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URGENTE: Avião de pequeno porte cai na região de Campina Grande

Um avião de pequeno porte caiu, no fim da manhã desta quarta-feira (9), no distrito de São José da Mata, em Campina Grande.

A aeronave decolou da Rainha da Borborema com destino a João Pessoa. Na decolagem, houve uma pane no motor e, por isso, a aeronave perdeu o controle e atingiu um muro próximo a um terreno baldio enquanto tentava pousar.

De acordo com as primaveras informações, duas pessoas sofreram ferimentos, sendo uma delas em estado grave. As vitimas foram levadas para o Hospital de Trauma de Campina Grande.

Blog do BG PB

 

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Brasil

Juscelino Filho vai pedir demissão do Ministério das Comunicações

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), anunciou nesta terça-feira (8) que pedirá demissão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi comunicada em almoço com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e a cúpula do União Brasil em Brasília.

A ideia de Juscelino é se afastar para poder se defender da denúncia da PGR (Procuradoria Geral da República) e evitar constrangimento para Lula. O almoço já estava marcado há 15 dias, mas diante da denúncia, o ministro foi convidado a participar do encontro.

A PGR denunciou o ministro das Comunicações por corrupção. Ele é acusado de estar envolvido em um caso de desvio de emendas quando era deputado federal pelo Maranhão, em 2022.

Em junho de 2024, a Polícia Federal indiciou Juscelino pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

A denúncia foi enviada ao Supremo Tribunal Federal, que avaliará se há indícios suficientes para a abertura de um processo criminal contra o ministro. Caso entenda que sim, o ministro se torna réu.

Integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam o tema da corrupção como um dos mais caros à imagem do governo. Ter um integrante do 1º escalão denunciado poderia desgastar a imagem do governo, que já enfrenta uma queda na popularidade.

Em nota oficial do União Brasil, o presidente da sigla, Antonio Rueda, defendeu o ministro. Disse que não admitirá “qualquer tipo de pré-julgamento ou condenação antecipada” e que confia no trabalho de Juscelino.

A sigla mudou o tom adotado depois do indiciamento pela PF, quando levantou a hipótese de que a corporação poderia ter sido parcial na sua apuração.

Poder360

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Brasil

Guardas e PMs preparam ação no Congresso em debate da PEC da Segurança

A apresentação do texto da PEC da Segurança Pública pelo governo federal, recebido nesta terça-feira (8) pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), inaugura uma nova frente de disputa entre guardas municipais e policiais militares, após o Supremo Tribunal Federal (STF) fixar uma tese de que os agentes das prefeituras podem exercer atividades de policiamento ostensivo comunitário.

Entidades das duas categorias já preparam ações para pressionar deputados em torno da redação final da mudança constitucional defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.
O texto da PEC inclui a tese aprovada pelo STF em fevereiro, na qual se considera constitucional “o exercício de ações de segurança urbana pelas guardas municipais, inclusive o policiamento ostensivo comunitário”, desde que respeitadas as competências de outros órgãos de segurança e “excluída qualquer atividade de polícia judiciária, sendo submetidas ao controle externo da atividade policial pelo Ministério Público”.

Essa tese é questionada pelos oficiais das polícias militares estaduais em recurso ao STF, mas já está nas entidades que representam as carreiras mais altas das PMs articulações para ajustar a redação do texto no que diz respeito ao papel das guardas municipais.

“Informamos a todos que o referido texto está em análise e ao tempo certo repassaremos os próximos passos que daremos no sentido de trabalhar, se for o caso, para alteração do texto, que a priori possuí vários pontos controversos e nebulosos”, diz mensagem da direção da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme), enviada hoje aos associados.

“Faremos, como sempre, todo o possível para corrigir tais pontos, bem como, quando for o caso, convocaremos mobilização junto aos parlamentares, em especial as lideranças como sempre fizemos”, prossegue a cúpula da Feneme.

Entre os pontos que os oficiais das PMs questionam está justamente o que faz menção à possibilidade de guardas municipais poderem fazer policiamento ostensivo e comunitário, enquanto a polícia viária federal “destina-se ao patrulhamento ostensivo das rodovias, ferrovias e hidrovias federais”.

