
A Paraíba registrou 7.218 casos prováveis de dengue entre janeiro e outubro deste ano, um aumento de 16,37% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 6.202 casos. Os dados são de boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (13) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).
No período, foram confirmadas 14 mortes pela doença. Os óbitos ocorreram em Alagoa Nova, Bayeux, Brejo do Cruz, Camalaú, Guarabira, João Pessoa, Monteiro e Sumé, com um registro cada; Campina Grande, com dois; e São Bento, com quatro. Outras seis mortes estão em investigação.
O levantamento aponta que foram registrados 7.436 casos prováveis de arboviroses, incluindo, além da dengue, chikungunya e zika. Os casos de dengue equivalem a 97,05% de todos os casos prováveis de arboviroses no estado.
Apesar do aumento dos casos de dengue, a chikungunya apresentou redução de 57,79%, passando de 507 para 214 casos na comparação entre os mesmos períodos do ano passado e deste ano. Em 2026, a zika contabiliza cinco registros. Até o período analisado, não houve notificações de febre do Oropouche no estado.
Os sintomas
A técnica responsável pela Vigilância das Arboviroses da SES, Carla Jaciara, destacou que o aumento dos casos prováveis de dengue exige atenção, principalmente nas regiões com maior incidência. Segundo ela, a identificação dos casos e a participação da população são importantes para reduzir a transmissão.
Os principais sintomas da dengue são febre alta, dores musculares e nas articulações, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, vômitos e manchas vermelhas na pele.
A chikungunya pode causar febre alta, dores intensas e inchaço nas articulações, manchas vermelhas na pele, dor de cabeça e cansaço.
Já a zika costuma provocar febre baixa ou ausência de febre, manchas vermelhas na pele, coceira, conjuntivite, dores leves nas articulações, dor de cabeça, náuseas e vômitos.
Com informações do G1 PB



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