Polêmica

Veja conversas do líder de facção Fatoka ordenando mortes e tráfico de drogas em Cabedelo


					Conversas mostram Fatoka ordenando mortes, tráfico de drogas e esquema em Cabedelo; Veja
De morro no Rio, Fatoka ordenou execuções, venda de drogas e esquema em Cabedelo; Veja conversas – Foto: TV Globo.

Uma reportagem do Fantástico, exibida no último domingo (10), mostrou como o chefe da facção criminosa “Tropa do Amigão”, um braço do Comando Vermelho na Paraíba, identificado como Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, comandava ações criminosas em Cabedelo e se infiltrava na administração pública da cidade.

Um documento da Polícia Federal, que aRede Paraíba teve acesso, mostra como a facção criminosa funcionava, a partir da extração de arquivos armazenados no iCloud, sistema de armazenamento em nuvem da Apple, por meio de uma conta criada por Fatoka com o nome falso.

O esquema que o criminoso comandava supostamente envolvia ex-prefeitos de Cabedelo, inclusive Edvaldo Neto, afastado do cargo de interino no mês de abril, e consistia em contratar empresas terceirizadas para o poder público, com intuito de empregar pessoas ligadas à facção criminosa e colocá-las dentro da administração para desviar recursos.

Na prática, esses recursos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina.

Dados na “nuvem”

Segundo a Polícia Federal, as informações sobre Fatoka foram obtidas após autorização judicial para quebra de sigilo telemático da conta iCloud, [email protected], no âmbito da Operação “Leonard”. A PF afirma que a Apple forneceu os dados armazenados em nuvem, incluindo conversas de WhatsApp, imagens, vídeos, áudios e documentos.

No aplicativo de troca de mensagens, de acordo com a investigação, o criminoso se identificou pelo nome de usuário “Salmo 91”, em alusão à uma passagem da Bíblia.

Segundo o documento da PF, os investigadores identificaram mensagens relacionadas à venda e distribuição de drogas como cocaína, skank, haxixe e crack, com direcionamento para a Paraíba.

Em conversas atribuídas a Fatoka e a outro integrande da facção, identificado como “França”, a PF identificou tratativas sobre a chegada de até 100 quilos de maconha para comercialização em Cabedelo, além da organização logística para embalar, pesar e distribuir os entorpecentes. Veja abaixo.

  • Fatoka (Salmo 91): “Pronto, vamos ver que o cara já separou 100 quilos para nós, nós espalhamos 50 quilos vamos ver se espalha o restante e mandar meter nos grupos de progresso, maconha, fazer jogo.”
  • França: “100 quilos é 100 quilos, meu amigo. 50 eu vou meter a mola daquele modelo. E pra guardar material é peso, meu irmão. Essa daí… Aí dá luz, hein? vai pegar de duas remessas né? E pegar de duas remessas.”

No que diz respeito às ordens de execução, a PF descreve diálogos em que Fatoka discute com “Mago David”, outro integrante da facção, sobre um terceiro participante ter solicitado autorização para matar um homem apontado como ligado à facção rival Nova Okaida, na Paraíba. O motivo: estaria vendendo drogas para a facção rival no bairro do Bessa, em João Pessoa. Veja abaixo.

  • Mago David: “Rapaceiro, o boy passou a visão pra mim aqui, esse bicho aí é lá do Bessa, tá ligado? Aquelas bandas ali vão paraíso (Val Paraíso), ele tá lá no Louvina agora, ele mete mola pros caras (vende drogas para rivais)”
  • Mago David: “É um tal de Samuel, mano”
  • Fatoka (Salmo 91): “Não, mano, mas quem foi que trouxe essa ideia, mano? O cara que trouxe vai matar nos peitos, se chegar uma linha? Você vai matar nos peitos? Porque eu não sei quem é o cara, mano. Você matar nos peitos, demorou. Pode quebrar. Se você tiver certeza que vende droga, que vende droga lá e fecha contra nós, demorou. Pode quebrar, parceiro”
  • Mago David: “Esse cara, ele é menino de um tal de mano. Esse mano é menino do Galego Fernando (apontado como chefe da facção rival), entendeu?”
  • Fatoka (Salmo 91): “Ah, põe aço nele, mano. Você não conhece o cara? É isso que eu queria, um cara que conhecesse. Você conhece. Então, aço nele. Demorou”

