Nova pesquisa do Instituto Paraná, divulgada hoje, mostra Lula com 40,2% das intenções de voto e Jair Bolsonaro com 36,4%, um empate técnico. Em relação ao resultado anterior, houve estabilidade.
Ciro Gomes aparece com 7,3% e Simone Tebet tem 4,1%. Os demais candidatos a presidente pontuaram abaixo de 1%.
Na espontânea, Lula tem 32% dos votos, enquanto Jair Bolsonaro marca 29,5%. Ciro fica com 4,1% e Simone com 1,6%.
Na simulação de segundo turno, o petista aparece com 47,3% das intenções de voto, e o presidente tem 40,3%.
A margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos.
Um recorte do Datafolha divulgado nesta quarta-feira (23) mostra como os eleitores de Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) se dividiriam em um eventual 2º turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
Somados, Flávio tem 43%, Lula 30% e branco, nulo ou nenhum, 26%. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, levando Flávio a uma faixa de 39% a 47% e Lula de 26% a 34%.
Entre eleitores de Zema, Flávio marca 48%, Lula 25% e branco ou nulo 27%. A margem é de 11 pontos, com Flávio entre 37% e 59% e Lula entre 14% e 36%.
No grupo de Renan Santos, Flávio tem 43%, Lula 22% e branco ou nulo 34%. A margem é de 10 pontos: Flávio varia de 33% a 53% e Lula de 12% a 32%.
Entre apoiadores de Caiado, Flávio registra 43%, Lula 30% e a margem é de 8 pontos. Os intervalos são de 35% a 51% para Flávio e de 22% a 38% para Lula, configurando empate técnico.
Entre os eleitores de Cury, Flávio soma 41%, Lula 35% e branco ou nulo 23%. A margem é de 6 pontos, com Flávio entre 35% e 47% e Lula entre 29% e 41%, também em empate técnico.
No cenário geral de 2º turno, Lula aparece com 46% e Flávio com 44%, além de 8% de brancos ou nulos e 1% de indecisos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
A fidelidade às bases também é alta: Lula mantém 98% de seus eleitores e Flávio, 99%. Ambos cedem 1% ao adversário.
Entre quem vota branco, nulo ou em nenhum candidato no 1º turno, 62% mantêm essa opção. Lula recebe 20% e Flávio 17%, com margem de 6 pontos: Lula varia de 14% a 26% e Flávio de 11% a 23%, configurando empate técnico.
Entre os não alinhados a bolsonarismo ou petismo, Flávio tem 39% e Lula 33%. Com margem de 4 pontos, os intervalos são de 35% a 43% e 29% a 37%, respectivamente. Nesse grupo, branco, nulo ou nenhum somam 25% e os indecisos, 2%.
Nos polos, a fidelidade é maior: entre bolsonaristas, Flávio tem 91% e Lula 4%; entre petistas, Lula chega a 92% e Flávio a 5%.
O recorte dos não alinhados ouviu 452 pessoas dentro da pesquisa presencial realizada de 15 a 17 de setembro, que entrevistou 2.002 eleitores em todo o país.
Os números derivam de duas pesquisas feitas pelo Datafolha, entre os dias 8 e 10 de setembro e 15 e 17 de setembro de 2026, com um total de 4.003 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. A margem de erro das pesquisas gerais é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. Contratados pela Folha e pela TV Globo, os levantamentos estão registrados no TSE sob os números BR-04029/2026 e BR-01833/2026.
A segunda rodada da Pesquisa Quaest Consultoria e Pesquisa, divulgada pelas Tvs Cabo Branco e Paraíba nesta terça-feira (22), revelou que a decisão de voto para governador é definitiva para 74% dos eleitores. Na primeira rodada, divulgada em agosto, o percentual era de 69%.
Por outro lado, resta ainda 25% que declararam que podem mudar de candidato caso aconteça algo até o primeiro turno da eleição, em 4 de outubro. Nas pesquisa anterior o percentual era de 30%. 1% não souberam ou não responderam nas duas rodadas da Quaest na Paraíba.
divulgação/Quaest
Decisão de voto por candidato
Na análise de decisão do voto, quando o entrevistado é perguntado se a escolha apontada no cenário estimulado é definitiva ou ainda pode mudar, Lucas Ribeiro (PP) ampliou o percentual de eleitores que dizem que a escolha de voto nele é definitiva de 77% para 79%, reduziu de 22% para 19% os que afirmam que ainda podem mudar e subiu de 1% para 2% os que não souberam responder.
Também houve ampliação na decisão de voto dos eleitores de Efraim Filho, que subiu de 64% para 72% e redução de 35% para 27% dos que ainda podem mudar o voto. Os que não souberam responder se manteve em 1% entre as duas pesquisas.
