
Uma associação liderada pelo corregedor do sistema prisional da Paraíba, João Bezerra Filho, está sendo criada com o objetivo de apoiar supostas vítimas da empresa Braiscompany com sede em Campina Grande e com filial em João Pessoa. Conforme investidores, o último pagamento de 2022 deveria ter acontecido no dia 30 de dezembro.
O grupo está na fase de formalização jurídica e tem dois escritórios contratados: Odon Bezerra Advogados e Associados e Rabay, Palitot e Cunha Lima Advogados.
Áudios de moradores de Campina Grande, circulam nas redes sociais apontando que a empresa de investimentos em criptomoedas, teria dado um ‘calote’ de aproximadamente R$20 milhões de reais em um médico e ex-vereador do município que após atrasos nos pagamentos teria sofrido um mal estar e estaria internado em um hospital do município.
Acompanhe o relato clicando aqui.
Escute aqui, outra denúncia afirmando que o dono da empresa faliu e deve fugir para o exterior com o dinheiro que seria para o pagamento de clientes.
O empresário Antônio Neto Ais, CEO da Braiscompany, explicou os atrasos de pagamentos a clientes e admitiu problemas para pagar o repasse referente aos investimentos na empresa.
POLÊMICA: Empresa de criptomoedas em CG, Braiscompany tenta justificar atrasos em pagamentos
“Desde novembro a empresa vem sofrendo alguns problemas técnicos e vem tentando resolver dia após dia com a criação de aplicativo e outras soluções tecnológicas”, declarou.
Blog do BG PB




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