Segundo a PF, Fatoka autorizou a ação e recomendou cautela posteriormente. O documento afirma ainda que os investigados discutiam estratégias para localizar rivais e obter informações sobre seus deslocamentos.

Chefe de núcleo financeiro presa apontou como esquema funcionava

Identificada como chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, presa em dezembro do ano passado, disse em depoimento que o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, atuou para manutenção do esquema de contratação de uma empresa terceirizada, que desviou mais de R$ 270 milhões. Veja o vídeo acima.

Ela relatou que em dezembro de 2024, uma operação da Polícia Federal, a “En Passant”, interferiu no esquema e gerou demissões de funcionários da empresa Lemon, contratados de forma terceirizada após a indicação de chefes do Comando Vermelho, entre eles, Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, um dos criminosos mais procurados do Brasil, pela lista do Ministério da Justiça. Na época, Vitor Hugo era o prefeito e em janeiro de 2025, André Coutinho, assume a prefeitura.

“Teve a operação, foi avisado que as pessoas iam ser demitidas. (Quem assinou foi) o atual prefeito, na época, já era o André (Coutinho). E era um acordo do Vitor Hugo, mas esse acordo foi firmado e permanecido com o André, até a data da operação. Quando teve a operação, ele ficou com medo, acho, de chegarem até a ele também e o (André) rompeu o acordo. Aí ele rompeu o acordo e tirou todas as pessoas que eram ligadas à facção e às indicações de Fatoka”, disse ela.

Depois da quebra do acordo e as demissões, Ariadna disse para a Justiça que o chefe da facção criminosa, Fatoka, cobrou de Vitor Hugo para que o esquema fosse mantido. Segundo ela, Vitor Hugo informou que “uma pessoa dele” assumiria a prefeitura para manter o esquema funcionando. André Coutinho foi afastado do cargo público em dezembro de 2025. Edvaldo Neto assumiu interinamente no mesmo mês e Vitor Hugo já não era mais prefeito naquela época.

“Sim, ele se recusa (André). Na verdade, ele não faz parte, nem ele, nem a vice (Camila Holanda), não concordaram com o esquema. Aí o Vitor já tinha avisado que ia ter esse rompimento e que a pessoa que iria assumir a prefeitura era uma pessoa dele. E tudo iria voltar. Mas não iria voltar tudo de uma vez. Iria voltar aos poucos, as contratações”, disse.

Ariadna também diz que quando Edvaldo Neto assume interinamente, o esquema é, de fato, retomado parcialmente, com algumas contratações e que, em troca desse aparelhamento de pessoas na prefeitura, a facção criminosa garantia para o então prefeito interino que opositores políticos não fizessem campanha eleitoral para a Eleição Suplementar de Cabedelo, ocorrida em 12 de abril, nos territórios dominados por ela.

“(O esquema acontecia em troca) do domínio territorial. (A facção) dominava a cidade toda, tudo. (Fatoka) ele dita o político que vai entrar na comunidade, quem pode fazer campanha, quem não pode, os votos, o apoio das pessoas, principalmente das comunidades (…) Inclusive, o Wallber (Virgolino) não faz campanha”, contou.

Ela também explicou que apenas a comunidade do bairro Renascer não é dominada territorialmente pelo Comando Vermelho, através do braço “Tropa do Amigão”.

