Quatro trechos de praias que estão impróprios para banho neste final de semana no Litoral Paraibano Desse total, três estão localizadas em João Pessoa e um em Pitimbu. As informações são Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) divulga uma relatório que revela o nível de poluição em todo o litoral do estado.
Em João Pessoa, o primeiro trecho improprio está localizado na Praia do Cabo Branco, em frente à rotatória do Cabo Branco. Ainda na Praia do Cabo Branco, o trecho em frente à galeria de águas pluviais também está impróprio para banho. O último está na Praia do Arraial, em frente a desembocadura do Rio Cuiá.
Já na cidade de Pitimbu, os banhistas devem evitar a Praia de Maceió, em frente à desembocadura do riacho Engenho Velho.
A Prefeitura de Bayeux divulgou nesta terça-feira (22) uma nota oficial após a secretária de Assistência e Segurança Alimentar, Ivoneide de Araújo Silva, ser citada no contexto das investigações da Operação Feudo, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco/MPPB.
A operação investiga uma organização criminosa suspeita de expulsar mais de 250 famílias de suas casas com ameaças e violência armada. Segundo a investigação, os imóveis eram tomados ilegalmente e os bens deixados pelas vítimas eram saqueados ou vendidos. O caso apura crimes como domínio social estruturado, esbulho possessório, agiotagem, extorsão, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro via Pix.
Na nota, a Prefeitura afirma que recebeu as informações “com serenidade”, diz confiar nas instituições responsáveis pela investigação e defende o respeito à ampla defesa, ao contraditório e à presunção de inocência. A gestão também repudia o que classifica como tentativa de uso político do caso e afirma que continuará acompanhando as investigações, confiando no esclarecimento dos fatos dentro do devido processo legal.
Guguinha e Carlão em embate na Câmara – (Foto: CMJP)
Os vereadores Guguinha Moov Jampa (PSD) e Carlão Pelo Bem (PL) bateram-boca na sessão desta terça-feira (22) da Câmara Municipal de João Pessoa. A discussão começou quando os parlamentares debatiam quem tinha “independência” para votar e citaram os empregos de cada um na Prefeitura de João Pessoa.
Carlão disse não precisar de “emprego em prefeitura”, pois não “pulava de barco em barco”. “Vereador precisa de independência”, citou.
“Eu defendo também a independência que o vereador tem. A independência de não precisar de emprego de prefeitura. A independência que tem de não precisar estar pulando de barco em barco. A independência que o vereador precisa ter quando assume uma ação legislante. Continuo sem empregos de prefeitura. Minhas abstenções, acompanhar, negar voto… Sempre fui uma pessoa combativa na tribuna e vou continuar sendo”, avaliou o vereador.
Na réplica, Guguinha afirmou que o colega de parlamento tem “cargos escondidos” na gestão municipal e até “beijou a testa do ex-prefeito Cícero Lucena (MDB)”.
“Eu realmente tinha cargos na prefeitura, alguns. Já o senhor tem escondido. O senhor beijou a testa de Cícero Lucena no seu gabinete no dia da inauguração do teatro aqui! Eu estava lá e vi. Cícero saindo do seu gabinete! Agora se o senhor tiver coragem o senhor diz”, rebateu Guguinha.
Acidente em obra da Ponte do Futuro deixa pessoas feridas, em Cabedelo – Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco. Gustavo Demétrio
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) instaurou procedimento para apurar o acidente ocorrido nessa segunda-feira (21), em obra da Ponte do Futuro, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. O procedimento foi distribuído para a procuradora Myllena Alencar.
O MPT está adotando todas as providências necessárias para apurar as causas do acidente e as devidas responsabilidades. A informação foi confirmada pela CBN.
O acidente aconteceu durante a execução da obra da Ponte do Futuro e deixou um trabalhador morto e outros dois feridos. Uma estrutura metálica se desprendeu e um dos operários, que estava preso ao cinto de segurança, caiu no Rio Paraíba.
Trabalhador caiu de uma altura de 10 metros
O trabalhador foi identificado como Manoel Oliveira da Silva, de 43 anos, natural de Araioses, no Maranhão. Segundo o Consórcio Jampa, responsável pela obra, ele caiu de uma altura de 10 metros.
O corpo de Manoel foi localizado após algumas horas de buscas no Rio Paraíba. Ele foi liberado ainda na segunda-feira (21) e levado para o Maranhão, onde será sepultado.
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Governo do Estado, por meio de nota, o que desabou foi uma fôrma metálica que a empresa responsável pela obra utiliza na montagem. Essa estrutura se desprendeu e Manoel que estava preso ao cinto de segurança caiu. A estrutura da ponte em si não desabou.
O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, informou, por meio de nota, que determinou ações de forças de segurança para atuar na procura pelo trabalhador que estava desaparecido.
