”Há um ano estou sendo perseguido”. A declaração é do dono da Braiscompany feita nas redes sociais, durante visita na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado em Dezembro de 2021. Ele debateu projetos sobre os rumos das criptomoedas no País. Ironia do destino, acabou foragido. pic.twitter.com/3NHoDTE6zN
— BLOGDOBGPB (@blogdobgpb) February 21, 2023
”Há um ano estou sendo perseguido”. A declaração é do dono da Braiscompany, feita nas redes sociais, durante visita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal em Dezembro de 2021.
Ele teve a oportunidade de debater em Audiência Pública Interativa, três projetos de lei que avaliavam os rumos das criptomoedas no Brasil. A audiência contou com a presença de vários órgãos e empresas ligadas ao mercado financeiro e dos ativos digitais.
O debate foi acerca dos impactos das moedas virtuais, serviços referentes a operações realizadas com criptoativos em plataformas eletrônicas de negociação, condições para o funcionamento das exchanges de criptoativos na economia brasileira, bem como, os crimes relacionados ao uso fraudulento de ativos virtuais.
Antônio Neto Ais foi convidado pela comissão para representar a Braiscompany, empresa que na época era destaque na área da Tecnologia Blockchain e na gestão de criptoativos.
Mas, ao final, das reuniões, o empresário deixou escapar um detalhe que nem de longe poderia ser previsto pelos mais de 10 mil clientes da Braiscompany, como o início da crise financeira que estava por vir.
Antonio declarou que estava sendo perseguido. Mas, perseguido por quem? Ou pelo o quê? Pelas próprias atitudes? Pelo futuro que o esperava após ser alvo da operação da polícia federal?
“Há um ano, estávamos sendo caluniados, difamados, perseguidos… mas, eu não parei; sabíamos o que estávamos construindo. E se as pessoas não acreditam em você e se falam coisas que você não é, fica tranquilo, os frutos falam por si só. A Braiscompany está apenas começando”, disse Antônio Ais em frente à esplanada dos ministérios.

A audiência especial também contou com a presença de representantes do Banco Central, Federação Brasileira de Bancos, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e representantes das exchanges Binance e Mercado Bitcoin, (estes dois últimos órgãos ligados ao mundo dos ativos digitais) mais tarde iriam denunciar e ajudar nas investigações contra a Braiscompany.
É Toim, você não é vidente mas, poderia ser. Ironia do destinou ou não, ele ‘cantou a bola’ direitinho. De perseguido à foragido.
Blog do BG PB



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