brasileiro Danilo Sousa Cavalcante, de 34 anos, fugiu da cadeia, nos Estados Unidos (EUA), após ser condenado à prisão perpétua pela morte de Débora Evangelista Brandão, sua ex-namorada, a foacadas.
Agora, as autoridades norte-americanas oferecem uma recompensa equivalente a quase R$ 50 mil (US$ 10 mil) para quem capturar Danilo, que fugiu da Prisão de Chesco, onde estava até a manhã de quinta-feira (31). O comunicado publicado pelo governo local ainda afirma que Danilo responde por homicídio no Brasil.
Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou nesta segunda-feira (24) que vai cobrar explicações da Polícia Federal sobre o nome dado à operação que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empresária Roberta Luchsinger.
O advogado disse que pretende questionar formalmente a PF sobre a origem e a justificativa para o nome.
A operação foi batizada de “Elli” e resultou na quebra dos sigilos de Lulinha e Roberta para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. O nome provocou incômodo entre aliados do presidente, que interpretaram a denominação como uma possível referência indireta à expressão “Faz o L”, associada a Lula.
“Vamos pedir explicações sobre o nome, qual a origem e alguma explicação que justifique a alcunha”, afirmou. Segundo ele, caso não haja uma justificativa, a escolha poderia representar uma tentativa de antecipar uma condenação. “Isso é perseguição”, declarou.
A defesa de Lulinha pretende, portanto, obter esclarecimentos da Polícia Federal sobre a denominação utilizada na investigação.
MPF entra com ação para demarcação de território quilombola na Praia da Penha, em João Pessoa – Foto: Gabriel Costa/G1.
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB) entrou com uma ação civil pública no âmbito da Justiça Federal no estado para demarcar o território quilombola localizado na Praia da Penha, em João Pessoa. A ação foi divulgada nesta segunda-feira (24).
De acordo com o MPF, a ação propõe um programa estrutural para proteger território, maretório (território de terra e mar), meio ambiente e patrimônio sagrado relacionados ao povo quilombola naquela região.
O programa do MPF envolve União, município de João Pessoa, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e empresas cujas atividades afetam áreas do território tradicional.
Entre as medidas concretas solicitadas na ação, além da demarcação do território quilombola, a identificação das terras da União, a regularização do uso tradicional de praias, rios e manguezais, a proteção dos acessos utilizados pelos moradores e a identificação de possíveis sobreposições de registros imobiliários.
Outros pontos
Há previsto um cronograma de execução, definição das responsabilidades dos órgãos envolvidos, apresentação periódica de resultados e acompanhamento judicial da execução das medidas.
O processo cita ainda que em janeiro de 2026 os moradores da área formalizaram coletivamente sua autodeclaração como comunidade quilombola, que posteriormente certificada pela Fundação Cultural Palmares.
O MPF aponta que a história da Penha tem uma presença da comunidade negra estabelecida no território há pelo menos sete gerações. Pesca artesanal, mariscagem, relações familiares, religiosidade e conhecimentos transmitidos entre gerações formam uma relação com o lugar que ultrapassa as casas onde os moradores vivem.
Avanço imobiliário
No documento da ação do MPF, é citado que há um avanço imobiliário na área, que fazm com que as novas gerações da comunidade encontrem dificuldades para construir suas casas e permanecer no território onde viveram seus pais, avós e antepassados.
O órgão aponta que de um lado, estão pescadores e famílias de baixa renda que ocupam e utilizam tradicionalmente a Praia da Penha há gerações e de outro, o avanço de empreendimentos imobiliários de alto padrão, do “turismo predatório” e, em parte do território, de investimentos associados ao capital estrangeiro.
Na ação, o MPF trata como um dos principais problemas na área a especulação imobiliária que, segundo o órgão, exerce uma “pressão” sobre o território, atingindo lugares de valor religioso e cultural. O órgão aponta para espaços associados à religiosidade e à memória coletiva, entre eles o Santuário de Nossa Senhora da Penha, o Cruzeiro e caminhos e áreas ligados às manifestações religiosas da comunidade.
