Saúde

Brasil atinge 80% da população acima de 18 anos com 1ª dose de vacina, 128 milhões de pessoas

O Brasil atingiu, neste domingo (29), 80% da população acima de 18 anos com a primeira dose da vacina contra a covid-19, o que corresponde a 128 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde.

Cerca de 35% completaram a imunização com duas doses de vacina ou vacina de dose única, o que equivale a 60 milhões de pessoas. A previsão é que até 15 de setembro 100% dos adultos acima de 18 anos tenham recebido uma dose de vacina.

“Com o planejamento feito pela pasta, as entregas de vacinas previstas até o dia 15 de setembro serão suficientes para vacinar, com a primeira dose, toda a população brasileira acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas”, informou a pasta por meio de nota.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou na terça-feira (24) que a aplicação da terceira dose no país começará em pessoas imunossuprimidas e maiores de 80 anos a partir de 15 de setembro, data prevista para finalizar a primeira dose em adultos com mais de 18 anos.

Essa dose adicional deve contemplar todos os idosos a partir de 70 anos, que completaram o esquema vacinal há mais de 6 meses, e imunosuprimidos que tenham sido imunizados há pelo menos 21 dias, segundo o ministro.

Queiroga também confirmou, na mesma data, a redução do intervalo entre a primeira e segunda dose da Pfizer e da AstraZeneca de 12 para 8 semanas e autorizou o uso de doses diferentes no caso de falta de vacina.

“Vamos trazer para o intervalo de 8 semana. Temos uma quantidade boa de Pfizer e AstraZeneca, mas, se tivermos algum problema com a Astrazeneca, pode ser 12 semanas. Só se tiver um problema, a partir da 12ª semana pode ser usada uma vacina heteróloga, no caso da Pfizer”, afirmou o ministro.

R7

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Saúde

COVID: Brasil registra 298 óbitos e 13 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (29):

– O país registrou 298 óbitos nas últimas 24h, totalizando 579.308 mortes;

– Foram 13.210 novos casos de coronavírus registrados, no total 20.741.815.

O Ministério da Saúde calcula que 19.663.748 pessoas já se recuperaram da covid-19.

A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 688, e a média móvel de novos casos é de 27.345, ambas com tendência de queda.

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Mundo

FURACÃO IDA: 400 mil pessoas estão sem energia elétrica nos EUA; Ventos chegaram a 240 km/h

Após a chegada do furacão Ida na costa perto de Port Fourchon, no estado da Louisiana, nos Estados Unidos neste domingo (29), cerca de 400 mil pessoas estão sem energia elétrica na região.

O fenômeno de categoria 4 é considerado extremamente perigoso, com ventos de cerca de 240 km/h, de acordo com o National Hurricane Center, dos EUA.

Já há abrigos para acolher 1.900 pessoas em várias cidades do estado de Louisiana. Autoridades pedem que a população fique em casa, porque os ventos fortes têm gerado grandes estragos.

Furacão Ida é a tempestade mais forte que já atingiu a Louisiana

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Economia

AUTORIZAÇÃO: Bolsonaro e Guedes deram aval à saída de Caixa e BB da Febraban

O presidente Jair Bolsonaro autorizou a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a se desfiliarem da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade que representa instituições financeiras do país. O assunto foi levado a Bolsonaro pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e submetido à avaliação do ministro da Economia, Paulo Guedes.

A ameaça de desfiliação dos dois bancos públicos da Febraban, revelada pelo colunista Lauro Jardim, ocorreu após a entidade aderir à nota idealizada pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) condenando a “escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas”.

Apesar de o documento citar os três Poderes, Guimarães entendeu que o manifesto seria um recado a Bolsonaro, que tem feito ataques constantes a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O executivo da Caixa acompanhava Bolsonaro em uma viagem a Goiânia na última sexta-feira, 27, ocasião em que comunicou ao presidente a ideia de romper com a Febraban. Bolsonaro, segundo pessoas próximas, apoiou a decisão e sugeriu que Guedes fosse consultado. Por telefone, o ministro da Economia concordou com o presidente e Guimarães.

Aprovação por maioria na Febraban

O imbróglio começou quando a Fiesp distribuiu a várias entidades que representam o empresariado uma nota conjunta cujo título é “A Praça é dos Três Poderes”. Fazendo alusão ao endereço de Brasília onde se concentram o Congresso, STF e o Palácio do Planalto, a nota diz que deve haver harmonia entre os três Poderes.

