Um homem morreu na tarde desta sexta-feira (11) após ser esmagado por um caminhão nas proximidades do bairro dos Bancários, na BR-230, em João Pessoa.
Ainda não foi revelado o que teria motivado o acidente. O Serviço Móvel de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, e ao cheg constatou o óbito.
Por conta da colisão, o trânsito ficou congestionado no sentido Cabedelo – João Pessoa.
Duas mulheres foram presas suspeitas de roubar um idoso de 78 anos, proprietário de um comércio no Centro de Sapé, na Zona da Mata paraibana. Segundo a Polícia Civil, elas teriam levado cerca de R$ 1.800 em dinheiro.
A vítima estava sozinha no estabelecimento quando as suspeitas exigiram o dinheiro do caixa. Após a recusa, houve luta corporal e as duas conseguiram pegar o valor antes de fugir.
A polícia iniciou as diligências e capturou uma das acusadas no momento em que a mesma havia retornado para a cena do crime. A segunda envolvida foi capturada momentos depois após novas rondas pela cidade.
A Polícia Civil autuou a dupla por roubo cometido em conjunto. As presas seguem na Delegacia de Sapé, à disposição da Justiça.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB) deflagrou, nesta quarta-feira (19), uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e armas de fogo e por crimes violentos no Vale do Piancó, no Sertão da Paraíba.
A operação, nomeada Operação Santa Fé, cumpre nove mandados de busca e apreensão e sete de prisão preventiva em João Pessoa, Sousa, São José de Piranhas, Aguiar, Serra Grande, Igaracy e Brasília (DF).
Segundo a investigação, o grupo tinha um núcleo responsável pelo controle do tráfico de drogas na região, com fornecedores, compradores e distribuidores. Também foram identificadas ligações com o tráfico de armas e crimes violentos.
Uma das lideranças investigadas, mesmo presa, continuava comandando as atividades por meio de outros integrantes, que transmitiam ordens, organizavam a logística e mantinham a distribuição de drogas.
Os mandados foram autorizados pela 5ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Patos. A operação é realizada pela FICCO/PB, que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal.
O aplicativo “Pardal”, da Justiça Eleitoral, recebeu 15 denúncias de irregularidades na campanha de 2026. Os registros envolvem dez municípios da Paraíba, com João Pessoa concentrando a maior parte.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), o impulsionamento irregular de conteúdo lidera as denúncias, com cinco ocorrências. Também há registros de uso de bens públicos para fins eleitorais, irregularidades na “internet”, propaganda antecipada e uso irregular de banner.
Do total, sete denúncias envolvem candidaturas a deputado estadual, quatro ao Governo do Estado, duas a deputado federal e uma ao Senado. Também há um registro relacionado a partido, coligação ou federação.
Além de João Pessoa, aparecem Alhandra, Arara, Bananeiras, Campina Grande, Monteiro, Patos, Santa Rita, São Bento e São José do Brejo do Cruz.
Aplicativo Pardal
O “Pardal” permite que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral de rua e na internet diretamente pelo celular. A ferramenta está disponível desde 16 de agosto e recebe ocorrências que estejam em desacordo com a Resolução nº 23.610 e com a Lei das Eleições.
O número de candidatos que se apropriaram do sobrenome Lula ou Bolsonaro mudou nestas eleições. No caso de Lula, o total caiu de 14, em 2022, para 11 no pleito atual. Bolsonaro subiu: de 19 para 22, segundo consulta feita pelo R7 Planalto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Entre os nomes deste ano, estão Bolsonaro da Shopee, Bolsonaro Sergipano e Negona do Bolsonaro. Já os Lulas são Lula da Tapioca, Lula do Bem e Lula Tio do Biscoito.
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou o projeto “Paraíba em Dia”, que permite regularizar débitos de veículos durante fiscalizações de trânsito. A medida inclui IPVA, taxa de licenciamento e multas, com possibilidade de pagamento por meios eletrônicos, como Pix.