Outros dois trabalhadores ficaram feridos no acidente. Uma das pessoas que ficou ferida com o desabamento foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O Jornal da Paraíba entrou em contato com a unidade, que informou que o homem que deu entrada tem 20 anos e está consciente e orientado. Não se sabe para onde a outra pessoa socorrida foi levada.
Uma das pessoas que ficou ferida com o desabamento foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa e liberada na tarde desta segunda-feira (21). A outra pessoa que ficou ferida recebeu atendimento no local e não precisou ser hospitalizada.
Foto mostra Rick, Bruno Avelar e Paulo Soares, três dos quatro passageiros que estavam no helicóptero que desapareceu em SC — Foto: Reprodução/NSC TV
O helicóptero em que viajava o cantor Rick, da dupla com Renner, foi encontrado nesta terça-feira (22) na Serra Catarinense. O Corpo de Bombeiros confirmou que as cinco pessoas a bordo morreram.
A aeronave estava desaparecida desde a tarde de segunda-feira (21), quando perdeu contato durante um voo com destino a São Joaquim. Os destroços foram localizados por volta do meio-dia pelo helicóptero Arcanjo 03, após buscas que seguiram durante a madrugada.
As equipes trabalham na retirada das vítimas. A Polícia Científica fará a perícia, e as circunstâncias da queda serão investigadas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de baixa umidade do ar para cidades da Paraíba: um amarelo, de perigo potencial, e outro laranja, de perigo.
O alerta laranja começou às 10h e é válido até as 21h desta terça (22). Já o alerta amarelo permanece vigente até as 23h59 do mesmo dia.
De acordo com o Inmet, 127 cidades estão em alerta amarelo de perigo potencial de baixa umidade do ar, enquanto 65 cidades estão sob o alerta laranja de perigo.
Perigo de baixa umidade do ar: umidade relativa do ar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e efeitos à saúde, como ressecamento da pele e desconforto nos olhos, boca e nariz.
Perigo potencial de baixa umidade do ar: umidade relativa do ar entre 20% e 30%, com baixo risco de incêndios florestais e efeitos à saúde.
O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.
Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
O ministro André Mendonça solicitou a investigação do colega Alexandre de Moraes por abuso de autoridade e denunciação caluniosa. O magistrado enviou a manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, na segunda-feira 21. O texto aponta a prática de “arapongagem institucional” da Polícia Federal (PF) para vigiar a rotina pessoal e religiosa do relator e do advogado-geral da União, Jorge Messias.
Mendonça exigiu o arquivamento sumário da representação movida por Moraes no Inquérito das Fake News. A resposta argumenta que a acusação utiliza métodos ilegais fundamentados em relatórios apócrifos e sem valor probatório. O magistrado sugeriu que o condutor das investigações deveria se tornar o verdadeiro alvo da apuração policial.
Celular de banqueiro e delações
Moraes atacou o colega de tribunal com acusações sobre mensagens trocadas com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Mendonça rebateu os pontos da denúncia, descartou irregularidades em relatórios e negou violações na cadeia de custódia do celular do empresário. O disco rígido enviado ao gabinete permaneceu com o lacre da PF intacto.
O documento desmente qualquer interferência em acordos de colaboração premiada. Mendonça explicou que os nomes do senador Davi Alcolumbre e de Alexandre de Moraes surgiram em relatórios de inteligência da própria corporação. Os despachos judiciais serviram apenas para organizar o andamento do processo.
O relator cobrou acesso total aos autos do inquérito principal. A petição exige a apuração sobre a autoria dos relatórios produzidos pela PF. Mendonça pediu a proibição formal de novos levantamentos focados em escrutinar os atos de integrantes da Corte.
Os líderes na disputa ao Planalto, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), entram na reta final do 1º turno com o desafio de ampliar a margem de votos em um cenário no qual 15% dos eleitores consideram a possibilidade de mudar o voto até 4 de outubro.
A parcela foi apontada em pesquisa BTG/Nexus, divulgada na segunda-feira (21), que questionou os entrevistados sobre a certeza em relação à decisão de voto. Outros 84% afirmaram que a decisão está tomada e que não há chance de mudança, enquanto 1% não soube ou preferiu não responder.
Dentro da fatia do eleitorado que diz poder mudar de voto, 19% disseram cogitar votar em Flávio Bolsonaro; 15% citaram Lula; e 15% mencionaram Augusto Cury (Avante).
Cury também é o candidato que conta com a maior parcela de eleitores entre os que consideram mudar o voto: 52% das pessoas que disseram votar no escritor admitiram a possibilidade de mudar de opinião no 1º turno.
Cenários de possíveis mudanças também aparecem entre eleitores de Romeu Zema (Novo): 48% não descartam essa possibilidade. Ronaldo Caiado (PSD) e Samara Martins (UP) têm 45%, enquanto Renan Santos (Missão) registra 31%.
