Vídeo que circula nas redes sociais mostra a reação que imediata dos agentes de segurança contra o autor do ataque ao ex-presidente dos EUA e pré-candidato à Casa Branca, Donald Trump, 78 anos.
Pelas imagens, é possível ver que os atiradores de elite, posicionados em cima de um telhado, respondem assim que são ouvidos os primeiros disparos durante o comício de Trump em Butler, na Pensilvânia (EUA). O atirador foi morto.
Assim que os tiros começam, é possível ouvir pessoas gritando no chão e uma confusão generalizada. Segundos depois, é possível ouvir os tiros disparados pelo Serviço Secreto chegando ao telhado, momento em que o atirador é atingido.
O aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já recebeu 57 denúncias de irregularidades eleitorais na Paraíba desde o início da campanha para as Eleições 2026, em 16 de agosto.
Campina Grande lidera o número de denúncias, com 18 registros, seguida por João Pessoa, com 17. Santa Rita aparece em terceiro, com quatro.
Confira os municípios:
Campina Grande: 18
João Pessoa: 17
Santa Rita: 4
Ingá: 2
Patos: 2
São Bento: 2
Serra Branca: 2
Alhandra: 1
Arara: 1
Bananeiras: 1
Cabedelo: 1
Conde: 1
Mamanguape: 1
Monteiro: 1
Paulista: 1
Puxinanã: 1
São José do Brejo do Cruz: 1
Como denunciar?
O Pardal Móvel é gratuito e está disponível para smartphones e tablets nas plataformas Google Play e App Store. Para registrar uma denúncia, o cidadão deve se identificar pelo e-Título ou Gov.br. A identidade do denunciante é mantida em sigilo.
Também é possível descrever a ocorrência e anexar fotos, vídeos, áudios ou endereços eletrônicos. As denúncias são encaminhadas para análise e adoção das providências cabíveis.
Levantamento realizado pelo Instituto Real Time Big Data mostra que a gestão do governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), é aprovada pela maioria dos habitantes do estado.
De acordo com o instituto, 65% dos paraibanos aprovam a gestão do atual governador, 30% desaprovam e 5% não souberam opinar.
Na avaliação qualitativa, 37% dos paraibanos consideram a administração ótima ou boa e 24% a classificam como ruim ou péssima.
Metodologia
Foram realizadas 1.600 entrevistas entre os dias 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08776/2026.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) voltou a pedir, nesta segunda-feira (24), a impugnação da candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo da Paraíba. Em nova manifestação ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), o órgão contestou os argumentos da defesa e reiterou o pedido de indeferimento.
A impugnação havia sido protocolada em 16 de agosto. A defesa de Cícero afirmou que o pedido tenta atribuir ao candidato condutas relacionadas à filha, Janine, e à esposa, Lauremília.
Na ocasião, a defesa declarou que “em nenhum momento, Cícero Lucena participou ou integrou qualquer organização criminosa”.
Impugnação de outras candidaturas
Além de Cícero, o MPE também entrou com ações para barrar as candidaturas de Janine Lucena (MDB), Dinho Dowsley (MDB) e Vitor Hugo (MDB) por suspeita de envolvimento com facções criminosas.
Os três políticos já foram investigados por relação com grupos criminosos da Grande João Pessoa. Agora, os pedidos de impugnação serão analisados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Um ônibus escolar tombou na noite desta segunda-feira (24), na BR-230, entre Juazeirinho e Soledade, no Seridó da Paraíba. O acidente aconteceu por volta das 19h30 nas proximidades do sítio Ilha Grande. Ao todo, 16 pessoas estavam no veículo e cinco ficaram feridas.
De acordo com as informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle do ônibus, que acabou tombando.
Entre os feridos, três tiveram ferimentos leves. Uma mulher ficou com a perna presa e precisou ser retirada pelas equipes de resgate. Ela foi encaminhada para uma unidade de saúde. Os demais feridos foram levados para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.
O Corpo de Bombeiros e o Samu fizeram o resgate, enquanto a Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local para apurar as circunstâncias do acidente.
Até a última atualização, o Hospital de Emergência e Trauma ainda recebia as vítimas e não havia informações oficiais sobre o estado de saúde delas.