Após a quitação e a confirmação do pagamento nos sistemas responsáveis, o veículo poderá ser liberado sem remoção quando a pendência for apenas financeira. A regra não vale para veículos com restrições judiciais, envolvidos em ilícitos penais ou com irregularidades que não possam ser resolvidas por pagamento.
A proposta, do deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos), também busca reduzir gastos com remoção e guarda de veículos e facilitar o recebimento dos débitos. Inspirado em uma experiência do Rio Grande do Norte, o texto segue para sanção do governador Lucas Ribeiro (PP).
O Ministério Público Eleitoral (MPE) informou nesta terça-feira (18) que já apresentou 39 impugnações a registros de candidaturas nas eleições de 2026 na Paraíba. A relação inclui o candidato ao Governo do Estado Cícero Lucena (MDB), a senadora Daniella Ribeiro (PP), registrada como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos), e candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. O levantamento ainda é parcial, porque a análise dos registros continua dentro dos prazos eleitorais.
Os motivos não são os mesmos para todos os candidatos. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral na Paraíba (PRE-PB), as ações envolvem questões como falta de quitação eleitoral, ausência de comprovação de desincompatibilização de cargos públicos, rejeição de contas, inelegibilidade por parentesco e documentação relacionada à situação de militares da ativa. Há também casos fundamentados em suspeitas de vínculo com organizações criminosas armadas.
Entre as impugnações estão as de Cícero Lucena (MDB) e Dinho Dowsley (MDB), cujos fundamentos permanecem sob sigilo porque utilizam provas provenientes de outros procedimentos também protegidos por segredo de Justiça. Já nos casos de Vitor Hugo (MDB) e Janine Lucena (PSD), o MPE sustenta inelegibilidade com base no artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição e cita elementos, respectivamente, das operações En Passant e Mandare relacionados a suposto vínculo consciente com organização criminosa armada.
A apresentação de uma impugnação não significa que o registro tenha sido negado. Cada candidato terá direito de apresentar defesa e caberá à Justiça Eleitoral decidir se concede ou indefere a candidatura. Segundo o MPE, novas ações ainda podem ser apresentadas enquanto estiverem abertos os prazos previstos na legislação.
Veja a lista completa das 39 candidaturas impugnadas
Aglair Pereira da Silva (Federação PSOL/Rede) — deputado federal: militar estadual da ativa. O MPE aponta ausência de documentos sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
Antonio Ronismar de Andrade (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre o afastamento do cargo de professor em Cabedelo e certidões criminais estaduais consideradas ilegíveis.
Astronadc Pereira de Moraes (PDT) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Carlos Tibério Limeira Santos Fernandes (PSB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade em razão de contas de gestão de 2021 julgadas irregulares pelo TCE-PB, com imputação de débito e sem suspensão judicial.
Cícero de Lucena Filho (MDB) — governador:impugnação tramita sob sigilo porque utiliza provas produzidas em outro processo também sigiloso.
Daniella Velloso Borges Ribeiro (PP) — primeira suplente de senador: a PRE-PB alega inelegibilidade por parentesco com o governador Lucas Ribeiro (PP), seu filho. O MPE sustenta que a candidatura à suplência não configura reeleição para o mandato de senadora atualmente exercido por Daniella.
Danillo Ramalho Leite (Novo) — deputado federal: policial militar da ativa. O MPE aponta ausência de documentação necessária para verificar sua situação funcional e afastamento.
Emerson Fernandes Alvino Panta (Federação União Progressista) — deputado federal:médico com dois vínculos com a Secretaria de Estado da Saúde. A PRE-PB questiona a comprovação de afastamento dentro do prazo eleitoral.
Eures Pessoa e Silva (Republicanos) — deputado estadual: bombeiro militar da ativa. A impugnação aponta falta de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Felipe Anderson Fernandes (Rede/Federação PSOL-Rede) — deputado federal: o MPE questiona a comprovação do afastamento de suas funções na Secretaria de Estado da Educação.
