O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nessa sexta-feira (24) a ampliação do público que deve receber a dose de reforço da vacina contra a covid-19.
Segundo o ministro, foi aprovada a aplicação da terceira dose da vacina para profissionais da Saúde.
A decisão contempla médicos, enfermeiros e outros profissionais.
De acordoo com Marcelo Queiroga, é preciso que estes trabalhadores tenham completado o ciclo de imunização há pelo menos seis meses.
“De centímetro em centímetro se corrói aquilo que pertence à sociedade.” A afirmação é do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, em decisão publicada nesta quarta-feira (19) sobre o empreendimento Oceânica Cabo Branco, em João Pessoa. O magistrado defendeu o cumprimento das normas que limitam a altura das construções na faixa litorânea da capital.
O caso chegou ao STJ por iniciativa do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que tentou suspender decisão relacionada à expedição do Habite-se do prédio. Segundo o MP, parte da construção excede em 84 centímetros o limite de 12,50 metros estabelecido para a Faixa 3 da orla. Herman Benjamin não analisou o mérito do pedido porque considerou que houve perda de objeto após mudanças na tramitação do processo na Justiça estadual.
Mesmo sem julgar o mérito, o presidente do STJ registrou sua posição sobre construções em desacordo com as regras urbanísticas. “Não cabe ao Poder Judiciário determinar que a municipalidade expeça Licença de Habitação (‘Habite-se’) para empreendimento que viole normas urbanísticas, ambientais ou culturais”, afirmou Herman Benjamin. Para o ministro, eventuais vícios insanáveis nos atos administrativos anteriores comprometem também os atos posteriores.
Herman Benjamin classificou a orla de João Pessoa como patrimônio paisagístico dos paraibanos e cobrou fiscalização das regras. “De centímetro em centímetro se corrói aquilo que pertence à sociedade, os bens de uso comum do povo, para desfrute solidário e democrático da sociedade”, escreveu. Reconhecida a perda de objeto, o ministro determinou o arquivamento do pedido depois do prazo para recursos.
Mais de 300 celulares roubados foram recuperados pela Polícia Civil da Paraíba. Ao todo, 321 aparelhos começaram a ser devolvidos às vítimas nesta quarta-feira (19), como parte de uma iniciativa nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Na Paraíba, a ação também prevê a devolução voluntária de celulares por pessoas notificadas que estavam com aparelhos registrados como roubados ou furtados. As entregas acontecem nas sedes das quatro Superintendências Regionais da Polícia Civil, em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Guarabira.
A operação também cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Campina Grande, além de fiscalizações e visitas a estabelecimentos que vendem celulares. Quatro pessoas foram presas em flagrante por receptação.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de vendaval para 50 cidades da Paraíba. O aviso é válido das 9h00 às 23h59h desta quarta-feira (19).
De acordo com o Inmet, a previsão é de ventos entre 40 km/h e 60 km/h, com baixo risco de queda de galhos de árvores.
O Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores durante rajadas de vento, devido ao risco de queda e descargas elétricas. Também recomenda não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
Em caso de problemas, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Uma pesquisa do Instituto SETA, divulgada nesta semana pelo Polêmica Paraíba, mostra o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, na liderança da corrida pelo Governo da Paraíba entre os eleitores da capital.
No cenário estimulado, Cícero aparece com 29,8% das intenções de voto, enquanto o governador Lucas Ribeiro registra 18,3%. Na terceira posição está Efraim Filho, com 16,3%, empatado tecnicamente com Lucas dentro da margem de erro.
Na sequência aparecem Pedro Coutinho, com 0,6%; Camilo Duarte, com 0,3%; e Yuri Ezequiel, com 0,2%.
O levantamento aponta ainda que 19,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam e 14% afirmaram votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos.
Metodologia
A pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de agosto, com 800 eleitores de João Pessoa. O estudo tem 95% de nível de confiança, margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PB-06992/2026.
Duas mulheres foram presas suspeitas de roubar um idoso de 78 anos, proprietário de um comércio no Centro de Sapé, na Zona da Mata paraibana. Segundo a Polícia Civil, elas teriam levado cerca de R$ 1.800 em dinheiro.
