
O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba, George Coelho (foto), está preocupado porque as quedas nos repasses do Governo Lula dificultam a organização das contas e execução dos projetos e ações em benefício da população, já que o FPM é a principal fonte de receita do município e ajuda a custear despesas obrigatórias, como o pagamento de servidores públicos e da Previdência.
A situação se agrava, de acordo com ele, com a falta de repasses de recursos de emendas parlamentares para os municípios oriundos do Governo Federal.
Um exemplo das medidas nada agradáveis a serem tomadas, é o município de Alhandra, onde o prefeito Marcelo Rodrigues, reuniu a equipe de finanças e administração para tratar a viabilidade de um novo planejamento orçamentário visando garantir a execução de obras, serviços essenciais à população, bem como a continuidade de projetos importantes.
O gestor destacou que algumas mudanças serão necessárias, mas sem prejuízos ao povo. “Não é só Alhandra que está passando por isso. Todo o Brasil sofre com a queda de FPM. Estamos avaliando e vamos trabalhar com toda a equipe nas medidas relacionadas à contenção de gastos.
Entre o planejamento de corte de gastos está a questão de eventos culturais e festivos na cidade. “Há uma possibilidade de que essa contenção de gastos venha afetar a realização de eventos até o mês de dezembro”, pontuou.
O prefeito de Soledade, Geraldo Moura Ramos, diz que o município que fica no Cariri paraibano precisa de gestão e planejamento e nos últimos meses a conta não vem fechando.
“Administrar uma prefeitura é o mesmo que administrar uma empresa. Nós nos planejamos para executar as ações de acordo com o orçamento. Mas, de um tempo para cá, a receita das prefeituras vêm caindo e não temos como colocar em prática o planejado. Precisamos resolver esse grave problema, pois está ficando insustentável manter serviços básicos para a população. A conta não fecha, a despesa é maior que a receita”, explicou
Blog do BG PB com União




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