Luíz Inácio Lula da Silva revelou ter sugerido à Caixa Econômica Federal um programa para renegociar as dívidas dos clubes do Brasil. Porém, o banco ainda não anunciou nenhum plano sobre a elaboração do programa.
“Vamos pensar em fazer um Desenrola para os clubes de futebol, porque estão todos quebrados”, comentou o presidente da República em entrevista à Record, nesse domingo (23/8).
Durante a entrevista, Lula deixou claro que a ideia para os clubes brasileiros seria semelhante ao Desenrola, programa do Governo Federal que visa à renegociação de dívidas de pessoas físicas dentro do território brasileiro.
Lula também comentou sobre a situação atual das dívidas dos times brasileiros. De acordo com ele, o endividamento ocorre por conta da má administração e do pagamento de salários astronômicos, que, segundo o presidente, não correspondem à realidade econômica do Brasil.
A conta de energia elétrica ficará mais cara na Paraíba a partir desta sexta-feira (28). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou o reajuste tarifário anual da Energisa Paraíba, com aumento médio de 5,74% para os consumidores.
Para os clientes residenciais, o reajuste será de 4,81%. Já os consumidores de baixa tensão, que representam cerca de 87% dos clientes da distribuidora, terão aumento médio de 4,85%. Para consumidores de média e alta tensão, o reajuste será de 9,71%.
Segundo a Energisa, os principais impactos no aumento estão relacionados aos custos de geração e transmissão de energia, além de impostos e encargos setoriais. A parcela administrada diretamente pela distribuidora teve impacto de -0,09% no reajuste.
A rotina de festas e eventos com som alto no Clube dos Médicos, no bairro Jardim Oceania, virou caso de investigação formal do Ministério Público da Paraíba (MPPB). O órgão converteu um procedimento preparatório em Inquérito Civil para apurar a poluição sonora e a perturbação do sossego relatadas por vizinhos do estabelecimento, especialmente idosos de condomínios residenciais do entorno.
A decisão foi tomada pela 42ª Promotoria de Justiça de João Pessoa, por meio do promotor Edmilson de Campos Leite Filho, após constatar que, embora o local possua licenças operacionais prévias, os abusos sonoros em áreas abertas continuam sendo alvo de constantes reclamações da comunidade local.
A fiscalização apontou ao menos cinco ocorrências policiais por perturbação do sossego no entorno do clube em um único ano. No entanto, o Ministério Público destacou que as vistorias técnicas anteriores, realizadas por órgãos como a Sudema, ocorreram em momentos em que não havia festas em andamento, o que impediu a medição precisa do nível de decibéis emitido pelas caixas de som no auge dos eventos.
A Promotoria exigiu novos esclarecimentos à Semam, à Sudema e à própria diretoria do Clube dos Médicos. As entidades deverão apresentar documentos atualizados, planos de controle acústico e o cronograma dos próximos eventos, enquanto os órgãos ambientais foram orientados a realizar fiscalizações com medição de ruído no momento exato em que as festas estiverem acontecendo.
Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou nesta segunda-feira (24) que vai cobrar explicações da Polícia Federal sobre o nome dado à operação que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empresária Roberta Luchsinger.
O advogado disse que pretende questionar formalmente a PF sobre a origem e a justificativa para o nome.
A operação foi batizada de “Elli” e resultou na quebra dos sigilos de Lulinha e Roberta para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. O nome provocou incômodo entre aliados do presidente, que interpretaram a denominação como uma possível referência indireta à expressão “Faz o L”, associada a Lula.
“Vamos pedir explicações sobre o nome, qual a origem e alguma explicação que justifique a alcunha”, afirmou. Segundo ele, caso não haja uma justificativa, a escolha poderia representar uma tentativa de antecipar uma condenação. “Isso é perseguição”, declarou.
A defesa de Lulinha pretende, portanto, obter esclarecimentos da Polícia Federal sobre a denominação utilizada na investigação.
MPF entra com ação para demarcação de território quilombola na Praia da Penha, em João Pessoa – Foto: Gabriel Costa/G1.
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB) entrou com uma ação civil pública no âmbito da Justiça Federal no estado para demarcar o território quilombola localizado na Praia da Penha, em João Pessoa. A ação foi divulgada nesta segunda-feira (24).