A vítima estava sozinha no estabelecimento quando as suspeitas exigiram o dinheiro do caixa. Após a recusa, houve luta corporal e as duas conseguiram pegar o valor antes de fugir.
A polícia iniciou as diligências e capturou uma das acusadas no momento em que a mesma havia retornado para a cena do crime. A segunda envolvida foi capturada momentos depois após novas rondas pela cidade.
A Polícia Civil autuou a dupla por roubo cometido em conjunto. As presas seguem na Delegacia de Sapé, à disposição da Justiça.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB) deflagrou, nesta quarta-feira (19), uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e armas de fogo e por crimes violentos no Vale do Piancó, no Sertão da Paraíba.
A operação, nomeada Operação Santa Fé, cumpre nove mandados de busca e apreensão e sete de prisão preventiva em João Pessoa, Sousa, São José de Piranhas, Aguiar, Serra Grande, Igaracy e Brasília (DF).
Segundo a investigação, o grupo tinha um núcleo responsável pelo controle do tráfico de drogas na região, com fornecedores, compradores e distribuidores. Também foram identificadas ligações com o tráfico de armas e crimes violentos.
Uma das lideranças investigadas, mesmo presa, continuava comandando as atividades por meio de outros integrantes, que transmitiam ordens, organizavam a logística e mantinham a distribuição de drogas.
Os mandados foram autorizados pela 5ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Patos. A operação é realizada pela FICCO/PB, que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal.
O aplicativo “Pardal”, da Justiça Eleitoral, recebeu 15 denúncias de irregularidades na campanha de 2026. Os registros envolvem dez municípios da Paraíba, com João Pessoa concentrando a maior parte.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), o impulsionamento irregular de conteúdo lidera as denúncias, com cinco ocorrências. Também há registros de uso de bens públicos para fins eleitorais, irregularidades na “internet”, propaganda antecipada e uso irregular de banner.
Do total, sete denúncias envolvem candidaturas a deputado estadual, quatro ao Governo do Estado, duas a deputado federal e uma ao Senado. Também há um registro relacionado a partido, coligação ou federação.
Além de João Pessoa, aparecem Alhandra, Arara, Bananeiras, Campina Grande, Monteiro, Patos, Santa Rita, São Bento e São José do Brejo do Cruz.
Aplicativo Pardal
O “Pardal” permite que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral de rua e na internet diretamente pelo celular. A ferramenta está disponível desde 16 de agosto e recebe ocorrências que estejam em desacordo com a Resolução nº 23.610 e com a Lei das Eleições.
O número de candidatos que se apropriaram do sobrenome Lula ou Bolsonaro mudou nestas eleições. No caso de Lula, o total caiu de 14, em 2022, para 11 no pleito atual. Bolsonaro subiu: de 19 para 22, segundo consulta feita pelo R7 Planalto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Entre os nomes deste ano, estão Bolsonaro da Shopee, Bolsonaro Sergipano e Negona do Bolsonaro. Já os Lulas são Lula da Tapioca, Lula do Bem e Lula Tio do Biscoito.
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou o projeto “Paraíba em Dia”, que permite regularizar débitos de veículos durante fiscalizações de trânsito. A medida inclui IPVA, taxa de licenciamento e multas, com possibilidade de pagamento por meios eletrônicos, como Pix.
Após a quitação e a confirmação do pagamento nos sistemas responsáveis, o veículo poderá ser liberado sem remoção quando a pendência for apenas financeira. A regra não vale para veículos com restrições judiciais, envolvidos em ilícitos penais ou com irregularidades que não possam ser resolvidas por pagamento.
A proposta, do deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos), também busca reduzir gastos com remoção e guarda de veículos e facilitar o recebimento dos débitos. Inspirado em uma experiência do Rio Grande do Norte, o texto segue para sanção do governador Lucas Ribeiro (PP).
