
O Tribunal de Justiça nega o recurso de um policial militar que pedia indenização após ter levado golpes de facão quando estava em serviço.
O autor da ação afirma que, durante uma ocorrência policial, foi surpreendido com golpes de facão. Ele alega que o Estado agiu com negligência ao não enviar efetivo suficiente para averiguar a ocorrência policial. Por isso, ele diz que sofreu danos morais, materiais e estéticos por ter ficado com sequelas que configuraram invalidez permanente.
No entanto, o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque rejeitou o pedido, afirmando que quando o autor resolveu ser policial, ele assumiu o risco da profissão, inclusive de morrer, motivo pelo qual não pode ser transferido para o Estado a culpa por eventuais acidentes sofridos durante a execução da atividade militar.
“Ora, caberia ao policial, caso entendesse que estava em desvantagem, esperar reforço, contudo adentrou ao local sem o suposto efetivo ideal, sem aguardar reforço policial ou cobertura de seus companheiros, resultando no sinistro relatado”, frisou.
O militar pode recorrer da decisão.



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