Cícero Lucena (MDB) também conseguiu aumentar os votos decisivos a seu favor de 57% para 60% e reduzir de 40% para 39% os que afirmam que ainda podem mudar. Os que não sabem responder caiu de 3% para 1%.
divulgação/Quaest
Dados da pesquisa
A Quaest, contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba, realizou 804 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números PB-01325/2026 e BR-09990/2026.
O preço da gasolina comum permanece estável há seis semanas em João Pessoa, segundo pesquisa realizada pelo Procon-JP em 113 postos da Capital no dia 22 de setembro. O litro do combustível continua sendo encontrado entre R$ 6,18 e R$ 6,69 no pagamento à vista.
O menor preço foi registrado no posto Elesbão, em Água Fria, enquanto o maior é praticado no São José, em Paratibe. Em comparação com a semana anterior, 11 postos reduziram os preços, seis aumentaram e 94 mantiveram os mesmos valores.
No cartão, a gasolina comum varia entre R$ 6,25, no posto Expressão, em Tambaú, e R$ 6,69, no São José, em Paratibe.
Apesar da estabilidade da gasolina, outros combustíveis apresentaram alta. O menor preço do etanol passou de R$ 4,29 para R$ 4,43, enquanto o diesel S10 subiu de R$ 6,39 para R$ 6,75 na menor cotação.
Gasolina aditivada
A gasolina aditivada manteve o menor preço em R$ 6,25, encontrado nos postos Expressão Beira-Rio e Torre. Já o maior valor caiu de R$ 6,89 para R$ 6,79.
Diesel e GNV
O diesel comum também registrou alta. O menor preço passou de R$ 6,28 para R$ 6,39, enquanto o maior subiu de R$ 6,98 para R$ 7,09.
Já o GNV manteve os mesmos valores da pesquisa anterior, variando entre R$ 4,89 e R$ 4,99.
O consumidor pode consultar a pesquisa completa do Procon-JP, com os preços e os postos divididos por região da cidade.
Mais de 70% das escolas fiscalizadas na PB têm infraestrutura crítica ou insuficiente, aponta auditoria. (Foto: Gabriel Jabur/AG Brasilia).
Mais de 40 escolas municipais da Paraíba apresentaram condições consideradas insuficientes ou críticas no eixo de segurança alimentar durante uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Ao todo, 90 escolas de 90 municípios foram fiscalizadas sem aviso prévio, com foco nos anos iniciais do Ensino Fundamental, do 1º ao 5º ano. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23).
Das 90 escolas avaliadas, 41 ficaram nos níveis “insuficiente” ou “crítico” em segurança alimentar. O eixo teve pontuação média de 13,7 dos 20 pontos possíveis, classificação considerada “insuficiente” pelo Índice de Qualidade da Gestão Escolar (IQGE), indicador criado pelo TCE-PB para reunir os dados da fiscalização.
A auditoria foi realizada na terça-feira (22) por 30 equipes, formadas por 60 auditores e técnicos, que vistoriaram simultaneamente escolas de 90 municípios paraibanos. O TCE-PB informou que as informações foram registradas durante as visitas e enviadas em tempo real ao Tribunal.
Água e refeitórios estão entre os principais problemas
Um dos principais pontos de atenção encontrados na fiscalização foi a manutenção e a potabilidade da água. Em 52,22% das escolas, o item foi classificado como parcialmente atendido. Apenas 30,22% tiveram avaliação plena.
A estrutura dos refeitórios também apresentou problemas. 32,22% das escolas tiveram avaliação insuficiente nesse quesito, enquanto 27,78% apresentaram situação parcial. Apenas 37,78% tiveram avaliação plena.
O acompanhamento nutricional e a atuação do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) também foram considerados parcialmente adequados em mais da metade das unidades: 51,11% tiveram essa classificação.
Por outro lado, a maioria das escolas apresentou avaliação positiva em relação à oferta de alimentação saudável. O item foi considerado plenamente atendido em 77,78% das unidades.
Já o cardápio regular e suficiente recebeu avaliação plena em 64,44% das escolas. As condições de preparo e armazenamento dos alimentos foram consideradas adequadas em 67,78% das unidades.
Escola de Santa Rita teve menor pontuação
A escola municipal com a menor pontuação geral entre as 90 unidades fiscalizadas foi a EMEF Índio Piragibe, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, que alcançou 20 pontos no IQGE, classificação considerada crítica.
Escola de Santa Rita teve menor pontuação. (Foto: Reprodução/TCE-PB). Jornal da Paraíba
Durante a vistoria, os auditores registraram problemas relacionados à alimentação e às condições da estrutura da escola. O espaço utilizado para armazenar alimentos apresentava infiltração e mofo no teto, falta de ventilação e ficava próximo ao banheiro masculino.
Também foram encontrados produtos ultraprocessados no local, além de problemas na cozinha, como panelas colocadas no chão e sujeira acumulada no fogão.