O que dizem os citados

A Rede Paraíba entrou em contato com Vitor Hugo, André Coutinho e Edvaldo Neto, ex-prefeitos de Cabedelo, assim como a ex-vice-prefeita Camila Holanda, e também a empresa Lemon.

Em nota, a defesa de Vitor Hugo disse que repudia “de forma veemente, qualquer tentativa de vinculação do seu nome a organizações criminosas ou ao tráfico de drogas” e que “não sabe quem é Ariadna nem Fatoka, nunca tratou nenhum assunto pessoal nem administrativo com os referidos”.

Camila Holanda, também por meio de nota, informou que “causa supresa a tentativa absurda de envolver o meu nome em qualquer fato dessa natureza” e já encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) provas “as quais em nenhum momento apontaram para qualquer envolvimento dela” e com relação a última operação da PF “não é alvo de absolutamente nada e não tem conhecimento a respeito de qualquer documento”.

Edvaldo Neto também respondeu, por meio de nota, que “o gestor interino jamais manteve qualquer acerto com organizações criminosas, tampouco houve, durante sua breve passagem pela Prefeitura Municipal, qualquer vínculo ou relação dessa natureza”.

A defesa do ex-prefeito interino também ressalta que “a única referência ao nome de Edvaldo Neto no depoimento divulgado decorre de questionamentos formulados pelo próprio interrogador, sem que haja narrativa espontânea da depoente atribuindo ao gestor interino participação pessoal em reuniões, ordens, pagamentos ou tratativas com facções criminosas”

A empresa Lemon informou que Ariadna foi funcionária da Lemon por sete meses e que foi desligada “por não corresponder às expectativas” e disse “não ser razoável” a chefe de um núcleo da facção criminosa “se submeter ao emprego de auxiliar de serviços gerais, recebendo um salário-mínimo, tendo que registrar ponto de presença e tendo suas faltas descontadas”.

A Lemon também disse que ” já apresentou toda a documentação comprovando que paga os salários dos funcionários nas respectivas contas-salário, por meio de transferência digital, não em espécie”, como afirmou Ariadna ao falar de “folha de pagamentos paralela”.

Sobre a alegação de que a empresa voltou a manter vínculo com o poder público no mandato interino de Edvaldo Neto, a Lemon disse a ex-colaboradora “estava presa (quando ele assumiu)” e “também afirmou que estava afastada da facção” e que no entendimento da empresa isso “compromete diretamente seu depoimento e seu suposto ‘conhecimento direto da engrenagem ilícita'”.

André Coutinho disse, em nota, “que não conhece” Ariadna e que “não assumiu qualquer compromisso não republicano com quem quer que seja durante todo o tempo em que militou politicamente em Cabedelo”. Ele reafirmou que “nunca soube ou compactuou com qualquer acordo envolvendo o crime organizado na cidade”.

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Brasil

ELEIÇÕES 2026 – PRESIDENTE: Flávio Bolsonaro vai ao segundo turno na frente de Lula

Está definido o segundo turno da eleição para presidente entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

Na atualização mais recente, com 97,97% das urnas apuradas, Flávio aparece com 47,48% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,63%.

A apuração segue em andamento, mas os dois candidatos que avançam ao segundo turno já estão matematicamente definidos.

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ALPB

ALPB: Veja a lista dos 36 eleitos para deputados da Paraíba

A disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba começa a desenhar uma nova composição da Casa de Epitácio Pessoa. A lista atualizada reúne nomes conhecidos da política paraibana e representantes de diferentes partidos e grupos políticos.