De acordo com o MPF, a ação propõe um programa estrutural para proteger território, maretório (território de terra e mar), meio ambiente e patrimônio sagrado relacionados ao povo quilombola naquela região.
O programa do MPF envolve União, município de João Pessoa, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e empresas cujas atividades afetam áreas do território tradicional.
Entre as medidas concretas solicitadas na ação, além da demarcação do território quilombola, a identificação das terras da União, a regularização do uso tradicional de praias, rios e manguezais, a proteção dos acessos utilizados pelos moradores e a identificação de possíveis sobreposições de registros imobiliários.
Outros pontos
Há previsto um cronograma de execução, definição das responsabilidades dos órgãos envolvidos, apresentação periódica de resultados e acompanhamento judicial da execução das medidas.
O processo cita ainda que em janeiro de 2026 os moradores da área formalizaram coletivamente sua autodeclaração como comunidade quilombola, que posteriormente certificada pela Fundação Cultural Palmares.
O MPF aponta que a história da Penha tem uma presença da comunidade negra estabelecida no território há pelo menos sete gerações. Pesca artesanal, mariscagem, relações familiares, religiosidade e conhecimentos transmitidos entre gerações formam uma relação com o lugar que ultrapassa as casas onde os moradores vivem.
Avanço imobiliário
No documento da ação do MPF, é citado que há um avanço imobiliário na área, que fazm com que as novas gerações da comunidade encontrem dificuldades para construir suas casas e permanecer no território onde viveram seus pais, avós e antepassados.
O órgão aponta que de um lado, estão pescadores e famílias de baixa renda que ocupam e utilizam tradicionalmente a Praia da Penha há gerações e de outro, o avanço de empreendimentos imobiliários de alto padrão, do “turismo predatório” e, em parte do território, de investimentos associados ao capital estrangeiro.
Na ação, o MPF trata como um dos principais problemas na área a especulação imobiliária que, segundo o órgão, exerce uma “pressão” sobre o território, atingindo lugares de valor religioso e cultural. O órgão aponta para espaços associados à religiosidade e à memória coletiva, entre eles o Santuário de Nossa Senhora da Penha, o Cruzeiro e caminhos e áreas ligados às manifestações religiosas da comunidade.
Para o MPF, intervenções que restrinjam o acesso, alterem esses espaços ou comprometam as celebrações tradicionais atingem não apenas áreas físicas, mas uma memória religiosa e cultural construída ao longo de séculos.
Rio Cabelo
A ação aponta um processo contínuo de degradação do Rio Cabelo, que fica na região que pode ser demarcada, identificado em laudos e vistorias técnicas. Entre os problemas estão o lançamento de efluentes e ligações clandestinas de esgoto, descarte de resíduos sólidos, perda da vegetação ciliar, assoreamento, estreitamento do leito e aterramento de margens e áreas de manguezal.
Diante disso, a ação pede que a União e o município de João Pessoa elaborem, em até 90 dias, um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad) para todo o Rio Cabelo, da nascente à foz, com participação ativa da comunidade quilombola.
Funcionário de terceirizada da Cagepa é preso suspeito de furtar 80 hidrômetros (Foto: Polícia Civil).
Um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços à Cagepa foi preso suspeito de furtar hidrômetros do estoque da companhia, em Patos, no Sertão da Paraíba. A prisão ocorreu durante uma ação da Polícia Civil na última sexta-feira (21).
Segundo a investigação, o suspeito aproveitava a condição de funcionário para retirar os equipamentos do estoque sem levantar suspeitas.
Em depoimento, ele afirmou que retirava, no máximo, dois hidrômetros de cada caixa com dez unidades.
Durante a abordagem, os policiais encontraram cerca de 80 hidrômetros dentro do veículo do investigado.
Os equipamentos estariam preparados para serem vendidos como sucata, com o objetivo de retirar e um comercializar o cobre.
A Polícia Civil também identificou o local que receberia os hidrômetros furtados. Esse estabelecimento será incluído nas investigações para apurar eventual participação no esquema de receptação.
O material foi apreendido e o inquérito policial será concluído e encaminhado à Justiça.
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