
A prefeitura de Areia, no Brejo paraibano tinha começado uma obra no casarão José Rufino, um prédio histórico construído em 1818. A obra foi embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) por ter destruído um piso de mais de 200 anos de história.
O prédio pertence atualmente ao Tribunal de Justiça da Paraíba, mas foi cedido à prefeitura de Areia, responsável pelas obras que atingiram o piso. O Iphan emitiu um auto de infração contra a prefeitura e um comunicado urgente ao TJ da Paraíba informando o “dano irreversível” contra o patrimônio público do tribunal.
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A força-tarefa do patrimônio cultural do Ministério Público de Contas da Paraíba emitiu uma representação com medida cautelar em que recomenda, sob pena de multa, que a prefeitura de areia se abstenha imediatamente em prosseguir com qualquer obra no casarão, que a prefeita Sílvia Farias Cunha Lima apresente as informações técnicas que justifiquem as alterações no local e que uma auditoria do TCE faça uma inspeção in loco no prédio afetado.
A prefeitura apresentou a defesa no processo administrativo, afirmando que a ação foi um erro da gestão da obra que estava sendo executada. O Iphan deverá se posicionar em breve sobre a defesa da prefeitura, e está mensurando o dano causado para dimensionamento de multa, conforme determina decreto do próprio Instituto.
Blog do BG PB



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