
O Tribunal de Justiça da Paraíba marca para o dia 13 de julho, o julgamento do escândalo do Propinoduto, que veio à tona em 2019.
O esquema, revelado pela Operação Calvário, trata de uma apreensão de uma caixa de vinho com dinheiro em espécie que seria destinada ao irmão do então governador Ricardo Coutinho (PT).
Segundo o Ministério Público da Paraíba, o total encontrado na caixa foi de mais de R$ 80 mil. O dinheiro contido na caixa, que foi recebida pelo ex-assessor da secretaria de administração do Governo da Paraíba, Leandro Nunes Azevedo seria supostamente repassado para Ricardo e para o procurador do Estado, Gilberto Carneiro, e a ex-secretária de Administração e Livânia Farias.
Leandro Nunes chegou a ser preso em fevereiro de 2019, mas foi solto em março. A prisão foi convertida em medidas cautelares.
Deflagrada em 2019, a Operação Calvário tramita na justiça paraibana. Os processos chegaram a ser levados para a Justiça Eleitoral, no entanto foi devolvida para a Justiça Comum pelo TRE-PB em abril deste ano.
A Operação Calvário investiga uma organização criminosa acusada de desviar recursos públicos através de contratos de mais de R$ 1,6 bilhão firmados com unidades de saúde na Paraíba e em outros dois estados.



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