Lula e Flávio Bolsonaro têm os menores percentuais de intenção de mudança, com 10% e 8%, respectivamente. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-00485/2026. A análise da empresa também destaca que a corrida eleitoral está absolutamente indefinida.
A Polícia Civil da Paraíba prendeu, na manhã desta terça-feira (22), 14 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e homicídios no Sertão. A Operação Impactos foi realizada em Princesa Isabel, Imaculada, Catolé do Rocha e Taperoá, na Paraíba, e em Santa Terezinha, em Pernambuco.
Segundo a Polícia Civil, o grupo teria ligação com uma facção criminosa responsável pela venda de drogas e por assassinatos. Os investigados também estariam envolvidos em execuções na região.
A investigação começou em Imaculada, após a prisão de três pessoas e a apreensão de maconha e cocaína.
A operação contou com a participação da Delegacia Seccional de Princesa Isabel e da Delegacia de Água Branca, além do apoio das polícias Militar e Civil e do Corpo de Bombeiros Militar.
Até a última atualização, foram confirmadas as prisões de 10 homens e quatro mulheres.
Dados extraídos pela Polícia Federal (PF) do celular de Daniel Vorcaro mostram que o dono do Banco Master dizia ser “o número 1” do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Em mensagens, obtidas pelo Blog de Malu Gaspar, de O Globo, Vorcaro também chamava o parlamentar de “irmão”.
Em 2 de fevereiro de 2025, Vorcaro disse ao diretor jurídico do banco, Luiz Rennó, que estava em Brasília “com Davi e Hugo”, em referência a Davi Alcolumbre (União-AP) e Hugo Motta. Questionado se “transita bem” com o deputado, respondeu: “Transito bem? Kkkk. Sou ‘number 1’. Amigo irmão”.
No dia anterior, Motta havia sido eleito presidente da Câmara, com 444 votos. Alcolumbre também foi eleito presidente do Senado, com 73 dos 81 votos.
Viagens e encontros
Em junho deste ano, a PF apontou que Vorcaro pagou a hospedagem de Motta durante uma viagem a Lisboa, em 2024. O presidente da Câmara afirmou, na época, “não ver problemas” no pagamento das diárias, por se tratar de um evento “corporativo e jurídico”.
Segundo a investigação, Vorcaro também bancou suítes para Motta e para o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O senador é suspeito de ter recebido vantagens indevidas do banqueiro por atuar em favor do banco no Congresso.
Outro episódio mencionado pela reportagem envolve uma degustação exclusiva de uísque e charuto promovida por Vorcaro em Nova York, em 14 de maio de 2024. Motta foi uma das autoridades presentes no encontro, realizado no Carnegie Club, em Manhattan. A conta total do evento chegou a US$ 1.023.646, o equivalente a R$ 5.257.036 na conversão feita pela PF.
Dois meses antes, em março de 2024, a cunhada de Motta, Bianca Medeiros, fez um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões com o Master, conforme divulgado pelo jornal “Folha de S. Paulo”. O crédito serviu para comprar um terreno em João Pessoa.
Mensagens divulgadas anteriormente também mostram que Motta era recebido por Vorcaro em casa. Em março de 2025, em conversa com a então namorada Martha Graeff, o dono do Master é questionado se estava com alguém e responde que “Hugo e Ciro” chegaram em sua casa para “falar com Alexandre”, uma referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com informações do Blog de Malu Gaspar, de O Globo
A secretária de Ação Social de Bayeux, Ivoneide de Araújo, é alvo de um mandado de busca e apreensão na Operação Feudo, deflagrada nesta terça-feira (22) contra uma organização criminosa investigada por expulsar mais de 250 famílias de uma comunidade na Região Metropolitana de João Pessoa.
Segundo informações do Núcleo de Política da Rede Paraíba de Comunicação, a polícia investiga se Ivoneide teria auxiliado o grupo por meio do cargo de secretária de Ação Social.
A operação cumpre 21 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão na Região Metropolitana de João Pessoa. Até a última atualização, não havia informação sobre o número de pessoas presas.
Segundo o secretário de Transparência do município, Paulo Neto, a Prefeitura ainda não tinha conhecimento das informações sobre a operação.
A investigação também apura tomada de imóveis, agiotagem, extorsão, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Conforme a polícia, mais de 250 famílias foram expulsas de suas casas após ameaças e violência armada. Os imóveis eram tomados pelo grupo, que retirava os bens deixados nas residências para saqueá-los ou vendê-los.
A operação é realizada pela Polícia Civil da Paraíba, por meio da 4ª Delegacia Seccional (4ª DSPC), da UNINTELPOL e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), em conjunto com o GAECO, do Ministério Público da Paraíba (MPPB).
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