
Uma jovem de classe alta de São Paulo decide assassinar seus pais com a ajuda do namorado e do cunhado. O enredo poderia ser fictício, mas é a história real de um dos crimes que mais chocaram o Brasil.
Suzane von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos confessaram o crime, cometido em 2002, porém, o ex-casal deu versões diferentes no tribunal.
Suzane alegou ter sido manipulada por Daniel, enquanto ele justificou seus atos dizendo que foi ela quem planejou o crime e o induziu.
Lançados simultaneamente e baseados nessas duas versões e nos autos do processo, estreiam nesta sexta-feira (24) no Amazon Prime Video os filmes “A menina que matou os pais” (história contada pelo ponto de vista de Daniel) e “O menino que matou meus pais” (narrativa pelo olhar de Suzane).
— O desafio de uma história real não é o que contar, mas como contar. Eu tinha curiosidade de saber “como eles eram antes?”, “como era a relação com a família?”, “o que a Suzane sentiu naquela manhã se ela sabia que à noite ela ia matar os pais?”. Foi aí que decidimos contar os dois pontos de vista partindo do que eles disseram no tribunal — explica o escritor Raphael Montes, que assina o roteiro com Ilana Casoy.
O Globo
Foto: Getty Images/iStockphoto

Comente aqui