A unidade também apresentou problemas em outros aspectos avaliados pelo Tribunal, como salas de aula sem ventiladores ou aparelhos de ar-condicionado e uma sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) com teto fragilizado.
O Jornal da Paraíba entrou em contato com a Secretaria de Educação de Santa Rita, por meio da assessoria de imprensa da pasta, para obter respostas sobre o posicionamento da escola no índice e não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Infraestrutura também apresentou resultado insuficiente
Além da alimentação, a infraestrutura foi outro ponto crítico identificado na fiscalização. O eixo teve a menor pontuação média entre os cinco avaliados pelo TCE-PB: 11,4 de 20 pontos, também classificado como insuficiente.
Ao todo, 64 das 90 escolas ficaram nas faixas insuficiente ou crítica nesse eixo.
Os laboratórios de informática concentraram um dos maiores índices de problemas: 67,78% das escolas tiveram avaliação insuficiente quanto ao funcionamento desses espaços.
As bibliotecas também apresentaram dificuldades. Em 41,11% das unidades, o funcionamento foi considerado insuficiente, enquanto 30% tiveram avaliação parcial.
Já as condições das salas de aula tiveram resultado mais positivo, com avaliação plena em 87,2% das escolas.
“Esse é um primeiro passo que de fato o tribunal está dando para melhorar a política pública da educação junto ao gestor. A ideia é não punir mas sim colaborar para melhorar para melhoria dessa política pública“, afirmou Leandro Pedrosa, Auditor de Controlo Externo do TCE-PB.
Cajazeirinhas teve maior pontuação
Na outra ponta da avaliação, a Escola Municipal Deputado Janduhy Carneiro, em Cajazeirinhas, no Sertão da Paraíba, alcançou 98,3 pontos, a maior pontuação entre as unidades fiscalizadas.
Cajazeirinhas teve maior pontuação. (Foto: Reprodução/TCE-PB). Jornal da Paraíba
A escola apresentou avaliação considerada excelente no IQGE. Entre os registros feitos pelos auditores estão biblioteca, banheiro acessível, cozinha higienizada e salas de aula organizadas.
O resultado, no entanto, é referente à avaliação da unidade durante a fiscalização e não representa uma classificação geral da rede municipal de ensino.
O que foi avaliado
A fiscalização analisou 30 questões divididas em cinco eixos: infraestrutura, segurança alimentar, apoio pedagógico, clima escolar e intersetorialidade.
No eixo de segurança alimentar, foram observados itens como regularidade do cardápio, qualidade da alimentação oferecida, condições de preparo e armazenamento, potabilidade da água, acompanhamento nutricional e estrutura dos refeitórios.
Também foram analisados aspectos relacionados ao trabalho pedagógico, à prevenção de bullying, à proteção de profissionais da educação e à articulação das escolas com serviços como Conselho Tutelar, assistência social e Programa Saúde na Escola (PSE).
Considerando todos os cinco eixos, as 90 escolas tiveram média de 70,5 pontos no IQGE, classificação considerada “boa”. Foram 23 escolas classificadas como excelentes, 35 como boas, 20 como insuficientes e 10 como críticas. Duas escolas estavam fechadas durante a fiscalização e não tiveram pontuação.
O TCE-PB informou que os resultados ainda serão consolidados em relatórios individualizados por escola. O Tribunal também prevê a emissão de alertas aos gestores e a disponibilização dos dados em painéis de acompanhamento.
O assessor da campanha de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba, Joilton Costa, rebateu nesta quarta-feira (23) a declaração do comunicador Fabiano Gomes, que afirmou no programa Paraíba Boa que Cícero teria “jogado a toalha” na disputa eleitoral. A avaliação de Fabiano foi feita após a divulgação das últimas pesquisas de intenção de voto.
Na resposta, Joilton contestou a interpretação do comunicador e afirmou que a campanha permanece ativa, com compromissos sendo cumpridos diariamente. O assessor também criticou a repercussão da declaração e defendeu que informações sobre a condução da candidatura sejam obtidas diretamente com a assessoria.
Confira a nota na íntegra
Caro colega,
Em postagem recente, o senhor deu destaque à opinião de um radialista, o que acaba por colocá-lo na posição de porta-voz de narrativas externas à campanha. Em respeito aos profissionais que atuam na campanha de Cícero Lucena ao Governo do Estado — e, sobretudo, ao próprio candidato, que possui uma larga folha de serviços prestados à Paraíba —, sugerimos que utilize os canais oficiais para obter informações precisas sobre a condução da nossa agenda, que permanece ativa e sendo cumprida diariamente.
Cícero tem apresentado à população paraibana propostas e diagnósticos para resolver os principais problemas do Estado, com foco em segurança pública, saúde, educação, geração de empregos e infraestrutura. Portanto, reforçamos que, sempre que precisar de informações sobre a campanha, o jornalista deve se dirigir diretamente à nossa assessoria de imprensa, evitando dar espaço a especulações de terceiros.