Veja a lista

  1. Nilvan Ferreira (PL)
  2. Adriano Galdino (Republicanos)
  3. Olívia Motta (Republicanos)
  4. Wilson Filho (Republicanos)
  5. Felipe Leitão (MDB)
  6. Mané Buchada (PL)
  7. Maria Porto (União)
  8. Eduardo Carneiro (PP)
  9. João Paulo Segundo (PP)
  10. Dr. Jarques (Republicanos)
  11. Tibério Limeira (PSB)
  12. Lorena (PP)
  13. Cida Ramos (PT)
  14. Fábio Ramalho (MDB)
  15. João Gonçalves (PP)
  16. Sargento Neto (PL)
  17. Jô Oliveira (PCdoB)
  18. Nil Mendes (PSB)
  19. Fábio Lopes (PL)
  20. Michel Henrique (PP)
  21. Tanilson Soares (PP)
  22. Hervázio Bezerra (MDB)
  23. Segundo Domiciano (PL)
  24. Felipe Coutinho (Republicanos)
  25. Danielle do Vale (Republicanos)
  26. Júnior Araújo (PP)
  27. Wallber Virgolino (PL)
  28. Nelinho Costa (PSB)
  29. Branco Mendes (Republicanos)
  30. Gilbertinho (União)
  31. Camila Toscano (MDB)
  32. Anderson Monteiro (PV)
  33. Diego Tavares (PP)
  34. Jutay Meneses (Republicanos)
  35. Chió (PV)
  36. Flávio Brasileiro (PT)

A relação atualizada mostra uma disputa pulverizada entre diferentes forças partidárias, com Republicanos, PL e PP entre as siglas com maior presença na lista.

Também aparecem nomes do MDB, PSB, União, PT, PV e PCdoB, formando um cenário diversificado para a próxima composição da Assembleia.

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Política

CÂMARA FEDERAL: Veja os nomes dos 12 eleitos na bancada federal da Paraíba

 

A Paraíba já tem definida a composição de sua nova bancada na Câmara dos Deputados para a próxima legislatura. O resultado reúne nomes experientes da política paraibana, parlamentares que buscam continuidade em Brasília e figuras que voltam ao cenário nacional.

Entre os eleitos estão Cabo Gilberto, Ricardo Coutinho, Aguinaldo Ribeiro, Murilo Galdino, Hugo Motta, Wilson Santiago, Ruy Carneiro , Gervásio Maia, George Morais, Pollyanna, Wellington Roberto e Dr. Damião.

A composição chama atenção pelo peso político dos nomes. A nova bancada reúne diferentes correntes e grupos que deverão protagonizar as articulações da Paraíba no Congresso Nacional nos próximos quatro anos.

Hugo Motta, atual presidente da Câmara dos Deputados, aparece novamente entre os representantes paraibanos. O parlamentar já exerce papel de destaque nacional e foi eleito presidente da Casa para o biênio 2025-2026. 

Outro nome de forte repercussão é Ricardo Coutinho, que retorna à disputa por um mandato federal e volta a ocupar espaço no cenário político paraibano.

Também permanecem no grupo nomes tradicionais da bancada, como Aguinaldo Ribeiro, Wilson Santiago, Wellington Roberto e Dr. Damião, enquanto parlamentares como Murilo Galdino, Cabo Gilberto, Gervásio Maia e George Morais ampliam sua presença na representação federal.

A eleição para deputado federal ocorre pelo sistema proporcional, ou seja, a distribuição das 12 cadeiras leva em consideração o desempenho dos partidos e federações, além da votação individual dos candidatos. 

A nova bancada da Paraíba

  • Cabo Gilberto
  • Ricardo Coutinho
  • Aguinaldo Ribeiro
  • Murilo Galdino
  • Hugo Motta
  • Wilson Santiago
  • Ruy Carneiro
  • Gervásio Maia
  • George Morais
  • Pollyanna
  • Wellington Roberto
  • Dr. Damião

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Política

João Azevêdo é eleito senador da Paraíba; Veneziano segue com a segunda vaga

O ex-governador da Paraíba João Azevêdo (PSB) alcançou neste domingo (4) a maior votação já registrada por um candidato ao Senado na história da Paraíba, considerando a marca histórica informada de Cássio Cunha Lima em 2010. Com 73,52% das seções totalizadas, João já contabilizava 1.018.829 votos, equivalentes a 32,97% dos votos válidos para o cargo.