Por sua vez, as representações das guardas municipais celebram a inclusão da tese do STF no texto da PEC enviado pelo governo. O presidente da Associação das Guardas Municipais (AGM Brasil), Reinaldo Monteiro, esteve na semana passada com a ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, para defender a redação da proposta.

Monteiro afirmou que a associação vai atuar no Congresso em defesa do papel das guardas municipais no policiamento urbano. Um ponto citado pelo presidente da AGM Brasil é o que diz respeito aos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública que poderão ser repassados a estados e municípios.

CNN

 

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Paraíba

Justiça mantém padre Egídio em prisão domiciliar

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) rejeitou, na tarde desta terça-feira (08), o pedido do Ministério Público da Paraíba para que o Padre Egídio de Carvalho voltasse a cumprir prisão preventiva. Atualmente, o sacerdote está em recolhimento domiciliar.

O MP alegou que Carvalho tinha apresentado melhora no estado de saúde, o poderia lhe possibilitar o retorno à alguma unidade prisional da capital.

Ao proferir o voto, o desembargador Ricardo Vital de Almeida disse que “no momento não há elementos que tragam a tranquilidade para decidir pelo retorno de Egídio ao cárcere”.

Vital, no entanto, pontuou que o entendimento pode ser mudado posteriormente, seja pela Primeira ou Segunda instâncias. O voto de Ricardo Vital foi seguido pelos demais membros da Corte.

Prisão domiciliar 

O padre Egídio de Carvalho Neto foi preso durante a investigação sobre os desvios de recursos destinados para o Hospital Padre Zé, na Capital. Em abril de 2024, Egídio conseguiu o benefício de responder ao processo em prisão domiciliar, após passar mal e ser internado no hospital da Unimed, em JP.

Atualmente, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga um recurso impetrado pela defesa de Egídio para que o decreto de prisão seja revogada. O julgamento começou na última sexta-feira (04) e já tem votos suficientes para manter a preventiva.

BG com Mais PB

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Mundo

Dólar sobe e bate R$ 6 em meio a guerra de tarifas e turbulência entre EUA e China

 

íses.

 

Terra

Foto: Reuters

O dólar era negociada a R$ 6 por volta das 14h10 desta terça-feira, 8, logo após os Estados Unidos confirmarem a cobrança de uma tarifa adicional de 50% sobre todas as importações chinesas. A medida entra em vigor nesta quarta-feira, 9, após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira, 8.

A China anunciou na segunda-feira, 7, que não iria ‘ceder à chantagem’ de Trump sobre a imposição de tarifas adicionais. “As ameaças dos EUA para escalar tarifas contra a China são um erro atrás do outro, mais uma vez expondo a natureza chantageadora da América”, declarou o ministro do Comércio chinês, Wang Wentao, que complementou: “Se os EUA insistirem em fazer as coisas à sua maneira, a China vai lutar até o fim”.

Mais cedo, antes da Casa Branca confirmar a tarifa extra, Trump disse que estava esperando uma ligação da China para fazer um acordo que evite a guerra de tarifas entre os países. Em uma sinalização de afrouxamento de discurso e busca por entendimento entre as nações, o presidente disse que “vai acontecer”, se referindo ao acordo. “A China também quer fazer um acordo, muito, mas eles não sabem como começar. Estamos esperando a ligação deles. Vai acontecer!”, escreveu Trump em sua página na plataforma Truth Social.

Guerra comercial

A política comercial dos EUA segue no foco dos mercados desde que Trump anunciou na semana passada a imposição de tarifa mínima de 10% sobre todas as importações ao país, que entrou em vigor no sábado, e taxas “recíprocas” mais altas para alguns parceiros, que serão implementadas na quarta.

Por três sessões consecutivas, os investidores demonstraram enorme aversão ao risco, em meio ao temor de que as medidas comerciais possam desencadear uma guerra comercial ampla, o que poderia provocar a aceleração da inflação global e uma recessão econômica em diversos países.

