
“Houve uma falha, a delegada diligenciou sim, foi até a casa da vítima, chamou a vítima e conversou. Todavia ela não solicitou a imagem. A policia civil poderia ter tido acesso desde 2022 e, naturalmente, conhecedora das imagens, não haveria discussão e nem posicionamento da vítima, já que deveria agir de ofício e resolver que aí se responde a questão da ação pública peticionada. Não foi falha do condomínio. A falha foi nossa, da polícia civil. Infelizmente se a gente tivesse tido o acesso teria sido tomado outra atitude e outro desfecho para o caso”, explicou o delegado destacando o afastamento da profissional Nadja Fialho.
O caso teve repercussão nacional com a vítima denunciando o caso em entrevista no Fantástico que foi ao ar no último domingo (17) em que a enfermeira Rafaella Lima falou sobre os episódios envolvendo agressões.
“Só no ano de 2022 foram mais de 4 mil representações por cautelares, especialmente por medidas protetivas”, destacou o secretário sobre o aumento de casos de violência contra a mulher que são assistidos pela Lei Maria da Penha.
Blog do BG PB com Clickpb




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