
Em ação civil pública ajuizada na Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) pede, entre outras providências, rigor na fiscalização de embarcações em áreas de maior concentração de corais em praias de João Pessoa e Cabedelo, na Paraíba.
Na ação, o MPF requer que a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), seja condenada a instalar, no prazo de 30 dias, placas indicativas na faixa de praia, inicialmente nos pontos de maior apelo turístico, como Caribessa, Seixas e Picãozinho, indicando que a região integra a Área de Proteção Ambiental (APA) Naufrágio Queimado.
Ainda na ação, o MPF pretende que a Sudema exerça, com os municípios de João Pessoa e Cabedelo, o poder de polícia, sobretudo nos finais de semana e nos períodos de maior movimentação turística (verão e feriados), para reprimir a circulação, nas áreas integrantes da APA, de embarcações que não possuam licenciamento ambiental específico, devendo, para tanto, elaborar e apresentar plano de fiscalização mensal, trimestral, semestral ou anual.
O Ministério Público Federal solicita à Justiça, por fim, fixação de multa diária aos réus (Sudema, União e prefeituras de João Pessoa e Cabedelo) por eventual descumprimento de obrigações determinadas pelo juízo, em montante suficiente para garantir a eficácia do comando judicial.

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