Terra

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Paraíba

Fim da escala 6×1 tem maior apoio no Nordeste e no Sudeste, revela pesquisa

Uma pesquisa obtida com exclusividade pela CNN mostra que o apoio ao fim da escala 6×1 é maior no Nordeste e no Sudeste.

De acordo com levantamento feito pela Nexus, a proposta apresentada ao Congresso Nacional conta com o apoio de 65% da população brasileira.

A adesão chega a 74% no Nordeste e atinge 66% no Sudeste. Nas demais regiões do país, o apoio tem sido inferior à média nacional – Norte (59%), Centro-Oeste (57%) e Sul (56%).

No Brasil, 42% dos entrevistados acreditam que uma escala de 4×3 traria impactos positivos para a sociedade em geral. Por outro lado, 30% avaliam que os impactos seriam negativos e, para 22%, não faria diferença.

O Sul é a única região em que a maioria dos moradores pensa que uma jornada reduzida traria mais impactos negativos (40%) do que positivos (36%).

O Sudeste (46%) e o Nordeste (43%) concentram o maior percentual da população otimista em relação às mudanças na jornada de trabalho.

Sobre o impacto para o desenvolvimento econômico, o país se divide. No cenário nacional, 40% acreditam em benefícios, 27% em prejuízos e 27% que não faria diferença.

No Sudeste, Nordeste e Norte, prevalece a visão de que a medida seria mais benéfica. Já no Sul e Centro Oeste, o entendimento predominante é de que haveria prejuízos.

A qualidade de vida dos trabalhadores é a área em que os brasileiros acreditam que haverá mais benefícios (65%) com a redução da jornada de trabalho.

CNN

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Sem categoria

União Brasil manifesta apoio a Juscelino Filho e diz que denúncias não equivalem a culpa

O partido União Brasil manifestou apoio ao ministro das Comunicações, Juscelino Filho, após a PGR (Procuradoria-Geral da República) ter encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma denúncia contra ele por suspeita de corrupção com emendas parlamentares. Em nota oficial divulgada nesta terça-feira (8), a legenda disse que Juscelino ainda não teve a oportunidade de exercer o direito ao contraditório e que irá apresentar a sua defesa na Suprema Corte.

Leia mais: PGR denuncia ministro Juscelino Filho por suspeita de desvios em emendas quando era deputado

“Reafirmamos que denúncias não equivalem a culpa, e que o princípio da presunção de inocência deve ser respeitado”, diz a nota oficial assinada pelo presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda. “O devido processo legal é pilar fundamental do Estado Democrático de Direito, e o União Brasil não admitirá qualquer tipo de prejulgamento ou condenação antecipada”, prossegue.

O partido acrescenta: “Seguimos confiando na seriedade e competência do ministro Juscelino Filho, que tem exercido seu trabalho à frente do Ministério das Comunicações com comprometimento e resultados concretos para a população brasileira”.

O União Brasil diz ainda que “permanece ao lado do ministro” e que está “confiante de que ele poderá esclarecer todos os pontos levantados e reafirmar sua integridade perante a Justiça”.

R7

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Política

PGR denuncia ministro Juscelino Filho por suspeita de desvios em emendas quando era deputado

Foto: Breno Carvalho

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ministro Juscelino Filho (Comunicações) por supeitas de desvio de emendas parlamentares no período em que era deputado federal. A acusação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), que vai decidir se torna o ministro réu. Em ocasiões anteriores, ele negou as acusações.

É a primeira denúncia apresentada pela PGR contra um integrante do primeiro escalão da gestão Lula neste mandato. O relator do caso no STF é o ministro Flávio Dino, que foi colega de Juscelino na Esplanada quando ocupou a pasta da Justiça.

Juscelino foi indiciado em junho do ano passado pela Polícia Federal pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

A avaliação entre aliados do governo é que uma eventual denúncia poderia forçar Lula a demiti-lo para evitar mais um foco de desgaste. Em declarações em 2024, o petista defendeu o direito de o auxiliar “provar que é inocente”, mas disse que ele perderá o cargo caso as investigações avancem.

