada vez mais comum; esta cepa, porém, não causou uma alta acentuada de casos.

“O Brasil vive um momento epidemiológico peculiar”, explica José Eduardo Levi, coordenador do projeto de vigilância genômica da Dasa, a maior rede particular de laboratórios do país.

“Aqui, houve uma competição inicial entre as variantes Alfa e Gama, um fenômeno completamente brasileiro. Em outros países, a Alfa seguiu o que foi projetado, mas no Brasil ela cresceu e parou. Depois vimos que a Gama entrou no lugar dela e deslocou completamente a Alfa, como não aconteceu em nenhum outro lugar no mundo”, conta o especialista.

Levi afirma que, desde o primeiro momento, não acreditou que a Delta se apresentaria no país com a mesma força que exibiu no resto do mundo. Embora a variante já esteja dominando em São Paulo e no Rio de Janeiro, por enquanto, não é preciso se preocupar com uma terceira onda, segundo o pesquisador.

Isso porque, de acordo com os números absolutos analisados, observa-se a diminuição dos casos de contaminação pela Delta. “Os números frios não mostram uma terceira onda de Delta. Estamos descolados do que acontece em Israel, nos Estados Unidos e no Reino Unido”, pontua.

Metrópoles 

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Política

ELEIÇÕES 2022: Deputada estadual acredita que PSDB terá candidato à presidência da República

A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) disse durante entrevista concedida à imprensa na última sexta-feira, 03, que não se pode fechar a porta para ninguém em se tratando de política mas que não tem como se falar em apoio a Lula (PT) ou à reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido) porque acredita que o seu partido, o PSDB, terá candidato para disputar a presidência da República em 2022.

“Nós estamos fazendo uma prévia partidária e os presidenciáveis do nosso partido, a exemplo do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite e o governador de São Paulo, João Dória, estão fazendo campanhas dentro do partido e no dia 21 de novembro, nós iremos fazer uma eleição para saber quem será o nosso candidato à presidência da República”, disse.

Ela diz que isso fecha qualquer porta, nesse momento, sobre dar apoio à candidatura de quem quer que seja porque o PSDB vai estar na disputa e não faz sentido falar de apoio enquanto se faz uma prévia interna.

Contudo, afirma que não se pode fazer política fechando portas, mas acredita que nesse caso para o PSDB vai sim, sair o candidato, que vai ter o apoio dos filiados para conversar com todos os outros pré-candidatos.

“Não é que não teremos um pré-candidato. Teremos sim, agora a candidatura que deverá se firmar no momento certo que será nas convenções do ano que vem”, opinou.

Com informações do Paraibaonline

 

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Esporte

Brasil fecha participação na Paralimpíada em 7º no quadro de medalhas e com recorde de medalhistas de ouro

O Brasil conseguiu igualar o recorde de medalhas conquistadas em uma edição da Paralimpíada no último dia de disputa da Tóquio-2020, com a prata de Alex Pires na maratona. Com mais esse pódio, o Brasil chegou a 72, assim como no Rio, e fechou no sétimo lugar no quadro de medalhas, assim como em Londres. Mas os atletas brasileiros já haviam superado o recorde de ouros (que era de Londres, com 21), tornando a campanha em Tóquio a melhor da história com 22 medalhas de ouro conquistadas.

A 72ª medalha brasileira em Tóquio foi de Alex Pires. O corredor fechou a maratona masculina T46 (atletas amputados nos membros superiores) em segundo lugar, com com 2h27min00s. Ele ainda repetiu gesto de Vanderlei Cordeiro de Lima em Atenas-2004 e cruzou a linha de chegada imitando um avião.

Mesmo sem levar mais nenhum ouro no último dia, o Brasil conseguiu assegurar a sétima posição no quadro de medalhas. Única candidata a pegar a posição, a Austrália também não conseguiu mais nenhum ouro, nem nas maratonas nem no tiro esportivo, e ficou atrás. Dessa forma, o Brasil repete Londres-2012, a melhor colocação histórica do País em Jogos Paralímpicos.

 

 

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Economia

Reforma do Imposto de Renda pode custar quase R$ 30 bi no próximo ano

A reforma do Imposto de Renda pode custar R$ 28,9 bilhões aos cofres públicos em perda de arrecadação tributária já em 2022. Essa é a avaliação da Instituição Fiscal Independente (IFI) em nota técnica publicada na última sexta-feira (3), um dia depois da aprovação do projeto pela Câmara dos Deputados (PL 2.337/2021). O texto agora será analisado pelo Senado.

“A não neutralidade da proposta, sob o aspecto fiscal, é preocupante, notadamente em um contexto de fragilidade das contas públicas, com deficit primário ainda elevado e dívida pública bastante superior à média dos países comparáveis”, conclui a IFI.