A marca supera os 1.004.183 votos obtidos por Cássio Cunha Lima em 2010. Mesmo com a apuração ainda em andamento, João já havia ultrapassado o antigo recorde em 14.646 votos, e o número poderia crescer com a totalização das seções restantes.

Na mesma parcial, Veneziano Vital do Rêgo (MDB) aparecia na segunda posição, com 695.588 votos (22,51%), enquanto Nabor Wanderley (Republicanos) tinha 630.926 votos (20,42%). Duas vagas para o Senado estão em disputa na Paraíba.

Até a atualização das 18h36, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia totalizado 7.875 das 10.712 seções, o equivalente a 73,52%. A apuração continuava em andamento.

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Paraíba

Lucas Ribeiro é reeleito governador da Paraíba, projeta Datafolha

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito neste domingo (4) para comandar o Estado pelos próximos quatro anos, segundo projeção do Datafolha. No momento da projeção, 37,72% das urnas estavam apuradas, e Lucas aparecia com 64,51% dos votos válidos, vantagem considerada irreversível pelo instituto.

Efraim Filho (PL) ocupava a segunda posição, com 24,55%, enquanto o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) registrava 10,42%. O Datafolha faz a projeção a partir dos dados oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), levando em consideração a distribuição dos votos já contabilizados por regiões e características dos municípios.

Lucas assumiu o Governo da Paraíba em abril deste ano, depois que João Azevêdo (PSB) deixou o cargo para disputar uma das vagas do estado no Senado. Eleito vice-governador em 2022, Lucas já havia exercido os cargos de vereador, secretário municipal e vice-prefeito de Campina Grande.

Durante a campanha, o governador defendeu propostas como a ampliação do Opera Paraíba, o fortalecimento da inteligência na segurança pública e ações para atrair novas indústrias. A médica Lígia Feliciano (União Brasil) compõe a chapa como vice-governadora

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Brasil

ELEIÇÕES 2026 – PRESIDENTE: Flávio Bolsonaro chega a 50,96% dos votos contra 40,78% de Lula


Com 10,08% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro segue na frente na corrida pelo Palácio do Planalto. O senador marca 50,96% dos votos contra 40,78% de Lula.

Flávio Bolsonaro 50,96%
Lula 40,78%
Augusto Cury 2,99%
Ronaldo Caiado 2,41%
Brancos 1,55%
Nulos 2,38%

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Brasil

Lula vai ao primeiro turno das eleições sem visitar a Paraíba

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai ao primeiro turno das eleições deste ano sem visitar a Paraíba. Alguns de seus auxiliares, a exemplo do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, visitaram o estado nos últimos meses, mas sem sinais previsão para o presidente.

Analistas apontam que a disputa pelo apoio do presidente entre João Azevêdo (PSB), Veneziano Vital (MDB) e Nabor Wanderley (Republicanos) teria sido o pivô dessa decisão.

Segundo o coordenador de campanha de Lula na Paraíba, Charliton Machado, apesar disso, a previsão é de que o presidente visite a Paraíba durante este segundo turno.

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Paraíba

Eleições 2026: 58 urnas eletrônicas já foram substituídas na Paraíba, diz TRE-PB


					Eleições 2026: 58 urnas eletrônicas já foram substituídas na Paraíba, diz TRE-PB
Instituto dos Cegos, em João Pessoa. (Foto: Mário Aguiar/Rede Paraíba de Comunicação). Maria Eduarda Batista

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) informou que, até as 15h deste domingo (4), 58 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o estado. Desse total, 27 equipamentos foram trocados em João Pessoa. Este é o segundo boletim divulgado pelo tribunal com o balanço parcial das eleições na Paraíba.

No primeiro levantamento, divulgado pela manhã, 17 urnas haviam sido substituídas no estado, sendo 10 na capital, nas primeiras horas de votação.

