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O Blog do BG PB entrou em contato com duas pessoas que acompanham as investigações contra o Padre Egídio e os desvios de verbas no Hospital Padre Zé. Inclusive as fontes acreditavam que o pedido de prisão dele poderia ter sido feito antes, devido à gravidade dos crimes investigados.
Um deles disparou: “Se o padre abrir a boca e fazer a delação, se prepare a Paraíba e João Pessoa”.
Entre os delitos investigados há dois empréstimos que somados atingem o valor de 13 milhões de reais. Os empréstimos foram solicitados em 2022 e em junho deste ano pelo padre Egídio de Carvalho, principal alvo da Operação Indignus que apura o desvio de recursos da unidade hospitalar.
As irregularidades no Hospital Padre Zé começaram a ser investigadas quando mais de 100 aparelhos celulares foram furtados da instituição. Esse caso foi tornado público em 20 de setembro. A denúncia, no entanto, foi feita em agosto e imediatamente um inquérito policial foi aberto. Um suspeito, inclusive, chegou a ser preso, mas responde em liberdade e cumpre medidas cautelares.
Leia mais: Justiça manda prender Padre Egídio e duas ex-diretoras do Padre Zé
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