O Blog do BG PB teve acesso nesta sexta-feira (11) ao novo documento de investigação da Polícia Federale em tramitação no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sobre os desdobramentos da operação território, ação que combate o aliciamento violento de eleitores em João Pessoa.
Segundo a PF, a primeira-dama Lauremília Lucena, o secretário do Procon-JP, Rougger Guerra e a diretora em atenção básica do município, Aline Grisi formam um esquema ilegal de compra de votos com marcação de consultas médicas.
A fraude funcionava como uma regulação paralela comandada por Lauremília
Candidatos a vereadores faziam indicação de pacientes com exames e consultas pendentes na secretaria de saúde de João Pessoa, numa espécie de fura-fila, passando na frente de outras pessoas que estavam agendadas.
Essa vantagem ou ‘moeda de troca’ seria para reunir votos e apoio político de candidatos aliados a atual gestão de Cícero Lucena.
Em trechos de conversas capturados pela PF é possível perceber quando Aline em diálogo com a primeira-dama envia áudio à respeito de um candidato a vereador, Beto Pirulito que estaria pedindo a marcação de consultas pelo celular e não por envelopes, como combinado anteriormente entre eles para dificultar possíveis investigações da polícia.


Em outro diálogo, Rougger Guerra do Procon aparece prestando contas do andamento da campanha eleitoral à Lauremília com base no mesmo esquema ilegal.

Exclusivo Blog do BG PB






Comente aqui