Ao todo, o TRE-PB conta com 10.712 urnas eletrônicas distribuídas pelos municípios paraibanos e mantém 1.132 equipamentos de reserva para substituição imediata em caso de novas ocorrências.

Na área de segurança, o Centro de Comando e Controle das Eleições registrou 21 ocorrências e 15 prisões até as 15h deste domingo. Entre os registros estão ocorrências relacionadas à divulgação de propaganda, boca de urna, promoção de desordem, divulgação de fato inverídico relacionado à propaganda, desobediência eleitoral e outros motivos.

Durante a manhã, a Polícia Militar havia informado 15 ocorrências até as 10h e duas prisões em flagrante no município de Teixeira por distribuição de santinhos, prática caracterizada como propaganda irregular e boca de urna.

De acordo com a Polícia Militar da Paraíba, o planejamento realizado pela corporação em conjunto com o TRE-PB segue dentro do previsto. A PM atua na segurança dos locais de votação desde a chegada das urnas e, após a entrega dos espaços aos presidentes das seções eleitorais, passou a fazer a segurança externa dos perímetros.

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Polícia

Na Paraíba, PF flagra eleitor filmando voto e outro distribuindo ‘santinhos’

Sede da Polícia Federal em João Pessoa

A Polícia Federal registrou duas ocorrências na Paraíba, neste domingo (4), durante as eleições. Em João Pessoa, os agentes abordaram uma pessoa flagrada distribuindo ‘santinhos’ de um candidato.

Em Patos, um eleitor foi flagrado utilizando a câmera de um aparelho celular para registrar em vídeo o próprio voto no interior da cabine de votação. De acordo com a Polícia Civil, a informação foi repassada pela juíza eleitoral responsável pela região. Uma equipe policial foi acionada para identificar o responsável pelo compartilhamento do conteúdo.

Durante as diligências feitas no Colégio Cristo Rei, onde teria ocorrido o registro do vídeo, os policiais coletaram informações que apontaram para um possível suspeito.

Ainda segundo a PC, com o apoio da Unidade de Inteligência da Polícia Civil da Paraíba (Unintelpol), foi possível localizar o endereço do eleitor.

A equipe policial se foi até a residência indicada e, após se identificar, obteve a confirmação do próprio eleitor de que ele havia realizado e compartilhado o vídeo no momento em que exercia seu direito de voto.

Na ocorrência da Capital, o material de campanha foi apreendido e o detido assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.

No Sertão paraibano, o eleitor foi levado à Superintendência da PF na cidade, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

A Polícia Federal atua, em todo o território nacional, na prevenção e repressão a crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral, durante as Eleições Gerais de 2026.

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Política

Lula vota no ABC Paulista e diz que Brasil não vai para frente com milicianos e a “orgia” do Banco Master

O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), votou na manhã deste domingo (4/10), em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. Após registrar o voto, o candidato à reeleição conversou com a imprensa e afirmou que o futuro do Brasil não deve ser colocado nas mãos de “milicianos” envolvidos na “orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master”.

“O Brasil não irá para a frente facilitando a venda de armas, o Brasil irá para a frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas. O Brasil não irá para a frente com miliciano, o Brasil não irá para a frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master. O Brasil vai para a frente com seriedade, com comportamento de caráter e de dignidade dos seus governantes”, disse.

Lula chegou à Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, por volta das 9h. O local teve a segurança reforçada, e jornalistas que acompanharam o voto do presidente precisaram passar por detectores de metais.

Ainda no local de votação, Lula afirmou estar certo de que vai ganhar as Eleições 2026. “Eu só posso agradecer ao povo brasileiro, a toda a sociedade brasileira, àqueles que votam em nós, àqueles que votam contra nós, ou seja, o fato concreto é as pessoas se mobilizarem democraticamente”, disse.

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