
Nesta semana, a Comissão de Ética da CBF recebeu uma terceira denúncia de assédio sexual contra o presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo.
Ela já havia denunciado uma situação em que Caboclo acariciava o braço da ex-funcionária durante um voo para Madrid. Nesta nova denúncia, ela alegou que foi obrigada a reservar quartos de hotel para outras “moças” que não eram a esposa do ex-presidente da CBF e que precisou buscar uma visitante na recepção de uma acomodação, durante a Copa América de 2019, que não estava autorizada a entrar.
A ex-funcionária controu que, naquela mesma noite, ela recebeu uma mensagem em sua secretária eletrônica em que Caboclo dizia algo incompreensível enquanto estava em uma interação íntima com a companheira.
A denúncia também mostra que ela era chamada, frequentemente, para reuniões no quarto do presidente afastado e que esses momentos viravam “sessões de terapia”, com Caboclo falando sobre sua vida. Em um desses momentos, ele pediu para utilizar as pulseiras que ela utilizava. Antes mesmo de atender a solicitação, ela saiu às pressas do local.
Em nota enviada ao Globo Esporte, a defesa de Caboclo negou as acusações.
Metropóles



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