O Ministério Público Eleitoral (MPE) informou nesta terça-feira (18) que já apresentou 39 impugnações a registros de candidaturas nas eleições de 2026 na Paraíba. A relação inclui o candidato ao Governo do Estado Cícero Lucena (MDB), a senadora Daniella Ribeiro (PP), registrada como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos), e candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. O levantamento ainda é parcial, porque a análise dos registros continua dentro dos prazos eleitorais.
Os motivos não são os mesmos para todos os candidatos. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral na Paraíba (PRE-PB), as ações envolvem questões como falta de quitação eleitoral, ausência de comprovação de desincompatibilização de cargos públicos, rejeição de contas, inelegibilidade por parentesco e documentação relacionada à situação de militares da ativa. Há também casos fundamentados em suspeitas de vínculo com organizações criminosas armadas.
Entre as impugnações estão as de Cícero Lucena (MDB) e Dinho Dowsley (MDB), cujos fundamentos permanecem sob sigilo porque utilizam provas provenientes de outros procedimentos também protegidos por segredo de Justiça. Já nos casos de Vitor Hugo (MDB) e Janine Lucena (PSD), o MPE sustenta inelegibilidade com base no artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição e cita elementos, respectivamente, das operações En Passant e Mandare relacionados a suposto vínculo consciente com organização criminosa armada.
A apresentação de uma impugnação não significa que o registro tenha sido negado. Cada candidato terá direito de apresentar defesa e caberá à Justiça Eleitoral decidir se concede ou indefere a candidatura. Segundo o MPE, novas ações ainda podem ser apresentadas enquanto estiverem abertos os prazos previstos na legislação.
Veja a lista completa das 39 candidaturas impugnadas
Aglair Pereira da Silva (Federação PSOL/Rede) — deputado federal: militar estadual da ativa. O MPE aponta ausência de documentos sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
Antonio Ronismar de Andrade (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre o afastamento do cargo de professor em Cabedelo e certidões criminais estaduais consideradas ilegíveis.
Astronadc Pereira de Moraes (PDT) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Carlos Tibério Limeira Santos Fernandes (PSB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade em razão de contas de gestão de 2021 julgadas irregulares pelo TCE-PB, com imputação de débito e sem suspensão judicial.
Cícero de Lucena Filho (MDB) — governador:impugnação tramita sob sigilo porque utiliza provas produzidas em outro processo também sigiloso.
Daniella Velloso Borges Ribeiro (PP) — primeira suplente de senador: a PRE-PB alega inelegibilidade por parentesco com o governador Lucas Ribeiro (PP), seu filho. O MPE sustenta que a candidatura à suplência não configura reeleição para o mandato de senadora atualmente exercido por Daniella.
Danillo Ramalho Leite (Novo) — deputado federal: policial militar da ativa. O MPE aponta ausência de documentação necessária para verificar sua situação funcional e afastamento.
Emerson Fernandes Alvino Panta (Federação União Progressista) — deputado federal:médico com dois vínculos com a Secretaria de Estado da Saúde. A PRE-PB questiona a comprovação de afastamento dentro do prazo eleitoral.
Eures Pessoa e Silva (Republicanos) — deputado estadual: bombeiro militar da ativa. A impugnação aponta falta de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Felipe Anderson Fernandes (Rede/Federação PSOL-Rede) — deputado federal: o MPE questiona a comprovação do afastamento de suas funções na Secretaria de Estado da Educação.
Fernando Dias de Melo (Federação União Progressista) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos relacionados ao tempo de serviço, afastamento e exercício de funções de comando.
Francisco José Garcia Figueiredo (MDB) — deputado estadual: professor da UFPB. A impugnação questiona a comprovação da desincompatibilização no prazo legal.
Gerana Gouveia Xavier Pereira (PL) — deputada federal: o MPE aponta ausência de documentos para comprovar afastamento de cargo em comissão e de vínculo temporário como nutricionista da Prefeitura de Campina Grande.
Gerlane Bandeira da Silva (PSB) — deputada estadual: falta de comprovação do afastamento do cargo de auxiliar de administração na Secretaria de Estado da Saúde, segundo a PRE-PB.
Hebert Levy de Oliveira (PSB) — deputado federal: ausência de quitação eleitoral relacionada a contas da campanha de 2012 julgadas não prestadas, segundo o MPE.
