Paraíba

Hemocentro é o primeiro órgão público da Paraíba a receber Certificação Internacional de Qualidade ISO 9001:2015

Foto: Divulgação

O Hemocentro da Paraíba, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (SES), conquistou a Certificação Internacional de Qualidade ISO 9001:2015. O reconhecimento foi efetivado, após a conclusão de auditoria nos procedimentos e rotinas de serviços, realizada em junho por avaliadores da QMS Certification Services, empresa australiana qualificadora internacional.

Com a certificação, o Hemocentro teve o seu Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) reconhecido por sua excelência e passou a ser a primeira instituição pública de saúde da Paraíba com selo de qualidade ISO 9001:2015.

A auditoria avaliou o SGQ do Hemocentro por meio de aplicações de requisitos como planejamento, relacionamento com clientes, fornecedores e colaboradores, além de procedimentos utilizados com elevado padrão de qualidade e segurança dos serviços ofertados.

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Paraíba

Casos de coronavírus: são 1.154 casos e 9 mortes confirmadas no boletim desta quinta-feira (8)

Foto: Divulgação/Secom-JP

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgadas nesta quinta-feira (8), a Paraíba tem 404.848 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus. O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 8.750 no estado desde o início da pandemia. São 1.154 novos casos e mais 9 mortes na última atualização. Todos os 223 municípios paraibanos registraram casos da doença e 222 cidades registraram óbitos.

Dos 9 óbitos, 3 aconteceram nas últimas 24 horas. Os pacientes eram 4 homens e 5 mulheres, com idades entre 31 a 86 anos. A diabetes e cardiopatia foram as comorbidades mais frequentes e 2 não tinham comorbidades. As mortes aconteceram nos municípios de Areial (1); Campina Grande (2); João Pessoa (2); Piancó (1); Rio Tinto (2) e Uiraúna (1).

A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 42%. Na região metropolitana de João Pessoa, 43% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 40%. No Sertão, 58% dos leitos de UTI estão ocupados.

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.950.859 doses. Até o momento, 1.386.333 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 564.526 completaram os esquemas vacinais. Desses, 528.772 tomaram as duas doses e 35.754 utilizaram imunizante de dose única. A Paraíba já distribuiu um total de 2.210.172 doses de vacina aos municípios.

Boletim do coronavírus na Paraíba

  • 404.848 casos
  • 8.750 mortes
  • 272.313 recuperados
  • 223 cidades com casos confirmados
  • 222 cidades com mortes registradas

Blog do BG com G1 Paraíba

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Educação

Aesa abre inscrições para curso de Fiscalização em Recursos Hídricos

 

Foto: Reprodução/ Internet

Estão abertas as inscrições para o minicurso Fiscalização em Recursos Hídricos, promovido pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). A capacitação é gratuita e será realizada entre os dias 20 e 23 de julho, via internet. Para participar basta preencher o formulário de inscrição clicando aqui.

O minicurso será ministrado pelo gerente executivo de Fiscalização da Aesa e mestre em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos, Pedro Crisóstomo Alves Freire. “Vamos mostrar como podemos interpretar e aplicar a legislação vigente. Conhecendo as leis, é possível compreender a gravidade das infrações”, comentou.

Entre os assuntos que serão abordados na capacitação estão: Política Nacional dos Recursos Hídricos; Código Florestal Brasileiro; Decretos Estaduais 19.258/97 e 19.260/97; os conceitos de água superficial e subterrânea; as atribuições da gerência de fiscalização; termo de alocação e campanha fiscalizatória com licenciamento coletivo.

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Paraíba

OS CORNOS NÃO SERÃO ESQUECIDOS: Vereador analisa reapresentar projeto na Câmara de Santa Rita

Foto: reprodução

Em entrevista ao Blog do BG, o vereador Luciano Serrano (PSDB), mais conhecido por Nininho do Bode, afirma que vai reformular o Projeto de Lei 066/21 que institui o ‘Dia do Corno’ na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa.

O projeto foi barrado, em maio deste ano, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Santa Rita.

Para justificar o Projeto de Lei, o vereador afirma que “corno” é uma figura folclórica da cidade e chegou a falar em entrevista que “Até os cornos que hoje reclamam da proposta vão comemorar”.

O dia escolhido foi 26 de junho e segundo Nininho do Bode ele está “em análise” para uma futura reapresentação à Câmara de Santa Rita.

Questionado se existiria algum outro projeto semelhante, apresentado ou que pudesse apresentar, ele afirma que não.