O texto, recebido pela Febraban, foi submetido a conselheiros, seguindo o regimento interno, e teve a aprovação da maioria.

“É primordial que todos os ocupantes de cargos relevantes da República sigam o que a Constituição nos impõe. As entidades da sociedade civil que assinam este manifesto veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas. O momento exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos e assim possa reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população”, diz uma versão preliminar da nota.

O Globo

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Esporte

NO AMIGÃO EM CAMPINA: Treze empata com Atlético-CE e está eliminado da Série D

O Treze deixou escapar a chance de continuar vivo na Série D. Depois de abrir o placar, o time alvinegro cedeu o empate ao Atlético-CE por 1 a 1 neste domingo, em pleno Estádio Amigão, em jogo válido pela penúltima rodada da fase classificatória da competição.

Euller Viana marcou para o Galo aos 32 minutos do segundo tempo, cabendo a Dudu Itapajé, de pênalti, anotar o tento importante dos atleticanos, aos 45 minutos da etapa complementar.

Com esse resultado, o Galo não tem mais chances de avançar no torneio, pois só pode chegar aos 18 pontos, mesma pontuação que tem o Atlético-CE Atualmente.

Na última rodada, o Treze se despede da Série D diante do líder e já classificado ABC, em Natal. Por sua vez, o Atlético decide a quarta e última vaga em casa, diante do Sousa, que soma 16 pontos.

Ficha Técnica

Treze

João Guilherme, Gabriel Cividini, Euler Viana, Levir e Ian Barreto (Guilherme Lobo); Júlio Ferrari, Raphael Toledo, Núbio Flávio (Wallisson Bahia) e Evair; Birungueta (Vinícius Gouveia) e Ferrugem.

Técnico – Welington Fajardo

Atlético-CE
Carlão, Gustavo Slva, Edgar, Waldson (Vitor Emanuel) e Zé Carlos (Alisson Henrique); Daniel, Caio Acaraú, Hércules (Hitalo) e Claudivan (Ewerton Potiguar); Dudu Itapajé e Erick Pulga.

Técnico – Raimundo Wagner

Gols – Euller Viana (T), aos 32min, Dudu Itapajé (A), aos 45min do 2ºT

Cartão amarelo -Birungueta, Raphael Toledo, Euler Viana (T), Hércules, Zé Carlos (A)

Cartão vermelho – Ferrugem (T), Dudu Itapajé (A)

Árbitro – Rodrigo da Fonseca Silva (MT)

Assistentes – Schumacher Marques Gomes e Kildenn Tadeu Morais (PB)

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Economia

Empresários pedirão volta do horário de verão ao presidente Bolsonaro

Entidades do setor de turismo, alimentação e entretenimento pedirão a volta do horário de verão ao presidente Jair Bolsonaro. O apelo será enviado nos próximos dias, devido ao agravamento da crise hídrica.

A volta do horário de verão já foi solicitada pelos empresários em junho e voltou à tona diante das recentes declarações do presidente em relação à crise hídrica. Na live da última quinta-feira, 26, disse que o país está no “limite do limite” e pediu que seus seguidores apagassem um ponto de luz para economizar energia.

Na avaliação dos empresários, o horário de verão contribui com a economia de energia e com os estabelecimentos comerciais afetados pela pandemia de covid-19.

“A cada dia que a crise energética se amplia e as dificuldades do setor para colocar as contas em dia se alongam, mais sensato e oportuno fica o retorno do horário de verão”, afirmou o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, ao Poder360.

A Abrasel prepara o pedido pela volta do horário de verão com a CNTur (Confederação Nacional do Turismo). Em junho, também apoiaram a demanda a Abrabar (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas), a Feturismo (Federação de Turismo) e o Sindhoteis (Sindicato de Hoteis), além de empresários do setor de eventos.

O dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, que é aliado de Bolsonaro, também apoiou o pedido. Desta vez, outras entidades sinalizam que podem apoiar a volta do horário de verão, inclusive entidades ligadas ao agronegócio.

No início de agosto, Bolsonaro disse que foi comprovado que o horário de verão não contribuía com a redução do consumo de energia. Falou, contudo, que poderia retomar a medida, caso houvesse apoio da maioria da população.

Pesquisa PoderData realizada de 19 a 21 de julho mostrou que metade dos brasileiros era contra o horário de verão. Outros 46% eram a favor e 4% não souberam dizer.