Ivone dos Santos Lima e Lima (Novo) — deputada federal: questionamento por ausência de desincompatibilização, dentro do prazo legal, do cargo de auxiliar de enfermagem na UFCG.
Jacó Moreira Maciel (Podemos) — deputado federal: a PRE-PB sustenta inelegibilidade devido à rejeição pelo TCU de contas relativas ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).
Jakeline Maria da Silva (Federação União Progressista) — deputada estadual: o MPE aponta problemas na documentação de escolaridade, além da ausência de certidões oficiais atualizadas de quitação eleitoral e filiação partidária.
Jeane Alves de Oliveira (PSB) — deputada estadual: a PRE-PB sustenta ausência do período mínimo de seis meses de domicílio eleitoral na circunscrição.
João Barbosa da Silva (PDT) — deputado estadual: militar da ativa. O MPE aponta documentação insuficiente sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
John Early (Democrata) — deputado federal:a impugnação aponta divergências em informações cadastrais, como data de nascimento e estado civil.
Jorge Rodolfo Maia Feitosa (PDT) — deputado estadual: a PRE-PB questiona a desincompatibilização de vínculo funcional dentro do prazo legal.
José Aledson de Sousa Moura (PL) — deputado federal: o MPE aponta ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas.
José Marcelino de Queiroz Souza (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre desincompatibilização de cargo em comissão de assessor operacional na Assembleia Legislativa.
Marcela Kelly de Vasconcelos (Rede) — deputada federal: a PRE-PB aponta falta de comprovação de afastamento de vínculo com a Secretaria de Estado da Educação.
Marcella Priscila de Medeiros Torres (PL) — deputada estadual: ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas, segundo a impugnação.
Marcos Henriques e Silva (PT) — deputado estadual: o MPE questiona o prazo de desincompatibilização de funções exercidas no Senai-PB e de representação sindical.
Maria Cristina da Silva (Democrata) — deputada federal: divergência sobre estado civil e dúvida quanto ao afastamento do cargo de agente comunitária de saúde.
Maria Evangerlania Dantas (PSD) — deputada federal: servidora efetiva de Sousa. Segundo a PRE-PB, não informou o vínculo no registro nem comprovou o afastamento dentro do prazo.
Maria Janine Assis de Lucena Barros (PSD) — primeira suplente de senador: o MPE sustenta inelegibilidade por suposta utilização ou vínculo consciente com organização criminosa armada, com base em elementos relacionados à Operação Mandare.
Maricelia Alves (Federação União Progressista) — deputada estadual: a PRE-PB aponta problemas na comprovação de desincompatibilização e ausência de certidões oficiais de quitação eleitoral e filiação partidária.
Olivia Motta Wanderley da Nobrega (Republicanos) — deputada estadual: o MPE aponta falta de comprovação da exoneração de cargo em comissão e dois vínculos ativos como médica na Secretaria de Estado da Saúde.
Raquel de Oliveira França (PL) — deputada estadual: policial militar da ativa. A impugnação aponta ausência de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Roberto Carlos de Almeida Lima (MDB) — deputado estadual: falta de documentação para comprovar a desincompatibilização de cargo em comissão, segundo a PRE-PB.
Roberto Lopes Burity (PSB) — deputado federal: o MPE aponta vínculos com a Suplan e a Secretaria de Governo sem comprovação de afastamento no prazo legal.
Sergio Ricardo Gomes de Araujo (PDT) — deputado estadual: sargento da Polícia Militar e militar da ativa. A PRE-PB aponta falta de documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Stenio Jose Paulino Soares (PT) — deputado estadual: falta de comprovação documental do afastamento do cargo de professor federal no prazo eleitoral.
Valdir José Dowsley (Dinho) (MDB) — deputado estadual: o processo tramita em sigilo porque a impugnação utiliza provas produzidas em outro procedimento também protegido por segredo de Justiça.
Vitor Hugo Peixoto Castelliano (MDB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade por suposto vínculo consciente com organização criminosa armada, citando elementos relacionados à Operação En Passant.
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