Vale salientar que Nininho está trabalhando também em outros projetos paralelos e que são de extrema importância para a cidade de Santa Rita, segundo ele mesmo afirma. “Estou analisando e estudando a possibilidade de reapresentar o projeto, pois acho que é importante. Fiquei surpreso com o tamanho da repercussão. Achava que as pessoas já tinham esquecido. Mas estou trabalhando também em outros projetos paralelos e que são de extrema importância para a cidade de Santa Rita. Mas esse eu estudo a possibilidade de reapresentar, para poder instituir o dia do corno em Santa Rita”, afirmou o vereador ao Blog do BG.

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Paraíba

João Pessoa é a 3ª capital do NO/NE com maior saldo de empregos em Comércio e Construção Civil em 2021

Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, apontam que nos cinco primeiros meses deste ano, João Pessoa foi a terceira capital do Norte/Nordeste do país com o melhor saldo de empregos nos setores do Comércio e da Construção Civil.

Entre janeiro e maio deste ano, o saldo positivo na Construção Civil foi de 1.481 postos de trabalho. Já no setor do Comércio, entre admissões e demissões, foram gerados 1.032 novas vagas de emprego.

Nos números gerais, somando outros setores da economia, a capital paraibana tem saldo de 4.972 empregos em 2021.

Saldo de empregos na Construção

1º Fortaleza – +1.863
2º Salvador – +1.859
3º João Pessoa – +1.481

Saldo de empregos no Comércio

1º Teresina – +1.931
2º Salvador – +1.803
3º João Pessoa – +1.032

R7

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Brasil

CPI da Pandemia cobra de Bolsonaro resposta sobre denúncias do deputado Luis Miranda

Foto: Agência O Globo

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia protocolou um ofício nesta quinta-feira (8) no Palácio do Planalto, cobrando posicionamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre as acusações apresentadas à comissão pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). A carta é assinada pelo presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), e pelo vice-presidente, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

A mensagem endereçada ao presidente da República registra que Luis Miranda, em depoimento à CPI em 25 de junho, afirmou que Bolsonaro citou o nome do também deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) quando soube de possíveis irregularidades na compra de vacinas anticovid. A cúpula da CPI registra na carta, ainda, que Bolsonaro não se manifestou sobre a acusação até o momento.

“Solicitamos, em caráter de urgência, diante da gravidade das imputações feitas a uma figura central desta administração, que Vossa Excelência desminta ou confirme o teor das declarações do deputado Luis Miranda”, pede a carta.

Agência Senado

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Brasil

Eleições 2022: Ou fazemos eleições limpas ou não temos eleições, diz Bolsonaro

Foto: Agência Reuters

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a disputa nas eleições 2022. A apoiadores, o presidente defendeu uma eleição “limpa” no próximo ano, sem se referir a um tema específico, mas tem defendido o voto impresso como forma de auditar os votos.

“Eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”, disse o presidente na saída do Palácio da Alvorada.

Na quarta (7), em entrevista à rádio Guaíba, Bolsonaro chegou a declarar que, em caso de eventual derrota nas urnas, algum lado pode não concordar com a derrota. “Algum lado pode não aceitar o resultado. Esse algum lado, obviamente, é o nosso lado. Pode não aceitar esse resultado”.

Gazeta do Povo

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Brasil

CPI da COVID-19: nesta sexta-feira (9), será ouvido o servidor do MS Willian Amorim Santana

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O servidor do Ministério da Saúde Willian Amorim Santana será a próxima testemunha a ser ouvida pela CPI da Pandemia nesta sexta-feira (9). A reunião está marcada para 9h. A pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), os parlamentares esperam que Willian dê informações sobre o contrato celebrado entre a União e a Bharat Biotech, representada no Brasil pela Precisa Medicamentos para o fornecimento de 20 milhões de doses da vacina Covaxin.

“O convocado  é servidor do Ministério da Saúde e, nessa condição, tem conhecimento de informações relevantes sobre esse contrato, daí a importância do depoimento”, destacou Randolfe em seu requerimento.

Willian Santana é técnico da divisão de importação do ministério e o nome dele foi citado na CPI pela fiscal de contratos da pasta Regina Célia Oliveira na terça-feira (6). Na ocasião, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), ao descobrir que teria sido Willian o responsável por avisar à Precisa que as invoices (espécie de faturas para negociações internacionais) estavam com irregularidades, também defendeu a convocação do servidor.