Para o MPF, intervenções que restrinjam o acesso, alterem esses espaços ou comprometam as celebrações tradicionais atingem não apenas áreas físicas, mas uma memória religiosa e cultural construída ao longo de séculos.
Rio Cabelo
A ação aponta um processo contínuo de degradação do Rio Cabelo, que fica na região que pode ser demarcada, identificado em laudos e vistorias técnicas. Entre os problemas estão o lançamento de efluentes e ligações clandestinas de esgoto, descarte de resíduos sólidos, perda da vegetação ciliar, assoreamento, estreitamento do leito e aterramento de margens e áreas de manguezal.
Diante disso, a ação pede que a União e o município de João Pessoa elaborem, em até 90 dias, um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad) para todo o Rio Cabelo, da nascente à foz, com participação ativa da comunidade quilombola.
Funcionário de terceirizada da Cagepa é preso suspeito de furtar 80 hidrômetros (Foto: Polícia Civil).
Um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços à Cagepa foi preso suspeito de furtar hidrômetros do estoque da companhia, em Patos, no Sertão da Paraíba. A prisão ocorreu durante uma ação da Polícia Civil na última sexta-feira (21).
Segundo a investigação, o suspeito aproveitava a condição de funcionário para retirar os equipamentos do estoque sem levantar suspeitas.
Em depoimento, ele afirmou que retirava, no máximo, dois hidrômetros de cada caixa com dez unidades.
Durante a abordagem, os policiais encontraram cerca de 80 hidrômetros dentro do veículo do investigado.
Os equipamentos estariam preparados para serem vendidos como sucata, com o objetivo de retirar e um comercializar o cobre.
A Polícia Civil também identificou o local que receberia os hidrômetros furtados. Esse estabelecimento será incluído nas investigações para apurar eventual participação no esquema de receptação.
O material foi apreendido e o inquérito policial será concluído e encaminhado à Justiça.
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (24) mostra que 43% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, divulgada no dia 17 de agosto, eram 42%. A variação está dentro da margem de erro.
Veja os números:
Ruim ou péssimo: 43% Ótimo ou bom: 35% Regular: 22% Não sabe/não respondeu: 1%
A pesquisa também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula.
Desaprova: 49% Aprova: 48% Não sabe/não respondeu: 4%
Metodologia
A Nexus ouviu 2.003 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09028/2026.
Mais de 25 mil pacotes de cigarros contrabandeados foram apreendidos em um caminhão na madrugada desta segunda-feira (24), na BR-230, em Gurinhém, no Agreste da Paraíba. O condutor do veículo foi preso, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A ocorrência começou por volta das 2h, quando o caminhão foi abordado durante uma fiscalização. Ao desembarcar, o motorista tentou fugir a pé, mas caiu ao tentar atravessar a pista e sofreu uma lesão no braço esquerdo. Ele recebeu atendimento do Samu e foi levado às autoridades.
Durante a inspeção, os policiais encontraram 518 caixas com cerca de 25.900 pacotes de cigarros de origem paraguaia, sem comprovação de importação.
O suspeito pode responder pelo crime de contrabando, previsto no art. 334-A do Código Penal.
Uma pesquisa do Instituto Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (24), mostra que o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), lidera os cenários de primeiro e segundo turnos na disputa pela reeleição.
No primeiro turno, Ribeiro aparece à frente de Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL), que estão em situação de empate técnico. Em um eventual segundo turno, o governador venceria os dois. A pesquisa também testou uma disputa entre Lucena e Efraim, com vantagem para o emedebista.