Fernando Dias de Melo (Federação União Progressista) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos relacionados ao tempo de serviço, afastamento e exercício de funções de comando.
Francisco José Garcia Figueiredo (MDB) — deputado estadual: professor da UFPB. A impugnação questiona a comprovação da desincompatibilização no prazo legal.
Gerana Gouveia Xavier Pereira (PL) — deputada federal: o MPE aponta ausência de documentos para comprovar afastamento de cargo em comissão e de vínculo temporário como nutricionista da Prefeitura de Campina Grande.
Gerlane Bandeira da Silva (PSB) — deputada estadual: falta de comprovação do afastamento do cargo de auxiliar de administração na Secretaria de Estado da Saúde, segundo a PRE-PB.
Hebert Levy de Oliveira (PSB) — deputado federal: ausência de quitação eleitoral relacionada a contas da campanha de 2012 julgadas não prestadas, segundo o MPE.
Ivone dos Santos Lima e Lima (Novo) — deputada federal: questionamento por ausência de desincompatibilização, dentro do prazo legal, do cargo de auxiliar de enfermagem na UFCG.
Jacó Moreira Maciel (Podemos) — deputado federal: a PRE-PB sustenta inelegibilidade devido à rejeição pelo TCU de contas relativas ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).
Jakeline Maria da Silva (Federação União Progressista) — deputada estadual: o MPE aponta problemas na documentação de escolaridade, além da ausência de certidões oficiais atualizadas de quitação eleitoral e filiação partidária.
Jeane Alves de Oliveira (PSB) — deputada estadual: a PRE-PB sustenta ausência do período mínimo de seis meses de domicílio eleitoral na circunscrição.
João Barbosa da Silva (PDT) — deputado estadual: militar da ativa. O MPE aponta documentação insuficiente sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
John Early (Democrata) — deputado federal:a impugnação aponta divergências em informações cadastrais, como data de nascimento e estado civil.
Jorge Rodolfo Maia Feitosa (PDT) — deputado estadual: a PRE-PB questiona a desincompatibilização de vínculo funcional dentro do prazo legal.
José Aledson de Sousa Moura (PL) — deputado federal: o MPE aponta ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas.
José Marcelino de Queiroz Souza (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre desincompatibilização de cargo em comissão de assessor operacional na Assembleia Legislativa.
Marcela Kelly de Vasconcelos (Rede) — deputada federal: a PRE-PB aponta falta de comprovação de afastamento de vínculo com a Secretaria de Estado da Educação.
Marcella Priscila de Medeiros Torres (PL) — deputada estadual: ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas, segundo a impugnação.
Marcos Henriques e Silva (PT) — deputado estadual: o MPE questiona o prazo de desincompatibilização de funções exercidas no Senai-PB e de representação sindical.
Maria Cristina da Silva (Democrata) — deputada federal: divergência sobre estado civil e dúvida quanto ao afastamento do cargo de agente comunitária de saúde.
Maria Evangerlania Dantas (PSD) — deputada federal: servidora efetiva de Sousa. Segundo a PRE-PB, não informou o vínculo no registro nem comprovou o afastamento dentro do prazo.
Maria Janine Assis de Lucena Barros (PSD) — primeira suplente de senador: o MPE sustenta inelegibilidade por suposta utilização ou vínculo consciente com organização criminosa armada, com base em elementos relacionados à Operação Mandare.
Maricelia Alves (Federação União Progressista) — deputada estadual: a PRE-PB aponta problemas na comprovação de desincompatibilização e ausência de certidões oficiais de quitação eleitoral e filiação partidária.
Olivia Motta Wanderley da Nobrega (Republicanos) — deputada estadual: o MPE aponta falta de comprovação da exoneração de cargo em comissão e dois vínculos ativos como médica na Secretaria de Estado da Saúde.
