Um homem identificado como Natan foi detido na madrugada desta segunda-feira (30) acusado do assassinado Sargento Fernando Correia de Melo Filho, da Polícia Militar da Paraíba. O crime ocorreu por volta das 21h do domingo (29), em um bar localizado na Avenida Centenário, no bairro de Cruz das Armas, na Capital.
A vítima era integrante da Guarda Militar da Reserva e atualmente prestava serviço para o 5º Batalhão, que atua em bairros da zona sul de João Pessoa.
Pelo menos dois tiros atingiram o Sargento que estava acompanhado de uma mulher, quando foi abordado por bandidos encapuzados. Os assassinos roubaram a arma do policial e fugiram após o crime. A companheira dele foi atingida superficialmente no braço por um dos tiros, mas não necessitou de internação.
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (20) pelo Instituto Índice, em parceria com o Blog do Márcio Rangel, mostra que o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), lidera a disputa pelo Governo da Paraíba com 33,4% das intenções de voto.
Na sequência, aparecem o governador Lucas Ribeiro, com 28,3%, e o senador Efraim Filho, com 16,5%.
Pesquisa estimulada para o Governo da Paraíba
Ao serem questionados sobre em quem votariam se as eleições fossem hoje, os entrevistados responderam da seguinte forma:
Cícero Lucena: 33,4%
Lucas Ribeiro: 28,3%
Efraim Filho: 16,5%
NS/NR (Não sabe/Não respondeu): 12,2%
Nenhum: 8,7%
Olímpio Rocha: 0,6%
Sérgio Marcelo Gama: 0,2%
Yuri Ezequiel: 0,1%
Metodologia
O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 12 de julho de 2026, com 2.000 entrevistas nas regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PB-04722/2026.
Um vídeo de um circuito de segurança mostra o momento em que Ravi Miguel, de 3 anos, é arremessado após o carro em que estava sofrer um acidente. Outra criança, de 2 anos, também estava no veículo e ficou ferida.
As imagens mostram a colisão, o vidro do carro quebrando e a criança sendo arremessada. Também é possível ver a outra criança saindo do veículo após o acidente.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a motorista perdeu o controle do carro ao fazer uma curva em uma rua do bairro e atingiu a fachada de um imóvel. Com o impacto, a criança de 3 anos foi arremessada do veículo.
O corpo de Ravi Miguel foi enterrado na tarde desta segunda-feira (20), no Cemitério Senhora da Boa Morte, em Bayeux, na Grande João Pessoa.
A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta terça-feira (21), uma operação em Alhandra, na Região Metropolitana de João Pessoa, para cumprir mandados contra suspeitos de tentativa de homicídio e participação em organização criminosa.
A ação foi coordenada pelo Núcleo de Homicídios, com apoio da Delegacia de Caaporã. Durante as diligências, foram cumpridos três mandados de busca e uma pessoa foi presa em flagrante por estar com drogas em casa.
Até a última atualização, cinco pessoas haviam sido presas. A polícia também apreendeu uma quantidade de drogas, mas a arma procurada não foi localizada.
A operação continua, e a investigação segue sob responsabilidade da Delegacia de Alhandra.
João Pessoa e mais 69 cidades da Paraíba estão sob alertas de chuvas intensas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso, de cor amarela, é válido até às 23h59 desta terça-feira (21).
O alerta prevê chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos de 40 a 60 km/h. Segundo o Inmet, o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas é baixo.
Em caso de emergência, a recomendação é acionar a Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193).
O eleitorado da Paraíba cresceu para as Eleições 2026. Dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 3.247.397 paraibanos estão aptos a votar no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O número representa um aumento de 155.713 eleitores (5,03%) em relação às eleições de 2022, quando o estado tinha 3.091.684 eleitores.
Neste ano, os eleitores vão escolher presidente da República, governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.