Apesar de a proposta trazer medidas com potencial arrecadatório, como a revisão de benefícios tributários e a criação do imposto sobre lucros e dividendos, o saldo final permanece no vermelho. Para efeito de comparação, o impacto fiscal negativo excede o volume total de investimentos do Poder Executivo previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2022, que é de R$ 24,1 bilhões.

O custo poderá ser maior caso as previsões do governo para a reversão dos gastos tributários (que é a revogação de benefícios) não se confirmem. Essa reoneração é projetada como o principal ganho arrecadatório da reforma. A sua frustração poderia, em último caso, agravar ainda mais o resultado já em 2023.

“Os gastos tributários são calculados sob metodologia que pode superestimar os valores informados. A reversão de certos benefícios poderá não produzir, automaticamente, um aumento de arrecadação nas proporções indicadas. Sem contabilizar a reversão do gasto tributário, o efeito da proposta em 2023 poderia chegar a R$ 33,3 bilhões”, alerta a nota técnica.

A reforma mexe em impostos que representaram, em 2020, cerca de 36% de toda a arrecadação federal. O projeto atualiza a tabela do imposto de renda da pessoa física (IRPF), aumentando a faixa de isenção e expandindo a declaração simplificada (que possibilita descontos), e reduz as alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Segundo os cálculos da IFI, que simulam as novas regras sobre números colhidos em nove bases de dados federais, essas medidas teriam um custo de R$ 87,5 bilhões em 2022. Esse custo se aproximaria de R$ 100 bilhões já em 2024.

Entre as medidas compensatórias do projeto estão a tributação da distribuição de lucros e dividendos, o fim da dedutibilidade de juros sobre capital próprio (que são uma forma de distribuição de rendimentos antes da aferição do lucro) no IRPJ e a revisão de benefícios tributários. Também está previsto um aumento na alíquota da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem).

A revogação de benefícios envolve os setores de gás natural canalizado, carvão mineral, produtos químicos, farmacêuticos e hospitalares. Ela é a medida mais significativa, com uma expectativa arrecadatória superior a R$ 20 bilhões. No entanto, os números reais são de difícil estimativa.

A cobrança sobre lucros e dividendos também pode gerar valores expressivos para os cofres públicos, segundo a IFI, mas apenas a partir de 2023, segundo a IFI. Essa modalidade de tributação é sujeita a práticas de elisão fiscal, que é o uso de manobras legais ou de brechas da lei para reduzir o imposto devido.

Agência Senado

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Política

Durante governo Bolsonaro, grupos de oposição protestaram mais na Paulista

Disputada para o 7 de Setembro, a Avenida Paulista tem sido o local de escolha para atos tanto de manifestantes pró-governo como os contrários ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo levantamento do Poder360, desde 2019, a principal via de São Paulo foi ocupada por esses grupos em ao menos 67 dias – sendo que em 3 deles os grupos tentaram ocupar ao mesmo tempo o local.

Nos 70 atos organizados nestes dias, a oposição a Bolsonaro foi quem mais utilizam a Avenida Paulista: 38 vezes. Já os grupos pró-governo se manifestaram nas imediações do Masp (Museu de Arte de São Paulo) 32 vezes.

Nas 3 vezes em que ocuparam a via simultaneamente, houve confusão. A 1ª ocasião em que isso aconteceu foi em 31 de março de 2019. Defensores da ditadura militar e manifestantes contrários ao golpe de 1964 escalaram da troca de insultos para agressões.

Apesar disso, foi apenas em 31 de maio de 2020 que a situação chegou no que as autoridades consideraram o limite. Grupos que faziam uma manifestação de torcidas pró-democracia e apoiadores de Bolsonaro entraram em confronto na via. A PM (Polícia Militar) interviu e disparou balas de borracha e bombas de gás na ocasião.

Depois disso, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), proibiu que manifestações com pautas em defesa ou contrárias ao governo Bolsonaro sejam realizadas no mesmo local e dia. A decisão foi reforçada depois pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo).

A decisão judicial motivou a disputa pela principal via de São Paulo para o 7 de Setembro. Bolsonaristas estão se organizando para um “último grito” desde agosto. Os atos ganharam força e importância para o grupo com a escalada de tensão entre Bolsonaro e o STF (Supremo Tribunal Federal).

Em 13 de agosto, o aliado do presidente, o ex-deputado federal e presidente do PTB Roberto Jefferson foi preso. Em 21 de agosto, foi a vez de Sérgio Reis e outros bolsonaristas serem alvo de uma operação da Polícia Federal. As duas decisões foram do ministro Alexandre de Moraes.

Com a manifestação dos movimentos Campanha Fora Bolsonaro e Grito dos Excluídos marcada para o mesmo dia, a Paulista virou uma das protagonistas do próximo 7 de setembro.