A testemunha a ser ouvida nesta sexta-feira é subordinada a Luis Ricardo Miranda, que já depôs à comissão e disse que sofreu “pressão atípica” de seus superiores hierárquicos para aprovação rápida da negociação com a Bharat. Luis Ricardo Miranda contou também aos senadores que na análise das invoices foram encontradas informações diferentes daquelas do texto original do contrato. Algumas dessas divergências: a forma de pagamento, a quantidade de doses e a indicação de uma empresa intermediária, a Madison Biotech, com sede em Cingapura. Por isso, foi solicitada a correção dessas discrepâncias.

Wilson Witzel

A previsão inicial da comissão para sexta-feira era enviar alguns senadores ao Rio de Janeiro para ouvirem, em reunião reservada, o ex-governador Wilson Witzel. Em depoimento à comissão, no dia 16 de junho, ele disse aos senadores ter “fatos graves” a relatar e garantiu que a corrupção na área da saúde do estado continuou após seu impeachment. Mas, depois da oitiva de Regina Célia, o comando da comissão decidiu priorizar esta semana linha de investigação sobre a compra da Covaxin.

Agência Senado

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Brasil

Manifestações: MBL e Vem Pra Rua farão manifestação “Fora, Bolsonaro” no dia 12 de setembro

Foto: reprodução/MBL/YouTube

O Movimento Brasil Livre e o Vem pra Rua farão uma manifestação “Fora, Bolsonaro” no dia 12 de setembro. O anúncio acaba de ser feito por Kim Kataguiri na Câmara dos Deputados. A data foi escolhida, segundo disse Kataguiri, porque os organizadores esperam que até lá 50% da população brasileira estará vacinada com as duas doses.

Hoje, o Brasil tem cerca de 38% da população vacinada com a 1ª dose, e 13% de plenamente imunizados. Ainda de acordo com Kim Kataguiri, “a ideia é unificar”.

Kataguiri, um dos principais líderes do MBL, assinou o ‘superpedido’ de impeachment apresentado na semana passada – a maioria dos signatários é de partidos e organizações de esquerda.

Partidos e organizações de esquerda realizaram em todo o Brasil, no último sábado (3), manifestações pelo impeachment de Bolsonaro.

Blog do BG com O antagonista

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Brasil

Unicef apoia volta às aulas: Manifesto assinado por UNICEF, UNESCO e OPAS/OMS

Foto: divulgação

Manifesto assinado por UNICEF, UNESCO e OPAS/OMS

Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil
Marlova Noleto, representante da UNESCO no Brasil
Socorro Gross, representante da OPAS e da OMS no Brasil

Chegamos a julho de 2021, com o fim de mais um semestre escolar. Os números da pandemia da Covid-19 seguem preocupantes, mas existem indícios de melhora. Em muitos lugares, as atividades comerciais e de lazer foram há muito tempo retomadas. Contudo, a maioria das escolas continua fechada. Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) para o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostra que apenas dois em cada dez estudantes brasileiros estão frequentando atividades escolares presenciais. Quando analisamos esse dado por classe social, as diferenças são enormes. Enquanto 40% dos filhos da classe A podem ter acesso a aulas presenciais, nas classes D e E, eles são somente 16%. A pandemia aprofundou o fosso das nossas desigualdades, e na educação o impacto é ainda maior.

A educação é um direito fundamental, que precisa ser preservado para todas as crianças e todos os adolescentes por igual. Mas, em casa, sem os recursos adequados para aprender – como um computador e acesso à internet de boa qualidade –, meninas e meninos em situação de pobreza e vulnerabilidade estão sendo deixados para trás. Muitos deles podem depender apenas de um celular para ter contato com professores e receber as atividades escolares. Mesmo com os esforços dos educadores, em novembro de 2020, o UNICEF apontou que mais de 5 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à educação – número equivalente ao cenário que o País tinha no início dos anos 2000.

Junto com todas as vidas perdidas, corremos o risco de perder o progresso alcançando com relação ao acesso de todas as crianças e todos os adolescentes a uma educação de qualidade, bem como de regredir duas décadas no acesso à educação básica. Somos um dos países em todo o mundo com o maior período de escolas fechadas. Como aponta o mapa de monitoramento interativo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em âmbito mundial, as escolas estiveram fechadas – total ou parcialmente – por uma média de 5,5 meses (22 semanas). Na maior parte dos países da América Latina, a média fica acima de 41 semanas. No Brasil, ela chega a 53 semanas. E isso, embora as escolas devam ser as últimas instituições a fechar e as primeiras a abrir – como ocorre em qualquer emergência humanitária.