Mulheres são maioria
Segundo o TSE, 96,33% do eleitorado paraibano já possui cadastro biométrico. As mulheres são maioria, com 1.718.209 eleitoras (53%), enquanto os homens somam 1.529.188 (47%). O estado também registra 580 pessoas cadastradas com nome social.
Maioria dos eleitorados tem entre 19 e 69 anos
A maior parte do eleitorado tem entre 19 e 69 anos, com 2.802.492 pessoas. Entre os jovens, 21.311 adolescentes de 16 anos podem votar de forma facultativa, e 48.631 eleitores de 18 anos estão aptos ao voto obrigatório. Já 343.320 eleitores têm 70 anos ou mais, faixa em que o voto é facultativo, sendo 17.697 com 90 anos ou mais.
Escolaridade
Em relação à escolaridade, o maior grupo é de eleitores com ensino fundamental incompleto, com 747.821 pessoas (23,03%). Em seguida, aparecem os que têm ensino médio completo, com 734.218 (22,61%). Outros 275.296 declararam ter ensino superior completo, 409.159 informaram apenas saber ler e escrever e 204.444 se declararam analfabetos.
Maior colégio eleitoral
João Pessoa segue como o maior colégio eleitoral da Paraíba, com 585.279 eleitores. Na sequência aparecem Campina Grande (304.181), Santa Rita (103.411), Bayeux (74.486) e Patos (67.982). Em todos esses municípios, mais de 95% do eleitorado já possui identificação biométrica.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (20) o arquivamento da investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo uso ilegal da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante seu governo.
Na decisão, o ministro seguiu parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) e entendeu que Bolsonaro já foi condenado pela acusação de monitorar ilegalmente autoridades públicas. No processo da trama golpista, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, pena que também levou em conta essa acusação.
Moraes determinou ainda que as acusações contra Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, sejam enviadas para a Justiça Federal no Distrito Federal. Durante as investigações, a PF (Polícia Federal) apurou a suposta ligação do chamado “Gabinete do Ódio” com o caso Abin Paralela.
Arquivamento
Na mesma decisão, o ministro determinou o arquivamento das investigações contra o ex-diretor-geral da Abin Luiz Fernando Corrêa, o ex-diretor adjunto Alessandro Moretti, o ex-corregedor José Fernando Moraes Chuy, e o ex-coordenador de operações Lucio de Andrade Parente. Para Moraes, não há indícios para o prosseguimento da investigação criminal.
“As imputações formuladas limitam-se à enunciação de conclusões genéricas acerca de suposta participação dos requeridos em atos de embaraço à investigação, sem a individualização concreta das respectivas condutas e sem a demonstração mínima dos elementos necessários à configuração de fato penalmente relevante”, afirmou o ministro.
Com a decisão, a PF deverá cancelar os indiciamentos desses investigados.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai.
Os advogados pedem que Moraes reveja a decisão. Caso isso não ocorra, solicitam que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF.
Segundo a defesa, a suspensão é “desproporcional” e Bolsonaro não tinha conhecimento de que Flávio divulgaria uma carta manuscrita em que o ex-presidente o autorizava a atuar como porta-voz durante a disputa eleitoral deste ano.
Os advogados afirmam ainda que não houve acordo prévio para a publicação do documento e defendem que, mesmo se a divulgação fosse considerada irregular, a proibição de contato entre pai e filho por 90 dias é excessiva.
Como alternativa, a defesa pede que Flávio possa visitar Bolsonaro na condição de advogado. O senador integra formalmente a equipe jurídica do ex-presidente, e os advogados argumentam que o direito de comunicação entre cliente e defensor não pode ser restringido em razão do vínculo familiar.
As prefeituras de Juazeirinho, Pedra Lavrada e Tenório, além da Câmara de Tenório, viraram alvos de inquéritos do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por supostas práticas de nepotismo. As aberturas dos inquéritos foram publicadas no Diário Oficial do MPPB.
No caso de Juazeirinho, a Prefeitura está sendo investigada após denúncia de que uma servidora, advogada do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), não estaria comparecendo ao serviço. Além disso, a situação também envolveria nepotismo.