Em 23 de agosto, o governo definiu que só os bolsonaristas podem se manifestar na avenida na data. O Estado justificou a decisão afirmando que os apoiadores do presidente solicitaram a utilização da Paulista antes e que não seria seguro permitir que todos se manifestassem no mesmo dia e local.

A oposição ainda insistiu um pouco, mas em 26 de agosto mudou o ato para o Vale do Anhangabaú. O local também tem histórico de grandes protestos. O mais emblemático é o da década de 1980, quando o Anhangabaú foi palco do Diretas Já. Mas a Paulista é mais requisitada pela imagem: mais estreita, a avenida é mais fácil de ser ocupada e garantir imagens impressionantes dos atos.

OS ATOS DO 7 DE SETEMBRO

Com os bolsonaristas na Avenida Paulista e a oposição no Vale do Anhangabaú, os atos estão a uma distância de 2,9 km. A tensão na cidade é grande, com uma caminhada de apenas 40 minutos separando os grupos.
A PM de SP combinou os limites das manifestações com os organizadores e não deve haver encontro entre os atos. Ao Poder360, João Paulo Rodrigues, da coordenação do MST e da Campanha Fora Bolsonaro, afirmou que “a orientação politica é de não cair em provocação e nem de provocar o outro lado”. Segundo ele, o grupo está confiante de que a PM vai saber manter a ordem.

Mas uma das preocupações com o 7 de Setembro é a possível participação de PMs nos atos bolsonaristas.

Como mostrou o Poder360, os policiais se organizam para participar. Praças e oficiais das ativa e da reserva falam em “exigir” o poder, luta contra o comunismo e retirada dos ministros do STF. A ideia do Nas Ruas, que está organizando a manifestação pró-Bolsonaro em São Paulo, é que pessoas de outras cidades se dirijam até a Paulista no 7 de Setembro.

São esperados ônibus de 57 cidades de 8 Estados diferentes, segundo a última divulgação do grupo, na 2ª feira (30.ago.2021). Além disso, há a previsão de caravanas de 115 cidades paulistas.

Poder 360

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Política

PT investe em reaproximação com evangélicos

Desde a vitória de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre Fernando Haddad (PT-SP), em 2018, uma das avaliações recorrentes de dirigentes do PT foi que o resgate de pontes com o mundo evangélico seria crucial para qualquer projeto que o partido viesse a propor em eleições.

Agora, após recuperar seus direitos políticos e em franca campanha para voltar à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e figuras importantes do partido têm se dedicado a buscar pastores para tentar desfazer resistências e reverter a quase hegemonia de Bolsonaro dentro desse grupo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento representava, em 2020, 22,2% da população brasileira.

Sob a liderança da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o partido fundou um núcleo específico para tratar do assunto: o Evangélicos do PT (Nept). O trabalho tem sido feito no sentido de retomar o diálogo perdido com essa parcela, sobretudo na periferia das grandes cidades. O reencontro com evangélicos, de acordo com Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula, é considerado “fundamental” para a estratégia de retomada da periferia.

“É um front que nós consideramos extremamente importante, e temos estimulado muito o nosso pessoal, sobretudo nos estados, a fazer um contato com as igrejas. Isso está sendo feito menos nas cúpulas e mais na base, direto com pastores ou com organizadores regionais dos grupos evangélicos. A gente tem consciência de que esse diálogo é fundamental, sobretudo para o trabalho nas periferias, onde a presença evangélica é muito forte”, destacou o ex-ministro em conversa com o Metrópoles.

O núcleo tem uma direção nacional e já formou grupos espalhados pelo país todo para reunir militantes evangélicos e pastores simpáticos ao PT. Embora ainda não tenha caráter de campanha aberta, tem pavimentado a inserção de Lula nessa camada social.

Cortesias

O ex-presidente, por sua vez, em suas andanças pelas regiões Sudeste e Nordeste, usou parte da agenda para se encontrar com líderes evangélicos.

No Rio de Janeiro, Lula esteve com o bispo Manoel Ferreira, líder da Assembleia de Deus de Madureira, bolsonarista declarado desde as eleições de 2018. Antes, o bispo foi aliado do governo Lula e apoiador da reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. O encontro foi combinado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), e realizado em um sítio de sua propriedade.

Aliados de Bolsonaro encararam o episódio como “visita de cortesia” e lembraram que o pastor tem “gratidão” ao ex-presidente, devido a uma lei sancionada em 2003, que deu personalidade jurídica própria às igrejas.

Na Bahia, foi a vez de Lula se encontrar com Pastor Sargento Isidório (Avante), deputado federal mais votado no estado em 2018, com 323 mil votos, e que já se encontra plenamente engajado na defesa da eleição do ex-presidente e na divulgação do apoio de Lula ao seu nome – usando sua inseparável Bíblia. O parlamentar divulgou em suas redes uma foto da mão de Lula postada sobre a edição.