O longo tempo de fechamento da maioria das escolas tem impactado profundamente não apenas a aprendizagem, mas também a saúde mental, a nutrição e a proteção de crianças e adolescentes. As escolas desempenham um papel primordial na vida de meninas, meninos e suas famílias. Elas são essenciais para o desenvolvimento de competências de interação social. Sem acesso à escola, crianças e adolescentes perdem o vínculo diário com colegas, professores e amigos, o que causa impactos profundos em sua saúde mental. A escola também tem um papel muito importante na proteção contra diferentes formas de violência – incluindo a violência doméstica, que aumentou na pandemia – e contra o trabalho infantil. Além disso, sem acesso à escola, metade das famílias com crianças e adolescentes diz ter ficado sem acesso à merenda escolar.

Uma reabertura segura e sustentável é urgente

Por todos esses impactos, chamamos atenção para a urgência de reabrir as escolas brasileiras, em segurança. Desde o início da pandemia, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o UNICEF e a UNESCO vêm trabalhando em conjunto no desenvolvimento de protocolos para orientar o processo de reabertura das escolas, no Brasil e no mundo.

Essas orientações mostram as medidas que devem ser adotadas para proteger a saúde de crianças, adolescentes, profissionais da educação e as famílias de todos. Os protocolos são organizados pela OMS em quatro níveis, de acordo com a situação da Covid-19 em cada lugar – sendo o nível 1 com poucos casos, e o 4, com maior transmissão. Para cada situação, há recomendações sobre as ações que devem ser tomadas no âmbito escolar. Mesmo no nível 4, os protocolos recomendam manter as escolas abertas sempre que possível, ainda que tomando todos os cuidados. A recomendação é fechá-las apenas em caráter de exceção.

Há uma clara orientação de sempre priorizar as escolas nas decisões sobre quando fechar e quando reabrir, bem como nos investimentos para isso. Existem muitos exemplos de sucesso de municípios brasileiros que adaptaram o funcionamento das escolas aos protocolos de segurança e, assim, continuaram garantindo o direito à educação para crianças e adolescentes.

Dentro da escola, é essencial adotar todos os protocolos de prevenção à Covid-19, como uso de máscaras (de acordo com o recomendado para cada idade), higienização das mãos, distanciamento social, etiqueta respiratória, ventilação dos espaços, limpeza e desinfecção dos ambientes, espaçamento das mesas e organização das turmas.

A reabertura pode incluir elementos de educação híbrida, uma combinação de educação presencial e a distância, e o rodízio de estudantes em grupos menores. Em caráter de exceção, onde não for possível serem ministradas aulas presenciais, as escolas devem ser mantidas abertas como pontos de apoio, para que famílias e estudantes possam retirar as atividades, acessar a internet e manter o vínculo com a própria escola. Todas as decisões devem envolver estudantes, famílias, educadores e toda a comunidade escolar. É preciso também revisar os currículos e rediscutir o financiamento da educação, de forma a reduzir as perdas cognitivas significativas decorrentes da pandemia.

Além de reabrir as escolas, é urgente ir atrás de cada criança, cada adolescente que não conseguiu continuar aprendendo na pandemia, ou que já estava fora da escola antes dela. Cabe aos municípios realizar a busca ativa desses estudantes, unindo esforços de diferentes áreas, incluindo educação, saúde, assistência social, as famílias e as lideranças comunitárias.

E é fundamental que o País invista fortemente na aquisição e na distribuição de vacinas contra a Covid-19, atendendo prioritariamente profissionais da linha de frente e dos serviços essenciais – como profissionais da saúde, da educação e da assistência social, entre outros. Temos de valorizar os esforços de cada um desses profissionais, que têm atuado de forma incansável para manter a aprendizagem de crianças e adolescentes, cuidar da saúde das pessoas e proteger meninas e meninos da violência.

Por fim, cada pessoa tem de fazer a sua parte para diminuir a circulação do novo coronavírus e conter a pandemia, investindo nas medidas não farmacológicas, usando máscaras, mantendo o distanciamento social, higienizando as mãos com frequência e seguindo as recomendações da ciência. Só assim todos, incluindo crianças, adolescentes e suas famílias, estarão seguros. E só assim será possível alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

Em agosto, começa um novo semestre letivo. É preciso agir agora e reabrir as escolas em segurança para garantir o direito de cada criança, adolescente e jovem brasileiro a uma educação de qualidade.

Unicef

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