O inquérito foi instaurado pelo 17º promotor de Justiça, Alyrio Batista de Souza Segundo.
Já em outro inquérito, a Prefeitura e a Câmara de Tenório estão sendo investigadas por suposto caso de nepotismo cruzado, envolvendo prefeito Manoel Vasconcelos, e o presidente da Câmara, Adilson Conserva. Além disso, também é apurado um suposto caso de servidora fantasma.
O inquérito também foi instaurado pelo 17º promotor de Justiça, Alyrio Batista de Souza Segundo.
Com relação à Prefeitura de Pedra Lavrada, o inquérito também apura caso de possível nepotismo, mas o processo segue em segredo de Justiça. O inquérito foi instaurado pela promotora Juliana Lima Salmito.
A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar a autoria e a veracidade de áudios com declarações de teor misógino e transfóbico atribuídas a um policial penal, que passaram a circular em grupos de WhatsApp e repercutiram nas redes sociais, nesta segunda-feira.
Em nota divulgada o secretário da Administração Penitenciária, Tércio Chaves, afirmou que a pasta repudia “toda forma de discriminação e preconceito”, bem como manifestações “depreciativas e misóginas que visem diminuir ou retirar o espaço da mulher e da mulher trans”.
Segundo o secretário, assim que tomou conhecimento do caso, determinou a abertura de procedimento na esfera disciplinar para identificar os responsáveis pelos áudios e apurar os fatos, observando as garantias do devido processo legal e do contraditório.
“O conteúdo dos áudios não representa o sentimento da Polícia Penal da Paraíba”, afirmou Tércio Chaves na nota.
O secretário também manifestou apoio às pessoas mencionadas nos áudios e reafirmou o compromisso da Seap com a promoção de um ambiente institucional baseado no respeito, na dignidade humana e na valorização de todos os servidores.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios atribuídos a um policial penal contendo declarações consideradas misóginas e transfóbicas em relação a colegas de trabalho. A situação também motivou manifestações públicas, entre elas a da pré-candidata a deputada federal Lídia Moura, que criticou o conteúdo das falas e defendeu a adoção de providências por parte da administração estadual.
Com a abertura do procedimento disciplinar, a Seap deverá apurar as circunstâncias do caso e, caso sejam confirmadas irregularidades, adotar as medidas cabíveis previstas na legislação.
Hospital da Unimed em João Pessoa — Imagem: Divulgação
A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou no último dia 16 a suspensão de um reajuste superior a 100% aplicado pela Unimed João Pessoa a um beneficiário de plano de saúde coletivo por adesão. A decisão foi unânime e reformou o entendimento da 1ª Vara Cível da Capital, que havia negado o pedido de tutela de urgência.
O colegiado entendeu que a operadora não apresentou a nota técnica atuarial nem a memória de cálculo para justificar o aumento da mensalidade, que passou de R$ 638,81 para R$ 1.354,58 após a mudança de faixa etária.
No acórdão, a relatora, desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, destacou que reajustes por faixa etária em planos coletivos são permitidos, desde que observem as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tenham fundamentação técnica. A decisão também aponta que a ausência dessa documentação compromete o dever de transparência da operadora.
Com a decisão, a Unimed deverá restabelecer provisoriamente o valor da mensalidade anterior ao reajuste, atualizado apenas pelos índices anuais autorizados pela ANS para planos individuais, até o julgamento definitivo da ação. O acórdão também fixa prazo de dez dias úteis para emissão dos novos boletos, sob pena de multa diária de R$ 500, limitada a R$ 15 mil.
O caso foi conduzido pelo escritório paraibano Maia Júnior Sociedade Individual de Advocacia.
Na fundamentação, a Câmara entendeu que a falta de comprovação técnico-atuarial impede, neste momento, a manutenção de um reajuste superior a 100%, especialmente diante da possibilidade de comprometimento da capacidade financeira do consumidor.
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