O pastor Ariovaldo Ramos, coordenador da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, é um apoiador do ex-presidente e chegou a visitá-lo na prisão em Curitiba.

Ele avalia que, para entrar novamente na periferia das grandes cidades, necessariamente o PT terá que buscar os evangélicos. “Não há dúvida nenhuma desse interesse, inclusive já foi mostrado e dito pelo próprio Lula”, enfatiza.

Com informações Metrópoles

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Polícia

“Um ministro do STF está contaminando a democracia”, afirma Bolsonaro

A uma plateia de apoiadores inflamada e com o coro de “eu autorizo” ao fundo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou o STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que um ministro da Corte “está contaminando a democracia”, e falou em “poder moderador” durante o evento CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora, na tradução literal) Brasil 2021 nesse sábado, 04.

A convenção é considerada “o maior evento conservador” do Brasil. O chefe do Executivo criticou mais uma vez o ministro do STF Alexandre de Moraes, contra quem apresentou um pedido de impeachment, sem citá-lo nominalmente.

Bolsonaro disse que 1 ministro do Supremo “está dando um tom completamente errado”. “Com toda certeza temos bons ministros lá. Agora esse um está contaminando a nossa democracia, esse um está ignorando vários incisos do artigo 5º da Constituição, e está ignorando o outro dispositivo que fala da liberdade de expressão”, disse.

Com aplausos e gritos da plateia, o presidente afirmou que o “poder moderador é o povo”. “Não podemos admitir que uma pessoa, com poder da força, jogue fora das 4 linhas da Constituição”, declarou.

Bolsonaro afirmou que ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estão convidados para os atos do 7 de Setembro. Depois da declaração, parte do público aplaudiu e parte vaiou. Ao longo do evento, palestrantes pontuaram a importância de não fazer nada violento nas manifestações.

Estavam no palco com o presidente a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e as seguintes autoridades ou aliados:

Ministro João Roma (Cidadania);

Ministro Gilson Machado (Turismo);

Ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência);

Ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos);

Secretário Jorge Seif (Agricultura e Pesca);

Secretário Mario Frias (Cultura);

Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo; ex-ministro

Ernesto Araújo; ex-ministro Ricardo Salles; deputado Eduardo

Bolsonaro (PSL-SP); deputado Carlos Jordy (PSL-RJ); o ex-senador e ex-deputado federal Magno Malta.

Quase ninguém na plateia usava máscaras.

Poder360

 

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Política

Filho de Trump afirma que China ‘tem planos’ para as eleições do Brasil no ano que vem

Em um evento promovido pelo deputado Eduardo Bolsonaro, o filho do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump insinuou, sem provas, que há um suposto interesse da China em influenciar as eleições de 2022 no Brasil. Donald Trump Jr., cuja presença era esperada na Conferência de Ação Política Conservadora, que está sendo realizada em Brasília, não conseguiu chegar ao país após as tempestades na Costa Leste dos Estados Unidos nos últimos dias.

Trump Jr., entretanto, participou de forma do evento à distância. Em seu discurso, falou principalmente do governo de Joe Biden, que venceu seu pai nas eleições americanas em novembro de 2020.

O filho de Trump concentrou boa parte da suas críticas na crise do Afeganistão, colocando na conta do atual governo o fracasso na evacuação militar americana.

Em relação ao Brasil, Trump Jr. citou em alguns momentos as eleições do ano que vem, afirmando que a população pode escolher entre dois opostos, em referência à provável disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Lula.

No meio de sua explanação, ao falar sobre a possibilidade de que o novo coronavírus tenha se originado na China, o filho do ex-presidente americano afirmou que o país asiático teria um plano para as eleições brasileiras.

— E adivinha, Brasil, (a China) está chegando aí também. As exportações de alimentos que saem do Brasil são a corda de salvamento para a China — afirmou Trump Jr., antes de falar sobre um suposto plano chinês para as eleições: — Então se você acha que eles não estão fazendo o que puderem para instalar um governo socialista que eles possam manipular, alguém que acredita e pensa como eles, ao contrário de alguém que ama a liberdade, se você acha que eles não têm planos para a alternativa no ano que vem, então não está prestando atenção.

Um dos principais organizadores da Conferência, deputado Eduardo Bolsonaro, em outras ocasiões, já se envolveu em polêmicas com a China e chegou a protagonizar um embate pública com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming.

O Globo

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Sem categoria

COVID: Brasil mantém menores médias de casos e mortes do ano; País registrou 692 óbitos e 21 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (4):

– O país registrou 692 óbitos nas últimas 24h, totalizando 583.362 mortes;

– Foram 21.804 novos casos de coronavírus registrados, no total 20.877.864.

O Ministério da Saúde calcula que mais de 19,8 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19.

A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 622, e a média móvel de novos casos é de 21.323, ambas representam as menores médias do ano.

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