— O que eu disse para ele: só você sabe a verdade. Se o procurador indiciar (denunciar) você sabe que tem que mudar de posição. Enquanto não houver indiciamento (denúncia), ele fica como ministro. Se houver indiciamento (denúncia), ele será afastado — afirmou o presidente duas semanas após a PF apresentar o relatório apontando os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

O inquérito trata de suspeitas de desvio de emendas parlamentares para pavimentação de ruas de Vitorino Freire, no interior do Maranhão. A cidade era comandada por sua irmã, Luanna Rezende, que chegou a ser afastada do cargo no curso das apurações, mas retomou o mandato após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). É a primeira vez que um integrante do primeiro escalão do atual mandato de Luiz Inácio Lula da Silva é indiciado. Em nota quando foi indiciado, o ministro negou irregularidades e apontou “ação política” da corporação.

Ele criticou a investigação e afirmou que “apenas indicou emendas parlamentares para custear obras”. “A licitação, realização e fiscalização dessas obras são de responsabilidade do Poder Executivo e dos demais órgãos competentes”, diz a nota. Segundo ele, a “investigação revira fatos antigos e que sequer são de minha responsabilidade enquanto parlamentar”. “O indiciamento é uma ação política e previsível, que parte de uma apuração que distorceu premissas, ignorou fatos e sequer ouviu a defesa sobre o escopo do inquérito”, completa.

O Globo

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Mundo

Casa Branca diz que tarifas de 104% contra a China entram em vigor nesta quarta-feira

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt — Foto: REUTERS

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou à Fox Business início da tarde desta terça-feira (8) que as tarifas de 104% dos Estados Unidos contra a China vão entrar em vigor a partir desta quarta-feira (9).

O comunicado veio após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente americano Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira (8).

Mais cedo, Trump postou em sua rede social que estava esperando uma ligação da China para discutir as tarifas, mas isso não ocorreu.

Durante a madrugada, a China disse que não vai voltar atrás e que está pronta para seguir respondendo aos aumentos tarifários, apesar de considerar que “em uma guerra comercial, não há vencedores”.

g1

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Brasil

Hugo Motta elogia fim da saidinha e diz que “sistema prisional está falido”

Foto:VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (7/4) que a segurança pública é a principal preocupação da sociedade brasileira. O parlamentar elogiou o Congresso Nacional por enfrentar assuntos como a saída temporária de presidiários, as chamadas “saidinhas”, e a visita íntima nas prisões.

“Nosso sistema prisional está totalmente falido. Temos que discutir com o nosso sistema prisional”, disse Motta.

O fim da saída temporária foi proposto pelo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP), que é deputado federal licenciado e voltou à Câmara para articular a aprovação. O projeto chegou a ser vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas os parlamentares derrubaram o veto. O apoio de Motta ao tema é também um aceno à gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A fala ocorreu na Associação Comercial de São Paulo, em um evento com a presença de três secretários estaduais — Gilberto Kassab (Governo e Relações Institucionais), Guilherme Afif Domingos (Projetos Estratégicos) e Samuel Kinoshita (Fazenda) — e de três deputados e dois ex-senadores.

PEC da Segurança

Motta pediu paciência ao trabalho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir o combate à criminalidade. Nesta terça-feira (8/4), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, irá se reunir com o presidente da Câmara para apresentar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança. Ele disse que a proposta já é criticada por boa parte dos parlamentares, antes de que se conheça o assunto.

“[Muitos deputados dizem que] não presta porque vem do governo. Nem se conhece o texto e já diz que não presta. Essa é uma matéria que tem que vir mesmo do Executivo”, afirmou Motta. “Muita gente quer fazer palco da discussão de segurança”, acrescentou.

O presidente da Câmara dos Deputados defendeu uma discussão sobre a segurança pública sem preconceitos entre políticos de alas políticas opostas, nem entre corporações.

“Fica esse negócio de preconceito de uma polícia com outra. Deveriam todos estar trabalhando nisso”, afirmou.

Motta disse que se deve reconhecer o tamanho que as facções criminosas tem hoje no país para conseguir combatê-las e afirmou que o Congresso deve ter a segurança como pauta prioritária, o que atenderia uma demanda da sociedade.

Metrópoles

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