O horário de verão foi extinto por Bolsonaro em 2019. À época, ele disse que a decisão foi tomada com base em estudos técnicos “que apontam para a eliminação dos benefícios por conta de fatores como iluminação mais eficiente, evolução das posses, aumento do consumo de energia e mudança de hábitos da população”.

O Brasil começou a antecipar os relógios em 1 hora em 1931. O objetivo era economizar energia, com o aproveitamento da luz solar, e aliviar o pico do consumo de energia, por volta das 18h.

Em geral, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e vigorava até fevereiro do ano seguinte. O pleito dos empresários é de que o horário de verão seja retomada ainda em 2021.

Poder 360

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Saúde

Mais 2 milhões de doses da Pfizer chegam ao Brasil; total chega a 53 milhões

Dois carregamentos com a vacina da Pfizer chegaram ao Brasil neste domingo (29), cada um com cerca de 1 milhão de doses. A farmacêutica entregou 2.148.120 unidades ao governo brasileiro durante o dia. O desembarque de ambos os lotes foi no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A Pfizer entregou 53 milhões de doses desde a 1ª remessa, em 29 de abril. Isso equivale a mais da metade do que foi estipulado no 1º contrato com o governo federal. A farmacêutica fornecerá 200 milhões de doses ao todo.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, comentou o cronograma de entrega de vacinas contra a covid-19. De acordo com ele, “as doses que teremos disponíveis para aplicar dose de reforço, bem como imunizar adolescentes, serão as doses do imunizante da Pfizer”.

Conforme o Ministério da Saúde, um total de 68,8 milhões de doses da vacina (incluindo todos os fornecedores) devem ser entregues este mês, e outros 62,7 milhões são esperadas até o final de setembro.

Poder 360

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Paraíba

NESTE DOMINGO: Paraíba registra 278 novos casos de covid-19 e cinco mortes

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (29), 278 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 55 (19,78%) são casos moderados ou graves e 223 (80,21%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 433.012 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.164.538 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 05 novos óbitos desde a última atualização, sendo três ocorridos nas últimas 24h. Os óbitos registrados neste boletim aconteceram entre os dias 17 de junho e 29 de agosto, sendo um deles em domicílio e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 9.176 mortes. O boletim registra ainda um total de 319.732 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 140 novos casos, o que corresponde a 50,35% dos casos registrados neste domingo. São eles: Campina Grande, com 48 novos casos, totalizando 43.283; João Pessoa, com 45 novos casos, totalizando 104.363; Lagoa Seca, com 18 novos casos, totalizando 2.883; Santa Luzia, com 17 novos casos, totalizando 2.338; Alagoa Nova, com 12 novos casos, totalizando 1.580.

Óbitos

Até este domingo, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 05 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Alagoa Nova (2); Patos (1); Santa Rita (1); e São Bento (1).

As vítimas são 02 homens e 03 mulheres, com idades entre 34 e 93 anos. Quatro delas não apresentava comorbidade e uma tinha cardiopatia.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 18%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 14%. Em Campina Grande estão ocupados 27% dos leitos de UTI adulto e no sertão 17% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 13 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 216 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/coronavirus/

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Saúde

Líder do movimento antimáscara no Texas-EUA morre de Covid-19

O líder do movimento antimáscara do Texas, Caleb Wallace, morreu em decorrência das complicações do novo coronavírus depois de passar três semanas na unidade de terapia intensiva, conforme informou ao New York Times, a esposa, Jessica, no sábado. Ele tinha 30 anos.

Caleb Wallace se posicionava contra o uso de mácaras e contra outras restrições relacionadas à COVID-19.  “Caleb faleceu pacificamente. Ele viverá para sempre em nossos corações e mentes ”, escreveu Jessica Wallace, esposa de Caleb, na página GoFundMe da família.
Jessica alertou um dia antes para o estado grave de saúde do marido e afirmou que ele ‘não duraria muito’. Wallace, que morou em San Angelo, Texas durante a maior parte de sua vida, foi hospitalizado em 30 de julho. Deixou três filhos.
Wallace fundou o Defensores da Liberdade San Angelo, que organizou uma manifestação para acabar com a “tirania do COVID-19”. No mesmo mês em que foi hospitalizado, Wallace organizou uma “manifestação pela liberdade” que convocou as pessoas “cansadas do governo no controle de nossas vidas” a se juntarem ao protesto. “Eles acreditavam que o coronavírus era uma farsa e achavam que o governo estava sendo pesado demais quando se tratava de máscaras”, disse a prefeita de San Angelo, Brenda Gunter, ao New York Times.
Estado de Minas

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Política

Pacheco diz que não vai admitir “qualquer retrocesso” no estado democrático

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), diz que não vai admitir qualquer retrocesso no sistema democrático.

Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo,29, o senador afirma que tem mantido contato com as Forças Armadas.

Segundo Pacheco, a “manutenção de críticas muito ostensivas à Suprema Corte” é algo que “dificulta o processo de pacificação institucional” buscado pelo Legislativo. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou por diversas vezes o STF (Supremo Tribunal Federal) e seus membros, aumentando o nível de tensão entre o Judiciário e o Executivo.

Em 20 de agosto, Bolsonaro apresentou pedido de impeachment do ministro da Corte Alexandre de Moraes –rejeitado e arquivado por Pacheco.

O presidente do Senado diz que Bolsonaro tem “falado e agido” para afirmar suas convicções, mas que é importante ter “um freio naquilo que não interessa” ao Brasil.

“Espero que ele [Bolsonaro] possa contribuir para esse processo de pacificação, porque há inimigos batendo à nossa porta, que não somos nós mesmos, mas a inflação, o aumento do dólar, o desemprego, o aumento da taxa de juros e a crise hídrica e energética, que pode ser avassaladora.”

Pacheco quer organizar uma reunião entre os Poderes. O encontro estava sendo planejado em julho, mas foi cancelado no começo de agosto por decisão de Luiz Fux, presidente do STF, depois dos sucessivos ataques de Bolsonaro à Corte.

Questionado se se vê isolado na tentativa de organizar o encontro entre os Poderes, o presidente do Senado responde que não.

“Tenho absoluta certeza de que o pensamento do deputado Arthur Lira [presidente da Câmara dos Deputados] é o mesmo, de apaziguar. Sei também da disposição do ministro Luiz Fux de fazer o mesmo. Há uma comunhão de vontades nesse sentido”, afirma.

O senador explica que não se reúne com Bolsonaro para tratar dos problemas do Brasil há algum tempo. “Acho até que isso precisa acontecer mais rapidamente”, fala Pacheco.

Perigo de Ruptura Institucional

Pacheco diz que tem mantido contato com as Forças Armadas, que descreve como “instituições maduras, com um patriotismo muito forte e com obediência absoluta ao estado democrático de direito”.

Segundo ele, as Forças são conscientes do papel que exercem e estão sendo comandadas por pessoas que “não se aventurarão em disputas ideológica e política” e mantêm o compromisso com o Brasil. “Tenho mantido esse contato constante com essas instituições e vejo nelas uma obrigação de defesa do Brasil. Nós não admitiremos qualquer retrocesso e tenho certeza que também esse será o papel das Forças Armadas”, afirma.

Sobre o temor de que atos marcados para 7 de setembro saiam do controle, o senador fala que é preciso respeitar manifestações, mas que as que “tenham como objetivo retroceder a democracia, pretender intervenção militar ou a ruptura institucional ferindo a Constituição devem ser repelidas no campo das ideias”.

Eleições

O presidente do Senado garante que as eleições marcadas para 2022 vão ser realizadas.

“Os ataques [de Bolsonaro] ao sistema eleitoral, sem fundamentos, são muito ruins, porque jogam em descrédito um sistema que, até pouco tempo atrás, era dado por nós como um orgulho nacional”, fala. “Mas não considero que isso seja capaz de deslegitimar o resultado eleitoral.”

Pacheco diz que a volta das coligações partidárias é um “retrocesso”. A Câmara dos Deputados aprovou em 17 de agosto o texto-base da PEC (proposta de emenda à Constituição) que restitui as coligações em eleições proporcionais. Esse tipo de aliança favorece a fragmentação partidária.

“Sou a favor do sistema proporcional sem coligações partidárias e com imposição da cláusula de desempenho. Vamos submeter ao Senado para que a maioria decida, mas a volta ao modelo anterior é um retrocesso”, declara Pacheco.

O senador diz que o cenário eleitoral será definido apenas em 2022 e que “neste momento, o Brasil não precisa de candidatos à Presidência”. Segundo ele, “o Brasil precisa do presidente buscando unificar o país para os problemas imediatos que nós temos”.

Poder 360

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