
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), e o vice, Lucas Ribeiro (PP), tomaram posse em uma cerimônia realizada na manhã deste domingo (1º), em João Pessoa.
O futuro venceu o medo.
O Brasil é o que bate no peito, a Paraíba é o que brota do chão.
Entrelaçada a nação, hoje a terra é só euforia ao ressoar a pulsação da esperança contida.
O futuro começa hoje em todo país, mas na Paraíba ele chegou antes. Por aqui, o sol nasceu primeiro. No nosso amado torrão, o prenúncio desses tempos de mudanças começaria há quatro anos, num dia como este, ensolarado de vontades, arejado com bons ventos. Era dia de calmaria, porém véspera das tormentas.
Hoje, sabemos o que viria depois. Ainda dói, machuca, incomoda, interfere nos sonhos. Reflexos desses tempos findos ainda marcarão gerações, até se diluírem com o distanciamento da história, virando recorte de tempo e suas intrínsecas lições.
O que aprendemos até agora, porém, me autoriza a afirmar, em nome de milhões de paraibanos e paraibanas, que o período que vai de 1º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2022, na Paraíba, o quesito “cuidado com as pessoas” foi o principal oxigênio a nos abastecer, a seiva que circulou pelas veias públicas. A tinta que desenhou o mapa.
Governamos em prol da proteção da maioria, independente de cores, credos, gêneros e bandeiras. Duelando com a própria sorte e os solitários fantasmas de cabeceira. Deitando com dúvidas e acordando com decretos. Dormindo pouco e ouvindo longe. Orando como nunca.
Acima de tudo, vidas!
Vidas não devem servir de moeda de troca. Nunca. É desumano, injusto e desagregador. Ações governamentais, na aplicação de estruturas e recursos públicos, não podem existir em função de eleições, de interesses político-partidários ou gana corporativa. Nunca.
Vida humana, amigos e amigas, é valor inegociável, acima de tudo aquilo que se oponha à sua proteção. Em tempos de paz ou guerra. Assim foi nos últimos quatro anos, assim será nos próximos quatro. Palavra de professor, com chancela de governador reconduzido e aval da população esperançosa.
A Paraíba, saibam todos e todas, preparou-se para conquistar um futuro promissor, sustentável e duradouro. Ele chegou, finalmente. Agora é a hora. Sabemos todos disso porque fizemos acontecer.
Sofremos nesse trajeto. Não existe aparelho que meça o peso da dor de cada um. Ficou marcado na memória, carimbado na alma. Perdemos pessoas, perdemos coisas, perdemos tempo. Só não perdemos a noção de prioridade. Foram essas pautas que nos trouxeram até aqui, nessa corrente de propósitos entre o que foi feito e o que ainda falta fazer.
E tudo o que foi construído nesse passado recente faz parte de um conjunto de medidas de valorização coletiva, permitindo que o Governo faça chegar as políticas públicas adequadas a uma população diversificada e carente de atenção dirigida.
Nenhum Governo é onipresente, mas tem que estar presente quando chamado.
Governo com viés democrático, com essência humanitária, tem que identificar problemas e buscar as soluções adequadas. Um prato de comida ofertado, uma vacina aplicada, uma creche construída, uma via asfaltada, uma assistência oferecida, um trabalho empreendido, uma proteção ativada, uma escola soerguida, uma semente plantada… Parece simples, parece pouco, mas é o Estado em forma de gente, materializado nas ações que lhe são constitucionalmente afeitas, num abraço invisível entre o institucional e o pessoal.






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