O bom jornalismo exige rigor e apuração. Ao priorizar boatos e o ‘disse-me-disse’, o jornalismo profissional perde espaço, e o que realmente interessa à sociedade — o debate aprofundado sobre o futuro da Paraíba — acaba ficando em segundo plano.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de baixa umidade do ar para cidades da Paraíba: um amarelo, de perigo potencial, e outro laranja, de perigo.
O alerta laranja teve início às 10h e é válido até as 22h desta quarta-feira (23), enquanto o amarelo começou às 9h e permanece vigente até as 23h59 do mesmo dia.
De acordo com o Inmet, 108 cidades estão em alerta amarelo de perigo potencial de baixa umidade do ar, enquanto 67 cidades estão sob o alerta laranja de perigo.
Perigo de baixa umidade do ar: umidade relativa do ar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e efeitos à saúde, como ressecamento da pele e desconforto nos olhos, boca e nariz.
Perigo potencial de baixa umidade do ar: umidade relativa do ar entre 20% e 30%, com baixo risco de incêndios florestais e efeitos à saúde.
O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.
Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) rejeitou, na manhã desta quarta-feira (23), o recurso do ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (MDB), contra a decisão que indeferiu seu registro de candidatura à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) por elo com facções criminosas.
A defesa apresentou embargos de declaração para pedir esclarecimentos ou correções em pontos do julgamento que, segundo Hugo, estariam omissos.
O relator do processo, Keópes Vasconcelos, votou por acatar parcialmente o recurso, apenas no tocante ao trecho que trata sobre a remuneração de Marcela Pereira da Silva.
Nos demais quesitos, o magistrado ponderou que a ação “trata-se de mero inconformismo e a tentativa de rediscutir o mérito” do julgamento inicial, que culminou no indeferimento do registro da candidatura.
Segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (22), 52,3% avaliam que a crise envolvendo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) prejudica mais a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Para 52,3% dos entrevistados, o episódio causa os maiores prejuízos ao petista, enquanto 20,8% apontam Flávio Bolsonaro.
Outros 15,5% avaliam que a crise prejudica os dois igualmente. Já 7,5% dizem que não há prejuízo para nenhum dos dois, e 3,9% não souberam responder.
Metodologia
O levantamento ouviu 5.015 pessoas, entre os dias 17 e 22 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04739/2026.
Obras de modernização do sistema de abastecimento de água alteram o trânsito em João Pessoa entre esta quarta-feira (23) e sábado (26). As intervenções ocorrem em diferentes ruas e avenidas, com mudanças nos horários de circulação.
A Cagepa iniciou os trabalhos para substituir e ampliar mais de 50 quilômetros de tubulações antigas e ramais prediais.
Ruas que têm trânsito alterado em João Pessoa
As alterações acontecem em horários diferentes conforme o dia. Confira os locais:
Quarta-feira (23)
Rua Sinésio Guimarães, Rua Joaquim Torres, Rua Clarice Justa, Avenida Professor Paredes e Avenida Santa Júlia: das 7h às 17h.
Avenida Dom Pedro II: das 19h às 5h;
Avenida Nossa Senhora de Fátima: das 7h às 17h e das 19h às 5h;
Quinta-feira (24)
Rua Clarice Justa e Avenida Santa Júlia: das 7h às 17h.
Avenida Dom Pedro II: das 19h às 5h;
Avenida Nossa Senhora de Fátima: das 7h às 17h e das 19h às 5h;
Sexta-feira (25)
Rua Cônego, Rua Clemente Rosas, Rua São Sebastião e Avenida Santa Júlia: das 7h às 17h.
Avenida Dom Pedro II: das 7h às 17h e das 19h às 5h;
Avenida Nossa Senhora de Fátima: das 7h às 17h e das 19h às 5h;
Sábado (26)
Avenida Dom Pedro II: das 19h às 5h;
Avenida Nossa Senhora de Fátima: das 7h às 17h e das 19h às 5h.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (23), uma operação para investigar fraudes no cadastro eleitoral e cumpriu um mandado de busca e apreensão em Cabedelo, na Paraíba. A identidade do alvo não foi divulgada.
Exames de impressões digitais apontaram que 11 registros de identificação, com diferentes nomes e dados pessoais, pertencem à mesma pessoa. Entre eles, está um registro considerado a provável identidade verdadeira do alvo.
A investigação também identificou três inscrições eleitorais suspeitas de fraude, vinculadas a diferentes identidades, nas zonas eleitorais de Santa Rita (PB), Benevides (PA) e Brasília (DF).
A busca em Cabedelo pretende reunir documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam ajudar a esclarecer como os registros foram obtidos e utilizados.
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