
Um relatório de fiscalizações do Ministério Público Federal e o da Paraíba constata várias irregularidades no funcionamento das principais maternidades públicas da capital paraibana.
Na Maternidade Cândida Vargas, as equipes identificaram falhas no fluxo de regulação com outras unidades hospitalares do estado, além de falta de insumos essenciais como algodão, fio cirúrgico, antibióticos e sulfato ferroso, bem como déficit de unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal, estruturas arcaicas e áreas em obra. No local, háuma criança “morando” a mais de um ano, causando prejuízos a ele e a família.
O MPF relatou que foi constatado também, no Hospital Trauminha, em Mangabeira, deficiência de insumos, como algodão e fios cirúrgicos.
Já no Hospital Universitário Lauro Wanderley, na UFPB,, além de constatarem estruturas precárias, os representantes dos MPs tiveram conhecimento de um centro cirúrgico de obstetrícia inaugurado na década de 80, mas que nunca funcionou. Também foram encontradas cinco gestantes nos corredores aguardando atendimento. Na Maternidade Frei Damião, o Ministério Público Federal constatou o caso de uma criança que aguardava cirurgia cardíaca há três meses.
Nos próximo dias, os MP’s devem divulgar um relatório com atuações e providências extrajudiciais e judiciais.






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