Raquel de Oliveira França (PL) — deputada estadual: policial militar da ativa. A impugnação aponta ausência de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Roberto Carlos de Almeida Lima (MDB) — deputado estadual: falta de documentação para comprovar a desincompatibilização de cargo em comissão, segundo a PRE-PB.
Roberto Lopes Burity (PSB) — deputado federal: o MPE aponta vínculos com a Suplan e a Secretaria de Governo sem comprovação de afastamento no prazo legal.
Sergio Ricardo Gomes de Araujo (PDT) — deputado estadual: sargento da Polícia Militar e militar da ativa. A PRE-PB aponta falta de documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Stenio Jose Paulino Soares (PT) — deputado estadual: falta de comprovação documental do afastamento do cargo de professor federal no prazo eleitoral.
Valdir José Dowsley (Dinho) (MDB) — deputado estadual: o processo tramita em sigilo porque a impugnação utiliza provas produzidas em outro procedimento também protegido por segredo de Justiça.
Vitor Hugo Peixoto Castelliano (MDB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade por suposto vínculo consciente com organização criminosa armada, citando elementos relacionados à Operação En Passant.
Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta terça-feira (18/8) que a Corte volte a discutir a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A exigência foi derrubada pelo STF em 2009.
As declarações ocorreram durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica denunciada por reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.
Ao devolver pedido de vista no processo, Dino afirmou que a decisão de 2009 tornou mais complexo o debate sobre as garantias asseguradas à imprensa, especialmente diante do crescimento das redes sociais.
O ministro disse respeitar o entendimento firmado pela Corte, mas defendeu que o tema seja novamente analisado.
“Está na hora de refletirmos sobre a questão do diploma de jornalismo […] hoje com as redes sociais, em que qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje eu sou um jornalista’ e começa no seu blog a ofender a honra de inúmeras pessoas e se escudar na liberdade de imprensa e, claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério”, defendeu Dino.
Para o ministro, o Supremo poderia discutir a criação de uma regra de transição para profissionais que já exercem a atividade de forma regular.
A Justiça manteve a prisão preventiva do proprietário da loteria Paraíba Premiado, Cícero Fabiano Melo Silva, na tarde desta terça-feira (18). Na audiência de custódia a juíza Andrea Arcoverde Cavalcanti, da Vara Regional de Execuções Penais de João Pessoa, determinou a transferência do empresário para o presídio do Róger, na capital.
A audiência, neste caso, foi apenas para atestar a legalidade da prisão do investigado. O mandado contra o paraibano foi expedido pela Justiça de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Além da prisão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros do Bessa e do Altiplano, em João Pessoa, e na cidade de Campina Grande.
Cícero Fabiano é apontado pela Polícia Civil como responsável pela exploração de bingos e outras modalidades de jogos de azar. Ele também é investigado pela utilização de mecanismos para lavar dinheiro que seria proveniente dessas atividades.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo potencial de fortes chuvas, nesta terça-feira (18), para 44 cidades da Paraíba. O aviso segue até as 9h desta quarta-feira (19).
O Inmet indica que podem ocorrer chuvas com volumes entre 20 e 30 milímetros por hora ou de até 50 milímetros por dia. Conforme a previsão, há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, em cidades com tais áreas de risco.
O instituto aconselha que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo, observem alteração nas encostas e procurem não usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (18) que pesquisas internas de sua campanha já apontam vantagem sobre o presidente Lula (PT).
“Já estamos superando. O nosso tracking já dá na frente, eles sabem disso”, disse Flávio durante uma coletiva de imprensa em Belo Horizonte-MG.
O tracking ao que Flávio se refere é uma sondagem interna realizada de forma contínua pelas campanhas para acompanhar as intenções de voto. Como não é uma pesquisa registrada, os resultados não podem ser divulgados oficialmente.
Nas pesquisas registradas mais recentes, Flávio aparece tecnicamente empatado com Lula em eventuais cenários de segundo turno, mas o petista permanece numericamente à frente.
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