Primeiro turno
Lucas Ribeiro (PP) – 35%
Cícero Lucena (MDB) – 25%
Efraim Filho (PL) – 21%
Camilo Duarte (PCO) – 1%
Pedro Coutinho (DC) – 1%
Yuri Ezequiel (UP) – 1%
Nulo/branco – 9%
Não sabe/não respondeu – 7%
Segundo turno – cenário 1
Lucas Ribeiro (PP) – 42%
Cícero Lucena (MDB) – 35%
Nulo/branco – 11%
Não sabe/não respondeu – 12%
Segundo turno – cenário 2
Lucas Ribeiro (PP) – 46%
Efraim Filho (PL) – 30%
Nulo/branco – 12%
Não sabe/não respondeu – 12%
Segundo turno – cenário 3
Cícero Lucena (MDB) – 42%
Efraim Filho (PL) – 31%
Nulo/branco – 14%
Não sabe/não respondeu – 13%
Metodologia
Foram realizadas 1.600 entrevistas entre os dia 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08776/2026.
Uma pesquisa do Instituto Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (24), mostra que o presidente Lula (PT) tem vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) entre os eleitores da Paraíba.
No primeiro turno, Lula aparece 29 pontos à frente de Flávio. Já no segundo turno, a diferença é de 27 pontos.
Primeiro turno
Lula (PT) – 55%
Flávio Bolsonaro (PL) – 26%
Pablo Marçal (PRTB) – 4%
Renan Santos (Missão) – 3%
Ronaldo Caiado (PSD) – 3%
Romeu Zema (Novo) – 1%
Outros* – 1%
Nulo/branco – 3%
Não sabe/não respondeu – 4%
*Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata), somados, atingiram 1% e estão listados como “outros”.
Segundo turno
Lula (PT) – 59%
Flávio Bolsonaro (PL) – 32%
Nulo/branco – 4%
Não sabe/não respondeu – 5%
Metodologia
Foram realizadas 1.600 entrevistas entre os dia 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08776/2026.
Criminosos explodiram o cofre de um posto de combustíveis entre os bairros dos Bancários e do Altiplano, em João Pessoa, por volta das 3h40 desta segunda-feira (24). A explosão destruiu a estrutura onde o cofre estava instalado.
Segundo a Polícia Militar, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e provocaram a explosão. Cerca de 20 minutos depois, outras duas duplas, também em motos, foram ao posto para recolher o dinheiro. A polícia não informou se alguma quantia foi levada.
Moradores ouviram as explosões e acionaram a PM. Houve troca de tiros entre os policiais e os suspeitos, que conseguiram fugir. As câmeras de segurança não foram danificadas e registraram a ação.
O Gate foi acionado para verificar a presença de outros explosivos, mas nenhum foi encontrado. Um homem localizado sozinho em frente ao posto foi preso após ser considerado suspeito e levado para a Central de Polícia.
As diligências continuam para identificar e prender os suspeitos envolvidos no ataque ao posto de combustíveis.
Ausente do primeiro debate presidencial de 2026, realizado pela Band neste domingo (23/8), Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o debate e direcionou suas críticas principalmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Flávio disse que queria “debater com quem está destruindo o Brasil” e afirmou que os candidatos presentes — Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) — não são seus adversários.
“Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem tá no poder e tá destruindo o Brasil”.
O vídeo traz uma sequência de críticas ao governo Lula, culpando a atual administração pelo endividamento das famílias e pela crise de segurança pública, além de mencionar as investigações da Polícia Federal contra Fábio Luís da Silva, o Lulinha.
Durante o primeiro debate presidencial de 2026, realizado pela Band neste domingo (23), o candidato Renan Santos (Missão) chamou o presidente Lula (PT) e parte dos eleitores do petista de “canalhas” e classificou o governo federal como uma “porcaria”.
Ao criticar Lula, Santos afirmou que, com exceção dos beneficiários do Bolsa Família, os demais apoiadores do presidente estariam “rifando o nosso futuro”.
“Tirando um pedaço dele, que é aquele eleitor que está no Bolsa Família, que ainda acredita que o Lula é a única fonte de comida dele, de maneira errônea, o eleitor restante que apoia esse cara está sendo canalha. Canalha. Está rifando o nosso futuro e eu não quero o voto dele”, afirmou.
Em outro momento do confronto, Renan comentou a ausência do presidente no debate, afirmou: “Esse canalha do Lula não teve coragem de vir aqui”.
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